Ansiedade piorando depois de 10 anos de terapia e 9 anos de medicação convencional. Já troquei de ps
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Ansiedade piorando depois de 10 anos de terapia e 9 anos de medicação convencional. Já troquei de psicólogo/abordagem e já fiz tratamento com cbd, nada foi capaz de frear a evolução da ansiedade. O mais posso fazer?
Primeiramente, sinto muito por estar passando por isso mesmo com uma longa jornada de tratamento...há algumas opções, como: tentar mais alguma outra abordagem para tentar identificar a origem ansiosa, pensar se há situações específicas que consegue identificar ou se ela é constante e sem picos, ajustar medicação (caso ainda faça uso), tentar confirmar o diagnóstico ou buscar um alinhamento dele. Mas acima de tudo, persistir no seu processo psicoterapêutico, tentando encontrar um caminho de melhoria pra si e verificar se o ambiente (relacionamentos, ambiente de trabalho/estudo/família, etc) tem alguma influência significativa no seu quadro. Espero que você consiga lidar melhor com suas angústias!
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Olá,
Quando se fala de um transtono de ansiedade (como parece ser o seu caso), nos referimos a sintomas crônicos, não havendo cura, mas sim controle. De modo geral, ter os diferentes departamentos da vida minimamente encaminhados (amoroso, familiar, profissional...), ajuda muito. A terapia deve trabalhar neste intuíto, ou seja, mais na causa do que nos sintomas.
Quando se fala de um transtono de ansiedade (como parece ser o seu caso), nos referimos a sintomas crônicos, não havendo cura, mas sim controle. De modo geral, ter os diferentes departamentos da vida minimamente encaminhados (amoroso, familiar, profissional...), ajuda muito. A terapia deve trabalhar neste intuíto, ou seja, mais na causa do que nos sintomas.
Olá, boa tarde.
Quando a ansiedade persiste mesmo após muitos anos de tratamento, isso costuma ser muito desgastante e frustrante. Antes de qualquer coisa, é importante reconhecer o quanto você já tentou e se dedicou a melhorar.
Nesses casos, vale ampliar o olhar, porque nem sempre é uma questão de “não ter tratamento”, mas sim de ajustar estratégia, diagnóstico ou foco terapêutico.
Alguns pontos que costumo revisar na prática clínica:
Primeiro, reavaliar o diagnóstico. Às vezes, quadros de ansiedade crônica podem estar associados a outros fatores, como transtornos do humor, traços de perfeccionismo elevado, intolerância à incerteza muito acentuada ou até padrões mais obsessivos. Quando isso não é bem mapeado, o tratamento pode não avançar como esperado.
Segundo, observar se o tratamento ficou mais voltado para entendimento do que para mudança prática. Em muitos casos, a pessoa compreende bem a própria ansiedade, mas ainda mantém padrões que a alimentam, como evitação, necessidade de controle, checagens mentais ou busca constante por certeza.
Terceiro, avaliar o papel dos comportamentos de segurança. São estratégias que dão alívio no curto prazo, mas mantêm a ansiedade no longo prazo. Exemplos comuns são evitar situações, pedir muita validação, pesquisar excessivamente ou tentar controlar pensamentos.
Quarto, trabalhar diretamente a relação com a ansiedade. Em abordagens contextuais, o foco não é eliminar a ansiedade, mas reduzir a luta contra ela. Paradoxalmente, quanto mais se tenta “se livrar” da ansiedade, mais ela tende a persistir.
Quinto, considerar abordagens mais estruturadas e baseadas em habilidades, como protocolos focados em exposição, regulação emocional e aceitação. Muitas vezes, o que faz diferença é a consistência na prática entre sessões.
Também é importante uma reavaliação psiquiátrica cuidadosa. Às vezes, ajustes finos na medicação, combinação de estratégias ou até revisar o que já foi tentado pode abrir novas possibilidades.
Na minha prática, quando chega alguém com esse histórico, eu costumo trabalhar de forma bem direta e colaborativa, focando menos em “por que você é assim” e mais em “o que, hoje, mantém isso acontecendo e como a gente pode intervir de forma diferente”.
Ansiedade resistente não significa ansiedade sem saída. Significa que talvez o caminho precise ser ajustado com mais precisão.
Quando a ansiedade persiste mesmo após muitos anos de tratamento, isso costuma ser muito desgastante e frustrante. Antes de qualquer coisa, é importante reconhecer o quanto você já tentou e se dedicou a melhorar.
