Boa noite Meu esposo e boderline,me sinto esgotada mentalmente,estressada, confesso que não sei lid
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Boa noite
Meu esposo e boderline,me sinto esgotada mentalmente,estressada, confesso que não sei lidar com essa condição dele.
Ele fez tanta coisa que me pergunto pq ainda estou com ele?
Ele ofende minha mãe,já quebrou a tv dela pq ela não quis dar ao meu filho.
Não sou feliz com ele,quero me separar mas não sei como fazer isso.,tenho medo da reação dele.
Não sinto desejo mais por ele,ele destruiu o sentimento que tinha por ele.
Meu esposo e boderline,me sinto esgotada mentalmente,estressada, confesso que não sei lidar com essa condição dele.
Ele fez tanta coisa que me pergunto pq ainda estou com ele?
Ele ofende minha mãe,já quebrou a tv dela pq ela não quis dar ao meu filho.
Não sou feliz com ele,quero me separar mas não sei como fazer isso.,tenho medo da reação dele.
Não sinto desejo mais por ele,ele destruiu o sentimento que tinha por ele.
Olá, boa tarde!!
Antes de tudo, quero reconhecer a dor e o peso que você está carregando. O que você relata, o esgotamento, o medo, a perda do desejo e do sentimento... são respostas compreensíveis diante de uma relação que te tem feito sofrer tanto. Na perspectiva fenomenológico-existencial, sua angústia nesse momento revela uma situação-limite: um chamado para olhar com seriedade para o que você precisa para se preservar e se reencontrar como pessoa.
O medo da reação dele é real e merece ser considerado com todo o cuidado, inclusive buscando apoio não só psicológico, mas também jurídico ou de proteção se necessário. A separação, quando há esse tipo de violência e instabilidade, precisa ser planejada com segurança, e não vivida sozinha.
Se você sentir que é o momento, estou à disposição para uma consulta, onde podemos pensar juntas nos primeiros passos para que você saia desse ciclo com segurança emocional e prática! :)
Antes de tudo, quero reconhecer a dor e o peso que você está carregando. O que você relata, o esgotamento, o medo, a perda do desejo e do sentimento... são respostas compreensíveis diante de uma relação que te tem feito sofrer tanto. Na perspectiva fenomenológico-existencial, sua angústia nesse momento revela uma situação-limite: um chamado para olhar com seriedade para o que você precisa para se preservar e se reencontrar como pessoa.
O medo da reação dele é real e merece ser considerado com todo o cuidado, inclusive buscando apoio não só psicológico, mas também jurídico ou de proteção se necessário. A separação, quando há esse tipo de violência e instabilidade, precisa ser planejada com segurança, e não vivida sozinha.
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Se o diagnóstico dele estiver certo, o relacionamento com ele tende a ser complicado. Seria adequado ele fazer terapia com um psicólogo que trabalhe com borderline. Por outro lado, seria interessante voce perceber se seus relacionamentos anteriores foram ruins também, pois recorrer em relacionamentos agressivos pode estar relacionado com padrões internos seus e que poderiam ser reelaborados na psicoterapia.
Sinto muito que você esteja passando por isso. As vezes o medo toma conta e não conseguimos tomar uma decisão. No entanto, é interessante observar que hoje você já não o escolhe mais para ser o seu parceiro. Diante disso, é importante seguir aquilo que faz sentido pra você (continuar ou não no casamento), aumentar a sua rede de apoio (família, amigos, colegas de trabalho) e ter linhas de ações que te deixem mais segura (em alguns casos é necessário o trabalho de uma equipe multidisciplinar).
Você não está sozinha!
Você não está sozinha!
Antes de mais nada, quero acolher sua dor e suas angústias. Lidar com um parceiro que possui um transtorno mental grave e, ou até mesmo, um transtorno de personalidade, pode ser realmente exaustivo e desgastante, especialmente quando o comportamento dele está impactando diretamente sua saúde mental e seu bem-estar. Transtornos mentais graves ou transtornos de personalidade são desafiadores, e o fato de um parceiro apresentar características como instabilidade emocional, dificuldade de regulação de emoções, comportamentos impulsivos e, muitas vezes, relações intensas e conflituosas, exige cuidados profissionais intensivos, envolvendo a psiquiatria, psicologia, e grupo de apoio em DBT para o desenvolvimento de habilidades para a vida.
