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Perguntas sobre Glioblastoma

Nossos especialistas responderam a 20 perguntas sobre Glioblastoma

Olá. Após 8 semanas do término da radioterapia fazemos uma ressonância (RM). Depois, se faz nova RM a cada 2-4 meses. Converse abertamente com seu radioterapêuta e seu oncologista. Abraços
1 respostas


Olá. Usualmente de 2 a 4 semanas após a cirurgia é iniciada a quimioterapia oral combinada à radioterapia. O atraso em iniciar as terapias pode comprometer o resultado do tratamento. Quanto à…
1 respostas


Geralmente recomendamos 14 dias .

Mas esse tempo pode ser maior dependendo da cicatrização da cirurgia (o ideal do inicio é após cicatrizado e retirado os pontos).
O tempo…
2 respostas

Especialistas falam sobre Glioblastoma

Glioblastoma Multiforme é um tumor cerebral maligno. Geralmente tem indicação de tratamento cirúrgico associado a rádio e quimioterapia.

Glioblastomas são tumores agressivos que geram muitas deficiências neurológicas e ameaçam a vida do paciente que recebe esse diagnóstico. A cirurgia tem um papel fundamental na sobrevida e na melhora dos sintomas neurológicos de muitos pacientes. A aquisição de experiência focada na ressecção máxima possível desse tipo de tumor é o fator que mais influencia no resultado do tratamento. Ressecções mais extensas podem ser alcançadas com o uso de equipamentos sofisticados como neuronavegação, aspiração ultrassônica e monitorização eletrofisiológica trans-operatória. Esses equipamentos já estão disponíveis em nosso meio e podem ser empregados na maioria dos casos para melhores resultados.

Bruno Loyola Godoy

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Gliomas ou astrocitomas são tumores das células estruturais do cérebro, conhecidas como células gliais. Esses tumores podem se apresentar com fraqueza, cefaléia ou crises convulsivas, ou alterações de personalidade. Alguns astrocitomas são considerados de baixo grau (low-grade) e podem ser benignos ou de crescimento lento. Astrocitomas mais agressivos, chamados glioblastoma multiforme, são geralmente rapidamente progressivos e malígnos. O objetivo da cirurgia é promover uma ressecção segura e, se possível, total, além de se estabelecer o tipo histológico do tumor. Quando apropriado, os pacientes podem ser candidatos a protocolos de quimioterapia e/ou radioterapia após a cirurgia.

Dr. Helder Tedeschi

Neurocirurgião

São Paulo


Cirurgias oncológicas cerebrais são um dos nossos maiores desafios, pois estamos em constante reciclagem e aprimoramento por esta área da neurocirurgia que encontra-se em constante mudanças. Tudo isso com acolhimento do paciente e de sua família, que é ponto chave neste momento de fragilidade.

Luiz Antonio Araujo Dias Júnior

Neurocirurgião

Ribeirão Preto


O Glioblastoma é um tumor cerebral maligno, agressivo e de rápido crescimento. Trata-se de uma neoplasia originada do próprio tecido cerebral, sendo o tipo de tumor primário mais comum em pacientes adultos. A maioria dos pacientes com esse tipo de tumor são submetidos ao tratamento com uma combinação de cirurgia seguido de quimioterapia e radioterapia. O tratamento invariavelmente é longo e depende de uma equipe multidisciplinar especializada (neurocirurgião, oncologista, radioterapeuta, fisioterapêuta, nutricionista, enfermeiro, dentre outros). Quando realizado de forma adequada e por equipe adequadamente capacitada, o tratamento oferece melhoria da qualidade de vida do paciente.

Iuri Neville

Neurocirurgião

São Paulo

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O Glioblastoma Multiforme ou GBM, é um tipo de tumor com origem em células do próprio sistema nervoso central, da família dos Gliomas. É um tumor considerado maligno, extremamente agressivo e com alta taxa de recidivas. O tratamento atual consiste em cirurgia para retirada da maior quantidade possível do tumor, desde que de forma segura para o paciente, associada a quimioterapia oral e radioterapia conjuntas. Novos tratamentos, baseados na engenharia genética e biologia molecular estão sendo desenvolvidos, com resultados promissores no futuro. O diagnóstico precoce é muito importante para melhor tratamento.

Luiz Paulo Alves

Neurocirurgião

Santos

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