Nesses casos, vale ampliar o olhar, porque nem sempre é uma questão de “não ter tratamento”, mas sim de ajustar estratégia, diagnóstico ou foco terapêutico.
Alguns pontos que costumo revisar na prática clínica:
Primeiro, reavaliar o diagnóstico. Às vezes, quadros de ansiedade crônica podem estar associados a outros fatores, como transtornos do humor, traços de perfeccionismo elevado, intolerância à incerteza muito acentuada ou até padrões mais obsessivos. Quando isso não é bem mapeado, o tratamento pode não avançar como esperado.
Segundo, observar se o tratamento ficou mais voltado para entendimento do que para mudança prática. Em muitos casos, a pessoa compreende bem a própria ansiedade, mas ainda mantém padrões que a alimentam, como evitação, necessidade de controle, checagens mentais ou busca constante por certeza.
Terceiro, avaliar o papel dos comportamentos de segurança. São estratégias que dão alívio no curto prazo, mas mantêm a ansiedade no longo prazo. Exemplos comuns são evitar situações, pedir muita validação, pesquisar excessivamente ou tentar controlar pensamentos.
Quarto, trabalhar diretamente a relação com a ansiedade. Em abordagens contextuais, o foco não é eliminar a ansiedade, mas reduzir a luta contra ela. Paradoxalmente, quanto mais se tenta “se livrar” da ansiedade, mais ela tende a persistir.
Quinto, considerar abordagens mais estruturadas e baseadas em habilidades, como protocolos focados em exposição, regulação emocional e aceitação. Muitas vezes, o que faz diferença é a consistência na prática entre sessões.
Também é importante uma reavaliação psiquiátrica cuidadosa. Às vezes, ajustes finos na medicação, combinação de estratégias ou até revisar o que já foi tentado pode abrir novas possibilidades.
Na minha prática, quando chega alguém com esse histórico, eu costumo trabalhar de forma bem direta e colaborativa, focando menos em “por que você é assim” e mais em “o que, hoje, mantém isso acontecendo e como a gente pode intervir de forma diferente”.
Ansiedade resistente não significa ansiedade sem saída. Significa que talvez o caminho precise ser ajustado com mais precisão.
Olá, como vai?
Seria leviano te indicar o que mais você pode fazer com esse pequeno trecho de seu histórico de saúde mental. Para podermos indicar algo, é necessário conhecer o caso. Sugiro você não desistir do seu tratamento de saúde mental e tentar desenvolver uma rotina saudável, com atividades que gosta de realizar e que te dão prazer, para isso você pode procurar por um terapeuta ocupacional. Como o seu caso é de longa data, sugiro procurar um psicanalista para analisar com profundidade a raiz da sua ansiedade. Muito importante evitar as telas em excesso, para aliviar o cérebro. Incluir exercícios físicos regulares, alimentação saudável, rotina de sono agradável, dentro do possível são poderosos remédios para a ansiedade.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Seria leviano te indicar o que mais você pode fazer com esse pequeno trecho de seu histórico de saúde mental. Para podermos indicar algo, é necessário conhecer o caso. Sugiro você não desistir do seu tratamento de saúde mental e tentar desenvolver uma rotina saudável, com atividades que gosta de realizar e que te dão prazer, para isso você pode procurar por um terapeuta ocupacional. Como o seu caso é de longa data, sugiro procurar um psicanalista para analisar com profundidade a raiz da sua ansiedade. Muito importante evitar as telas em excesso, para aliviar o cérebro. Incluir exercícios físicos regulares, alimentação saudável, rotina de sono agradável, dentro do possível são poderosos remédios para a ansiedade.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Olá, como vai? Essa é uma fala clínica muito importante e exige cuidado para não cair nem no “já tentou tudo” nem em promessas vazias. Quando a ansiedade persiste por tantos anos, a gente deixa de pensar só em “tratamento que não funcionou” e passa a investigar o que ainda não foi acessado do problema. Isso também preocupa um paciente que está buscando a cura, sendo que na verdade podemos trabalhar no controle da qualidade de vida, talvez. entender o que mantém ela ativa e como você se relaciona com ela no dia a dia. Qual seria a sua resistência ao tratamento? A gente pode olhar juntos para isso de uma forma mais estratégica. Aguardo um posicionamento. Um abraço.
