Dia 11/03 de 2025 terminei um relacionamento de cerca de 4 anos, relacionamento conturbado, problema
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Dia 11/03 de 2025 terminei um relacionamento de cerca de 4 anos, relacionamento conturbado, problemas que eu mesmo criei. Após isso, cerca de 2 meses depois, conheci uma pessoa, com quem comecei a ficar, e entramos num relacionamento, poucos dias atrás, terminamos, de forma idêntica ao relacionamento anterior, eu achei que não iria me sentir tao mal, mas agora, estou tão mal quanto da primeira vez, sensação de morte, fico pensando que provavelmente foi por que entrei em um outro relacionamento de cara, e não devia ter feito isso, mas dói muito, é como se eu estivesse revivendo aquilo tudo de novo... Medo de entrar em um quadro depressivo, tendo em vista que em menos de 1 ano, passei por 2 términos extremamente dolororos e praticamente igual, tudo igual... parece um filme que se repetiu. Esse quadro está me fazendo passar por sintomas psicológicos horríveis, me sinto mal, sozinho, a solidão é a pior coisa, perda da rotina, e etc...
Olá. Sinto muito por tudo isso, imagino o quão difícil deve estar sendo. É realmente doloroso quando identificamos que temos um padrão de agir que nos afasta da vida que desejamos viver. Nesses momentos, o melhor é buscar ajuda, como você está fazendo. Eu acredito que a psicoterapia pode te ajuda a viver nesse momento turbulento, e depois, te ajudar a descobrir um novo jeito de viver. Caso você deseje tentar esse processo, estou disponível para acompanhá-lo.
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Olá. Sinto muito que você esteja passando por essa dor. É comum, quando não compreendemos nosso padrões ou quando não resolvemos questões internas, elas se repetirem em novas situações.
A psicoterapia pode ser um espaço importante para acolher essa dor, ter mais clareza esses padrões e construir formas diferentes de se relacionar no futuro, reduzindo o risco de repetir o mesmo roteiro.
Abraço.
A psicoterapia pode ser um espaço importante para acolher essa dor, ter mais clareza esses padrões e construir formas diferentes de se relacionar no futuro, reduzindo o risco de repetir o mesmo roteiro.
Abraço.
Boa tarde! É compreensível que você esteja revivendo uma dor intensa, especialmente após dois términos semelhantes em pouco tempo, e talvez este seja um momento importante para acolher o luto, olhar com cuidado para os padrões que se repetem e priorizar seu autocuidado antes de iniciar um novo relacionamento, buscando apoio profissional se perceber que os sintomas estão se intensificando. Estou à disposição.
O que você descreve é compatível com um processo de luto afetivo intenso, potencializado por duas rupturas em curto espaço de tempo e por dinâmicas semelhantes entre os relacionamentos. Quando há repetição de padrões, é fundamental olhar para além do término em si e compreender os modelos relacionais internos que podem estar sendo reativados.
Muitas vezes, escolhas afetivas e formas de se posicionar nas relações estão relacionadas a vivências anteriores, experiências emocionais precoces, padrões de apego e estratégias aprendidas ao longo da vida. Quando essas questões não são elaboradas, existe maior probabilidade de repetição — não por falta de consciência, mas por funcionamento psíquico automatizado.
A intensidade do sofrimento atual pode estar relacionada não apenas à perda recente, mas também a conteúdos emocionais anteriores que foram reativados. Por isso, é muito importante buscar psicoterapia, para compreender o que está se repetindo, fortalecer recursos emocionais e prevenir a cronificação dos sintomas.
Na nossa Clínica, tanto eu como meus colegas, trabalhamos essas questões de forma técnica e individualizada, auxiliando na identificação de padrões relacionais, elaboração do luto e desenvolvimento de estratégias mais saudáveis de vínculo.
Buscar ajuda nesse momento não é sinal de fragilidade, mas de responsabilidade emocional consigo mesmo.
Muitas vezes, escolhas afetivas e formas de se posicionar nas relações estão relacionadas a vivências anteriores, experiências emocionais precoces, padrões de apego e estratégias aprendidas ao longo da vida. Quando essas questões não são elaboradas, existe maior probabilidade de repetição — não por falta de consciência, mas por funcionamento psíquico automatizado.
A intensidade do sofrimento atual pode estar relacionada não apenas à perda recente, mas também a conteúdos emocionais anteriores que foram reativados. Por isso, é muito importante buscar psicoterapia, para compreender o que está se repetindo, fortalecer recursos emocionais e prevenir a cronificação dos sintomas.
