A pessoa com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) tem dificuldade em mudar o foco de atenção?
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A pessoa com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) tem dificuldade em mudar o foco de atenção?
Oi, tudo bem?
Sim, e essa é uma das características mais marcantes do TOC. A pessoa com Transtorno Obsessivo-Compulsivo costuma ter muita dificuldade em mudar o foco de atenção porque o cérebro fica “preso” em um circuito de alerta. É como se uma parte da mente dissesse: “enquanto eu não resolver isso, não posso pensar em mais nada”. Essa fixação não é falta de força de vontade — é o resultado de um sistema mental hiperativado, tentando encontrar segurança em meio à incerteza.
Do ponto de vista neurocientífico, regiões como o córtex orbitofrontal e o corpo estriado — responsáveis por detectar erros e sinalizar ameaças — permanecem ligadas por mais tempo do que o necessário. Por isso, mesmo quando a pessoa tenta mudar de assunto, distrair-se ou racionalizar, o pensamento intrusivo volta, insistente, como um alarme que não desliga. A mente acredita que, se continuar focando no problema, conseguirá evitar o risco imaginado.
O curioso é que, quanto mais se tenta “parar de pensar”, mais o cérebro se fixa no mesmo ponto. É o chamado paradoxo do controle: o esforço para se livrar do pensamento o reforça. Por isso, o trabalho terapêutico busca ampliar a flexibilidade atencional — ajudar o paciente a perceber que pode observar o pensamento sem obedecê-lo, e que desviar o foco não é negar o medo, mas escolher não ser comandado por ele.
Você já percebeu em quais momentos sua mente tende a “travar” nesse tipo de foco? O que acontece com seu corpo quando isso ocorre? E se, em vez de tentar tirar o pensamento à força, fosse possível apenas observá-lo, sem lutar contra ele? Essa mudança de postura — do controle para a observação — costuma ser o primeiro passo para recuperar o equilíbrio.
Com o tempo, o cérebro aprende que o pensamento obsessivo não precisa ser combatido, apenas compreendido. E é nesse processo que a atenção começa, pouco a pouco, a se libertar.
Caso precise, estou à disposição.
Sim, e essa é uma das características mais marcantes do TOC. A pessoa com Transtorno Obsessivo-Compulsivo costuma ter muita dificuldade em mudar o foco de atenção porque o cérebro fica “preso” em um circuito de alerta. É como se uma parte da mente dissesse: “enquanto eu não resolver isso, não posso pensar em mais nada”. Essa fixação não é falta de força de vontade — é o resultado de um sistema mental hiperativado, tentando encontrar segurança em meio à incerteza.
Do ponto de vista neurocientífico, regiões como o córtex orbitofrontal e o corpo estriado — responsáveis por detectar erros e sinalizar ameaças — permanecem ligadas por mais tempo do que o necessário. Por isso, mesmo quando a pessoa tenta mudar de assunto, distrair-se ou racionalizar, o pensamento intrusivo volta, insistente, como um alarme que não desliga. A mente acredita que, se continuar focando no problema, conseguirá evitar o risco imaginado.
O curioso é que, quanto mais se tenta “parar de pensar”, mais o cérebro se fixa no mesmo ponto. É o chamado paradoxo do controle: o esforço para se livrar do pensamento o reforça. Por isso, o trabalho terapêutico busca ampliar a flexibilidade atencional — ajudar o paciente a perceber que pode observar o pensamento sem obedecê-lo, e que desviar o foco não é negar o medo, mas escolher não ser comandado por ele.
Você já percebeu em quais momentos sua mente tende a “travar” nesse tipo de foco? O que acontece com seu corpo quando isso ocorre? E se, em vez de tentar tirar o pensamento à força, fosse possível apenas observá-lo, sem lutar contra ele? Essa mudança de postura — do controle para a observação — costuma ser o primeiro passo para recuperar o equilíbrio.
Com o tempo, o cérebro aprende que o pensamento obsessivo não precisa ser combatido, apenas compreendido. E é nesse processo que a atenção começa, pouco a pouco, a se libertar.
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Sim. Pessoas com TOC tendem a ficar presas em pensamentos ou rituais repetitivos, o que dificulta mudar o foco de atenção para outras tarefas ou ideias.
Com certeza! Imagine seu foco atencional como um holofote. Se ele mira e foca nos pensamentos obsessivos - que são fortíssimos - você terá dificuldade de mover esse foco para outras coisas. Procure tratamento, preferencialmente psicoterapia e acompanhamento com psiquiatra, combinados.
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