Bom dia . A neurologista passou o remedio escitalopram 10mg para ansiedade ,pelo fato da minha filh
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Bom dia .
A neurologista passou o remedio escitalopram 10mg para ansiedade ,pelo fato da minha filha esta com tic a mais de 2 anos ,esse medicamento ajuda nos tics?
Ela ja tomou outros medicamento como: risperidona, daforin, olanzapina, aristb e topiramato, mais nenhum desse ajudou .
Ela acha que os tics dela seja por causa da ansiedade ela tem 9 anos e tem esses tics desdo do 7 anos.
Sera que estou no caminho certo para ajudar minha filha ,naos ei o que fazer.
A neurologista passou o remedio escitalopram 10mg para ansiedade ,pelo fato da minha filha esta com tic a mais de 2 anos ,esse medicamento ajuda nos tics?
Ela ja tomou outros medicamento como: risperidona, daforin, olanzapina, aristb e topiramato, mais nenhum desse ajudou .
Ela acha que os tics dela seja por causa da ansiedade ela tem 9 anos e tem esses tics desdo do 7 anos.
Sera que estou no caminho certo para ajudar minha filha ,naos ei o que fazer.
Olá, os tiques podem piorar no contexto de ansiedade, porém é necessário também acompanhamento em psicoterapia
Caso precise de ajuda na avaliação da sua filha estou à disposição
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Boa noite!
O escitalopram não é uma medicação específica para tratar tiques. Ele é indicado principalmente para ansiedade. No entanto, em algumas crianças, os tiques podem se intensificar em situações de maior ansiedade, e, nesses casos, tratar a ansiedade pode levar a uma melhora indireta dos sintomas.
Pelo seu relato, sua filha já utilizou medicações que atuam mais diretamente nos tiques, como risperidona e aripiprazol. Assim, a proposta atual de focar na ansiedade pode ser uma estratégia válida, dependendo das características clínicas dela.
É importante ter em mente que o escitalopram pode ajudar, mas não necessariamente levará à redução dos tiques. A resposta varia de criança para criança.
Além da medicação, abordagens não farmacológicas, especialmente terapias comportamentais específicas para tiques e manejo da ansiedade, são fundamentais e muitas vezes fazem bastante diferença.
Como os sintomas já persistem há mais de um ano, trata-se de um quadro crônico, que pode exigir ajustes ao longo do acompanhamento.
Sugiro manter o seguimento com a neurologista assistente para avaliação da resposta ao tratamento e possíveis ajustes.
O escitalopram não é uma medicação específica para tratar tiques. Ele é indicado principalmente para ansiedade. No entanto, em algumas crianças, os tiques podem se intensificar em situações de maior ansiedade, e, nesses casos, tratar a ansiedade pode levar a uma melhora indireta dos sintomas.
Pelo seu relato, sua filha já utilizou medicações que atuam mais diretamente nos tiques, como risperidona e aripiprazol. Assim, a proposta atual de focar na ansiedade pode ser uma estratégia válida, dependendo das características clínicas dela.
É importante ter em mente que o escitalopram pode ajudar, mas não necessariamente levará à redução dos tiques. A resposta varia de criança para criança.
Além da medicação, abordagens não farmacológicas, especialmente terapias comportamentais específicas para tiques e manejo da ansiedade, são fundamentais e muitas vezes fazem bastante diferença.
Como os sintomas já persistem há mais de um ano, trata-se de um quadro crônico, que pode exigir ajustes ao longo do acompanhamento.
Sugiro manter o seguimento com a neurologista assistente para avaliação da resposta ao tratamento e possíveis ajustes.
Compreendo sua angústia. Ver uma filha tão jovem lidando com tiques por tanto tempo, sem melhora com diferentes medicamentos, realmente preocupa e desgasta a família.
Os tiques na infância são relativamente comuns e, em muitos casos, fazem parte de um espectro chamado transtornos de tiques, que podem ou não estar associados à ansiedade. A ansiedade pode piorar os tiques, mas raramente é a causa principal. Por isso, tratar apenas a ansiedade nem sempre resolve o problema.
O escitalopram é um antidepressivo da classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina. Ele é bastante utilizado para ansiedade e depressão, mas não é considerado um tratamento de primeira linha para tiques. Em algumas situações, pode até não trazer benefício ou, raramente, piorar movimentos involuntários. Isso não significa que a médica esteja errada, mas indica que a estratégia pode estar focando mais na ansiedade associada do que no mecanismo dos tiques em si.
Os medicamentos que sua filha já utilizou, como antipsicóticos (por exemplo, risperidona e olanzapina), costumam ser mais direcionados para controle de tiques. O fato de não terem funcionado bem levanta algumas possibilidades importantes: necessidade de ajuste de dose, tempo de uso insuficiente, efeitos colaterais limitando o tratamento, ou até a necessidade de reavaliar o diagnóstico com mais profundidade.
