Como .podemos envolver os pacientes com doenças crônicas mentais nos cuidados preventivos de saúde m

3 respostas
Como .podemos envolver os pacientes com doenças crônicas mentais nos cuidados preventivos de saúde mental ?
 Fábio Oliveira
Psicólogo
Pindamonhangaba
Podemos envolver os pacientes com doenças crônicas mentais nos cuidados preventivos de saúde mental por meio da educação em saúde, aumentando o entendimento sobre a importância da prevenção, do acompanhamento contínuo com uma equipe multiprofissional, do fortalecimento do vínculo terapêutico com escuta ativa e empatia, da promoção de hábitos saudáveis como sono adequado, alimentação equilibrada e prática de atividades físicas, além da inclusão em grupos de apoio que favoreçam a troca de experiências e o suporte emocional.

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
Boa Tarde! Como vai? Quando se fala em doença crônica mental, não há exatamente como prevenir, pois o quadro já está estabelecido. O que você pode fazer é auxiliar a pessoa a aderir ao tratamento, ainda assim, de toda forma, é necessário avaliar o desejo da pessoa em se tratar. A terapia e o tratamento mental como um todo é uma via de mão dupla. Você pode pagar ao melhor profissional, mas se a pessoa não quiser fazer o tratamento, nem o melhor profissional vai evoluir o quadro dela. De toda forma, depende do quadro de saúde mental que está se falando. Cada adoecimento mental é específico. Você pode entrar na terapia e se autoconhecer pra dar maior suporte emocional a essa pessoa sem absorver tanto os problemas dela. Eu fico à tua disposição, caso deseje atendimento psicológico.
Para envolver pacientes com doenças crônicas mentais nos cuidados preventivos de saúde mental, é preciso uma abordagem contínua, relacional e humanizada.
Algumas estratégias possíveis são:

1- Psicoeducação acessível e contínua: ajudar o paciente a compreender sua condição, os sinais de alerta, os fatores de risco e de proteção, de forma a estimulá-lo a se sentir mais ativo em seu cuidado.

2- Promoção do protagonismo e da autonomia: envolver o paciente nas decisões sobre o tratamento, respeitando seus limites, tendo em vista que pequenas escolhas fortalecem a sensação de controle e adesão aos cuidados preventivos.

3- Construção de rotinas de autocuidado: estimular hábitos como regularidade do sono, alimentação, atividade física, organização do uso de medicação e manejo do estresse.

4- Fortalecimento da rede de apoio: integrar família, cuidadores e serviços de saúde, ajudando-os a reconhecer sinais precoces de crise e recaída e a apoiar o paciente.

Especialistas

Luiz Carlo Lima da Silva

Luiz Carlo Lima da Silva

Psicólogo

Goiânia

Priscila Garcia Freitas

Priscila Garcia Freitas

Psicólogo

Rio de Janeiro

Daniela Lemos Sobral

Daniela Lemos Sobral

Psicólogo

Sorocaba

Luciana Cassol

Luciana Cassol

Psicólogo

Cachoeirinha

Michelle Sousa

Michelle Sousa

Psicólogo

Recife

Ana Raquel Righi Gomes

Ana Raquel Righi Gomes

Psicólogo

Campinas

Perguntas relacionadas

Você quer enviar sua pergunta?

Nossos especialistas responderam a 1003 perguntas sobre Saude Mental
  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.