Como é o surto de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)?
2
respostas
Como é o surto de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)?
Olá! Os períodos de surto ou de atividade do Lúpus são bem variáveis em forma de acometimento (sintomas) e gravidade, depende de cada caso. Esses são alguns sintomas que podem acontecer, lembrando que na maioria dos pacientes não acontecem todos eles:
1- Fadiga Intensa. A fadiga é um dos sintomas mais comuns durante um surto de LES. Pode ser debilitante, dificultando a realização de atividades diárias e causando uma sensação de cansaço extremo, mesmo após repouso. 2. Dor e Inflamação nas Articulações: Durante um surto, é comum que as articulações fiquem inchadas, doloridas e rígidas, especialmente nas mãos, punhos, joelhos e pés. A dor nas articulações pode ser simétrica (afetando ambos os lados do corpo) e, embora seja intensa, geralmente não causa danos permanentes nas articulações, como ocorre na artrite reumatoide.
3. Mialgia: Dores musculares também podem ocorrer, contribuindo para o desconforto e a limitação de movimentos.
4. Erupções Cutâneas
Erupção malar: Uma erupção característica em forma de "asa de borboleta" pode aparecer no rosto, cobrindo as bochechas e o nariz. Essa erupção pode ser desencadeada ou agravada pela exposição ao sol (fotossensibilidade).
Outras lesões na pele: Além da erupção malar, podem surgir lesões em outras partes do corpo, como no couro cabeludo, mãos e braços. Essas lesões podem ser vermelhas, escamosas e coçar.
5. Febre. Durante um surto, é comum que a pessoa com LES apresente febre baixa (geralmente em torno de 37,5°C a 38°C), sem uma causa infecciosa aparente. A febre pode ser um sinal de que a inflamação no corpo está aumentando.
6. Agravamento da sensibilidade à luz solar. Pode se intensificar durante um surto, levando ao aparecimento de erupções cutâneas e exacerbação de outros sintomas, como fadiga e dores musculares, após a exposição ao sol.
7. Problemas Renais (Nefrite Lúpica)
Durante um surto, pode haver inflamação nos rins (nefrite lúpica), o que pode se manifestar por meio de:
Inchaço nas pernas e tornozelos.
Alterações na urina (urina espumosa, presença de sangue ou diminuição da quantidade de urina).
Aumento da pressão arterial. Se não tratada, a nefrite lúpica pode levar a perda da função do rim, o que pode levar o paciente à hemodiálise.
8. Sintomas Neurológicos e Psiquiátricos. Durante um surto, o LES pode afetar o sistema nervoso central, causando: Dores de cabeça intensas.
Confusão mental ou dificuldade de concentração. Mudanças de humor, como ansiedade ou depressão. Convulsões ou, em casos graves, psicose.
9. Problemas Pulmonares e Cardíacos Pleurite: Inflamação da pleura (membrana que envolve os pulmões), causando dor no peito ao respirar profundamente. Pericardite: Inflamação do pericárdio (membrana que envolve o coração), causando dor no peito, que pode ser confundida com um ataque cardíaco. Dificuldade para respirar: Pode ocorrer devido à inflamação nos pulmões ou acúmulo de líquido ao redor deles.
10. Alterações no Sangue
Durante um surto, o LES pode causar alterações hematológicas, como:
Anemia: Diminuição dos glóbulos vermelhos, levando à fadiga e palidez.
Leucopenia: Redução dos glóbulos brancos, aumentando o risco de infecções.
Trombocitopenia: Redução das plaquetas, o que pode aumentar o risco de sangramentos e hematomas.
11. Problemas Gastrointestinais Algumas pessoas podem apresentar sintomas gastrointestinais durante um surto, como dor abdominal, náusea e vômito. Isso pode estar relacionado à inflamação dos vasos sanguíneos que irrigam o trato gastrointestinal ou ao uso de medicamentos.
12. Queda de Cabelo. Durante um surto, é comum que ocorra queda de cabelo (alopecia). O cabelo pode ficar fino e quebradiço, e em alguns casos, podem aparecer áreas de calvície.
1- Fadiga Intensa. A fadiga é um dos sintomas mais comuns durante um surto de LES. Pode ser debilitante, dificultando a realização de atividades diárias e causando uma sensação de cansaço extremo, mesmo após repouso. 2. Dor e Inflamação nas Articulações: Durante um surto, é comum que as articulações fiquem inchadas, doloridas e rígidas, especialmente nas mãos, punhos, joelhos e pés. A dor nas articulações pode ser simétrica (afetando ambos os lados do corpo) e, embora seja intensa, geralmente não causa danos permanentes nas articulações, como ocorre na artrite reumatoide.
3. Mialgia: Dores musculares também podem ocorrer, contribuindo para o desconforto e a limitação de movimentos.
4. Erupções Cutâneas
Erupção malar: Uma erupção característica em forma de "asa de borboleta" pode aparecer no rosto, cobrindo as bochechas e o nariz. Essa erupção pode ser desencadeada ou agravada pela exposição ao sol (fotossensibilidade).
