Como lidar com o impacto emocional do diagnóstico de uma doença crônica mental ?
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Como lidar com o impacto emocional do diagnóstico de uma doença crônica mental ?
Lidar com o impacto emocional do diagnóstico de uma doença mental crônica é um processo delicado que envolve acolhimento, tempo e suporte adequado. Ao receber esse diagnóstico, é comum que a pessoa experimente uma série de emoções intensas e contraditórias, como medo, tristeza, raiva, negação, vergonha ou até alívio por finalmente ter um nome para o sofrimento vivido. Reconhecer e aceitar esses sentimentos, sem se julgar, é um primeiro passo importante para construir um caminho de cuidado.
É fundamental buscar um espaço seguro, seja com profissionais da saúde mental, grupos de apoio ou pessoas próximas de confiança, onde seja possível expressar essas emoções e compartilhar dúvidas e angústias. A escuta qualificada ajuda a dar sentido ao que está sendo vivido e a elaborar novos significados para a doença, que não se reduza a um rótulo ou a um destino imutável.
O processo de aceitação não é linear e pode incluir momentos de resistência e recaídas emocionais, o que é absolutamente normal. Por isso, cultivar a paciência consigo mesmo e valorizar pequenos avanços no dia a dia faz parte da construção de uma nova relação consigo, com a doença e com a vida.
Além disso, é importante integrar o tratamento médico e psicoterápico, quando indicados, e investir em práticas que promovam o autocuidado, como alimentação equilibrada, atividade física, sono regular e atividades que tragam prazer e sentido. Enxergar a doença como uma parte da vida, mas não sua totalidade, pode abrir espaço para que a pessoa se perceba como protagonista do próprio cuidado e das possibilidades que ainda existem.
É fundamental buscar um espaço seguro, seja com profissionais da saúde mental, grupos de apoio ou pessoas próximas de confiança, onde seja possível expressar essas emoções e compartilhar dúvidas e angústias. A escuta qualificada ajuda a dar sentido ao que está sendo vivido e a elaborar novos significados para a doença, que não se reduza a um rótulo ou a um destino imutável.
O processo de aceitação não é linear e pode incluir momentos de resistência e recaídas emocionais, o que é absolutamente normal. Por isso, cultivar a paciência consigo mesmo e valorizar pequenos avanços no dia a dia faz parte da construção de uma nova relação consigo, com a doença e com a vida.
Além disso, é importante integrar o tratamento médico e psicoterápico, quando indicados, e investir em práticas que promovam o autocuidado, como alimentação equilibrada, atividade física, sono regular e atividades que tragam prazer e sentido. Enxergar a doença como uma parte da vida, mas não sua totalidade, pode abrir espaço para que a pessoa se perceba como protagonista do próprio cuidado e das possibilidades que ainda existem.
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Os diagnósticos (crônicos ou não) de doença mental são categorias construídas histórica e socialmente pela comunidade médica e acadêmica. Nesse sentido, servem como ferramentas de orientação do trabalho do clínico derivadas de convenções passíveis de mudanças e reformulações. Por esse motivo, não são categorias eternas e tampouco servem como rótulos. Se o diagnóstico está lhe reduzindo ou lhe afunilando isso não é sadio. Recomendo que valorize quem você é, incluindo suas relações, seus gostos, sua história de vida e, sobretudo, sua criatividade e seu caráter. Quando colocar essas coisas em primeiro lugar verá que o diagnóstico nada mais é que mais um olhar sobre você dentre tantos outros possíveis.
Para lidar com esse impacto você vai precisar de apoio profissional (psicologo e/ou psiquiatra), reconhecer e aceitar as suas emoções, tenha uma rede de apoio segura e de confiança, informe-se melhor sobre o seu diagnóstico, isso vai ajudar a diminuir o medo do desonhecido. Cultive esperança realista, doenças mentais tem tratamento, com suporte e cuidado é possível ter uma vida plena.
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