Como posso ser mais assertivo e menos reativo nos meus relacionamentos?
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Como posso ser mais assertivo e menos reativo nos meus relacionamentos?
Olá!
Primeiramente, o importante é desenvolver uma comunicação assertiva juntamente com seu parceiro ou sua parceira. Dialogar sobre temas importantes e que afetam a relação é algo que precisa acontecer e nem sempre vai ser confortável, mas é importante respeitar o opinião do outro, saber ouvir e expressar o seu ponto de modo assertivo.
Expressar seus sentimentos, suas chateações e necessidades de forma respeitosa e direta também é essencial para a assertividade na relação.
É muito importante o compromisso de ambas as partes com o crescimento individual de cada um e como casal também. Isso influencia na prceira e dedicação de ambos dentro dessa relação.
Primeiramente, o importante é desenvolver uma comunicação assertiva juntamente com seu parceiro ou sua parceira. Dialogar sobre temas importantes e que afetam a relação é algo que precisa acontecer e nem sempre vai ser confortável, mas é importante respeitar o opinião do outro, saber ouvir e expressar o seu ponto de modo assertivo.
Expressar seus sentimentos, suas chateações e necessidades de forma respeitosa e direta também é essencial para a assertividade na relação.
É muito importante o compromisso de ambas as partes com o crescimento individual de cada um e como casal também. Isso influencia na prceira e dedicação de ambos dentro dessa relação.
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Pergunta bem objetiva e de um tema que sempre é requisitado.
Utilizarei a linguagem de Jung para abordar essa questão, num caminho rico e transformador.
A abordagem junguiana vê essa dificuldade não como um defeito, mas como uma oportunidade de crescimento e de diálogo com partes de nós mesmos que precisam de atenção, numa busca de se relacionar de uma forma mais consciente e menos automática.
Essa pergunta que você traz é central para a jornada de autoconhecimento e toca o coração de como nos conectamos com os outros e, principalmente, conosco mesmos.
Do ponto de vista da psicologia de Jung, a reactividade, as reações intensas e imediatas que parecem vir de um lugar quase automático, muitas vezes são sinais de que uma ferida ou um complexo foi tocado, energizado com a vivência ocorrida. Os complexos são carregados com as energias emocionais, de histórias, memórias e dores passadas. Quando alguém esbarra nesse nó, é como se uma parte de nós tomasse temporariamente o controle que, no caso aqui abordado, é a Sombra em Jung, em que não reagimos apenas à situação presente, mas a um acúmulo de experiências passadas.
A assertividade, por outro lado, é a voz do Self, o nosso centro mais profundo, essencial e sábio, em que é através desse que temos a capacidade de expressar nossas necessidades, limites e verdades com clareza e respeito, sem ser violado nem violar o outro. Tornar-se assertivo é um processo de individuação, de se tornar quem você verdadeiramente é, integrando todas as suas partes, as suas vivências numa forma cada vez mais integrativa e de respeito a si mesmo e com o outro em comunidade.
Para tal, vejo uns pontos bem interessantes para refletirmos. Antes de mudar, convido você a apenas observar e questionar se. Quando uma reação intensa surgir, respire e pergunte-se gentilmente, numa forma que promova um auto respeito: "Qual parte de mim se sente tão ameaçada agora?", "Esta situação me lembra algo antigo?". Não tente calar essa parte reativa, ouça-a, respeite e busque integrá-la. Ela é uma mensageira da sua Sombra, a qual tenta te proteger de uma dor antiga. Aceitar sua existência é o primeiro passo para integrá-la e não ser mais dominado por ela.
Uma reflexão também que eu vejo aqui é que a reactividade é instantânea e a assertividade nasce de uma pausa. Nesse espaço, reflita, respire fundo e pergunte: "O que eu realmente preciso expressar aqui?", "Qual a forma mais sábia e genuína de me posicionar?". Aqui é um lugar do habitar se, de reconhecer se e de sua consciência nascer. Reconheça essas vozes como partes de você, mas não como donas da verdade. Construía uma relação com elas e você pode agradecê-las por tentarem te proteger e então escolher uma resposta mais alinhada com a sua essência.
