Como um paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) se encaixa na perspectiva transdiagnóstico?
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Como um paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) se encaixa na perspectiva transdiagnóstico?
Um paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) se encaixa bem na abordagem transdiagnóstica porque, além dos sintomas físicos, geralmente enfrenta estresse crônico, ansiedade, depressão, medo de recaídas e dificuldade para lidar com limitações.
A abordagem transdiagnóstica ajuda a tratar esses processos comuns, como evitação, rigidez emocional e pensamentos catastróficos, independentemente do diagnóstico médico. Isso fortalece a autorregulação e melhora a qualidade de vida mesmo com a doença ativa.
A abordagem transdiagnóstica ajuda a tratar esses processos comuns, como evitação, rigidez emocional e pensamentos catastróficos, independentemente do diagnóstico médico. Isso fortalece a autorregulação e melhora a qualidade de vida mesmo com a doença ativa.
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Na perspectiva transdiagnóstica, um paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico é visto considerando processos psicológicos e cognitivos comuns a diferentes condições, e não apenas o diagnóstico médico isolado. Por exemplo, sintomas como fadiga intensa, dor crônica, ansiedade, depressão e alterações neurocognitivas (a névoa lúpica) podem ser entendidos como fatores que interagem para gerar sofrimento e dificultar o funcionamento diário, independentemente de serem atribuídos exclusivamente ao LES. Essa abordagem permite intervenções focadas em processos centrais, como regulação emocional, manejo de estresse, estratégias de atenção e memória, e enfrentamento da dor e fadiga, favorecendo melhora da qualidade de vida mesmo diante de múltiplas condições. O transdiagnóstico amplia a compreensão do paciente, integrando aspectos físicos, cognitivos e emocionais de forma holística.
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