A pessoa com transtorno de personalidade narcisista assume uma obsessão consigo mesma, tendo sua emp

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A pessoa com transtorno de personalidade narcisista assume uma obsessão consigo mesma, tendo sua empatia com os outros prejudicada. Quais são os principais sintomas desse transtorno e como ele pode afetar os relacionamentos interpessoais?
Os relacionamentos interpessoais podem ser bastante prejudicados com as atitudes de uma pessoa com transtorno de personalidade narcisista, como o querer ser melhor que os outros, desprezar os outros, ter falta de empatia, se sentir no direito de ter mais privilégios que os outros, etc. A origem desse transtorno pode estar relacionado com a criança ser tratada pelos pais ou cuidadores, como tendo maior valor que os outros, ser merecedor de maiores privilégios, etc. ou em outras situações totalmente diferentes, ter sido desprezada pelos pais ou cuidadores, não se sentir valorizada, etc. Essas pessoas dificilmente vão para a terapia, mas apenas quando a situação obriga, como quando o cônjuge quer se separar por não suportar mais o seu comportamento, está em perigo de ser demitido pelos problemas de relacionamento que provocam, etc. Um bom psicólogo pode ajudar a minimizar essas situações.

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 Léia Almeida
Psicólogo
Curitiba
Geralmente é uma pessoa controladora, não possui relacionamentos interpessoais, manipula para ter posse da pessoa ao seu lado, é egocêntrica, apresenta comportamento agressivo verbalmente e fisicamente.
Dra. Elisabeth Lima De Oliveira
Psicólogo
Porto Alegre
Pessoas com Transtorno de Personalidade Narcisista geralmente têm uma visão grandiosa de si mesmas e sentem uma necessidade constante de admiração. Mas, por trás disso, pode haver uma autoestima frágil e muito medo de se sentirem rejeitadas ou desvalorizadas.

Alguns sinais que costumam aparecer são:

Dificuldade em reconhecer os sentimentos dos outros (baixa empatia);

Necessidade exagerada de elogios e validação;

Sentimento de superioridade;

Dificuldade em lidar com críticas;

Tendência a manipular ou usar os outros para alcançar seus próprios objetivos.

Esses comportamentos podem dificultar (e muito) os relacionamentos, tanto amorosos quanto familiares ou profissionais. É comum que a outra pessoa se sinta invalidada, usada ou até invisível, o que pode gerar mágoas e distanciamento emocional.

Mas é importante lembrar que, na psicoterapia, a gente não olha só para o rótulo. Cada história é única. Muitas vezes, por trás de atitudes que machucam há dores antigas, formas de defesa e carências profundas. A escuta terapêutica ajuda a entender essas raízes e pode abrir espaço para mudanças verdadeiras — sempre com acolhimento e sem julgamentos.
Olá,

