A fibromialgia causa perda de memória permanente? .
A fibromialgia causa perda de memória permanente? .
3 respostas
O que muitas pessoas relatam é uma dificuldade temporária de atenção, concentração e memória recente, a chamada “névoa mental”. Esses sintomas variam conforme dor, qualidade do sono, cansaço e estresse. Quando esses fatores melhoram, a memória também tende a melhorar.
Obtenha respostas com a consulta online
Precisa do conselho de um especialista? Agende uma consulta online: receba todas as respostas sem sair de casa.
Não. A fibromialgia não causa perda de memória permanente ou degenerativa, as vezes, pode ocorrer névoa cognitiva.
Oi, é um prazer te ter por aqui. O termo “fibro fog”, ou névoa mental, descreve as dificuldades de memória, atenção e raciocínio frequentemente relatadas por pessoas com fibromialgia. É comum que o paciente tenha lapsos como esquecer nomes, perder objetos ou sentir que uma palavra está “na ponta da língua”. Esses sintomas não indicam doenças neurodegenerativas, como Alzheimer. Em vez disso, refletem uma sobrecarga cognitiva causada por fatores associados à fibromialgia, como dor crônica, sono não reparador, fadiga, ansiedade e depressão. Causas das Alterações Cognitivas A dificuldade de memória na fibromialgia não é um sintoma direto da doença, mas resulta da interação de vários fatores: • Dor crônica generalizada: consome recursos cognitivos, reduzindo atenção e memória. • Sono de má qualidade: prejudica a consolidação da memória e o funcionamento cerebral. • Estresse, ansiedade e depressão: comuns na FM, intensificam lapsos de memória e reduzem a concentração. • Disfunção do sistema nervoso central: alterações no processamento da dor e das informações contribuem para a névoa mental. • Desequilíbrios de neurotransmissores: como serotonina, dopamina e norepinefrina, que regulam dor, humor e cognição. Estratégias de Manejo Embora o fibro fog seja frustrante, algumas estratégias podem reduzir seu impacto: • Rotina estruturada: dividir tarefas em etapas menores e evitar multitarefas. • Sono adequado: priorizar hábitos que favoreçam um descanso de melhor qualidade. • Apoio emocional e psicológico: psicoterapia e técnicas de relaxamento ajudam a reduzir estresse e ansiedade. • Tratamento multiprofissional: combinação de medicamentos, fisioterapia, práticas de meditação e acompanhamento médico para controlar dor e sintomas associados. • Comunicação com familiares: Atenciosamente, Psicólogo Fernando Segundo @psifernandosegundo Fernadosegundo.com Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES Abraços
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.