Aqui, trouxe um pouco do que podemos refletir e lembre-se que este não é um processo linear. É uma dança, evoluções e questionamentos, estagnações e dinâmicas, num diálogo contínuo com você mesmo. Cada momento de consciência, cada experiência conquistada, é uma vitória tremenda na sua jornada de individuação, numa reconexão com a sua própria totalidade.
Fico à disposição para elaborarmos este e demais assuntos que te tragam questionamentos e, qualquer dúvida, entre em contato via site do Doctoralia ou diretamente comigo nos meus contatos.
Até logo e fique bem!
Utilizarei a linguagem de Jung para abordar essa questão, num caminho rico e transformador.
A abordagem junguiana vê essa dificuldade não como um defeito, mas como uma oportunidade de crescimento e de diálogo com partes de nós mesmos que precisam de atenção, numa busca de se relacionar de uma forma mais consciente e menos automática.
Essa pergunta que você traz é central para a jornada de autoconhecimento e toca o coração de como nos conectamos com os outros e, principalmente, conosco mesmos.
Do ponto de vista da psicologia de Jung, a reactividade, as reações intensas e imediatas que parecem vir de um lugar quase automático, muitas vezes são sinais de que uma ferida ou um complexo foi tocado, energizado com a vivência ocorrida. Os complexos são carregados com as energias emocionais, de histórias, memórias e dores passadas. Quando alguém esbarra nesse nó, é como se uma parte de nós tomasse temporariamente o controle que, no caso aqui abordado, é a Sombra em Jung, em que não reagimos apenas à situação presente, mas a um acúmulo de experiências passadas.
A assertividade, por outro lado, é a voz do Self, o nosso centro mais profundo, essencial e sábio, em que é através desse que temos a capacidade de expressar nossas necessidades, limites e verdades com clareza e respeito, sem ser violado nem violar o outro. Tornar-se assertivo é um processo de individuação, de se tornar quem você verdadeiramente é, integrando todas as suas partes, as suas vivências numa forma cada vez mais integrativa e de respeito a si mesmo e com o outro em comunidade.
Para tal, vejo uns pontos bem interessantes para refletirmos. Antes de mudar, convido você a apenas observar e questionar se. Quando uma reação intensa surgir, respire e pergunte-se gentilmente, numa forma que promova um auto respeito: "Qual parte de mim se sente tão ameaçada agora?", "Esta situação me lembra algo antigo?". Não tente calar essa parte reativa, ouça-a, respeite e busque integrá-la. Ela é uma mensageira da sua Sombra, a qual tenta te proteger de uma dor antiga. Aceitar sua existência é o primeiro passo para integrá-la e não ser mais dominado por ela.
Uma reflexão também que eu vejo aqui é que a reactividade é instantânea e a assertividade nasce de uma pausa. Nesse espaço, reflita, respire fundo e pergunte: "O que eu realmente preciso expressar aqui?", "Qual a forma mais sábia e genuína de me posicionar?". Aqui é um lugar do habitar se, de reconhecer se e de sua consciência nascer. Reconheça essas vozes como partes de você, mas não como donas da verdade. Construía uma relação com elas e você pode agradecê-las por tentarem te proteger e então escolher uma resposta mais alinhada com a sua essência.
Aqui, trouxe um pouco do que podemos refletir e lembre-se que este não é um processo linear. É uma dança, evoluções e questionamentos, estagnações e dinâmicas, num diálogo contínuo com você mesmo. Cada momento de consciência, cada experiência conquistada, é uma vitória tremenda na sua jornada de individuação, numa reconexão com a sua própria totalidade.
Fico à disposição para elaborarmos este e demais assuntos que te tragam questionamentos e, qualquer dúvida, entre em contato via site do Doctoralia ou diretamente comigo nos meus contatos.
Até logo e fique bem!
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