Como os psicólogos podem ajudar os pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lida
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Como os psicólogos podem ajudar os pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com a sensação de despersonalização ou desrealização que podem experimentar?
Olá, tudo bem?
A sensação de despersonalização ou desrealização pode ser bastante assustadora para quem vivencia, especialmente no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline. É como se, em alguns momentos, a pessoa se sentisse desconectada de si mesma ou do ambiente, como se estivesse “assistindo à própria vida de fora” ou como se o mundo estivesse estranho, irreal. Embora seja angustiante, esse fenômeno geralmente está ligado a estados de sobrecarga emocional, funcionando como uma espécie de proteção do sistema psíquico.
O trabalho do psicólogo começa ajudando o paciente a entender que essas experiências, apesar de desconfortáveis, não significam que ele está “perdendo o controle” ou “enlouquecendo”. Muitas vezes, quanto mais a pessoa teme essas sensações, mais intensas elas podem se tornar. Ao compreender o que está acontecendo, já se reduz parte da ansiedade associada ao fenômeno.
Na terapia, também se desenvolvem formas de reconectar a pessoa ao momento presente. Isso envolve trabalhar a percepção corporal, a atenção ao ambiente e a capacidade de se ancorar na experiência atual, reduzindo essa sensação de afastamento. Paralelamente, é importante identificar quais emoções ou situações costumam anteceder esses episódios, pois frequentemente eles aparecem quando algo interno se torna difícil demais de processar naquele instante.
Outro aspecto relevante é fortalecer a regulação emocional como um todo. À medida que o paciente aprende a lidar melhor com emoções intensas, a necessidade desse tipo de “desligamento” tende a diminuir. Além disso, o espaço terapêutico permite explorar, com segurança, os significados dessas experiências e o que elas podem estar tentando evitar ou proteger.
Talvez faça sentido você se perguntar: em que momentos essas sensações costumam aparecer? Existe alguma emoção ou situação que vem antes delas? O que você costuma pensar quando isso acontece? E o quanto o medo dessas sensações pode estar contribuindo para que elas se intensifiquem?
Essas reflexões ajudam a transformar uma experiência assustadora em algo mais compreensível e manejável. Com acompanhamento adequado, é possível reduzir tanto a frequência quanto o impacto desses episódios.
Caso precise, estou à disposição.
A sensação de despersonalização ou desrealização pode ser bastante assustadora para quem vivencia, especialmente no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline. É como se, em alguns momentos, a pessoa se sentisse desconectada de si mesma ou do ambiente, como se estivesse “assistindo à própria vida de fora” ou como se o mundo estivesse estranho, irreal. Embora seja angustiante, esse fenômeno geralmente está ligado a estados de sobrecarga emocional, funcionando como uma espécie de proteção do sistema psíquico.
O trabalho do psicólogo começa ajudando o paciente a entender que essas experiências, apesar de desconfortáveis, não significam que ele está “perdendo o controle” ou “enlouquecendo”. Muitas vezes, quanto mais a pessoa teme essas sensações, mais intensas elas podem se tornar. Ao compreender o que está acontecendo, já se reduz parte da ansiedade associada ao fenômeno.
Na terapia, também se desenvolvem formas de reconectar a pessoa ao momento presente. Isso envolve trabalhar a percepção corporal, a atenção ao ambiente e a capacidade de se ancorar na experiência atual, reduzindo essa sensação de afastamento. Paralelamente, é importante identificar quais emoções ou situações costumam anteceder esses episódios, pois frequentemente eles aparecem quando algo interno se torna difícil demais de processar naquele instante.
Outro aspecto relevante é fortalecer a regulação emocional como um todo. À medida que o paciente aprende a lidar melhor com emoções intensas, a necessidade desse tipo de “desligamento” tende a diminuir. Além disso, o espaço terapêutico permite explorar, com segurança, os significados dessas experiências e o que elas podem estar tentando evitar ou proteger.
Talvez faça sentido você se perguntar: em que momentos essas sensações costumam aparecer? Existe alguma emoção ou situação que vem antes delas? O que você costuma pensar quando isso acontece? E o quanto o medo dessas sensações pode estar contribuindo para que elas se intensifiquem?
Essas reflexões ajudam a transformar uma experiência assustadora em algo mais compreensível e manejável. Com acompanhamento adequado, é possível reduzir tanto a frequência quanto o impacto desses episódios.
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Psicólogos podem ajudar pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline a lidar com despersonalização ou desrealização ensinando técnicas de grounding, atenção plena e conexão com sensações corporais, além de validar a experiência sem julgá-la como “estranha” ou patológica. Explorar gatilhos emocionais e situações de sobrecarga ajuda o paciente a reconhecer padrões que antecedem esses episódios. Na perspectiva psicanalítica, a transferência permite simbolizar estados fragmentados do eu, oferecendo contenção e ajudando o paciente a integrar experiências dissociativas de forma segura e gradual.
A sensação de despersonalização ou desrealização pode ser muito angustiante, e o trabalho terapêutico ajuda o paciente a se reconectar com o momento presente, reconhecendo essas experiências sem pânico e entendendo em quais situações elas costumam aparecer.
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