- Sim, pode ter uma tipagem de obsessão envolvida e a falta de empatia com os outros é um dos sintomas para chegar ao diagnóstico;
- Quanto aos sintomas é importante observar: Preocupação por fantasias, sucessos; Necessidade contínua de admiração; Inveja dos outros e crença de que os outros têm inveja dele; Arrogância; Dificuldade para aceitar críticas; dentre outros.
- Nos relacionamentos interpessoais tem sido comum identificar falta de vontade para cumprir acordos mútuos, euforia, tristeza, afastamento, dificuldade em estabelece um vínculo confiável e seguro com outras pessoas.
- Ressalta-se que para um diagnóstico é importante que procure um/a profissional e desenvolta um plano de trabalho.
Qualquer dúvida pergunte aqui, ficaremos felizes em responder.
Abraços.
Olá, como você está?
É muito válido querer entender mais sobre isso, especialmente se você convive com alguém com esse perfil ou está se percebendo em certos padrões que te fazem refletir.
O transtorno de personalidade narcisista costuma envolver uma busca intensa por admiração e validação, muitas vezes acompanhada de uma dificuldade real de se conectar com as emoções dos outros, o que impacta bastante nos relacionamentos. A empatia, nesse caso, acaba ficando comprometida, como você mesma colocou.
Sim, é possível trabalhar tudo isso em análise. O processo oferece um espaço de escuta e construção, onde a gente pode olhar pra esses mecanismos com mais profundidade e sem julgamento.
Espero ter ajudado e fico à disposição.
O transtorno de personalidade narcisista envolve uma busca constante por validação, grandiosidade e uma falta de empatia pelos outros, o que pode criar dificuldades significativas nos relacionamentos. A pessoa tende a se ver como superior, manipula situações em benefício próprio e tem dificuldade em se conectar emocionalmente com os outros. Nos relacionamentos, isso gera uma dinâmica de desvalorização e frustração. O processo terapêutico pode ser fundamental para a pessoa reconhecer esses padrões e aprender a lidar de forma mais saudável com as relações interpessoais.
Dra. Elenir Paro
Psicólogo, Psicanalista
Fortaleza
A personalidade narcisista é marcada por um padrão persistente de grandiosidade, necessidade de admiração e falta de empatia. As principais características incluem:
• Autoimagem inflada: a pessoa acredita ser superior, única ou especial.
• Necessidade excessiva de admiração: busca constante por validação e reconhecimento dos outros.
• Falta de empatia: dificuldade em reconhecer ou se importar com os sentimentos e necessidades alheias.
• Exploração interpessoal: tende a usar os outros para alcançar seus próprios objetivos.
• Inveja e arrogância: pode sentir inveja dos outros ou acreditar que os outros a invejam; costuma ter atitudes e comportamentos arrogantes.
 Paulo Cesar Francetto
Psicólogo, Psicanalista
Santo André
A pessoa com TPN possui sentimento de grandiosidade, ego destacado, vaidade exacerbada e pouca empatia com as pessoas. Por isso na maior parte das vezes tem problemas de relacionamentos sociais, com a família e no trabalho. Raramente aceitam críticas e sugestões pois acreditam serem os donos da verdade. Por esse mesmo motivo são pessoas difíceis de se tratar na análise psicanalítica. Porém olhando-as mais profundamente, além desse envoltório que todos veem por ser muito chamativo, existe uma pessoa com uma infância sofrida. Uma pessoa triste e insegura, que precisa de afirmação o tempo todo. Na infância podem ter sido manipuladas por mães também narcísicas e foram feitas como os ideias de uma ambição de vida desmedida delas. Podem ter vivido num ambiente extremamente narcísico em que ninguém atendia suas necessidades, daí ele teve que desenvolver seus próprios mecanismos para ser atendido. O narcisismo na criança é necessário para seu desenvolvimento, mas por diversos erros nessa formação ele sai do controle.
 Renata Santoro
Psicólogo, Psicanalista
Taubaté
Olá!
O transtorno de personalidade narcisista envolve uma estrutura subjetiva marcada por uma autoestima inflada e, paradoxalmente, bastante frágil. Há uma constante necessidade de admiração, validação externa e uma grande dificuldade em lidar com frustrações, críticas ou limites impostos pelo outro.
Entre os principais traços, podemos observar: sentido exagerado de importância pessoal, fantasias de sucesso ilimitado, poder, beleza ou amor ideal, necessidade constante de admiração, dificuldade em reconhecer as necessidades, emoções e limites dos outros, além de relações marcadas por idealização e desvalorização.
Na perspectiva psicanalítica, o narcisismo é parte da constituição de todos nós. No transtorno, porém, ele se torna rígido, defensivo e marcado por falhas na construção do amor-próprio e na relação com o outro como alteridade. O sujeito pode usar o outro como espelho, fonte de validação ou objeto de controle, o que compromete gravemente a qualidade dos vínculos afetivos.
Os relacionamentos interpessoais tendem a ser instáveis, com rupturas frequentes, frustrações e sentimentos de incompreensão de ambos os lados. A empatia, quando presente, costuma ser funcional ou superficial, dificultando vínculos baseados na troca genuína.

O processo analítico pode oferecer um espaço para que o sujeito narcisista se confronte com sua fragilidade e possa, gradualmente, construir outras formas de relação consigo mesmo e com o outro.
Estou à disposição caso queira refletir mais sobre esse tema em análise.
Pessoas com funcionamento narcisista marcado podem demonstrar uma necessidade intensa de admiração, uma preocupação excessiva com a própria imagem e uma grande dificuldade em lidar com críticas ou frustrações. Muitas vezes, parecem confiantes e seguras, mas essa postura pode esconder uma fragilidade interna profunda.

