Como .podemos envolver os pacientes com doenças crônicas mentais nos cuidados preventivos de saúde m
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Como .podemos envolver os pacientes com doenças crônicas mentais nos cuidados preventivos de saúde mental ?
Podemos envolver os pacientes com doenças crônicas mentais nos cuidados preventivos de saúde mental por meio da educação em saúde, aumentando o entendimento sobre a importância da prevenção, do acompanhamento contínuo com uma equipe multiprofissional, do fortalecimento do vínculo terapêutico com escuta ativa e empatia, da promoção de hábitos saudáveis como sono adequado, alimentação equilibrada e prática de atividades físicas, além da inclusão em grupos de apoio que favoreçam a troca de experiências e o suporte emocional.
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Boa Tarde! Como vai? Quando se fala em doença crônica mental, não há exatamente como prevenir, pois o quadro já está estabelecido. O que você pode fazer é auxiliar a pessoa a aderir ao tratamento, ainda assim, de toda forma, é necessário avaliar o desejo da pessoa em se tratar. A terapia e o tratamento mental como um todo é uma via de mão dupla. Você pode pagar ao melhor profissional, mas se a pessoa não quiser fazer o tratamento, nem o melhor profissional vai evoluir o quadro dela. De toda forma, depende do quadro de saúde mental que está se falando. Cada adoecimento mental é específico. Você pode entrar na terapia e se autoconhecer pra dar maior suporte emocional a essa pessoa sem absorver tanto os problemas dela. Eu fico à tua disposição, caso deseje atendimento psicológico.
Para envolver pacientes com doenças crônicas mentais nos cuidados preventivos de saúde mental, é preciso uma abordagem contínua, relacional e humanizada.
Algumas estratégias possíveis são:
1- Psicoeducação acessível e contínua: ajudar o paciente a compreender sua condição, os sinais de alerta, os fatores de risco e de proteção, de forma a estimulá-lo a se sentir mais ativo em seu cuidado.
2- Promoção do protagonismo e da autonomia: envolver o paciente nas decisões sobre o tratamento, respeitando seus limites, tendo em vista que pequenas escolhas fortalecem a sensação de controle e adesão aos cuidados preventivos.
3- Construção de rotinas de autocuidado: estimular hábitos como regularidade do sono, alimentação, atividade física, organização do uso de medicação e manejo do estresse.
4- Fortalecimento da rede de apoio: integrar família, cuidadores e serviços de saúde, ajudando-os a reconhecer sinais precoces de crise e recaída e a apoiar o paciente.
Algumas estratégias possíveis são:
1- Psicoeducação acessível e contínua: ajudar o paciente a compreender sua condição, os sinais de alerta, os fatores de risco e de proteção, de forma a estimulá-lo a se sentir mais ativo em seu cuidado.
2- Promoção do protagonismo e da autonomia: envolver o paciente nas decisões sobre o tratamento, respeitando seus limites, tendo em vista que pequenas escolhas fortalecem a sensação de controle e adesão aos cuidados preventivos.
3- Construção de rotinas de autocuidado: estimular hábitos como regularidade do sono, alimentação, atividade física, organização do uso de medicação e manejo do estresse.
4- Fortalecimento da rede de apoio: integrar família, cuidadores e serviços de saúde, ajudando-os a reconhecer sinais precoces de crise e recaída e a apoiar o paciente.
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