Criança que apresentou convulsão aos 6 meses,medicada e no último vídeo EEG agora com 3 anos e 4 mes

5 respostas
Criança que apresentou convulsão aos 6 meses,medicada e no último vídeo EEG agora com 3 anos e 4 meses apresentou rara atividade epileptiforme com projeção em regiões frontais bilaterais deve continuar com a medicação?
Dr. Antonio Yasbec Chiarella
Generalista
Goiânia
Boa Noite! Antes de responder é preciso que vc entenda a diferença entre crise eletrográfica e crise eletroclínica pois assim a resposta fica bem mais fácil. As Crises Eletrográficas consistem em registros de eletroencefalograma(EEG) em pacientes epilépticos, caracterizados por paroxísmos epileptiformes, sem que haja correlação com sinais e/ou sintomas de crises epilépticas, ou seja, não chegou a atingir o “limiar” de expressão clínica. O surgimento de descargas críticas, quando associadas a fenômeno epiléptico evidente ou referido pelo paciente são designadas “crises eletroclínicas”. Tendo em vista o laudo do EEG e diante do que foi exposto acima fica evidente que é imprescindível é sensato manter a medicação pois, caso contrário, as crises se farão presentes.

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Dr. Marco César Rodrigues Roque
Neurologista pediátrico
São Paulo
Devemos sempre levar em conta não somente os achados eletrográficos, mas principalmente a idade de início, tipo de crises, a causa destas crises, o desenvolvimento neuropsicomotor e a resposta medicamentosa e data da última crise. Apesar da falta de alguns desses detalhes e a realização de vídeo EEG demonstra a necessidade de monitorização da atividade elétrica cerebral por eríodo prolongado para avaliar a presença ou não de crises subclínicas ou eletrograficas. Se há dúvidas quanto a manutenção ou não da droga antiepileptica, sugiro buscar uma nova opinião de um colega Neurologista Infantil para análise dos dados previamente citados
Dr. Felipe Augusto Poli de Souza
Neurologista pediátrico
Recife
Bom dia!
Primeiramente precisa-se saber em que contexto a criança apresentava as crises convulsivas, e a quanto tempo não apresenta novos eventos de crise. Dependendo disso, e de outros fatores que só poderão ser elucidados em uma consulta médica, a criança poderá deixar de receber medicação.
Em suma, não será este exame que indicará se a criança depende ou não de medicação!
Dr. Gustavo Holanda
Neurologista pediátrico
Recife
Olá! É importante que o seu filho continue com o acompanhamento médico e a medicação prescrita pelo neurologista. A atividade epileptiforme indica que ele ainda tem propensão a convulsões e é fundamental manter a medicação para controlar essa condição. O médico poderá avaliar a necessidade de ajustar a dosagem ou mudar o medicamento, se for necessário. É importante manter um acompanhamento regular com o neurologista para garantir o melhor controle das crises e o bem-estar do seu filho. Caso haja dúvidas ou necessidade de mais informações, a teleconsulta com um neuropediatra pode ser uma excelente opção para esclarecimentos adicionais. Espero ter ajudado! Fico à sua disposição para mais esclarecimentos.
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Dr. Luciano Pontes
Neurologista pediátrico, Pediatra
São Paulo
Essa é uma dúvida muito importante, e a resposta depende de vários fatores. A presença de uma atividade epileptiforme rara no EEG, mesmo sem crises aparentes, pode indicar uma predisposição do cérebro a convulsões. Mas a decisão de manter ou suspender a medicação precisa levar em conta toda a história da criança: como foi a crise aos 6 meses, se houve outras, como está o desenvolvimento, o comportamento e a rotina do sono. Nem sempre o EEG sozinho determina a conduta. Ele é uma peça do quebra-cabeça que deve ser interpretada junto com a clínica. Em muitos casos, é mais seguro manter a medicação por um tempo maior para evitar o risco de novas crises, especialmente em crianças pequenas. O ideal é conversar com o especialista que acompanha a criança, revisando os exames, os sinais atuais e os próximos passos com calma e clareza.

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