Estou a tomar Olanzapina há já alguns anos, devido a episódios de ataque de ansiedade que tive no pa
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Estou a tomar Olanzapina há já alguns anos, devido a episódios de ataque de ansiedade que tive no passado e início de depressão. Sempre tomei, juntamente, com lamotrigina e Citalopram, metade de um comprimido de 2,5 mg por dia.
O meu médico disse que podia parar mas quando parei senti tonturas, formigueiro e um pouco em baixo em termos de ânimo.
Será que vai ser possível algum dia deixar de tomar ou terei de tomar para sempre?
O meu médico disse que podia parar mas quando parei senti tonturas, formigueiro e um pouco em baixo em termos de ânimo.
Será que vai ser possível algum dia deixar de tomar ou terei de tomar para sempre?
A olanzapina, embora seja indicada principalmente para transtornos psicóticos, também tem utilidade clínica em quadros ansiosos e depressivos, especialmente quando há sintomas mais intensos ou resistência ao tratamento convencional. O uso de uma dose baixa, como a sua (1,25 mg/dia), indica que se trata de quadro já estabilizado, mas mesmo assim a suspensão pode causar sintomas de descontinuação — como tonturas, formigamentos e oscilação do humor — por um mecanismo de readaptação do corpo, e não por dependência.
Em muitos casos, é possível sim suspender a medicação de forma definitiva, desde que o processo seja lento, gradual e monitorado. A presença de lamotrigina e citalopram no seu tratamento pode atuar como fator de proteção nesse processo. Diretrizes internacionais recentes recomendam reduções fracionadas, ao longo de semanas ou meses, principalmente após uso prolongado.
Portanto, não é obrigatório manter a olanzapina pelo resto da vida, mas qualquer retirada deve ser cuidadosamente planejada. Podemos discutir juntos uma estratégia segura e adaptada ao seu caso.
Em muitos casos, é possível sim suspender a medicação de forma definitiva, desde que o processo seja lento, gradual e monitorado. A presença de lamotrigina e citalopram no seu tratamento pode atuar como fator de proteção nesse processo. Diretrizes internacionais recentes recomendam reduções fracionadas, ao longo de semanas ou meses, principalmente após uso prolongado.
Portanto, não é obrigatório manter a olanzapina pelo resto da vida, mas qualquer retirada deve ser cuidadosamente planejada. Podemos discutir juntos uma estratégia segura e adaptada ao seu caso.
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Sua dúvida é super válida e muito comum, principalmente quando a pessoa já está em tratamento há bastante tempo e pensa em reduzir ou parar a medicação.
A olanzapina, mesmo em dose baixa como essa que você toma (1,25 mg por dia), tem um efeito no sistema nervoso central que o corpo vai se acostumando com o tempo. Então quando você retira de forma abrupta ou sem um desmame muito gradual, é normal o corpo “estranhar”. Os sintomas que você relatou — tontura, formigamento e queda no ânimo — são típicos desse processo de retirada.
Agora, se vai ser possível parar completamente, isso depende de vários fatores. Tem pessoas que conseguem sim parar, desde que estejam bem acompanhadas, em um momento de estabilidade emocional e com um plano de retirada bem feito. Outras pessoas, por outro lado, podem precisar de uma dose mínima por tempo mais prolongado pra manter o equilíbrio, e isso não é um problema — cada organismo tem seu tempo e seu jeito de funcionar.
O mais importante é que isso seja feito com calma, junto ao seu médico, e sem pressa. Se houver plano de retirada, muitas vezes é necessário reduzir a dose ainda mais devagar do que se imagina — por exemplo, em microdoses, ou em dias alternados, dependendo da resposta do corpo.
Você não está sozinha nessa, e a sua percepção de como se sente é essencial pra guiar esse processo.
Essas informações são educativas e não substituem uma consulta médica. Em caso de dúvidas ou sintomas, procure um médico psiquiatra. Estou à disposição.
A olanzapina, mesmo em dose baixa como essa que você toma (1,25 mg por dia), tem um efeito no sistema nervoso central que o corpo vai se acostumando com o tempo. Então quando você retira de forma abrupta ou sem um desmame muito gradual, é normal o corpo “estranhar”. Os sintomas que você relatou — tontura, formigamento e queda no ânimo — são típicos desse processo de retirada.
Agora, se vai ser possível parar completamente, isso depende de vários fatores. Tem pessoas que conseguem sim parar, desde que estejam bem acompanhadas, em um momento de estabilidade emocional e com um plano de retirada bem feito. Outras pessoas, por outro lado, podem precisar de uma dose mínima por tempo mais prolongado pra manter o equilíbrio, e isso não é um problema — cada organismo tem seu tempo e seu jeito de funcionar.
O mais importante é que isso seja feito com calma, junto ao seu médico, e sem pressa. Se houver plano de retirada, muitas vezes é necessário reduzir a dose ainda mais devagar do que se imagina — por exemplo, em microdoses, ou em dias alternados, dependendo da resposta do corpo.
Você não está sozinha nessa, e a sua percepção de como se sente é essencial pra guiar esse processo.
Essas informações são educativas e não substituem uma consulta médica. Em caso de dúvidas ou sintomas, procure um médico psiquiatra. Estou à disposição.
Olá! Sim, é possível parar a medicação desde que faça um desmame correto sob orientação médica, justamente para não dar esses efeitos ao tentar interromper esse fármaco; mas vale lembrar que todo desmame pode ocasionar alguns efeitos indesejados, mas que melhoram no decorrer da retirada. At.te.
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