Como a vitamina D age no cérebro? .
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Como a vitamina D age no cérebro? .
A vit D desempenha importante papel na ativação de enzimas que sintetizam os neurotransmissores, em especial a dopamina, contribuído dessa forma para a regulação da cognição, memória e humor.
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A vitamina D age no cérebro de várias maneiras:
Modulação dos neurotransmissores: Ela influencia a produção de substâncias químicas como serotonina, dopamina e noradrenalina, que são cruciais para o humor e a cognição.
Regulação da neuroinflamação: A vitamina D ajuda a reduzir a inflamação no cérebro, o que pode ser importante em condições como depressão e doenças neurodegenerativas.
Proteção das células nervosas: Ela promove a saúde das células cerebrais, ajudando a proteger contra danos oxidativos e degeneração.
Crescimento e diferenciação celular: A vitamina D estimula a produção de fatores de crescimento, essenciais para a manutenção e regeneração das células nervosas.
A deficiência de vitamina D pode, portanto, afetar o funcionamento cerebral e estar associada a distúrbios do humor e cognitivos. Agende uma consulta para avaliar sua vitamina D!
Modulação dos neurotransmissores: Ela influencia a produção de substâncias químicas como serotonina, dopamina e noradrenalina, que são cruciais para o humor e a cognição.
Regulação da neuroinflamação: A vitamina D ajuda a reduzir a inflamação no cérebro, o que pode ser importante em condições como depressão e doenças neurodegenerativas.
Proteção das células nervosas: Ela promove a saúde das células cerebrais, ajudando a proteger contra danos oxidativos e degeneração.
Crescimento e diferenciação celular: A vitamina D estimula a produção de fatores de crescimento, essenciais para a manutenção e regeneração das células nervosas.
A deficiência de vitamina D pode, portanto, afetar o funcionamento cerebral e estar associada a distúrbios do humor e cognitivos. Agende uma consulta para avaliar sua vitamina D!
Com base em evidência nível 1A — que corresponde a revisões sistemáticas de ensaios clínicos randomizados, ou seja, o mais alto grau de confiabilidade em medicina baseada em evidências — a deficiência de vitamina D tem, sim, uma associação significativa com sintomas de depressão, mas a relação com ansiedade e outras funções cognitivas ainda está sendo investigada com mais cautela.
Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2018 no British Journal of Psychiatry (Vellekkatt & Menon) concluiu que a suplementação de vitamina D mostrou-se eficaz na redução de sintomas depressivos, especialmente em pessoas com deficiência prévia — esse estudo se apoia em nível de evidência 1A. Outro exemplo é a revisão publicada no Journal of Affective Disorders (2019), que também reforça que há melhora significativa dos sintomas depressivos com a correção da hipovitaminose D.
Por outro lado, quando falamos de ansiedade, os resultados ainda são mistos. Alguns estudos mostram tendência à melhora, mas não há evidência 1A consistente ainda para afirmar que a vitamina D trata ou previne transtornos ansiosos de forma direta.
Quanto às funções cognitivas e neurodegeneração (como Alzheimer), as evidências são mais observacionais até o momento — sugerem associação, mas ainda não atingem o nível de evidência 1A em termos de causalidade e eficácia de suplementação.
Resumindo com base no que temos de mais robusto até agora:
Há evidência 1A de que a deficiência de vitamina D contribui para sintomas depressivos e que a suplementação pode ajudar a tratá-los, especialmente quando os níveis estão baixos. Para ansiedade e declínio cognitivo, a relação ainda não é conclusiva no mais alto nível de evidência, embora existam fortes indícios observacionais.
Uma revisão sistemática e meta-análise publicada em 2018 no British Journal of Psychiatry (Vellekkatt & Menon) concluiu que a suplementação de vitamina D mostrou-se eficaz na redução de sintomas depressivos, especialmente em pessoas com deficiência prévia — esse estudo se apoia em nível de evidência 1A. Outro exemplo é a revisão publicada no Journal of Affective Disorders (2019), que também reforça que há melhora significativa dos sintomas depressivos com a correção da hipovitaminose D.
Por outro lado, quando falamos de ansiedade, os resultados ainda são mistos. Alguns estudos mostram tendência à melhora, mas não há evidência 1A consistente ainda para afirmar que a vitamina D trata ou previne transtornos ansiosos de forma direta.
Quanto às funções cognitivas e neurodegeneração (como Alzheimer), as evidências são mais observacionais até o momento — sugerem associação, mas ainda não atingem o nível de evidência 1A em termos de causalidade e eficácia de suplementação.
Resumindo com base no que temos de mais robusto até agora:
Há evidência 1A de que a deficiência de vitamina D contribui para sintomas depressivos e que a suplementação pode ajudar a tratá-los, especialmente quando os níveis estão baixos. Para ansiedade e declínio cognitivo, a relação ainda não é conclusiva no mais alto nível de evidência, embora existam fortes indícios observacionais.
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