Como a Validação Emocional pode ser praticada no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
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Como a Validação Emocional pode ser praticada no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Oi, tudo bem? Essa é uma das perguntas mais valiosas quando falamos em Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). A validação emocional é, na prática, o antídoto para boa parte do sofrimento que surge nesse transtorno — especialmente porque ela toca diretamente o medo de não ser compreendido.
Validar não significa concordar com tudo o que a pessoa sente ou faz, mas reconhecer que o que ela sente faz sentido dentro da experiência que está vivendo. É como dizer: “eu entendo que isso te dói, e faz sentido que doa”. Para quem tem TPB, esse tipo de acolhimento tem um efeito quase neurológico: o sistema de alarme do cérebro — aquele que reage com intensidade ao menor sinal de rejeição — começa a desacelerar. E quando a mente sente que é aceita, ela se torna capaz de refletir e se regular com mais clareza.
Na prática, a validação pode ser feita tanto por quem está ao redor quanto pela própria pessoa, de forma interna. Em vez de lutar contra as emoções (“não deveria sentir isso”), a ideia é nomeá-las e compreendê-las (“estou com raiva porque me senti ignorado”). Parece simples, mas é transformador. Você já tentou perceber como seu corpo reage quando alguém te escuta de verdade, sem te julgar? Ou quando você mesmo(a) se permite sentir algo sem se culpar por isso?
Esse tipo de consciência emocional é o coração de abordagens como a Terapia Comportamental Dialética (DBT), que ensina justamente a equilibrar aceitação e mudança. A longo prazo, validar as próprias emoções cria um terreno interno de segurança — aquele que antes era buscado no outro.
E é bonito ver quando o paciente começa a perceber: “eu não preciso apagar o que sinto para ser aceito”. Quando isso acontece, o cérebro e o coração começam a trabalhar juntos, não mais em guerra. Caso precise, estou à disposição.
Validar não significa concordar com tudo o que a pessoa sente ou faz, mas reconhecer que o que ela sente faz sentido dentro da experiência que está vivendo. É como dizer: “eu entendo que isso te dói, e faz sentido que doa”. Para quem tem TPB, esse tipo de acolhimento tem um efeito quase neurológico: o sistema de alarme do cérebro — aquele que reage com intensidade ao menor sinal de rejeição — começa a desacelerar. E quando a mente sente que é aceita, ela se torna capaz de refletir e se regular com mais clareza.
Na prática, a validação pode ser feita tanto por quem está ao redor quanto pela própria pessoa, de forma interna. Em vez de lutar contra as emoções (“não deveria sentir isso”), a ideia é nomeá-las e compreendê-las (“estou com raiva porque me senti ignorado”). Parece simples, mas é transformador. Você já tentou perceber como seu corpo reage quando alguém te escuta de verdade, sem te julgar? Ou quando você mesmo(a) se permite sentir algo sem se culpar por isso?
Esse tipo de consciência emocional é o coração de abordagens como a Terapia Comportamental Dialética (DBT), que ensina justamente a equilibrar aceitação e mudança. A longo prazo, validar as próprias emoções cria um terreno interno de segurança — aquele que antes era buscado no outro.
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A validação emocional no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) consiste em reconhecer e legitimar a experiência emocional da pessoa sem julgar, minimizar ou reforçar comportamentos disfuncionais. Na prática, isso significa escutar com atenção, nomear a emoção vivida e demonstrar compreensão sobre o sentido que aquele sentimento tem dentro da história e do contexto do indivíduo, ao mesmo tempo em que se mantêm limites claros sobre atitudes prejudiciais. Essa postura reduz a sensação de invalidação, ajuda a regular a intensidade emocional e cria um ambiente mais seguro para que a pessoa desenvolva maior consciência, autocompreensão e formas mais saudáveis de lidar com o que sente.
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