Como lidar com a tendência a sabotagem nas conquistas pessoais no Transtorno de Personalidade Border
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Como lidar com a tendência a sabotagem nas conquistas pessoais no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
É preciso mostrar que a pessoa é merecedora do talento que tem. A pessoa não é um diagnóstico, ela está além disso.
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A tendência de sabotagem nas próprias conquistas no Transtorno de Personalidade Borderline costuma gerar muita confusão, porque, ao mesmo tempo em que a pessoa deseja avançar, algo interno parece puxar na direção contrária. E, na maioria das vezes, isso não acontece por falta de interesse ou capacidade, mas porque o sucesso pode ativar medos profundos, como o de não conseguir sustentar aquilo, de ser exposto ou até de perder o vínculo com outras pessoas.
Na terapia, o primeiro movimento é ajudar o paciente a entender o que aquela conquista representa emocionalmente. Em alguns casos, avançar pode trazer uma sensação de vulnerabilidade maior do que permanecer no lugar conhecido, mesmo que esse lugar seja doloroso. É como se o cérebro preferisse um sofrimento previsível a um cenário novo, onde não há garantias. Quando isso começa a ser nomeado, a autossabotagem deixa de parecer irracional e passa a ter um sentido dentro da história da pessoa.
Outro ponto importante é observar o momento exato em que o comportamento de sabotagem aparece. O terapeuta trabalha junto ao paciente para identificar quais pensamentos e emoções surgem quando algo começa a dar certo. Muitas vezes, aparecem crenças como “isso não vai durar” ou “eu não mereço isso”, que acabam conduzindo a ações que confirmam essas ideias. Ao tornar esse processo mais consciente, abre-se espaço para escolhas diferentes, mesmo que de forma gradual.
Faz sentido se perguntar: o que você sente quando percebe que algo está dando certo na sua vida? Existe alguma parte sua que fica desconfortável com isso? O que você imagina que poderia acontecer se essa conquista se mantivesse? E o quanto esse movimento já apareceu em outros momentos da sua trajetória?
Com o tempo, o objetivo não é eliminar completamente esse impulso, mas diminuir o seu poder automático. Quando o paciente começa a reconhecer esses padrões com mais clareza, ele ganha a possibilidade de sustentar suas conquistas sem precisar interrompê-las, construindo uma relação mais estável com o próprio crescimento.
Caso precise, estou à disposição.
A tendência de sabotagem nas próprias conquistas no Transtorno de Personalidade Borderline costuma gerar muita confusão, porque, ao mesmo tempo em que a pessoa deseja avançar, algo interno parece puxar na direção contrária. E, na maioria das vezes, isso não acontece por falta de interesse ou capacidade, mas porque o sucesso pode ativar medos profundos, como o de não conseguir sustentar aquilo, de ser exposto ou até de perder o vínculo com outras pessoas.
Na terapia, o primeiro movimento é ajudar o paciente a entender o que aquela conquista representa emocionalmente. Em alguns casos, avançar pode trazer uma sensação de vulnerabilidade maior do que permanecer no lugar conhecido, mesmo que esse lugar seja doloroso. É como se o cérebro preferisse um sofrimento previsível a um cenário novo, onde não há garantias. Quando isso começa a ser nomeado, a autossabotagem deixa de parecer irracional e passa a ter um sentido dentro da história da pessoa.
Outro ponto importante é observar o momento exato em que o comportamento de sabotagem aparece. O terapeuta trabalha junto ao paciente para identificar quais pensamentos e emoções surgem quando algo começa a dar certo. Muitas vezes, aparecem crenças como “isso não vai durar” ou “eu não mereço isso”, que acabam conduzindo a ações que confirmam essas ideias. Ao tornar esse processo mais consciente, abre-se espaço para escolhas diferentes, mesmo que de forma gradual.
Faz sentido se perguntar: o que você sente quando percebe que algo está dando certo na sua vida? Existe alguma parte sua que fica desconfortável com isso? O que você imagina que poderia acontecer se essa conquista se mantivesse? E o quanto esse movimento já apareceu em outros momentos da sua trajetória?
Com o tempo, o objetivo não é eliminar completamente esse impulso, mas diminuir o seu poder automático. Quando o paciente começa a reconhecer esses padrões com mais clareza, ele ganha a possibilidade de sustentar suas conquistas sem precisar interrompê-las, construindo uma relação mais estável com o próprio crescimento.
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