Como lidar com a ansiedade existencial no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
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Como lidar com a ansiedade existencial no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
Oi, tudo bem? A ansiedade existencial no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) costuma ser mais do que um simples “medo de piorar” — ela nasce do choque entre o desejo de viver plenamente e a consciência de que o corpo impõe limites. É uma inquietação que toca a alma e, por isso, não se acalma apenas com respostas racionais.
Lidar com essa ansiedade começa por reconhecer que ela faz parte do processo de adaptação à imprevisibilidade. Quando o corpo se torna incerto, o cérebro entra em modo de vigilância — a neurociência mostra que o sistema límbico (especialmente a amígdala) se ativa com mais frequência, sinalizando perigo mesmo quando não há ameaça imediata. Com o tempo, essa hiperativação pode se transformar em cansaço, irritabilidade ou até em dificuldade de sentir prazer. Entender isso ajuda a olhar para a ansiedade não como inimiga, mas como um pedido do corpo por regulação e segurança.
Uma forma de começar é tentar dar nome às emoções em vez de apenas senti-las — “medo”, “insegurança”, “tristeza”, “raiva por precisar lidar com isso”. Nomear é uma forma de organizar a mente e acalmar o sistema nervoso. Práticas de atenção plena, como o Mindfulness, ajudam o cérebro a voltar para o presente, reduzindo a ruminação sobre o futuro. E, claro, ter um espaço terapêutico seguro permite explorar o significado dessa experiência e construir um sentido pessoal de continuidade, mesmo em meio às pausas que a doença impõe.
Talvez ajude refletir: o que essa ansiedade está tentando te mostrar? Em quais momentos ela fala mais alto — quando o corpo dói, quando há silêncio, ou quando o futuro parece distante? E se, em vez de combatê-la, você aprendesse a escutá-la com curiosidade e gentileza, o que ela te revelaria sobre o que é mais importante agora?
A terapia pode te ajudar a encontrar esse equilíbrio entre corpo, mente e propósito, transformando o medo em presença e cuidado. Caso precise, estou à disposição.
Lidar com essa ansiedade começa por reconhecer que ela faz parte do processo de adaptação à imprevisibilidade. Quando o corpo se torna incerto, o cérebro entra em modo de vigilância — a neurociência mostra que o sistema límbico (especialmente a amígdala) se ativa com mais frequência, sinalizando perigo mesmo quando não há ameaça imediata. Com o tempo, essa hiperativação pode se transformar em cansaço, irritabilidade ou até em dificuldade de sentir prazer. Entender isso ajuda a olhar para a ansiedade não como inimiga, mas como um pedido do corpo por regulação e segurança.
Uma forma de começar é tentar dar nome às emoções em vez de apenas senti-las — “medo”, “insegurança”, “tristeza”, “raiva por precisar lidar com isso”. Nomear é uma forma de organizar a mente e acalmar o sistema nervoso. Práticas de atenção plena, como o Mindfulness, ajudam o cérebro a voltar para o presente, reduzindo a ruminação sobre o futuro. E, claro, ter um espaço terapêutico seguro permite explorar o significado dessa experiência e construir um sentido pessoal de continuidade, mesmo em meio às pausas que a doença impõe.
Talvez ajude refletir: o que essa ansiedade está tentando te mostrar? Em quais momentos ela fala mais alto — quando o corpo dói, quando há silêncio, ou quando o futuro parece distante? E se, em vez de combatê-la, você aprendesse a escutá-la com curiosidade e gentileza, o que ela te revelaria sobre o que é mais importante agora?
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É importante que você marque uma entrevista com um psicólogo ou psicanalista que possa te ajudar a encontrar formas para entender e lidar com o que está te acontecendo diante do diagnóstico de Lúpus que você recebeu.
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