Como o terapeuta pode lidar com a "sensação de tudo ou nada" no paciente com Transtorno de Personali
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Como o terapeuta pode lidar com a "sensação de tudo ou nada" no paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
O terapeuta pode lidar com a “sensação de tudo ou nada” em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline ajudando a introduzir gradações na experiência emocional e cognitiva, desacelerando conclusões extremas e explorando nuances entre os polos, convidando o paciente a sustentar estados intermediários sem precisar resolvê-los imediatamente. Isso envolve nomear o movimento de polarização quando ele surge, diferenciar fatos de interpretações e construir leituras mais complexas das situações e das relações. Na perspectiva psicanalítica, essa dinâmica está ligada a defesas primitivas como a clivagem, e aparece na transferência como oscilações intensas na forma de perceber o terapeuta; ao sustentar essas variações sem se alinhar a nenhum dos extremos, o terapeuta oferece uma experiência de integração, e talvez, pouco a pouco, o paciente possa perceber que o outro e ele mesmo podem ser bons e falhos ao mesmo tempo, sem que isso precise levar a rupturas.
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