Como é o medo de abandono do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
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Como é o medo de abandono do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Olá. É enlouquecedor e devastador. É um medo tão grande que parece que falta o ar e o peito é esmagado por uma sensação de angústia.
É uma dor horrível e precisa de muito cuidado e atenção.
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Oi, tudo bem? Essa é uma das perguntas mais profundas quando falamos de TPB, porque o medo de abandono não é apenas uma insegurança comum. É uma experiência emocional que atravessa o corpo inteiro e que, muitas vezes, começa muito antes da pessoa conseguir explicar o que está acontecendo.
No TPB, o medo de abandono é vivido como uma ameaça real, mesmo quando, racionalmente, a situação não indica perigo. Pequenos silêncios, atrasos, mudanças de tom, mensagens não respondidas ou até a simples sensação de que o outro “se afastou um pouco” podem acionar um alarme interno muito forte. A neurociência mostra que, nesses momentos, o cérebro reage como se uma perda emocional estivesse prestes a acontecer, ativando medo, tristeza, desespero e até raiva ao mesmo tempo. É visceral. É rápido. E não vem de escolha, mas de uma história de vínculos que, de alguma forma, deixaram marcas profundas.
Talvez seja útil observar como isso se manifesta na sua experiência ou na de quem você acompanha. Esse medo aparece como uma sensação de vazio no peito? Vem junto com a ideia de que “algo ruim vai acontecer”? Surge aquele impulso de se aproximar imediatamente, como se o vínculo tivesse que ser salvo antes que desapareça? Ou aparece o movimento contrário, de se afastar antes de ser “deixado”? E quando a situação se resolve, você percebe que a reação foi maior do que o fato em si? Essas perguntas ajudam a entender que esse medo não é sobre o presente, mas sobre feridas antigas revividas com intensidade.
Se você já está em terapia, vale compartilhar essa percepção com o profissional que te acompanha, porque trabalhar esse medo é uma das partes mais transformadoras do processo terapêutico. É ali, na relação segura e estável, que o cérebro aprende a interpretar as relações de um jeito menos ameaçador. E se ainda não estiver em acompanhamento, a terapia pode ser o espaço onde esse medo finalmente começa a ser compreendido em vez de controlado pela dor. Caso precise, estou à disposição.
No TPB, o medo de abandono é vivido como uma ameaça real, mesmo quando, racionalmente, a situação não indica perigo. Pequenos silêncios, atrasos, mudanças de tom, mensagens não respondidas ou até a simples sensação de que o outro “se afastou um pouco” podem acionar um alarme interno muito forte. A neurociência mostra que, nesses momentos, o cérebro reage como se uma perda emocional estivesse prestes a acontecer, ativando medo, tristeza, desespero e até raiva ao mesmo tempo. É visceral. É rápido. E não vem de escolha, mas de uma história de vínculos que, de alguma forma, deixaram marcas profundas.
Talvez seja útil observar como isso se manifesta na sua experiência ou na de quem você acompanha. Esse medo aparece como uma sensação de vazio no peito? Vem junto com a ideia de que “algo ruim vai acontecer”? Surge aquele impulso de se aproximar imediatamente, como se o vínculo tivesse que ser salvo antes que desapareça? Ou aparece o movimento contrário, de se afastar antes de ser “deixado”? E quando a situação se resolve, você percebe que a reação foi maior do que o fato em si? Essas perguntas ajudam a entender que esse medo não é sobre o presente, mas sobre feridas antigas revividas com intensidade.
Se você já está em terapia, vale compartilhar essa percepção com o profissional que te acompanha, porque trabalhar esse medo é uma das partes mais transformadoras do processo terapêutico. É ali, na relação segura e estável, que o cérebro aprende a interpretar as relações de um jeito menos ameaçador. E se ainda não estiver em acompanhamento, a terapia pode ser o espaço onde esse medo finalmente começa a ser compreendido em vez de controlado pela dor. Caso precise, estou à disposição.
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