Na nossa Clínica, tanto eu como meus colegas, trabalhamos essas questões de forma técnica e individualizada, auxiliando na identificação de padrões relacionais, elaboração do luto e desenvolvimento de estratégias mais saudáveis de vínculo.
Buscar ajuda nesse momento não é sinal de fragilidade, mas de responsabilidade emocional consigo mesmo.
Você passou por duas perdas importantes em pouco tempo, e é natural que o impacto venha com força. Às vezes a gente acredita que já estava preparado, mas o término reacende dores que ainda não estavam totalmente elaboradas. Essa sensação de estar revivendo tudo pode ter mais a ver com o acúmulo emocional do que com fraqueza sua.
Entrar em outro relacionamento rapidamente não significa erro, mas pode ter acontecido antes de você conseguir digerir completamente o primeiro término. Agora seu corpo e sua mente parecem estar pedindo um tempo para sentir, organizar e compreender o que aconteceu. O medo de entrar em um quadro depressivo é um sinal de que você está atento a si mesmo, e isso é importante.
Tente, nesse momento, focar em pequenas estruturas: manter uma rotina mínima, preservar o sono, buscar contato com pessoas de confiança e não se isolar totalmente, mesmo que a vontade seja se fechar. Se os sintomas estiverem intensos, procurar acompanhamento psicológico pode ajudar muito a atravessar essa fase com mais apoio. Você não está sozinho por sentir isso, e essa dor, por mais forte que esteja agora, não é permanente.
Entrar em outro relacionamento rapidamente não significa erro, mas pode ter acontecido antes de você conseguir digerir completamente o primeiro término. Agora seu corpo e sua mente parecem estar pedindo um tempo para sentir, organizar e compreender o que aconteceu. O medo de entrar em um quadro depressivo é um sinal de que você está atento a si mesmo, e isso é importante.
Tente, nesse momento, focar em pequenas estruturas: manter uma rotina mínima, preservar o sono, buscar contato com pessoas de confiança e não se isolar totalmente, mesmo que a vontade seja se fechar. Se os sintomas estiverem intensos, procurar acompanhamento psicológico pode ajudar muito a atravessar essa fase com mais apoio. Você não está sozinho por sentir isso, e essa dor, por mais forte que esteja agora, não é permanente.
Olá! Prazer, me chamo Nathalia.
Primeiramente, sinto muito por todo esse processo de dor e sofrimento intenso. Términos de relacionamentos, especialmente quando são conturbados ou se repetem de forma semelhante, costumam ativar camadas muito profundas da nossa mente... Cabeça cheia de pensamentos, confusão do que é atual ou antigo.
Na perspectiva da Psicologia Analítica, aquilo que não foi elaborado internamente tende a se repetir... como uma tentativa da psique de trazer à consciência algo que precisa ser visto, compreendido e cuidado. Por isso, às vezes sentimos que estamos vivendo “o mesmo filme” — na verdade, é um padrão inconsciente pedindo elaboração...
É possível que esse segundo relacionamento tenha funcionado como uma espécie de anestesia da dor anterior. Quando ele termina, não dói apenas o agora — dói também o que ficou suspenso lá atrás. Isso explica essa sensação de estar revivendo tudo de novo, como se as duas perdas estivessem acontecendo ao mesmo tempo.
A intensidade dos sintomas que você descreve — sensação de morte, solidão profunda, ruptura da rotina — mostra o quanto esse vínculo tocou partes muito sensíveis da sua história emocional.
Não é fraqueza sentir assim. É sinal de que algo muito significativo foi mobilizado dentro de você. Seja generoso com você!.
Busque apoio, mantenha algum tipo de rotina mínima e, se possível, não atravesse isso sozinho. Essa fase não define quem você é — ela pode ser o início de um movimento de transformação, desde que você permita que ela seja elaborada, e não apenas atravessada.
Processos profundos doem — mas também podem abrir caminhos novos quando encontram espaço, escuta e cuidado.
Fico a disposição ;)
Primeiramente, sinto muito por todo esse processo de dor e sofrimento intenso. Términos de relacionamentos, especialmente quando são conturbados ou se repetem de forma semelhante, costumam ativar camadas muito profundas da nossa mente... Cabeça cheia de pensamentos, confusão do que é atual ou antigo.
Na perspectiva da Psicologia Analítica, aquilo que não foi elaborado internamente tende a se repetir... como uma tentativa da psique de trazer à consciência algo que precisa ser visto, compreendido e cuidado. Por isso, às vezes sentimos que estamos vivendo “o mesmo filme” — na verdade, é um padrão inconsciente pedindo elaboração...