Em contrapartida, conviver com a pessoa com tal diagnóstico, especialmente quando ela recusa tratamento, é exaustivo. Diante dessas circunstâncias, você também precisa pensar no melhor para você e sua família, buscando a sua preservação emocional. Você não é responsável por ele nem pelos problemas dele, ele quem precisa se responsabilizar e buscar ajuda. No entanto, é natural que você já esteja em um nível emocional onde não vê mais futuro no relacionamento.
Você menciona que se sente mentalmente esgotada, estressada e sem saber como lidar com a condição dele, e isso é completamente compreensível. Viver em um relacionamento assim pode gerar uma sensação de insegurança constante, e é importante reconhecer que os seus sentimentos de frustração, cansaço e até a perda do desejo são reações naturais a uma situação tão desgastante.
A questão do medo de separação também é algo muito relevante. Muitas pessoas em relacionamentos com parceiros que possuem transtornos de personalidade ou transtornos mentais graves têm receio da reação da outra pessoa, o que pode ser uma barreira significativa. O comportamento imprevisível de uma pessoa com esse transtorno pode realmente gerar medo e ansiedade em relação ao que virá, caso você tome a decisão de se separar.
É importante que você priorize o seu bem-estar e saúde mental. Embora você possa se sentir sozinha nesse processo, é fundamental buscar ajuda profissional, como um psicólogo, e orientação jurídica, com um advogado especializado. Além disso, acionar sua rede de apoio, como familiares e amigos, pode ser essencial para atravessar esse momento desafiador.
Lembre-se de que buscar ajuda, seja para lidar com a situação atual ou para tomar decisões sobre o futuro, é um passo muito importante para preservar sua saúde emocional. Não hesite em buscar os recursos que você precisa para cuidar de si mesma e seguir em frente de forma mais equilibrada e saudável. - O cuidado com você é a prioridade, e a sua felicidade e paz de espírito merecem ser valorizadas. Não se esqueça de que você é forte e merece se sentir bem consigo mesma.
Em contrapartida, conviver com a pessoa com tal diagnóstico, especialmente quando ela recusa tratamento, é exaustivo. Diante dessas circunstâncias, você também precisa pensar no melhor para você e sua família, buscando a sua preservação emocional. Você não é responsável por ele nem pelos problemas dele, ele quem precisa se responsabilizar e buscar ajuda. No entanto, é natural que você já esteja em um nível emocional onde não vê mais futuro no relacionamento.
Você menciona que se sente mentalmente esgotada, estressada e sem saber como lidar com a condição dele, e isso é completamente compreensível. Viver em um relacionamento assim pode gerar uma sensação de insegurança constante, e é importante reconhecer que os seus sentimentos de frustração, cansaço e até a perda do desejo são reações naturais a uma situação tão desgastante.
A questão do medo de separação também é algo muito relevante. Muitas pessoas em relacionamentos com parceiros que possuem transtornos de personalidade ou transtornos mentais graves têm receio da reação da outra pessoa, o que pode ser uma barreira significativa. O comportamento imprevisível de uma pessoa com esse transtorno pode realmente gerar medo e ansiedade em relação ao que virá, caso você tome a decisão de se separar.
É importante que você priorize o seu bem-estar e saúde mental. Embora você possa se sentir sozinha nesse processo, é fundamental buscar ajuda profissional, como um psicólogo, e orientação jurídica, com um advogado especializado. Além disso, acionar sua rede de apoio, como familiares e amigos, pode ser essencial para atravessar esse momento desafiador.
Lembre-se de que buscar ajuda, seja para lidar com a situação atual ou para tomar decisões sobre o futuro, é um passo muito importante para preservar sua saúde emocional. Não hesite em buscar os recursos que você precisa para cuidar de si mesma e seguir em frente de forma mais equilibrada e saudável. - O cuidado com você é a prioridade, e a sua felicidade e paz de espírito merecem ser valorizadas. Não se esqueça de que você é forte e merece se sentir bem consigo mesma.