A empatia com o outro costuma ser prejudicada porque o olhar está muito voltado para si. O outro é visto muitas vezes como alguém que deve admirar, validar ou reforçar a autoimagem. Quando isso não acontece, podem surgir reações de raiva, desprezo ou afastamento.

Nos relacionamentos, esse tipo de funcionamento pode gerar bastante sofrimento. A pessoa pode ter dificuldade em sustentar vínculos duradouros, em reconhecer as necessidades do outro ou em lidar com situações em que não ocupa o centro da atenção. Relações que exigem troca, escuta e vulnerabilidade podem ser vividas como ameaçadoras.

É importante lembrar que esse funcionamento não surge por acaso. Muitas vezes, é uma forma de defesa construída ao longo da vida, especialmente quando houve feridas ligadas à autoestima, ao reconhecimento ou ao sentimento de valor. Por isso, é fundamental olhar para além da aparência de arrogância ou frieza e compreender o que está por trás desse modo de ser. Isso pode abrir espaço para que algo mais genuíno e menos defensivo possa surgir.
 Laura Magalhães Terena
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Pessoas que sofrem com esse tipo de organização subjetiva tendem a construir uma imagem grandiosa de si mesmas, muitas vezes como uma forma de se proteger de sentimentos de fragilidade ou desvalorização. Costumam ter dificuldade em lidar com críticas, necessidade constante de reconhecimento e uma forma de se relacionar que gira muito em torno de si, o que pode dificultar a escuta do outro.

Nos vínculos, isso pode gerar relações marcadas por controle, idealização seguida de desvalorização e pouco espaço para o afeto genuíno. O outro pode ser visto mais como extensão do próprio ego do que como alguém com desejos e limites próprios. Isso pode provocar rupturas frequentes, solidão e sofrimento — ainda que, muitas vezes, isso não seja facilmente reconhecido por quem está vivendo.
Dra. Ana Karina do Carmo
Psicólogo
Rio de Janeiro
Boa tarde, não seria bem uma questão de "obsessão consigo mesma", mas a falta de empatia com os outros é sim uma das características principais desse Transtorno. E como você falou, essa falta de empatia afeta muito todos os relacionamentos interpessoais desse paciente. Outras características muito comuns desse transtorno são a sensação de grandiosidade e a necessidade de admiração.
 André Luiz Almeida
Psicólogo
Belo Horizonte
Você está certo ao dizer que o Transtorno de Personalidade Narcisista envolve uma preocupação excessiva com a própria imagem e uma dificuldade real em se conectar com os sentimentos dos outros. Pessoas com esse transtorno costumam ter uma necessidade constante de admiração, podem exagerar conquistas, minimizar os outros, e sentir-se superiores — mesmo que, por dentro, se sintam frágeis e inseguras.

A empatia costuma ser limitada, o que pode fazer com que elas tenham dificuldades em reconhecer ou valorizar o que o outro sente. Isso afeta muito os relacionamentos: parceiros, amigos e familiares podem se sentir usados, ignorados ou emocionalmente esgotados.

É importante entender que por trás dessas atitudes geralmente existe um sofrimento não reconhecido. Apesar de ser desafiador, a psicoterapia pode ser um caminho possível — tanto para quem convive com alguém com esse transtorno quanto para quem apresenta esses comportamentos. O processo terapêutico pode ajudar a construir relações mais saudáveis e verdadeiras.
 Fernanda Maria Oliveira da Costa
Psicólogo
Belo Horizonte
Fico feliz que esteja buscando entender mais sobre as dinâmicas ao seu redor, mas quero convidá-la a pensar também em como cuidar de si mesma nesse processo. Em vez de focar tanto nos sintomas ou comportamentos dos outros, é importante refletir sobre como você se sente e como pode se fortalecer emocionalmente.

