Como ajudar um paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) que sente vergonha da doença e não que
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Como ajudar um paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) que sente vergonha da doença e não quer falar sobre ela com familiares e amigos?
A psicoterapia auxilia no desenvolvimento de estratégias de enfrentamento, promovendo maior flexibilidade emocional diante das oscilações da doença e reduzindo o impacto psicológico dessas mudanças.
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Sentir vergonha de uma condição crônica como o Lúpus é um peso extra que muitos pacientes carregam em silêncio. O medo de ser visto como "doente" ou de sofrer julgamentos sobre a aparência e as limitações físicas pode levar ao isolamento, o que sobrecarrega ainda mais a saúde mental.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos esse ponto com muito carinho e estratégia:
Desconstrução de Estigmas:
Identificamos os pensamentos de que a doença é um "defeito" ou algo a ser escondido, ajudando o paciente a entender que o Lúpus é uma condição de saúde, não uma falha de caráter ou de valor pessoal.
Treino de Habilidades Sociais:
Ajudamos o paciente a decidir o que, como e para quem quer contar. Ele não precisa expor tudo para todos; pode aprender a estabelecer limites saudáveis e comunicar apenas o necessário para ter suporte.
Enfrentamento Gradual:
Trabalhamos a aceitação interna primeiro, para que o compartilhamento com a família e amigos deixe de ser um "fardo" e passe a ser uma ferramenta de auxílio na jornada.
O papel do psicólogo é ser o porto seguro onde o paciente pode falar sem máscaras, até que ele se sinta fortalecido para lidar com o mundo lá fora. A vergonha diminui quando o acolhimento aumenta.
Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), trabalhamos esse ponto com muito carinho e estratégia:
Desconstrução de Estigmas:
Identificamos os pensamentos de que a doença é um "defeito" ou algo a ser escondido, ajudando o paciente a entender que o Lúpus é uma condição de saúde, não uma falha de caráter ou de valor pessoal.
Treino de Habilidades Sociais:
Ajudamos o paciente a decidir o que, como e para quem quer contar. Ele não precisa expor tudo para todos; pode aprender a estabelecer limites saudáveis e comunicar apenas o necessário para ter suporte.
Enfrentamento Gradual:
Trabalhamos a aceitação interna primeiro, para que o compartilhamento com a família e amigos deixe de ser um "fardo" e passe a ser uma ferramenta de auxílio na jornada.
O papel do psicólogo é ser o porto seguro onde o paciente pode falar sem máscaras, até que ele se sinta fortalecido para lidar com o mundo lá fora. A vergonha diminui quando o acolhimento aumenta.
A vergonha da doença pode funcionar como proteção diante do medo de julgamento, estigmatização ou de se sentir “diferente”. O primeiro passo é acolher esse sentimento, sem pressionar o paciente a se expor. Em um trabalho clínico é importante explorar o sentido da vergonha; trabalhar a autoimagem; respeitar o tempo psíquico; refletir sobre formas de comunicação. Assim, o paciente pode passar de uma posição de ocultamento defensivo para uma escolha mais livre sobre o que deseja ou não dividir, preservando sua dignidade e autonomia.
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