Viver com alguém com transtorno borderline pode ser muito difícil, mas isso não justifica ofensas ou ameaças.
O que você descreve é violência, e viver assim desgasta profundamente.
Sentir medo de sair é normal, mas você não precisa passar por isso sozinha.
Procure apoio psicológico, jurídico ou ajuda para proteção. Com ajuda certa, é possível sair com segurança.
Você tem direito à paz, ao respeito e a uma vida sem medo.
O que você descreve é violência, e viver assim desgasta profundamente.
Sentir medo de sair é normal, mas você não precisa passar por isso sozinha.
Procure apoio psicológico, jurídico ou ajuda para proteção. Com ajuda certa, é possível sair com segurança.
Você tem direito à paz, ao respeito e a uma vida sem medo.
Olá,
- Procure sua rede de apoio (mãe, amigas/os, todas as pessoas que possam te dar suporte nesse momento), tente se proteger e ter alguém por perto na hora de comunicar a separação. Se há risco de alguma violência física ou verbal, você não precisa passar por isso e é recomendado para a sua segurança que comunique via mensagem ou por meio de algum/a advogado/a e com testemunhas por perto.
- Há uma diferença muito grande entre ter um Transtorno e ser agressivo ou desrespeitoso com as pessoas.
- Tente não aceitar convites no qual você possa ficar sozinha com ele, mesmo que possa ser para resolver algo do divórcio, sempre vá acompanhada.
- Continue forte e tente se proteger.
- Caso queira nos mandar mais detalhes, ficarei feliz em responder.
Abraços
- Procure sua rede de apoio (mãe, amigas/os, todas as pessoas que possam te dar suporte nesse momento), tente se proteger e ter alguém por perto na hora de comunicar a separação. Se há risco de alguma violência física ou verbal, você não precisa passar por isso e é recomendado para a sua segurança que comunique via mensagem ou por meio de algum/a advogado/a e com testemunhas por perto.
- Há uma diferença muito grande entre ter um Transtorno e ser agressivo ou desrespeitoso com as pessoas.
- Tente não aceitar convites no qual você possa ficar sozinha com ele, mesmo que possa ser para resolver algo do divórcio, sempre vá acompanhada.
- Continue forte e tente se proteger.
- Caso queira nos mandar mais detalhes, ficarei feliz em responder.
Abraços
Olá! Entendo que seja extremamente difícil lidar com pessoas que possuem transtornos de personalidade! Isso gera um esgotamento mental, emocional e de perspectiva de vida. O melhor que você tem a fazer é buscar ajuda para se fortalecer! Nesse caso, um enfrentamento é necessário, para o seu próprio bem!
Boa noite!
Sinto muito por tudo que você está passando, conviver com alguém com transtorno de personalidade borderline pode ser extremamente desafiador, principalmente quando sai do controle.
É importante reconhecer o quanto você tem se esforçado e o quanto isso tem impactado sua saúde mental e emocional. Sentir-se esgotada, sem desejo e sem felicidade nesse relacionamento é um sinal de que algo precisa mudar, e você tem todo o direito de buscar uma vida mais saudável e segura para você e seu filho.
A decisão de se separar é muito delicada, ainda mais quando existe o medo da reação do outro. Por isso, é fundamental buscar apoio, de um profissional, de familiares confiáveis e, se necessário, até de profissionais jurídicos e da rede de proteção (como centros de referência à mulher ou delegacias especializadas), caso haja risco de violência.
Você não está sozinha, e há caminhos possíveis. Se quiser, posso te ajudar a organizar melhor seus sentimentos e pensar, com segurança, nos próximos passos.
Estou à disposição para te acolher nesse processo. Sinta-se abraçada.
Sinto muito por tudo que você está passando, conviver com alguém com transtorno de personalidade borderline pode ser extremamente desafiador, principalmente quando sai do controle.
É importante reconhecer o quanto você tem se esforçado e o quanto isso tem impactado sua saúde mental e emocional. Sentir-se esgotada, sem desejo e sem felicidade nesse relacionamento é um sinal de que algo precisa mudar, e você tem todo o direito de buscar uma vida mais saudável e segura para você e seu filho.
