A fobia social adquirida de forma hereditária é mais difícil o tratamento ?
A fobia social adquirida de forma hereditária é mais difícil o tratamento ?
19 respostas
Não há evidências científicas de que a fobia social seja adquirida de forma hereditária. Entende-se, geralmente, como uma uma condição que vai se constituindo ao longo da formação da pessoa e de acordo com suas vivências, ambiente familiar e social, entre vários outros fatores. Costuma iniciar na infância. A psicoterapia é indicada nesse caso, e em alguns casos também o acompanhamento psiquiátrico, a depender da intensidade dos sintomas e prejuízo que a fobia traz à rotina da pessoa. Nas sessões iniciais com a psicóloga (o) é feita uma avaliação do quadro e das formas de intervenção. Portanto, se você sofre de ansiedade social de uma forma que traz prejuízo ao seu cotidiano, procure ajuda profissional.
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Olá, diversos fatores podem contribuir para o desenvolvimento da fobia social, inclusive fatores epigenéticos, um ambiente de risco pode influenciar ou agravar os sintomas. O ideal é realizar uma avaliação psicológica para que possa ser norteado o melhor processo interventivo. Boas buscas!
Diversos fatores contribuem para o desenvolvimento e a manutenção da fobia social, além dos fatores filogenéticos, existem fatores das experiências individuais e culturais, por exemplo: os modelos familiares (pais punitivos ou exigentes demais), relacionamento pessoal (problemas de interação na infância, adolescência), traumas etc O processo terapeutico pode ajudar a desenvolver estratégias adaptativas de enfrentamento e trabalhar também outras demandas que podem estar relacionadas à essa questão.
Olá, todos os transtornos mentais possuem causa multifatorial, ou seja, não são causadas somente por um único fator (genético, biológico, vivência, família, ambiente, trauma). O tratamento, independente da causa, será o mesmo. A psicoterapia possuem ótimas evidências de efetividade para tratar de transtornos de ansiedade, incluindo a Fobia social, um psicólogo poderá ajudar a tratar essa condição.
Olá! Não existe tratamento fácil ou difícil, existe tratamento adequado e com foco no problema. Sugiro que procure um profissional com o qual consiga se identificar e te ajude nessas questões. Espero ter ajudado!
A meu ver, a questão da fobia social tem estado cada vez mais presente nos nossos lares e nas nossas escolas. E como psicóloga de adolescentes, um fator que tem chamado minha atenção é a forma como alguns pais passam para os filhos as suas vivências sociais. Em um contexto simplificado, é comum pais que não tem convívio familiar com os seus ascendentes (tios, primos, irmãos, etc) e não mantiveram seus amigos, que seus filhos façam o mesmo, adotando uma postura mais introvertida porque não acreditam que esses vínculos sejam importantes. E muitas vezes, esses filhos crescem com um medo excessivo de se relacionar causado pelo simples fato de não terem desenvolvido suas habilidades sociais, não saíram do convívio com o núcleo familiar, não conquistaram seus próprios amigos, não aprenderam a negociar e a se defender e por isso, criaram uma insegurança social. E se questionam: Como me relacionar, se eu não sei como fazer? Escuto, todos os dias, no consultório e na rua, discursos do tipo: "as pessoas não são confiáveis", "não é seguro sair". E eu pergunto: Que visão do mundo e do outro estamos passando para os nossos filhos? Por que tanto medo de se expor, de ser julgado? Será que estamos fortalecendo a autoestima dos nossos filhos o suficiente? Como já falei em outro comentário, sempre haverá alguém para nos criticar e tudo bem! São apenas opiniões. E para ajudar nesse processo de fortalecimento da autoconfiança, a terapia é fundamental para se conhecer melhor, conhcer nossos pontos fortes e se for o caso, reduzir os sintomas de uma fobia social.