Estar ao lado de alguém com Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN) pode ser desafiador. As pessoas com esse transtorno tendem a ser manipuladoras, exigentes e podem não oferecer a empatia ou o apoio que você precisa. Isso pode levar a sentimentos de desvalorização, frustração e até insegurança. Aqui estão algumas considerações para ajudá-la a cuidar de si enquanto lida com isso:

Reflita sobre seus limites: Estar ao lado de alguém com TPN pode fazer você se sentir constantemente pressionada a agradar ou se submeter às necessidades dessa pessoa. Pense em como você pode estabelecer limites saudáveis para preservar sua paz emocional.
Fortaleça sua autoestima: Focar em sua autoconfiança e no que você realmente precisa para se sentir bem consigo mesma é fundamental. Não permita que a validação do outro seja a única fonte de sua autoestima.
Busque apoio emocional: Se perceber que estar com alguém com essas características está impactando sua saúde mental, é importante procurar suporte psicológico. Ter alguém com quem conversar pode ajudar a entender melhor suas emoções e a encontrar caminhos para lidar com a situação.
Lembre-se de que cuidar de si mesma deve ser sempre uma prioridade, e isso inclui saber como se proteger emocionalmente quando necessário.

Se precisar de mais ajuda ou quiser conversar sobre isso, estou à disposição!
 Nara Ribeiro
Psicólogo
Goiânia
Os principais sinais e sintomas do Transtorno de personalidade narcisista são: falta de empatia, grandiosidade, "se acham especais", exigem privilégios, são invejosos e pensam que todos sentem inveja deles, não tem limites, querem aplausos, exploram os outros, senso exagerado de importância... e esses comportamentos podem ter um impacto significativo nos relacionamentos interpessoais.
Existem diferentes tipos de narcisismo, e eles podem se manifestar de maneiras variadas. Os principais tipos são:

1. Narcisismo grandioso:

Pessoa extremamente confiante, dominante, busca admiração constante e sente-se superior aos outros.

Pode ser arrogante, manipuladora e ter pouca empatia.

2. Narcisismo vulnerável:

Apesar de também ter um senso inflado de importância, é mais sensível à crítica, inseguro e pode apresentar comportamentos defensivos, ressentidos ou retraídos.

Sinais comuns de Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN) incluem:

Necessidade excessiva de admiração.

Fantasias de sucesso, poder, beleza ou amor ideal.

Sentimento de superioridade.

Falta de empatia.

Exploração interpessoal (usar os outros para atingir seus próprios fins).

Inveja dos outros ou crença de que os outros o invejam.

Atitudes e comportamentos arrogantes.

É importante lembrar que o diagnóstico só pode ser feito por um profissional de saúde mental, pois todos nós podemos apresentar traços narcisistas em algum grau, sem necessariamente ter o transtorno.
 Rose Carvalho
Psicólogo
Volta Redonda
O Transtorno da Personalidade Narcisista tem por característica um padrão global de grandiosidade, necessidade de admiração e falta de empatia, que começa no início da idade adulta. Superestimam suas capacidades e exageram suas realizações, parecendo presunçosos ou arrogantes. O narcisista se acredita superior, especial ou único e espera ser reconhecido pelos outros como tal. No fundo são inseguros e invejosos, mas acreditam que os outros têm inveja deles. São extremamente autocentrados, manipuladores e emocionalmente frios, não se impostam com os sentimentos das outras pessoas. Estão sempre falando de suas habilidades, características e realizações, mas sempre com um tom especial, enfatizando superioridade. Se acham merecedores em obter privilégios, gostam de ser bajulados e necessitam da atenção das outras pessoas.
O transtorno de personalidade narcisista (TPN) é caracterizado por um padrão duradouro de grandiosidade (na imaginação ou no comportamento), necessidade de admiração e falta de empatia. Pessoas com esse transtorno geralmente têm uma autoimagem inflada e dificuldades em lidar com críticas ou frustrações. Abaixo estão os principais sintomas e impactos nos relacionamentos interpessoais:

1. Sentimento grandioso de autoimportância
2. Fantasias de sucesso ilimitado, poder, beleza ou amor ideal
3. Crença de que é único e especial
4. Necessidade excessiva de admiração
5. Sentimento de direito
6. Comportamento explorador nos relacionamentos
7. Falta de empatia
8. Inveja de outros ou crença de que é invejado
9. Atitudes e comportamentos arrogantes e prepotentes

Impactos nos relacionamentos interpessoais:
1. Dificuldade em manter vínculos saudáveis: As relações são frequentemente superficiais ou utilitárias.
2. Falta de reciprocidade emocional: A ausência de empatia e o foco em si mesmo dificultam conexões genuínas.
3. Relacionamentos abusivos ou instáveis: Podem manipular, desvalorizar ou idealizar os outros de forma cíclica.
4. Conflitos frequentes: A sensibilidade à crítica pode gerar reações defensivas, agressivas ou de retaliação.
5. Isolamento social progressivo: À medida que comportamentos egocêntricos se intensificam, os outros tendem a se afastar.

