Estou vivendo uma fixação emocional intensa após uma relação breve e confusa. Isso mexeu numa ferida
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Estou vivendo uma fixação emocional intensa após uma relação breve e confusa. Isso mexeu numa ferida muito antiga de dignidade e apego, ligada à minha mãe e não consigo sair disso sozinha. Quero trabalhar questões relacionadas ao apego, ferida materna, lutos prolongados e outros problemas profundos. Qual o melhor tipo de terapia para estes enfoques? Estou perdida.
Você está passando por um sofrimento emocional profundo e compreensível, em que uma relação recente acabou tocando feridas antigas ligadas ao apego, à sua dignidade e às primeiras experiências de vínculo, especialmente na relação materna, e o fato de você perceber que não está conseguindo atravessar isso sozinha já demonstra consciência e cuidado consigo mesma. Na psicologia, entendemos que fixações emocionais intensas, lutos que se prolongam e padrões de apego inseguros costumam responder melhor a processos psicoterapêuticos estruturados e baseados em evidências, nos quais o próprio vínculo com o terapeuta tem uma função reparadora. Abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental podem ajudá-la a identificar e flexibilizar pensamentos ligados ao abandono e à desvalorização, enquanto terapias integrativas focadas no apego, na compaixão e na aceitação permitem acessar emoções mais profundas, elaborar lutos não resolvidos e desenvolver, aos poucos, uma relação mais segura e cuidadosa consigo mesma. Como psicólogo posso oferecer um espaço ético, acolhedor e técnico para ajudá-la a compreender sua história, validar sua dor, fortalecer seus recursos emocionais e construir novas formas de se vincular sem se perder. Buscar ajuda é um ato de responsabilidade, não de fraqueza, e faz parte do caminho de recuperação da sua saúde mental.
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Olá, espero que esteja bem. Entendo o quanto essa vivência pode ser confusa e dolorosa e é comum sentir que sozinha não está dando conta, reconhecer isso já é um passo importante.
Sobre o “melhor tipo de terapia”, é importante dizer que não existe uma abordagem única que funcione para todas as pessoas. O que costuma fazer diferença é encontrar um processo terapêutico que permita olhar para essas experiências com cuidado, no seu tempo, ajudando a compreender como esses vínculos se formaram, como continuam atuando hoje e de que forma você pode se relacionar com eles de maneira menos dolorosa.
As terapias existenciais ou humanistas costumam oferecer um espaço profundo para esse tipo de elaboração, mas o essencial é o encontro com um profissional com quem você se sinta segura para falar do que dói.
A terapia pode ajudar justamente nisso: dar sentido ao que se repete, elaborar perdas antigas, compreender padrões de apego e fortalecer recursos internos para que você não fique aprisionada a uma fixação que gera sofrimento. E lembre-se, você não precisa ter todas as respostas agora. O caminho costuma se construir dentro do próprio processo terapêutico.
Se sentir que precisa de apoio para atravessar esse momento e entender melhor tudo o que viveu, estou à disposição para te acompanhar.
Sobre o “melhor tipo de terapia”, é importante dizer que não existe uma abordagem única que funcione para todas as pessoas. O que costuma fazer diferença é encontrar um processo terapêutico que permita olhar para essas experiências com cuidado, no seu tempo, ajudando a compreender como esses vínculos se formaram, como continuam atuando hoje e de que forma você pode se relacionar com eles de maneira menos dolorosa.
As terapias existenciais ou humanistas costumam oferecer um espaço profundo para esse tipo de elaboração, mas o essencial é o encontro com um profissional com quem você se sinta segura para falar do que dói.
A terapia pode ajudar justamente nisso: dar sentido ao que se repete, elaborar perdas antigas, compreender padrões de apego e fortalecer recursos internos para que você não fique aprisionada a uma fixação que gera sofrimento. E lembre-se, você não precisa ter todas as respostas agora. O caminho costuma se construir dentro do próprio processo terapêutico.
Se sentir que precisa de apoio para atravessar esse momento e entender melhor tudo o que viveu, estou à disposição para te acompanhar.