É possível que esse segundo relacionamento tenha funcionado como uma espécie de anestesia da dor anterior. Quando ele termina, não dói apenas o agora — dói também o que ficou suspenso lá atrás. Isso explica essa sensação de estar revivendo tudo de novo, como se as duas perdas estivessem acontecendo ao mesmo tempo.
A intensidade dos sintomas que você descreve — sensação de morte, solidão profunda, ruptura da rotina — mostra o quanto esse vínculo tocou partes muito sensíveis da sua história emocional.
Não é fraqueza sentir assim. É sinal de que algo muito significativo foi mobilizado dentro de você. Seja generoso com você!.
Busque apoio, mantenha algum tipo de rotina mínima e, se possível, não atravesse isso sozinho. Essa fase não define quem você é — ela pode ser o início de um movimento de transformação, desde que você permita que ela seja elaborada, e não apenas atravessada.
Processos profundos doem — mas também podem abrir caminhos novos quando encontram espaço, escuta e cuidado.
Fico a disposição ;)
Esse medo é completamente normal, tendo em vista seu histórico com relacionamentos. Existe algo chamado "compulsão a repetição", que faz com que você se posicione/escolha da mesma forma que foi a primeira vez. Possivelmente, algumas questões já se apresentavam antes e você não conseguia perceber. O importante agora seria identificar os pontos de repetição para que não ocorra novamente, um trabalho de análise seria o ideal. Nesse processo de análise, você conseguiria perceber o porquê de determinadas atitudes, saindo do "automático" que leva às repetições.
O que exatamente se repetiu? Foram as circunstâncias? As escolhas? As expectativas? A forma como você se posicionou na relação?
Você menciona que, no primeiro relacionamento, houve problemas que você mesmo criou. Como você compreende isso hoje? O que reconhece como seu modo de estar na relação?
Às vezes buscamos uma nova relação não apenas pelo encontro com o outro, mas como forma de escapar do vazio, da solidão e da ruptura da rotina. Mas aquilo que não é elaborado tende a reaparecer.
O que acontece quando você está só, sem uma relação que organize sua rotina e seu sentido?
Talvez este momento, apesar de doloroso, possa ser vivido de forma a compreender seu modo de estar no mundo, suas expectativas, seus medos, suas repetições.
Você menciona que, no primeiro relacionamento, houve problemas que você mesmo criou. Como você compreende isso hoje? O que reconhece como seu modo de estar na relação?
Às vezes buscamos uma nova relação não apenas pelo encontro com o outro, mas como forma de escapar do vazio, da solidão e da ruptura da rotina. Mas aquilo que não é elaborado tende a reaparecer.
O que acontece quando você está só, sem uma relação que organize sua rotina e seu sentido?
Talvez este momento, apesar de doloroso, possa ser vivido de forma a compreender seu modo de estar no mundo, suas expectativas, seus medos, suas repetições.
O que você está sentindo é compatível com um luto relacional intenso. Mesmo que o segundo relacionamento tenha sido mais curto, ele pode ter reativado emoções que ainda não estavam totalmente elaboradas do término anterior. Quando entramos rapidamente em outra relação após uma ruptura dolorosa, às vezes buscamos aliviar a dor, mas isso não significa que o sentimento anterior tenha sido processado.
A sensação de “reviver tudo de novo” costuma ocorrer quando padrões emocionais se repetem e feridas ainda estão abertas. O medo de desenvolver um quadro depressivo é compreensível, especialmente diante de dois términos semelhantes em pouco tempo. No entanto, sofrimento intenso não é automaticamente depressão, é um sinal de que algo importante precisa ser compreendido.
Esse momento pode ser uma oportunidade de olhar para os padrões que se repetiram, para suas escolhas e para o que essas relações representaram para você. A solidão, a quebra de rotina e a sensação de vazio tendem a aumentar o impacto emocional, por isso é importante buscar apoio, seja de pessoas próximas ou acompanhamento psicológico.
Você não está “fraco” por estar sofrendo dessa forma. Mas enfrentar isso sozinho pode tornar o processo mais pesado. Cuidar desse momento agora pode evitar que ele se transforme em algo mais profundo no futuro.
A sensação de “reviver tudo de novo” costuma ocorrer quando padrões emocionais se repetem e feridas ainda estão abertas. O medo de desenvolver um quadro depressivo é compreensível, especialmente diante de dois términos semelhantes em pouco tempo. No entanto, sofrimento intenso não é automaticamente depressão, é um sinal de que algo importante precisa ser compreendido.
Esse momento pode ser uma oportunidade de olhar para os padrões que se repetiram, para suas escolhas e para o que essas relações representaram para você. A solidão, a quebra de rotina e a sensação de vazio tendem a aumentar o impacto emocional, por isso é importante buscar apoio, seja de pessoas próximas ou acompanhamento psicológico.
