Como é a dor emocional sentida por quem tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
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Como é a dor emocional sentida por quem tem Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Olá, tudo bem? Essa é uma pergunta muito sensível, porque tenta colocar em palavras algo que, para quem vive, muitas vezes parece impossível de explicar.
A dor emocional no Transtorno de Personalidade Borderline costuma ser descrita como intensa, invasiva e difícil de conter. Não é apenas tristeza ou sofrimento emocional comum, mas uma sensação profunda de angústia, vazio ou desamparo que pode surgir de forma abrupta e ocupar tudo por dentro. Muitas pessoas relatam que é como se estivessem emocionalmente “sem pele”, onde qualquer frustração, rejeição ou conflito toca direto em algo muito dolorido, sem proteção.
Essa dor geralmente vem acompanhada de uma sensação de urgência, como se fosse preciso fazer algo imediatamente para que ela pare. O medo de abandono, a vergonha, a raiva ou a sensação de não ser suficiente podem aparecer misturados, tornando difícil até identificar exatamente o que está sendo sentido. O sistema emocional reage rápido e com força, e a intensidade demora a diminuir, o que gera a impressão de que a dor nunca vai passar ou de que não há saída naquele momento.
Outro aspecto marcante é que essa dor costuma ser profundamente relacional. Pequenos afastamentos, mudanças de tom, silêncios ou conflitos podem ser vividos como perdas definitivas ou provas de desvalor pessoal. Isso faz com que a dor não seja apenas emocional, mas também existencial, tocando em questões de identidade, pertencimento e segurança emocional. É como se o vínculo com o outro fosse, ao mesmo tempo, fonte de alívio e de sofrimento intenso.
Quando essa dor aparece, ela costuma estar mais ligada ao medo de ficar só, à sensação de não ser visto ou ao sentimento de não ser bom o suficiente? Em quais situações você percebe que ela surge com mais força, em conflitos, separações ou momentos de silêncio? E o que você costuma fazer para tentar atravessar esses estados, mesmo quando isso parece não funcionar tão bem? Essas perguntas ajudam a dar contorno a algo que, por dentro, costuma ser vivido como um turbilhão.
Entender essa dor como expressão de um sistema emocional sobrecarregado, e não como exagero ou fragilidade, muda profundamente a forma de olhar para quem vive com TPB e abre espaço para um cuidado mais humano e efetivo. Caso precise, estou à disposição.
A dor emocional no Transtorno de Personalidade Borderline costuma ser descrita como intensa, invasiva e difícil de conter. Não é apenas tristeza ou sofrimento emocional comum, mas uma sensação profunda de angústia, vazio ou desamparo que pode surgir de forma abrupta e ocupar tudo por dentro. Muitas pessoas relatam que é como se estivessem emocionalmente “sem pele”, onde qualquer frustração, rejeição ou conflito toca direto em algo muito dolorido, sem proteção.
Essa dor geralmente vem acompanhada de uma sensação de urgência, como se fosse preciso fazer algo imediatamente para que ela pare. O medo de abandono, a vergonha, a raiva ou a sensação de não ser suficiente podem aparecer misturados, tornando difícil até identificar exatamente o que está sendo sentido. O sistema emocional reage rápido e com força, e a intensidade demora a diminuir, o que gera a impressão de que a dor nunca vai passar ou de que não há saída naquele momento.
Outro aspecto marcante é que essa dor costuma ser profundamente relacional. Pequenos afastamentos, mudanças de tom, silêncios ou conflitos podem ser vividos como perdas definitivas ou provas de desvalor pessoal. Isso faz com que a dor não seja apenas emocional, mas também existencial, tocando em questões de identidade, pertencimento e segurança emocional. É como se o vínculo com o outro fosse, ao mesmo tempo, fonte de alívio e de sofrimento intenso.
Quando essa dor aparece, ela costuma estar mais ligada ao medo de ficar só, à sensação de não ser visto ou ao sentimento de não ser bom o suficiente? Em quais situações você percebe que ela surge com mais força, em conflitos, separações ou momentos de silêncio? E o que você costuma fazer para tentar atravessar esses estados, mesmo quando isso parece não funcionar tão bem? Essas perguntas ajudam a dar contorno a algo que, por dentro, costuma ser vivido como um turbilhão.
Entender essa dor como expressão de um sistema emocional sobrecarregado, e não como exagero ou fragilidade, muda profundamente a forma de olhar para quem vive com TPB e abre espaço para um cuidado mais humano e efetivo. Caso precise, estou à disposição.
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Quem tem Transtorno de Personalidade Borderline sente a dor emocional de forma intensa, imediata e avassaladora, como se cada frustração, perda ou rejeição fosse insuportável. Ela não é apenas tristeza ou raiva, mas um sofrimento profundo que pode gerar vazio, desespero e medo extremo de abandono. Essa dor muitas vezes domina pensamentos e corpo ao mesmo tempo, levando a reações impulsivas, crises emocionais e, em alguns casos, comportamentos de autoagressão como forma de alívio momentâneo.
As frases que pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline frequentemente usam para descrever é como se:
É como ter o volume das emoções no 11 enquanto todo mundo está no 3 ou 4.
Sentir tudo 100 vezes mais forte e por mais tempo.
Parecer que estão sempre na beira de um precipício emocional.
Essa dor é real, biológica e tratável. Não é fraqueza, exagero ou frescura. Com terapia muitas pessoas conseguem reduzir muito essa intensidade, aprender a tolerar a dor sem se destruir e construir uma vida mais estável.
É como ter o volume das emoções no 11 enquanto todo mundo está no 3 ou 4.
Sentir tudo 100 vezes mais forte e por mais tempo.
Parecer que estão sempre na beira de um precipício emocional.
Essa dor é real, biológica e tratável. Não é fraqueza, exagero ou frescura. Com terapia muitas pessoas conseguem reduzir muito essa intensidade, aprender a tolerar a dor sem se destruir e construir uma vida mais estável.
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