A decisão de se separar é muito delicada, ainda mais quando existe o medo da reação do outro. Por isso, é fundamental buscar apoio, de um profissional, de familiares confiáveis e, se necessário, até de profissionais jurídicos e da rede de proteção (como centros de referência à mulher ou delegacias especializadas), caso haja risco de violência.
Você não está sozinha, e há caminhos possíveis. Se quiser, posso te ajudar a organizar melhor seus sentimentos e pensar, com segurança, nos próximos passos.
Estou à disposição para te acolher nesse processo. Sinta-se abraçada.
Primeiro, sinto muito que esteja passando por isso, realmente pode ser desafiador ter um parceiro com Transtorno de Personalidade Borderline, principalmente quando você se vê apagando incêndios, tentando manter a paz, mas sentindo que está se perdendo no processo. E às vezes, as pessoas repetem os padrões e entra “modo de rendição”, sabe? aquele lugar onde você sabe que algo te machuca, mas não sabe como sair. A terapia pode te ajudar justamente a identificar os motivos aos quais você permanece nessa relação e principalmente, te ajudar a ter novas estrategias emocionais e comportamentais para lidar com essa situação.
Olá!
É muito compreensível você se sentir esgotada. Viver com alguém que tem um transtorno como o transtorno de personalidade borderline pode gerar uma sobrecarga emocional intensa, especialmente quando há episódios de agressividade, ofensas e desrespeito com você e sua família.
Na abordagem sistêmica, olhamos para as relações como algo construído entre os dois. Mas isso não significa que você tenha que suportar o que te machuca. Pelo contrário: seu esgotamento é um sinal importante de que esse vínculo está te ferindo. A relação precisa ser segura para que o amor continue existindo e quando o respeito se perde, fica muito difícil permanecer.
O medo da reação dele também precisa ser olhado com seriedade. Talvez seja necessário buscar apoio profissional, jurídico ou até familiar para garantir sua segurança emocional e física nesse processo de separação. Você não precisa enfrentar isso sozinha.
A terapia pode te ajudar a fortalecer seus limites, entender seu papel nesse ciclo e planejar a melhor forma de se proteger e cuidar de você. Se quiser conversar mais sobre isso em um espaço acolhedor e sem julgamentos, estou à disposição.
É muito compreensível você se sentir esgotada. Viver com alguém que tem um transtorno como o transtorno de personalidade borderline pode gerar uma sobrecarga emocional intensa, especialmente quando há episódios de agressividade, ofensas e desrespeito com você e sua família.
Na abordagem sistêmica, olhamos para as relações como algo construído entre os dois. Mas isso não significa que você tenha que suportar o que te machuca. Pelo contrário: seu esgotamento é um sinal importante de que esse vínculo está te ferindo. A relação precisa ser segura para que o amor continue existindo e quando o respeito se perde, fica muito difícil permanecer.
O medo da reação dele também precisa ser olhado com seriedade. Talvez seja necessário buscar apoio profissional, jurídico ou até familiar para garantir sua segurança emocional e física nesse processo de separação. Você não precisa enfrentar isso sozinha.
A terapia pode te ajudar a fortalecer seus limites, entender seu papel nesse ciclo e planejar a melhor forma de se proteger e cuidar de você. Se quiser conversar mais sobre isso em um espaço acolhedor e sem julgamentos, estou à disposição.
Boa noite.
Sinto muito por tudo o que você está passando.
Viver ao lado de alguém com transtorno de personalidade borderline pode ser extremamente difícil, sobretudo quando a relação é marcada por agressões verbais, destruição de bens e desrespeito a pessoas que você ama. Seu esgotamento é um sinal de que algo em você está pedindo cuidado e proteção.
É importante reconhecer que querer se separar, diante do que está vivendo, não é egoísmo — mas sim de respeito por si. O medo da reação dele tb é legítimo e precisa ser levado a sério. Em situações como essa, contar com apoio profissional e, se necessário, com proteção jurídica, pode ser fundamental para garantir a sua segurança e a do seu filho.
Há caminhos possíveis, mesmo que agora pareçam difíceis de ver. Vc gostaria de conversar sobre quais apoios você tem hoje e o que seria preciso para se sentir mais segura para dar um passo?
