Como a comunicação assertiva pode ser trabalhada com pacientes com Transtorno de Personalidade Borde
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Como a comunicação assertiva pode ser trabalhada com pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Olá, tudo bem?
A comunicação assertiva, no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline, não é apenas aprender a “falar melhor”, mas desenvolver a capacidade de expressar o que sente e precisa sem entrar em extremos, nem se anular, nem explodir. E isso envolve um desafio importante, porque muitas vezes a emoção vem tão intensa que falar de forma organizada naquele momento se torna realmente difícil.
No trabalho terapêutico, a comunicação assertiva costuma ser construída a partir de etapas mais básicas. Primeiro, ajudando o paciente a identificar e nomear o que está sentindo, já que, sem clareza emocional, a expressão tende a sair confusa ou impulsiva. Depois, vai-se trabalhando como transformar essa experiência interna em palavras que sejam compreensíveis para o outro, sem ataque ou retraimento.
Também é importante considerar que, em muitos casos, existe um medo significativo por trás da comunicação. Medo de não ser entendido, de ser rejeitado ou de gerar conflito. Por isso, a assertividade não é só uma habilidade técnica, mas também um exercício de tolerar vulnerabilidade. Dizer o que precisa, de forma direta, pode ser mais desafiador do que reagir emocionalmente.
Outro ponto essencial é praticar dentro da própria relação terapêutica. O paciente pode experimentar formas diferentes de se comunicar com o terapeuta, receber feedback e perceber que é possível se expressar sem que a relação se rompa. Essa vivência concreta ajuda a consolidar a habilidade de forma mais segura.
Queria te convidar a refletir: quando você precisa dizer algo importante, tende a evitar, explodir ou conseguir se posicionar de forma mais equilibrada? O que parece mais difícil, reconhecer o que sente ou colocar isso em palavras? E quando você se expressa, costuma sentir que foi compreendido ou que algo se perde no caminho?
Essas perguntas ajudam a perceber que a comunicação assertiva não surge de uma técnica isolada, mas de um processo de maior conexão consigo mesmo e com o outro.
Caso precise, estou à disposição.
A comunicação assertiva, no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline, não é apenas aprender a “falar melhor”, mas desenvolver a capacidade de expressar o que sente e precisa sem entrar em extremos, nem se anular, nem explodir. E isso envolve um desafio importante, porque muitas vezes a emoção vem tão intensa que falar de forma organizada naquele momento se torna realmente difícil.
No trabalho terapêutico, a comunicação assertiva costuma ser construída a partir de etapas mais básicas. Primeiro, ajudando o paciente a identificar e nomear o que está sentindo, já que, sem clareza emocional, a expressão tende a sair confusa ou impulsiva. Depois, vai-se trabalhando como transformar essa experiência interna em palavras que sejam compreensíveis para o outro, sem ataque ou retraimento.
Também é importante considerar que, em muitos casos, existe um medo significativo por trás da comunicação. Medo de não ser entendido, de ser rejeitado ou de gerar conflito. Por isso, a assertividade não é só uma habilidade técnica, mas também um exercício de tolerar vulnerabilidade. Dizer o que precisa, de forma direta, pode ser mais desafiador do que reagir emocionalmente.
Outro ponto essencial é praticar dentro da própria relação terapêutica. O paciente pode experimentar formas diferentes de se comunicar com o terapeuta, receber feedback e perceber que é possível se expressar sem que a relação se rompa. Essa vivência concreta ajuda a consolidar a habilidade de forma mais segura.
Queria te convidar a refletir: quando você precisa dizer algo importante, tende a evitar, explodir ou conseguir se posicionar de forma mais equilibrada? O que parece mais difícil, reconhecer o que sente ou colocar isso em palavras? E quando você se expressa, costuma sentir que foi compreendido ou que algo se perde no caminho?
Essas perguntas ajudam a perceber que a comunicação assertiva não surge de uma técnica isolada, mas de um processo de maior conexão consigo mesmo e com o outro.
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