A terapia genica funciona em caso de gliobastoma?
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A terapia genica funciona em caso de gliobastoma?
A terapia gênica para tumores sólidos ainda é experimental. Abraços.
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O tratamento padrão estabelecido é cirurgia, quimioterapia e radioterapia aplicado a cada paciente específico. Sobre os demais tratamentos ( incluindo a terapia gênica) estão em estudo, sem comprovação suficiente, realizado quando não há mais resposta ao tratamento padrão.
Essa é uma dúvida muito comum — e com razão. O glioblastoma multiforme (GBM) é um tumor cerebral de alto grau (grau IV da OMS), conhecido pelo seu crescimento rápido e pela capacidade de se infiltrar no tecido cerebral, o que torna o tratamento mais complexo.
A terapia gênica é uma área da medicina que vem avançando muito nos últimos anos, e sim — já está sendo estudada e aplicada experimentalmente no tratamento do glioblastoma.
Mas o que é a terapia gênica, afinal?
É uma estratégia inovadora que tenta modificar diretamente o DNA ou RNA das células tumorais, ou então inserir genes terapêuticos para:
Tornar as células tumorais mais sensíveis à quimioterapia ou radioterapia;
Estimular o sistema imunológico a reconhecer e atacar o tumor;
Bloquear os mecanismos genéticos que permitem que o tumor cresça e se espalhe.
Funciona?
Ainda não é considerada uma cura — mas os resultados de pesquisas clínicas em andamento são promissores, especialmente quando a terapia gênica é associada à cirurgia, radioterapia e quimioterapia padrão (temozolomida).
Existem ensaios clínicos em andamento no mundo todo usando:
Vírus modificados para atacar as células tumorais (como o adenovírus Delta-24 ou HSV-1);
Vetores virais com genes suicidas, que tornam as células tumorais vulneráveis a medicamentos específicos;
Modificações genéticas para estimular a resposta imunológica local (imunoterapia genética).
Alguns pacientes, especialmente em centros especializados, têm acesso a essas terapias em protocolos de pesquisa clínica (ensaios clínicos controlados).
Importante saber:
A terapia gênica ainda não substitui os tratamentos convencionais, como a cirurgia e a radioquimioterapia.
Ainda está em fase experimental ou de pesquisa na maioria dos países — mas com potencial real para melhorar a sobrevida e a qualidade de vida em casos selecionados.
O acesso, por enquanto, é limitado a centros de pesquisa ou hospitais universitários com protocolos específicos.
Se você ou um familiar está lidando com um diagnóstico de glioblastoma, vale a pena consultar com um neuro-oncologista e buscar informações sobre ensaios clínicos disponíveis. Em certos casos, a terapia gênica pode ser uma opção complementar importante e promissora.
Estou à disposição para ajudar a entender melhor os exames, orientar o caminho e, se for o caso, indicar centros de referência.
A terapia gênica é uma área da medicina que vem avançando muito nos últimos anos, e sim — já está sendo estudada e aplicada experimentalmente no tratamento do glioblastoma.
Mas o que é a terapia gênica, afinal?
É uma estratégia inovadora que tenta modificar diretamente o DNA ou RNA das células tumorais, ou então inserir genes terapêuticos para:
Tornar as células tumorais mais sensíveis à quimioterapia ou radioterapia;
Estimular o sistema imunológico a reconhecer e atacar o tumor;
Bloquear os mecanismos genéticos que permitem que o tumor cresça e se espalhe.
Funciona?
Ainda não é considerada uma cura — mas os resultados de pesquisas clínicas em andamento são promissores, especialmente quando a terapia gênica é associada à cirurgia, radioterapia e quimioterapia padrão (temozolomida).
Existem ensaios clínicos em andamento no mundo todo usando:
Vírus modificados para atacar as células tumorais (como o adenovírus Delta-24 ou HSV-1);
Vetores virais com genes suicidas, que tornam as células tumorais vulneráveis a medicamentos específicos;
Modificações genéticas para estimular a resposta imunológica local (imunoterapia genética).
Alguns pacientes, especialmente em centros especializados, têm acesso a essas terapias em protocolos de pesquisa clínica (ensaios clínicos controlados).
Importante saber:
A terapia gênica ainda não substitui os tratamentos convencionais, como a cirurgia e a radioquimioterapia.
Ainda está em fase experimental ou de pesquisa na maioria dos países — mas com potencial real para melhorar a sobrevida e a qualidade de vida em casos selecionados.
O acesso, por enquanto, é limitado a centros de pesquisa ou hospitais universitários com protocolos específicos.
Se você ou um familiar está lidando com um diagnóstico de glioblastoma, vale a pena consultar com um neuro-oncologista e buscar informações sobre ensaios clínicos disponíveis. Em certos casos, a terapia gênica pode ser uma opção complementar importante e promissora.
Estou à disposição para ajudar a entender melhor os exames, orientar o caminho e, se for o caso, indicar centros de referência.
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