Coordeno uma equipe de tratamento para familiares e pacientes com transtornos de personalidades, podemos pensar em alguns caminhos.
Sinto muito por tudo o que você está passando.
Viver ao lado de alguém com transtorno de personalidade borderline pode ser extremamente difícil, sobretudo quando a relação é marcada por agressões verbais, destruição de bens e desrespeito a pessoas que você ama. Seu esgotamento é um sinal de que algo em você está pedindo cuidado e proteção.
É importante reconhecer que querer se separar, diante do que está vivendo, não é egoísmo — mas sim de respeito por si. O medo da reação dele tb é legítimo e precisa ser levado a sério. Em situações como essa, contar com apoio profissional e, se necessário, com proteção jurídica, pode ser fundamental para garantir a sua segurança e a do seu filho.
Há caminhos possíveis, mesmo que agora pareçam difíceis de ver. Vc gostaria de conversar sobre quais apoios você tem hoje e o que seria preciso para se sentir mais segura para dar um passo?
Coordeno uma equipe de tratamento para familiares e pacientes com transtornos de personalidades, podemos pensar em alguns caminhos.
Cara paciente, entendo que esteja cansada e muito frustrada com essa situação. Sinta-se abraçada e acolhida. Recomendo que cuide de você, a psicoterapia pode te ajudar a se encontrar e escolher o melhor caminho. Gratidão pela sua pergunta, espero ter ajudado.
Olá boa noite. O primeiro passo é se sentir acolhida e fortalecida para que esta atitude seja possível dentro da sua segurança. Ninguém é obrigado ou está fadado a ficar onde não lhe cabe, somos humanos, livres, por decisão e escolhas. Há casos e casos, como o seu, imagino o receio e a insegurança, acredito que seja necessário um auxilio de um profissional para que você possa se sentir capaz de mudar de vida. O mesmo seria ideal a ele, uma vez que pela descrição, acredito que já tenha um profissional que o acompanhe, até pelo diagnóstico.
De todo modo, gostaria de frizar a importância da Lei Maria da Penha e de algumas unidades de ajuda e auxilio.
Espero ter ajudado.
De todo modo, gostaria de frizar a importância da Lei Maria da Penha e de algumas unidades de ajuda e auxilio.
Espero ter ajudado.
Eu imagino que você deva sofrer muito com essa relação extremamente tóxica. Para escrever esse texto aqui para nós imagino o quanto esteja precisando de apoio. Apoio esse que não deva encontrar nas pessoas ao seu redor. O seu caso é de uma cuidadora, e como tal adoece junto. A diferença é que ele tem ( ou deveria ter) os cuidados por ser borderline. E você não. O que posso te dizer é que nesse papel você pode ter desenvolvido uma codependência dele (ou da relação com o transtorno dele). Por isso o medo de separar-se. O medo não é da reação dele, mas da sua reação. Qual serão suas perdas inconscientes que terá que enfrentar. Há um ganho secundário que você talvez não perceba com os cuidados que têm com ele. É dessas dependências emocionais que precisa se livrar. A partir do momento que esse seu inconsciente vier à tona, você terá a coragem que precisa para separar-se. Ou talvez não queira mais. Isso só a terapia irá dizer.
Viver com alguém que apresenta um quadro de instabilidade emocional intensa, como no transtorno de personalidade borderline, pode ser extremamente desgastante, especialmente quando há episódios de agressividade, desrespeito e invasão dos seus limites, como você descreve.
É importante entender que nenhuma condição psicológica justifica agressões, violência ou atitudes que te colocam em risco, física ou emocionalmente. O esgotamento que você sente é um sinal de que algo dentro de você já está tentando sair desse lugar, buscando segurança e paz.
Situações como essa podem nos aprisionar por múltiplos motivos: culpa, medo, idealizações antigas, esperança de mudança, medo da solidão, entre outros. Mas o mais importante é poder olhar para si mesma com seriedade: por que estou permanecendo nessa relação? E o que você teme que possa acontecer se sair dela?
Um processo terapêutico pode te ajudar a elaborar esse sofrimento, entender suas próprias amarras e encontrar meios reais de se proteger Você tem o direito de buscar um caminho mais leve e digno para a sua vida.