Olá, é difícil afirmar que a fobia social seja hereditária, vários fatores podem contribuir para o desenvolvimento da mesma, um deles podendo ser o genético, o tratamento se desenvolve em um ritmo diferente para cada pessoa, por sermos seres diferentes que se desenvolvem de forma singular, assim como deve ser levado em consideração o modelo terapêutico escolhido e seu envolvimento com o processo, espero ter esclarecido sua dúvida.
Para responder vou entender "hereditariedade", neste caso, como herança cultural ou familiar. Menos como fator genético. Refiro-me aos medos aprendidos, à inibição emocional e às dificuldades de relacionamento. A fobia social traz um grande sofrimento, seja vinda por traumas, invalidações ou padrões cognitivos e comportamentais herdados dos cuidadores. Mas tem a mesma oportunidade de tratamento, via psicoterapia, com ótimo prognóstico. Procure um psicólogo, ele vai ajudar você! À disposição!
Oii, não existe um tratamento fácil ou difícil, a cultura familiar pode ser um grande desafio nesse tratamento, caso mais pessoas tenham o mesmo transtorno na família, provavelmente alguns hábitos familiares devem ser modificados, mas isso é comum a qualquer tratamento o meu em que o paciente está inserido pode ajudá-lo ou não, por isso temos que ver o paciente em sua totalidade.
Não diria¨hereditariedade"; e sim, crenças negativas que perduraram no relacionamento familiar geracionalmente, afetando as sintomatologias a depender da personalidade do indivíduo afetado por diversos fatores intrísicos e/ou extrínsicos no meio que vive. Somatizando e aflorando tais sintmas levando ao transtorno em sua íntegra.
A fobia social (atualmente chamado de transtorno de ansiedade social) é multifatorial, ou seja, é uma combinação de fatores genéticos, ambientais, história de vida, etc. Dessa forma, não tem somente uma causa. A terapia cognitivo-comportamental (tcc) é bastante eficaz nestas demandas.
Olá, a fobia social (assim como outros transtornos psiquiátricos) possuem causas multifatoriais. Por isso, ainda que tenha alguma questão biológica envolvida, como um temperamento mais introspectivo ou mesmo mais recluso, há questões ambientais (ambiente familiar, cultural e social) e de experiências de vida da própria pessoa que contribuem para uma dificuldade e um medo exacerbados de socializar, trazendo prejuízos em diversos âmbitos da vida. Buscar suporte profissional em um processo de psicoterapia pode ser de grande valor, a fim de propiciar mudanças e melhora na qualidade do seu dia-a-dia. Espero ter ajudado! Abs, Bruna.
Olá, tudo bem? Não se tem confirmação de que fobia social possa ser algo hereditário, o que você pode estar associando é dentro da sua família ter pessoas que tenham características do transtorno que você também tenha, mas aí é um caso de como o ambiente familiar influenciou na aquisição de alguns comportamentos entendidos como de fobia social. Em questão de dificuldade o que ocorre é entender como está a sua condição atual e como trabalhar para melhorar a sua qualidade de vida, pois entende-se que isso está lhe prejudicando em alguns âmbitos, falar que é mais fácil ou mais difícil é algo muito singular e que só é possível descobrir durante a evolução do tratamento psicoterápico. Se caso quiser e se sentir à vontade, pode entrar em contato comigo para tirar alguma dúvida ou mesmo já marcar um primeiro atendimento.
Não necessariamente. O tratamento pode envolver terapia cognitivo-comportamental, terapia de exposição, terapia medicamentosa ou uma combinação de diferentes abordagens. É importante consultar um profissional de saúde mental para avaliar o quadro clínico e determinar o melhor plano de tratamento para a fobia social adquirida de forma hereditária. Com o apoio e acompanhamento adequados, é possível reduzir os sintomas e melhorar a qualidade de vida da pessoa afetada.
