Como lidar com a hiperverbalidade no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
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Como lidar com a hiperverbalidade no Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
Primeiramente precisa entender a função desse comportamento. Contudo, provavelmente estará relacionada com a déficit no repertório social, nesse caso, é preciso avaliar se a pessoa consegue perceber estímulos não verbais (expressões faciais da outra pessoa, por exemplo) e ensiná-la a ficar atento aos estímulos que fazem parte de uma interação social, assim como ampliar o repertório de "fala", como por exemplo diversidade nos assuntos e profundidade dos temas.
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A hiperverbalidade no Transtorno do Espectro Autista (TEA) refere-se a uma tendência a falar de forma extensa ou com muitos detalhes, especialmente sobre temas de grande interesse para a pessoa.
Em alguns casos, isso pode estar relacionado à dificuldade em perceber sinais sociais que indicam quando o interlocutor deseja encerrar ou mudar de assunto, ou à intensidade do interesse por determinados temas.
Para lidar com essa característica, pode ser útil trabalhar o reconhecimento de pistas sociais em conversas, como pausas, mudanças de expressão ou tentativas de intervenção da outra pessoa. Também podem ser desenvolvidas estratégias para organizar melhor a comunicação, como fazer pausas, perguntar ao outro se deseja continuar falando sobre o assunto ou combinar tempos de fala em determinadas situações.
Quando essa característica gera dificuldades nas relações sociais ou no ambiente acadêmico e profissional, o acompanhamento psicológico pode ajudar no desenvolvimento de habilidades sociais e estratégias de comunicação mais equilibradas.
Em alguns casos, isso pode estar relacionado à dificuldade em perceber sinais sociais que indicam quando o interlocutor deseja encerrar ou mudar de assunto, ou à intensidade do interesse por determinados temas.
Para lidar com essa característica, pode ser útil trabalhar o reconhecimento de pistas sociais em conversas, como pausas, mudanças de expressão ou tentativas de intervenção da outra pessoa. Também podem ser desenvolvidas estratégias para organizar melhor a comunicação, como fazer pausas, perguntar ao outro se deseja continuar falando sobre o assunto ou combinar tempos de fala em determinadas situações.
Quando essa característica gera dificuldades nas relações sociais ou no ambiente acadêmico e profissional, o acompanhamento psicológico pode ajudar no desenvolvimento de habilidades sociais e estratégias de comunicação mais equilibradas.
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