É importante entender que nenhuma condição psicológica justifica agressões, violência ou atitudes que te colocam em risco, física ou emocionalmente. O esgotamento que você sente é um sinal de que algo dentro de você já está tentando sair desse lugar, buscando segurança e paz.
Situações como essa podem nos aprisionar por múltiplos motivos: culpa, medo, idealizações antigas, esperança de mudança, medo da solidão, entre outros. Mas o mais importante é poder olhar para si mesma com seriedade: por que estou permanecendo nessa relação? E o que você teme que possa acontecer se sair dela?
Um processo terapêutico pode te ajudar a elaborar esse sofrimento, entender suas próprias amarras e encontrar meios reais de se proteger Você tem o direito de buscar um caminho mais leve e digno para a sua vida.
Olá!
O que você compartilha revela um sofrimento profundo, e é importante reconhecer sua coragem em falar sobre isso. Viver ao lado de alguém com transtorno de personalidade borderline pode ser muito desafiador, especialmente quando há episódios de agressividade, instabilidade emocional e desgaste nas relações familiares.
Sentir-se esgotada, confusa e sem desejo é compreensível diante de tantas situações difíceis. Quando o cuidado com o outro começa a apagar o cuidado consigo mesma, é um sinal importante de que algo precisa mudar.
A psicoterapia pode te ajudar a compreender melhor seus sentimentos, seus limites e a elaborar, com segurança e clareza, decisões importantes como essa que você menciona — inclusive como lidar com o medo da reação dele. Você não precisa enfrentar isso sozinha.
Se sentir que esse é o momento de se escutar com mais cuidado, estou à disposição para te acompanhar nesse processo.
Um abraço
O que você compartilha revela um sofrimento profundo, e é importante reconhecer sua coragem em falar sobre isso. Viver ao lado de alguém com transtorno de personalidade borderline pode ser muito desafiador, especialmente quando há episódios de agressividade, instabilidade emocional e desgaste nas relações familiares.
Sentir-se esgotada, confusa e sem desejo é compreensível diante de tantas situações difíceis. Quando o cuidado com o outro começa a apagar o cuidado consigo mesma, é um sinal importante de que algo precisa mudar.
A psicoterapia pode te ajudar a compreender melhor seus sentimentos, seus limites e a elaborar, com segurança e clareza, decisões importantes como essa que você menciona — inclusive como lidar com o medo da reação dele. Você não precisa enfrentar isso sozinha.
Se sentir que esse é o momento de se escutar com mais cuidado, estou à disposição para te acompanhar nesse processo.
Um abraço
Boa noite, querida. Espero que esteja bem pede das circunstâncias. Este é um questionamento importante dado que você já vem percebendo que está não é mais uma relação respeitosa para com você. A violência não pode ser algo naturalizado nas relações somente porque uma pessoa possui um diagnóstico de transtorno mental. Compreender porque você ainda se mantém nessa relação e fundamental pra sair dela e o processo terapêutico pode ajudá-la e muito. Me coloco a disposição para a marcação de uma consulta.
Olá! Como você está hoje?
Sinto muito que esteja passando por isso! Conviver com alguém que tem transtorno de personalidade borderline pode ser muito desgastante, especialmente quando há comportamentos agressivos, instabilidade e falta de respeito com você e com quem você ama. O que você está sentindo é completamente compreensível! Quando estamos exaustos emocionalmente, é natural surgir essa confusão entre o que sentimos, o que queremos e o medo do que pode acontecer se tomarmos uma decisão. No processo de psicoterapia, trabalhamos justamente para ajudar a entender melhor o que você sente, fortalecer seus limites pessoais e encontrar estratégias seguras para lidar com situações difíceis, inclusive a de sair de um relacionamento que te machuca. Você não precisa enfrentar isso sozinha. Se sentir que precisa de apoio nesse processo, minha agenda está aberta para te acolher! <3
Sinto muito que esteja passando por isso! Conviver com alguém que tem transtorno de personalidade borderline pode ser muito desgastante, especialmente quando há comportamentos agressivos, instabilidade e falta de respeito com você e com quem você ama. O que você está sentindo é completamente compreensível! Quando estamos exaustos emocionalmente, é natural surgir essa confusão entre o que sentimos, o que queremos e o medo do que pode acontecer se tomarmos uma decisão. No processo de psicoterapia, trabalhamos justamente para ajudar a entender melhor o que você sente, fortalecer seus limites pessoais e encontrar estratégias seguras para lidar com situações difíceis, inclusive a de sair de um relacionamento que te machuca. Você não precisa enfrentar isso sozinha. Se sentir que precisa de apoio nesse processo, minha agenda está aberta para te acolher! <3
Sinto muito por você, querida. Conviver com alguém que enfrenta o transtorno de personalidade borderline pode ser extremamente desafiador. O cansaço emocional, o estresse e a dor que você descreve são compreensíveis — especialmente quando há comportamentos que ferem sua dignidade e seu ambiente familiar.