Você não está “fraco” por estar sofrendo dessa forma. Mas enfrentar isso sozinho pode tornar o processo mais pesado. Cuidar desse momento agora pode evitar que ele se transforme em algo mais profundo no futuro.
O que você está vivendo é realmente muito doloroso, e faz sentido que o sofrimento esteja tão intenso. Términos de relacionamento costumam gerar uma sensação parecida com luto não apenas pela perda da pessoa, mas também pela quebra de planos, rotina, vínculo emocional e sensação de segurança. Quando isso acontece mais de uma vez em pouco tempo, e de forma semelhante, é comum a dor vir ainda mais forte, justamente porque a experiência pode parecer uma repetição difícil de entender e de elaborar.
Muitas pessoas, após um término longo, acabam entrando rapidamente em outro relacionamento buscando alívio da solidão ou da dor. Isso é humano e compreensível. Porém, quando ainda existem feridas abertas do vínculo anterior, o novo relacionamento pode acabar se misturando emocionalmente com o que não foi totalmente processado, o que pode intensificar o sofrimento quando ocorre um novo rompimento.
A sensação de vazio, solidão, medo de entrar em depressão e a impressão de que “está revivendo tudo de novo” são sinais de que você está muito impactado emocionalmente neste momento e precisa de cuidado e apoio, não de julgamento sobre suas escolhas.
Uma orientação importante agora é tentar, na medida do possível, não tomar decisões impulsivas enquanto a dor está muito intensa como retomar contato imediato, se isolar completamente ou tentar “anestesiar” o sofrimento iniciando outra relação rapidamente. O mais saudável neste momento costuma ser reconstruir aos poucos pequenas referências de estabilidade no dia a dia, como retomar rotinas básicas, manter contato com pessoas de confiança e permitir-se viver o processo de luto emocional.
Se você perceber que os sintomas estão se intensificando como desânimo persistente, perda de interesse, alteração importante no sono, pensamentos muito negativos ou sensação de não conseguir lidar sozinho recomendo buscar acompanhamento psicológico pode ser um passo muito importante. A terapia ajuda a entender os padrões que se repetem nos relacionamentos, elaborar as perdas e fortalecer recursos emocionais para atravessar esse período com mais segurança.
Com apoio adequado, essa fase pode ser compreendida e transformada, permitindo que você se recupere e construa vínculos mais saudáveis no futuro.
Espero ter ajudado e estou a disposição.
Muitas pessoas, após um término longo, acabam entrando rapidamente em outro relacionamento buscando alívio da solidão ou da dor. Isso é humano e compreensível. Porém, quando ainda existem feridas abertas do vínculo anterior, o novo relacionamento pode acabar se misturando emocionalmente com o que não foi totalmente processado, o que pode intensificar o sofrimento quando ocorre um novo rompimento.
A sensação de vazio, solidão, medo de entrar em depressão e a impressão de que “está revivendo tudo de novo” são sinais de que você está muito impactado emocionalmente neste momento e precisa de cuidado e apoio, não de julgamento sobre suas escolhas.
Uma orientação importante agora é tentar, na medida do possível, não tomar decisões impulsivas enquanto a dor está muito intensa como retomar contato imediato, se isolar completamente ou tentar “anestesiar” o sofrimento iniciando outra relação rapidamente. O mais saudável neste momento costuma ser reconstruir aos poucos pequenas referências de estabilidade no dia a dia, como retomar rotinas básicas, manter contato com pessoas de confiança e permitir-se viver o processo de luto emocional.
Se você perceber que os sintomas estão se intensificando como desânimo persistente, perda de interesse, alteração importante no sono, pensamentos muito negativos ou sensação de não conseguir lidar sozinho recomendo buscar acompanhamento psicológico pode ser um passo muito importante. A terapia ajuda a entender os padrões que se repetem nos relacionamentos, elaborar as perdas e fortalecer recursos emocionais para atravessar esse período com mais segurança.
Com apoio adequado, essa fase pode ser compreendida e transformada, permitindo que você se recupere e construa vínculos mais saudáveis no futuro.
Espero ter ajudado e estou a disposição.
Olá, boa tarde.
O que você descreve é muito doloroso, mas é compreensível do ponto de vista clínico. Dois términos intensos em um intervalo curto não são “apenas dois términos”, são duas perdas emocionais sem tempo suficiente de elaboração, o que explica a sensação de reviver o mesmo filme e o medo de adoecer emocionalmente.
