Criança que apresentou convulsão aos 6 meses,medicada e no último vídeo EEG agora com 3 anos e 4 mes
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Criança que apresentou convulsão aos 6 meses,medicada e no último vídeo EEG agora com 3 anos e 4 meses apresentou rara atividade epileptiforme com projeção em regiões frontais bilaterais deve continuar com a medicação?
Boa Noite! Antes de responder é preciso que vc entenda a diferença entre crise eletrográfica e crise eletroclínica pois assim a resposta fica bem mais fácil. As Crises Eletrográficas consistem em registros de eletroencefalograma(EEG) em pacientes epilépticos, caracterizados por paroxísmos epileptiformes, sem que haja correlação com sinais e/ou sintomas de crises epilépticas, ou seja, não chegou a atingir o “limiar” de expressão clínica. O surgimento de descargas críticas, quando associadas a fenômeno epiléptico evidente ou referido pelo paciente são designadas “crises eletroclínicas”. Tendo em vista o laudo do EEG e diante do que foi exposto acima fica evidente que é imprescindível é sensato manter a medicação pois, caso contrário, as crises se farão presentes.
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Devemos sempre levar em conta não somente os achados eletrográficos, mas principalmente a idade de início, tipo de crises, a causa destas crises, o desenvolvimento neuropsicomotor e a resposta medicamentosa e data da última crise. Apesar da falta de alguns desses detalhes e a realização de vídeo EEG demonstra a necessidade de monitorização da atividade elétrica cerebral por eríodo prolongado para avaliar a presença ou não de crises subclínicas ou eletrograficas. Se há dúvidas quanto a manutenção ou não da droga antiepileptica, sugiro buscar uma nova opinião de um colega Neurologista Infantil para análise dos dados previamente citados
Bom dia!
Primeiramente precisa-se saber em que contexto a criança apresentava as crises convulsivas, e a quanto tempo não apresenta novos eventos de crise. Dependendo disso, e de outros fatores que só poderão ser elucidados em uma consulta médica, a criança poderá deixar de receber medicação.
Em suma, não será este exame que indicará se a criança depende ou não de medicação!
Primeiramente precisa-se saber em que contexto a criança apresentava as crises convulsivas, e a quanto tempo não apresenta novos eventos de crise. Dependendo disso, e de outros fatores que só poderão ser elucidados em uma consulta médica, a criança poderá deixar de receber medicação.
Em suma, não será este exame que indicará se a criança depende ou não de medicação!
Olá! É importante que o seu filho continue com o acompanhamento médico e a medicação prescrita pelo neurologista. A atividade epileptiforme indica que ele ainda tem propensão a convulsões e é fundamental manter a medicação para controlar essa condição. O médico poderá avaliar a necessidade de ajustar a dosagem ou mudar o medicamento, se for necessário. É importante manter um acompanhamento regular com o neurologista para garantir o melhor controle das crises e o bem-estar do seu filho. Caso haja dúvidas ou necessidade de mais informações, a teleconsulta com um neuropediatra pode ser uma excelente opção para esclarecimentos adicionais. Espero ter ajudado! Fico à sua disposição para mais esclarecimentos.
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Essa é uma dúvida muito importante, e a resposta depende de vários fatores. A presença de uma atividade epileptiforme rara no EEG, mesmo sem crises aparentes, pode indicar uma predisposição do cérebro a convulsões. Mas a decisão de manter ou suspender a medicação precisa levar em conta toda a história da criança: como foi a crise aos 6 meses, se houve outras, como está o desenvolvimento, o comportamento e a rotina do sono. Nem sempre o EEG sozinho determina a conduta. Ele é uma peça do quebra-cabeça que deve ser interpretada junto com a clínica. Em muitos casos, é mais seguro manter a medicação por um tempo maior para evitar o risco de novas crises, especialmente em crianças pequenas. O ideal é conversar com o especialista que acompanha a criança, revisando os exames, os sinais atuais e os próximos passos com calma e clareza.
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