Na perspectiva da Logoterapia, não buscamos julgar ou decidir por você, mas sim te ajudar a encontrar sentido na sua dor, e a se reconectar com a liberdade interior de escolher como responder a essa realidade com responsabilidade.
Viktor Frankl dizia que mesmo nas situações mais difíceis, o ser humano continua livre para escolher sua atitude. Talvez agora a vida esteja te pedindo uma resposta:
O que essa situação está te pedindo como ser humano único, com valores e dignidade?
O que você pode fazer hoje que preserve o seu valor, sem abrir mão do respeito por si mesma e pelos outros envolvidos?
Isso pode significar buscar ajuda especializada, dialogar com alguém de confiança, ou estabelecer limites mais claros. O mais importante é que você se lembre:
Você tem valor. E sua vida tem sentido, mesmo em meio ao caos.
A Logoterapia não te diz o que fazer — mas te lembra que você é responsável por sua própria resposta à vida. E essa resposta precisa estar alinhada com aquilo que você acredita ser verdadeiro, bom e digno.
Se quiser, posso te ajudar a construir reflexões semanais para te apoiar nesse processo de clareza e fortalecimento interior.
Com carinho,
Leila Marques
Na perspectiva da Logoterapia, não buscamos julgar ou decidir por você, mas sim te ajudar a encontrar sentido na sua dor, e a se reconectar com a liberdade interior de escolher como responder a essa realidade com responsabilidade.
Viktor Frankl dizia que mesmo nas situações mais difíceis, o ser humano continua livre para escolher sua atitude. Talvez agora a vida esteja te pedindo uma resposta:
O que essa situação está te pedindo como ser humano único, com valores e dignidade?
O que você pode fazer hoje que preserve o seu valor, sem abrir mão do respeito por si mesma e pelos outros envolvidos?
Isso pode significar buscar ajuda especializada, dialogar com alguém de confiança, ou estabelecer limites mais claros. O mais importante é que você se lembre:
Você tem valor. E sua vida tem sentido, mesmo em meio ao caos.
A Logoterapia não te diz o que fazer — mas te lembra que você é responsável por sua própria resposta à vida. E essa resposta precisa estar alinhada com aquilo que você acredita ser verdadeiro, bom e digno.
Se quiser, posso te ajudar a construir reflexões semanais para te apoiar nesse processo de clareza e fortalecimento interior.
Com carinho,
Leila Marques
Olá! Conviver com uma pessoa com Transtorno de Borderline requer uma dose extra de paciência, afeto e sabedoria. O borderline vive em medo constante do abandono e da rejeição e qualquer sinal pode ser motivo para uma tristeza profunda ou episódios de impulsividade e fúria. É importante que a pessoa faça tratamento medicamentoso e psicoterapia, assim conseguirá controlar suas emoções e ter uma vida tranquila. Seu esposo faz tratamento? Se não faz, converse com ele para que procure ajuda. Tenha uma conversa sincera e franca com ele, apontando seus medos, preocupações e até mesmo que não está sabendo lidar com as oscilações do comportamento dele. Também deixe claro o quanto esses comportamentos afetaram a admiração por ele. Se ele concordar em buscar ajuda, pode ser uma caminho para continuar no relacionamento. Enquanto isso, procure ajuda para você! Na psicoterapia obterá o apoio, conseguirá se fortalecer para conseguir decidir e agir com o que você quer fazer.