Na psicologia baseada em evidências, sabemos que quando uma pessoa entra rapidamente em um novo relacionamento após um vínculo longo e conturbado, isso não significa imaturidade ou erro moral, mas, muitas vezes, uma tentativa legítima de regular a dor, a solidão e o vazio deixados pela primeira ruptura. O problema não é ter se relacionado de novo, mas o fato de que o luto relacional anterior não estava integrado. Quando o segundo relacionamento termina, a dor atual se soma à dor não resolvida, dando essa sensação de colapso, morte emocional e desorganização interna.
Os sintomas que você descreve ,sensação de vazio intenso, solidão avassaladora, perda da rotina, pensamentos catastróficos e medo de entrar em depressão ,são compatíveis com um luto amoroso agudo, não necessariamente com um transtorno depressivo instalado. A diferença central é que, no luto, a dor é intensa, mas ligada à perda; na depressão, há perda mais global de sentido, esperança e energia ao longo do tempo. Ainda assim, o sofrimento merece cuidado agora, não apenas se “virar algo pior”.
Um ponto importante é o padrão que se repete. A TCC entende isso como um ciclo relacional, geralmente sustentado por crenças centrais, dificuldades de regulação emocional e estratégias aprendidas para lidar com abandono, culpa ou medo de ficar só. Enquanto esse ciclo não é compreendido e trabalhado, a mente tenta resolver a dor antiga em relações novas, o que costuma terminar em repetição.A solidão que você sente agora não é prova de que você está condenado a repetições, mas um sinal de que algo precisa ser cuidado, não silenciado. Isso tem tratamento e não precisa ser enfrentado sozinho(a).
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
O que você descreve é muito doloroso, mas é compreensível do ponto de vista clínico. Dois términos intensos em um intervalo curto não são “apenas dois términos”, são duas perdas emocionais sem tempo suficiente de elaboração, o que explica a sensação de reviver o mesmo filme e o medo de adoecer emocionalmente.
Na psicologia baseada em evidências, sabemos que quando uma pessoa entra rapidamente em um novo relacionamento após um vínculo longo e conturbado, isso não significa imaturidade ou erro moral, mas, muitas vezes, uma tentativa legítima de regular a dor, a solidão e o vazio deixados pela primeira ruptura. O problema não é ter se relacionado de novo, mas o fato de que o luto relacional anterior não estava integrado. Quando o segundo relacionamento termina, a dor atual se soma à dor não resolvida, dando essa sensação de colapso, morte emocional e desorganização interna.
Os sintomas que você descreve ,sensação de vazio intenso, solidão avassaladora, perda da rotina, pensamentos catastróficos e medo de entrar em depressão ,são compatíveis com um luto amoroso agudo, não necessariamente com um transtorno depressivo instalado. A diferença central é que, no luto, a dor é intensa, mas ligada à perda; na depressão, há perda mais global de sentido, esperança e energia ao longo do tempo. Ainda assim, o sofrimento merece cuidado agora, não apenas se “virar algo pior”.
Um ponto importante é o padrão que se repete. A TCC entende isso como um ciclo relacional, geralmente sustentado por crenças centrais, dificuldades de regulação emocional e estratégias aprendidas para lidar com abandono, culpa ou medo de ficar só. Enquanto esse ciclo não é compreendido e trabalhado, a mente tenta resolver a dor antiga em relações novas, o que costuma terminar em repetição.A solidão que você sente agora não é prova de que você está condenado a repetições, mas um sinal de que algo precisa ser cuidado, não silenciado. Isso tem tratamento e não precisa ser enfrentado sozinho(a).
Conte comigo caso queira saber mais sobre isso.
O que você está sentindo faz sentido dentro do que aconteceu, porque quando um relacionamento termina, ainda mais um de quatro anos e conturbado, existe um luto que precisa ser vivido, e quando se entra em outro relacionamento com pouco intervalo pode acontecer uma projeção de uma relação na outra, como se partes da história anterior fossem levadas para a nova sem que você perceba, o que pode ajudar a explicar por que as dinâmicas se repetiram e por que a dor agora parece tão parecida, quase como se fosse o mesmo filme de novo. Não significa que você fez algo proibido, mas talvez ainda estivesse tentando aliviar a dor anterior ou preencher um vazio, e agora as duas perdas acabam se somando, o que intensifica a sensação de solidão, quebra de rotina e medo. Por serem perdas significativas, se faz muito importante buscar terapia nesse momento, não apenas para aliviar os sintomas que você está sentindo, mas para elaborar o que aconteceu, entender seu papel nessas relações, o que você está buscando ao se relacionar com alguém e que tipo de vínculo você realmente quer construir daqui para frente.
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