. Como os profissionais de saúde abordam a dificuldade na reciprocidade social em pessoas com Transt
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. Como os profissionais de saúde abordam a dificuldade na reciprocidade social em pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?
É necessário realizar uma avaliação das habilidades sociais e após isso realizar programas de ensino individualizado para ensino desses comportamentos.
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Oi, tudo bem? Que bom que você trouxe essa questão — ela toca num ponto central do cuidado em autismo, que é entender a reciprocidade social não como algo a ser “corrigido”, mas como um território de encontro entre diferentes formas de se relacionar.
Os profissionais de saúde — psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e psiquiatras — costumam trabalhar a reciprocidade social de maneira integrada, buscando compreender o que está por trás das dificuldades e o que cada pessoa precisa para se sentir segura ao interagir. Em vez de exigir respostas sociais padronizadas, o foco é criar experiências emocionais seguras, onde a pessoa possa explorar vínculos sem medo de errar. Isso pode incluir desde o treino de habilidades sociais até abordagens baseadas em vínculos afetivos, como intervenções mediadas pelos pais ou terapias que priorizam o olhar, o interesse compartilhado e o prazer de estar junto.
Do ponto de vista da neurociência, o objetivo não é “forçar” o cérebro autista a reagir como um cérebro neurotípico, mas ajudá-lo a ampliar suas conexões com o ambiente. Quando o sistema nervoso se sente seguro — sem sobrecarga de estímulos ou cobranças — ele consegue se abrir para o aprendizado social. É como se o cérebro dissesse: “agora posso me conectar, porque o mundo não parece mais uma ameaça.”
Você já percebeu como as interações fluem melhor quando existe acolhimento e não pressa? A reciprocidade cresce justamente nesses espaços de calma e previsibilidade. O papel do profissional é, acima de tudo, traduzir as linguagens — ajudar a pessoa autista a entender o outro e o outro a entender a pessoa autista. Quando esse encontro acontece, o que chamamos de “dificuldade” começa a se transformar em novas formas de conexão.
Caso precise, estou à disposição.
Os profissionais de saúde — psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e psiquiatras — costumam trabalhar a reciprocidade social de maneira integrada, buscando compreender o que está por trás das dificuldades e o que cada pessoa precisa para se sentir segura ao interagir. Em vez de exigir respostas sociais padronizadas, o foco é criar experiências emocionais seguras, onde a pessoa possa explorar vínculos sem medo de errar. Isso pode incluir desde o treino de habilidades sociais até abordagens baseadas em vínculos afetivos, como intervenções mediadas pelos pais ou terapias que priorizam o olhar, o interesse compartilhado e o prazer de estar junto.
Do ponto de vista da neurociência, o objetivo não é “forçar” o cérebro autista a reagir como um cérebro neurotípico, mas ajudá-lo a ampliar suas conexões com o ambiente. Quando o sistema nervoso se sente seguro — sem sobrecarga de estímulos ou cobranças — ele consegue se abrir para o aprendizado social. É como se o cérebro dissesse: “agora posso me conectar, porque o mundo não parece mais uma ameaça.”
Você já percebeu como as interações fluem melhor quando existe acolhimento e não pressa? A reciprocidade cresce justamente nesses espaços de calma e previsibilidade. O papel do profissional é, acima de tudo, traduzir as linguagens — ajudar a pessoa autista a entender o outro e o outro a entender a pessoa autista. Quando esse encontro acontece, o que chamamos de “dificuldade” começa a se transformar em novas formas de conexão.
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