A fobia social, assim como outros transtornos, é resultante de múltiplos fatores. Embora possam existir componentes biológicos, como um temperamento naturalmente mais introvertido ou reservado, fatores ambientais como o contexto familiar, cultural e social, bem como as próprias experiências de vida, também desempenham um papel significativo. Essas influências podem contribuir para um medo excessivo de socializar, gerando impactos negativos em várias áreas da vida. Procurar ajuda profissional através da psicoterapia pode ser extremamente benéfico, promovendo mudanças e melhorando a qualidade de vida diária.
A ideia de que a fobia social possa ser herdada de forma direta pode ser uma interpretação comum, mas não é exatamente como funciona. Na psicanálise, entendemos que as questões ligadas à subjetividade — como medos, inseguranças e formas de se relacionar com os outros — estão mais associadas à história pessoal e às relações que vivemos, especialmente em família, do que a uma transmissão biológica ou genética. Por exemplo, é possível que, ao crescer em um ambiente onde determinadas ansiedades ou formas de lidar com o mundo estejam presentes, você tenha aprendido, de maneira inconsciente, a reagir de forma semelhante. Mas isso não significa que você está "condenado(a)" a isso ou que é algo imutável. O trabalho analítico busca compreender como essas experiências e identificações se construíram e, a partir disso, abrir caminhos para que você possa lidar com o que sente de uma maneira diferente, mais livre. Não se trata de algo que está "dentro de você" de forma fixa, mas de algo que pode ser transformado ao longo de um processo de escuta e reflexão. Espero que isso ajude a trazer uma outra perspectiva sobre a questão.
Olá! Depende de pessoa para pessoa, é fundamental que um profissional da psicologia te acompanhe, e talvez, também haja a necessidade de um acompanhamento psiquiátrico. Qualquer questão, estou à disposição. Se cuida!
Olá, Na verdade muitas de nossas ações ou reações (ou até não ações), vem de como nós fomos criados, é um processo que é necessário quebrar ciclos familiares que aparecem de forma inconsciente. Fobia social pode ter sido adquirida na infância, por medos por exemplo de julgamentos, ou medo de não se encaixar. Não necessariamente é mais difícil porque é familiar. Quem sabe você escutando seus pensamentos você não pode fazer diferente? Se quiser falar mais sobre, estou à disposição!
Boa tarde! A fobia social (ou Transtorno de Ansiedade Social) é complexa e suas causas geralmente envolvem uma combinação de fatores: Genéticos/Hereditários: Existe uma predisposição genética, o que significa que ter familiares de primeiro grau com fobia social ou outros transtornos de ansiedade pode aumentar a probabilidade de desenvolvê-la. Estudos sugerem uma herança poligênica, ou seja, múltiplos genes contribuem para a vulnerabilidade. Ambientais/Psicossociais: Experiências de vida, como bullying, rejeição, humilhação, superproteção parental ou falta de oportunidades para desenvolver habilidades sociais na infância, desempenham um papel significativo. Temperamentais: Certos traços de temperamento, como inibição comportamental ou timidez excessiva na infância, podem ser precursores. Neurobiológicos: Alterações em certas estruturas cerebrais (como a amígdala, responsável pelo controle das emoções) e desequilíbrios de neurotransmissores também estão envolvidos. A presença de um componente hereditário não significa necessariamente que o tratamento será mais difícil ou impossível. O que a hereditariedade indica é uma predisposição, uma vulnerabilidade maior ao transtorno. No entanto, o desenvolvimento e a manutenção da fobia social são influenciados por todos esses fatores combinados. O tratamento da fobia social é amplamente eficaz, independentemente da causa principal. Atuo com abordagem Cognitivo Comportamental - TCC, sendo essa abordagem a mais recomendada para esse tipo de tratamento. O processo visa identificar e modificar padrões de pensamento negativos e distorcidos sobre interações sociais, além de usar técnicas de exposição gradual às situações temidas. Isso significa que você será guiado(a) a enfrentar as situações sociais que te causam ansiedade, começando pelas menos assustadoras e avançando progressivamente, de forma controlada e segura. Qualquer coisa continuo à disposição.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.