Olá, tudo bem? Sinto muito que você não tenha encontrado os resultados que esperava. Sei como é frustrante trocar de psicólogo, e como pode ser difícil ter esperança de que as coisas serão diferentes em uma nova tentativa. Contudo, acredito que esse é o caminho a seguir. Procure um psicólogo com quem você se identifique e que te faça sentir ao menos um pouco melhor nas sessões iniciais. É comum na vida termos que tentar algo várias vezes antes de conseguir algum sucesso. Não desista do seu tratamento de saúde.
Olá, boa tarde.
Há casos em que a ansiedade seja mais resistente aos tratamentos. Infelizmente não há muito além do que buscar ajuda profissional. Recomendo a procura de profissionais bem gabaritados para seu tratamento. Há sempre a possibilidade de ser uma limitação das pessoas nas quais buscou ajuda.
Lamento pelo balde de água fria.
Há casos em que a ansiedade seja mais resistente aos tratamentos. Infelizmente não há muito além do que buscar ajuda profissional. Recomendo a procura de profissionais bem gabaritados para seu tratamento. Há sempre a possibilidade de ser uma limitação das pessoas nas quais buscou ajuda.
Lamento pelo balde de água fria.
Olá! Sinto muito que você esteja passando por isso. Quando a ansiedade persiste mesmo após anos de tratamento, é compreensível sentir frustração e até desesperança — mas isso não significa que não há mais o que fazer. Às vezes, o quadro pode precisar de uma reavaliação mais ampla e integrada. Vale considerar uma revisão com um psiquiatra (ou até uma segunda opinião), para avaliar diagnóstico, medicação, dosagem e possíveis associações. Também é importante olhar para outros fatores que influenciam muito a ansiedade, como sono, rotina, estresse crônico, questões médicas e até padrões de pensamento e comportamento que podem estar mantendo o ciclo. Na psicoterapia, algumas abordagens mais focadas em ansiedade resistente (como técnicas específicas da TCC, terapia de aceitação, exposição gradual, entre outras) podem ajudar quando bem direcionadas. Mesmo parecendo que nada funcionou até agora, muitas vezes é questão de ajuste de estratégia, não de falta de solução. Você não está sem saída — talvez precise de um novo olhar sobre o seu caso, com um plano mais individualizado e integrado.
Às vezes, é importante reavaliar não só a medicação, mas também a abordagem terapêutica, a frequência das sessões e até fatores da vida atual que podem estar mantendo esse quadro.
Buscar uma segunda opinião, integrar diferentes abordagens ou investigar outras dimensões (como rotina, sono, estresse crônico) pode abrir novos caminhos de cuidado. Você não precisa se conformar com esse sofrimento — existem outras possibilidades que podem ser exploradas com o suporte adequado.
Buscar uma segunda opinião, integrar diferentes abordagens ou investigar outras dimensões (como rotina, sono, estresse crônico) pode abrir novos caminhos de cuidado. Você não precisa se conformar com esse sofrimento — existem outras possibilidades que podem ser exploradas com o suporte adequado.
Se a ansiedade piora mesmo após anos de terapia e medicação, há necessidade de revisão mais profunda do caso.
Possíveis causas
foco apenas em sintomas, não na raiz emocional
padrões como ruminação, hipercontrole ou trauma ativos
necessidade de ajuste na abordagem terapêutica
reavaliação (diagnóstico/medicação)
O que fazer
buscar abordagem mais integrativa (ex: Terapia do Esquema, ACT)
trabalhar regulação do sistema nervoso
reduzir o controle excessivo dos pensamentos
revisar rotina e sobrecarga
Ansiedade crônica pode melhorar com um plano mais direcionado. A psicoterapia ajuda a identificar o que mantém o ciclo e construir mudanças mais eficazes e duradouras. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Possíveis causas
foco apenas em sintomas, não na raiz emocional
padrões como ruminação, hipercontrole ou trauma ativos
necessidade de ajuste na abordagem terapêutica
reavaliação (diagnóstico/medicação)
O que fazer
buscar abordagem mais integrativa (ex: Terapia do Esquema, ACT)
trabalhar regulação do sistema nervoso
reduzir o controle excessivo dos pensamentos
revisar rotina e sobrecarga
Ansiedade crônica pode melhorar com um plano mais direcionado. A psicoterapia ajuda a identificar o que mantém o ciclo e construir mudanças mais eficazes e duradouras. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
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