Outras lesões na pele: Além da erupção malar, podem surgir lesões em outras partes do corpo, como no couro cabeludo, mãos e braços. Essas lesões podem ser vermelhas, escamosas e coçar.
5. Febre. Durante um surto, é comum que a pessoa com LES apresente febre baixa (geralmente em torno de 37,5°C a 38°C), sem uma causa infecciosa aparente. A febre pode ser um sinal de que a inflamação no corpo está aumentando.
6. Agravamento da sensibilidade à luz solar. Pode se intensificar durante um surto, levando ao aparecimento de erupções cutâneas e exacerbação de outros sintomas, como fadiga e dores musculares, após a exposição ao sol.
7. Problemas Renais (Nefrite Lúpica)
Durante um surto, pode haver inflamação nos rins (nefrite lúpica), o que pode se manifestar por meio de:
Inchaço nas pernas e tornozelos.
Alterações na urina (urina espumosa, presença de sangue ou diminuição da quantidade de urina).
Aumento da pressão arterial. Se não tratada, a nefrite lúpica pode levar a perda da função do rim, o que pode levar o paciente à hemodiálise.
8. Sintomas Neurológicos e Psiquiátricos. Durante um surto, o LES pode afetar o sistema nervoso central, causando: Dores de cabeça intensas.
Confusão mental ou dificuldade de concentração. Mudanças de humor, como ansiedade ou depressão. Convulsões ou, em casos graves, psicose.
9. Problemas Pulmonares e Cardíacos Pleurite: Inflamação da pleura (membrana que envolve os pulmões), causando dor no peito ao respirar profundamente. Pericardite: Inflamação do pericárdio (membrana que envolve o coração), causando dor no peito, que pode ser confundida com um ataque cardíaco. Dificuldade para respirar: Pode ocorrer devido à inflamação nos pulmões ou acúmulo de líquido ao redor deles.
10. Alterações no Sangue
Durante um surto, o LES pode causar alterações hematológicas, como:
Anemia: Diminuição dos glóbulos vermelhos, levando à fadiga e palidez.
Leucopenia: Redução dos glóbulos brancos, aumentando o risco de infecções.
Trombocitopenia: Redução das plaquetas, o que pode aumentar o risco de sangramentos e hematomas.
11. Problemas Gastrointestinais Algumas pessoas podem apresentar sintomas gastrointestinais durante um surto, como dor abdominal, náusea e vômito. Isso pode estar relacionado à inflamação dos vasos sanguíneos que irrigam o trato gastrointestinal ou ao uso de medicamentos.
12. Queda de Cabelo. Durante um surto, é comum que ocorra queda de cabelo (alopecia). O cabelo pode ficar fino e quebradiço, e em alguns casos, podem aparecer áreas de calvície.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Um surto de lúpus eritematoso sistêmico acontece quando a doença, que pode estar em uma fase mais estável, volta a apresentar sinais de atividade inflamatória. Esses surtos podem variar bastante de intensidade. Em algumas pessoas, eles se manifestam de forma mais leve, com sintomas como dor e inchaço nas articulações, cansaço acentuado, febre baixa, aftas na boca e lesões de pele que podem piorar com a exposição ao sol. Em outras situações, o surto pode ser mais importante, atingindo órgãos internos, como os rins, o coração, os pulmões ou o sistema nervoso, levando a sinais como inchaço no corpo, pressão alta, falta de ar, dor no peito, alterações neurológicas, entre outros.
O grande desafio do lúpus é justamente essa imprevisibilidade: nem sempre é possível antecipar quando ocorrerá um surto ou qual será a sua intensidade. Por isso, o acompanhamento regular com o reumatologista é fundamental. É o especialista quem vai avaliar periodicamente a atividade da doença por meio de consultas, exames clínicos e laboratoriais, ajustando o tratamento de acordo com a evolução.
O grande desafio do lúpus é justamente essa imprevisibilidade: nem sempre é possível antecipar quando ocorrerá um surto ou qual será a sua intensidade. Por isso, o acompanhamento regular com o reumatologista é fundamental. É o especialista quem vai avaliar periodicamente a atividade da doença por meio de consultas, exames clínicos e laboratoriais, ajustando o tratamento de acordo com a evolução.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- . Como o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) aumenta o risco de trombose mesentérica?
- Quais são os sintomas do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e como ele pode afetar a trombose mesentérica?
- Existe relação entre o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e a Trombose da Veia Porta?
- O que é trombose mesentérica e como ela se relaciona com o lúpus eritematoso sistêmico (LES)?
- . Como diferenciar a vasculite da trombose no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)?
- Como o "Anticoagulante Lúpico" influencia o risco de trombose no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)?
- . O que é a Trombose da Veia Porta no contexto do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
- Como a trombose mesentérica pode ser diagnosticada em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES) sem sintomas evidentes?
- Como o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) pode estar relacionado à trombose mesentérica?
- Quais são os tratamentos para trombose mesentérica em pacientes com lúpus eritematoso sistêmico (LES)?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 832 perguntas sobre Lúpus Eritematoso Sistêmico
Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.