. Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar c
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. Como o terapeuta pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com a rejeição sem se sentir completamente desvalorizado?
O terapeuta pode ajudar pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline a lidar com a rejeição trabalhando a diferenciação entre o evento externo e o valor pessoal, ajudando o paciente a nomear a dor sem colapsar em desvalorização total. Isso inclui identificar gatilhos, questionar leituras absolutas (“fui rejeitado” ≠ “não tenho valor”) e construir respostas mais reguladas antes de agir. Na perspectiva psicanalítica, a rejeição frequentemente reativa experiências primitivas de abandono, e na transferência pode ser elaborada em um vínculo que se mantém estável apesar de frustrações, permitindo que o paciente internalize uma experiência onde o outro não desaparece diante do conflito; talvez, aos poucos, isso abra espaço para sustentar a dor sem que ela defina quem ele é.
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Utilizando abordagens estruturadas, como a Terapia Comportamental Dialética (DBT) e a Terapia do Esquema, focando em validação emocional, regulação afetiva e reestruturação cognitiva. O objetivo é desassociar a rejeição do valor pessoal e reduzir a sensibilidade extrema à rejeição.
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