O tratamento geralmente envolve psicoterapia de longo prazo, com foco em desenvolver maior consciência emocional, empatia e padrões de relacionamento mais saudáveis!
 Talita Bressiani Jugni
Psicólogo
Itapira
Olá!
O Transtorno de Personalidade Narcisista é marcado por uma autoimagem inflada e uma forte necessidade de admiração, o que geralmente compromete a empatia e afeta negativamente os relacionamentos. Pessoas com esse transtorno tendem a se sentir superiores, têm dificuldade em aceitar críticas e costumam explorar os outros para atingir seus próprios objetivos.

Nos vínculos interpessoais, isso se reflete em relações superficiais, desequilibradas e, muitas vezes, desgastantes para quem está por perto. A falta de sensibilidade emocional e a busca constante por validação tornam o convívio difícil, gerando frustrações e conflitos frequentes.
 Bárbara Prado
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá! Essa é uma pergunta muito importante, especialmente porque o termo “narcisismo” é frequentemente usado de forma superficial no dia a dia.

Pessoas que apresentam traços do Transtorno de Personalidade Narcisista costumam ter uma grande necessidade de reconhecimento, valorização e admiração por parte dos outros. Por trás disso, muitas vezes existe uma autoestima frágil e um medo profundo de rejeição ou inadequação.

Entre os comportamentos mais comuns, podemos observar:

Necessidade constante de atenção e validação;

Dificuldade em reconhecer os sentimentos e necessidades dos outros (empatia reduzida);

Tendência a exagerar conquistas ou se considerar especial de forma excessiva;

Dificuldade em lidar com críticas ou frustrações;

Relações marcadas por idealizações seguidas de decepções, controle ou afastamentos.

Nos relacionamentos interpessoais, isso pode gerar dinâmicas muito desgastantes, pois há uma tendência a colocar o próprio desejo acima do vínculo com o outro, o que pode levar a conflitos, rupturas ou relações de dependência emocional.

Mas é importante lembrar que ninguém se resume a um diagnóstico ou a uma descrição fixa. A psicanálise se interessa menos pela etiqueta e mais pela história por trás desses modos de se relacionar e sentir. O mais transformador costuma acontecer quando esses padrões podem ser escutados num espaço de fala e escuta cuidadosa — como no processo terapêutico.

Se quiser conversar mais sobre isso, fico à disposição.
Dra. Julia Cappellari
Psicólogo
Porto Alegre
O transtorno de personalidade narcisista é caracterizado por um padrão persistente de grandiosidade, necessidade excessiva de admiração e falta de empatia pelos outros. Indivíduos com TPN frequentemente exibem arrogância, sentimento de superioridade e comportamentos manipuladores, buscando constantemente validação e poder. Esses comportamentos costumam causar relacionamentos conturbados.
O transtorno de personalidade narcisista se caracterizado por um padrão de grandiosidade, necessidade de admiração e falta de empatia. Os principais sintomas incluem um senso exagerado de autoimportância, fantasias de sucesso ilimitado e uma necessidade constante de atenção e admiração. Esse transtorno afeta significativamente os relacionamentos, causando dificuldades em estabelecer e manter laços saudáveis.
 Salomão  Barros
Psicólogo
Manaus
O principal sintoma é quando o indivíduo passa a ser disfuncional no meio em que vive, quando suas atitudes, comportamentos e emoções atinge negativamente a si e a quem está ao seu redor, ainda que o próprio sujeito não consiga perceber, por uma boa rede apoio e ajuda profissional é importante. Os relacionamento pessoais começam a ficar pesados e desgastados, ocasionando um possível isolamento de quem sofre, em razão de uma dor que precisa ser acolhida e interpretada.

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