Em crianças com tiques persistentes por mais de um ano, como no caso da sua filha, é essencial pensar em uma abordagem mais ampla. Isso inclui avaliar se há um transtorno de tiques crônico ou até uma condição dentro do espectro da síndrome de Tourette, além de investigar fatores associados como ansiedade, TDAH ou dificuldades emocionais.
Outro ponto fundamental, muitas vezes negligenciado, é o tratamento não medicamentoso. Terapias comportamentais específicas, como a terapia de reversão de hábito, têm evidência científica consistente e podem ser tão ou mais eficazes que medicamentos em alguns casos.
Você está, sim, no caminho certo ao buscar ajuda e não desistir diante das dificuldades. Mas talvez este seja o momento de uma reavaliação cuidadosa, com um olhar mais direcionado para o tipo de tique, o impacto na vida dela e as melhores estratégias combinadas de tratamento.
Em uma teleconsulta é possível analisar com mais detalhes a história, os vídeos dos tiques, os tratamentos já feitos e traçar um plano mais individualizado. Plataformas como a Doctoralia permitem acesso a médicos com alta experiência e excelente avaliação dos pacientes, facilitando uma segunda opinião qualificada.
Em tempos de circulação de doenças infecciosas como COVID-19, MPOX, parvovírus B19 e variantes de gripe aviária, o atendimento por telemedicina oferece segurança para sua família, evita deslocamentos e otimiza seu tempo. Além disso, permite acesso rápido, discreto e eficiente a profissionais atualizados, sem sair de casa.
A telemedicina hoje já possibilita consultas de segunda opinião com diferentes especialistas, de forma prática e segura. Se fizer sentido para você, vale explorar essa possibilidade para entender melhor o caso da sua filha e ajustar o tratamento com mais precisão.
Os tiques na infância são relativamente comuns e, em muitos casos, fazem parte de um espectro chamado transtornos de tiques, que podem ou não estar associados à ansiedade. A ansiedade pode piorar os tiques, mas raramente é a causa principal. Por isso, tratar apenas a ansiedade nem sempre resolve o problema.
O escitalopram é um antidepressivo da classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina. Ele é bastante utilizado para ansiedade e depressão, mas não é considerado um tratamento de primeira linha para tiques. Em algumas situações, pode até não trazer benefício ou, raramente, piorar movimentos involuntários. Isso não significa que a médica esteja errada, mas indica que a estratégia pode estar focando mais na ansiedade associada do que no mecanismo dos tiques em si.
Os medicamentos que sua filha já utilizou, como antipsicóticos (por exemplo, risperidona e olanzapina), costumam ser mais direcionados para controle de tiques. O fato de não terem funcionado bem levanta algumas possibilidades importantes: necessidade de ajuste de dose, tempo de uso insuficiente, efeitos colaterais limitando o tratamento, ou até a necessidade de reavaliar o diagnóstico com mais profundidade.
Em crianças com tiques persistentes por mais de um ano, como no caso da sua filha, é essencial pensar em uma abordagem mais ampla. Isso inclui avaliar se há um transtorno de tiques crônico ou até uma condição dentro do espectro da síndrome de Tourette, além de investigar fatores associados como ansiedade, TDAH ou dificuldades emocionais.
Outro ponto fundamental, muitas vezes negligenciado, é o tratamento não medicamentoso. Terapias comportamentais específicas, como a terapia de reversão de hábito, têm evidência científica consistente e podem ser tão ou mais eficazes que medicamentos em alguns casos.
Você está, sim, no caminho certo ao buscar ajuda e não desistir diante das dificuldades. Mas talvez este seja o momento de uma reavaliação cuidadosa, com um olhar mais direcionado para o tipo de tique, o impacto na vida dela e as melhores estratégias combinadas de tratamento.
Em uma teleconsulta é possível analisar com mais detalhes a história, os vídeos dos tiques, os tratamentos já feitos e traçar um plano mais individualizado. Plataformas como a Doctoralia permitem acesso a médicos com alta experiência e excelente avaliação dos pacientes, facilitando uma segunda opinião qualificada.
Em tempos de circulação de doenças infecciosas como COVID-19, MPOX, parvovírus B19 e variantes de gripe aviária, o atendimento por telemedicina oferece segurança para sua família, evita deslocamentos e otimiza seu tempo. Além disso, permite acesso rápido, discreto e eficiente a profissionais atualizados, sem sair de casa.
A telemedicina hoje já possibilita consultas de segunda opinião com diferentes especialistas, de forma prática e segura. Se fizer sentido para você, vale explorar essa possibilidade para entender melhor o caso da sua filha e ajustar o tratamento com mais precisão.
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