Olá, tudo bem?
Receber tudo isso que você escreveu exige não só atenção, mas também cuidado. Sua mensagem carrega marcas de exaustão emocional e de um processo interno que parece estar em ebulição há muito tempo. É como se você estivesse tentando segurar algo que já ultrapassou seus limites há tempos — e, ainda assim, se perguntando se pode ou deve continuar segurando.
Viver ao lado de alguém com grandes instabilidades emocionais pode ser devastador, especialmente quando essas instabilidades ultrapassam o campo do sofrimento pessoal e passam a gerar impacto direto no bem-estar de quem está por perto. Mas é importante lembrar que viver com medo constante, evitando conflitos a todo custo e tentando controlar o incontrolável, muitas vezes nos coloca em estado de alerta permanente — e isso vai drenando energia, saúde, desejo e até mesmo a própria identidade.
Sob a ótica da neurociência, nosso cérebro não foi feito para funcionar em alerta crônico. Quando você vive com medo da reação de alguém, sua amígdala cerebral — estrutura responsável por detectar ameaças — fica hiperativada, prejudicando o acesso ao córtex pré-frontal, a parte mais racional e estratégica do cérebro. Isso pode explicar por que, mesmo sabendo que está infeliz, você ainda se sente travada para tomar uma decisão. Não é fraqueza, é biologia.
Quais foram os pequenos sinais que você talvez tenha ignorado por medo de perder o que restava da relação? O que você tem silenciado dentro de si para tentar manter a estabilidade ao redor? E o que te mantém nessa relação: é amor, ou é receio do que pode acontecer se você se afastar?
Essa é uma situação delicada, e em casos assim, o acompanhamento psicológico pode ser um espaço seguro para reconstruir sua clareza emocional, entender seus próprios limites e planejar, com segurança e estratégia, o que você deseja para si daqui em diante. E caso o medo da reação dele esteja ligado a comportamentos que envolvam agressividade, é fundamental considerar buscar apoio jurídico ou até mesmo orientação com um profissional de segurança ou rede de proteção.
Caso precise, estou à disposição.
Receber tudo isso que você escreveu exige não só atenção, mas também cuidado. Sua mensagem carrega marcas de exaustão emocional e de um processo interno que parece estar em ebulição há muito tempo. É como se você estivesse tentando segurar algo que já ultrapassou seus limites há tempos — e, ainda assim, se perguntando se pode ou deve continuar segurando.
Viver ao lado de alguém com grandes instabilidades emocionais pode ser devastador, especialmente quando essas instabilidades ultrapassam o campo do sofrimento pessoal e passam a gerar impacto direto no bem-estar de quem está por perto. Mas é importante lembrar que viver com medo constante, evitando conflitos a todo custo e tentando controlar o incontrolável, muitas vezes nos coloca em estado de alerta permanente — e isso vai drenando energia, saúde, desejo e até mesmo a própria identidade.
Sob a ótica da neurociência, nosso cérebro não foi feito para funcionar em alerta crônico. Quando você vive com medo da reação de alguém, sua amígdala cerebral — estrutura responsável por detectar ameaças — fica hiperativada, prejudicando o acesso ao córtex pré-frontal, a parte mais racional e estratégica do cérebro. Isso pode explicar por que, mesmo sabendo que está infeliz, você ainda se sente travada para tomar uma decisão. Não é fraqueza, é biologia.
Quais foram os pequenos sinais que você talvez tenha ignorado por medo de perder o que restava da relação? O que você tem silenciado dentro de si para tentar manter a estabilidade ao redor? E o que te mantém nessa relação: é amor, ou é receio do que pode acontecer se você se afastar?
Essa é uma situação delicada, e em casos assim, o acompanhamento psicológico pode ser um espaço seguro para reconstruir sua clareza emocional, entender seus próprios limites e planejar, com segurança e estratégia, o que você deseja para si daqui em diante. E caso o medo da reação dele esteja ligado a comportamentos que envolvam agressividade, é fundamental considerar buscar apoio jurídico ou até mesmo orientação com um profissional de segurança ou rede de proteção.
Caso precise, estou à disposição.
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