Ola, como você está? Acredito que a psicanalise pode ajudar você a apronfundar e entender mais sobre essas associações que você tras. Na psicanálise, através da associação livre do paciente é possivel falar sobre os conflitos internos que vinculam essas situações presentes com as vivencias passadas. Não para que "a culpa" sobrecaia sobre os pais como alguns acreditam, mas para que seja possivel entender de onde vem para então ressignificar a forma de lidar com as novas relações. Sou psicologa e psicanalista e estou disponivel se desejar agenda o atendimento.
Olá, como vai?
Qualquer abordagem da psicologia pode te ajudar neste momento, sendo o vínculo entre você e o terapeuta o elemento mais importante, pois a partir do vínculo você poderá se sentir acolhida e ouvida pelo profissional. Porém, quando se trata dessas questões específicas, a minha sugestão é você procurar por um psicanalista, devido à profundidade que se pode alcançar por meio da análise.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Qualquer abordagem da psicologia pode te ajudar neste momento, sendo o vínculo entre você e o terapeuta o elemento mais importante, pois a partir do vínculo você poderá se sentir acolhida e ouvida pelo profissional. Porém, quando se trata dessas questões específicas, a minha sugestão é você procurar por um psicanalista, devido à profundidade que se pode alcançar por meio da análise.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
A TCC pode ser um apoio importante para você, pois é uma terapia baseada em evidências científicas.
Olhar com cuidado para essas feridas e lutos é essencial, já que podem existir crenças disfuncionais enraizadas no seu íntimo, influenciando seu comportamento, suas escolhas e suas decisões.
Esse processo pode te ajudar a se compreender melhor e a construir caminhos mais saudáveis para si.
Olhar com cuidado para essas feridas e lutos é essencial, já que podem existir crenças disfuncionais enraizadas no seu íntimo, influenciando seu comportamento, suas escolhas e suas decisões.
Esse processo pode te ajudar a se compreender melhor e a construir caminhos mais saudáveis para si.
O que você descreve não é fraqueza nem “dependência emocional sem explicação”. Uma fixação intensa após um vínculo breve costuma indicar que esse relacionamento ativou feridas antigas de apego, especialmente ligadas à relação materna, à dignidade emocional e a lutos que não puderam ser elaborados no tempo certo.
Nesses casos, abordagens focadas apenas em conversa ou conselhos tendem a não ser suficientes. O mais indicado é uma psicoterapia que trabalhe apego, trauma relacional e regulação do sistema nervoso, de forma profunda e segura. Abordagens como Terapia do Esquema, trauma-informed e somática, aliadas a uma escuta cuidadosa, ajudam a acessar essas camadas antigas sem retraumatizar, fortalecendo recursos internos antes de revisitar dores profundas.
Você não está perdida - você está tocando em algo muito sensível que precisa de cuidado especializado e tempo. Com o acompanhamento adequado, é possível elaborar esses lutos, reconstruir dignidade emocional e desenvolver vínculos mais seguros.
Se quiser, a psicoterapia pode ser um espaço para trabalhar tudo isso com acolhimento, profundidade e respeito ao seu ritmo. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Nesses casos, abordagens focadas apenas em conversa ou conselhos tendem a não ser suficientes. O mais indicado é uma psicoterapia que trabalhe apego, trauma relacional e regulação do sistema nervoso, de forma profunda e segura. Abordagens como Terapia do Esquema, trauma-informed e somática, aliadas a uma escuta cuidadosa, ajudam a acessar essas camadas antigas sem retraumatizar, fortalecendo recursos internos antes de revisitar dores profundas.
Você não está perdida - você está tocando em algo muito sensível que precisa de cuidado especializado e tempo. Com o acompanhamento adequado, é possível elaborar esses lutos, reconstruir dignidade emocional e desenvolver vínculos mais seguros.
Se quiser, a psicoterapia pode ser um espaço para trabalhar tudo isso com acolhimento, profundidade e respeito ao seu ritmo. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Quando falamos de temas como apego, ferida materna, lutos prolongados e vínculos intensos, é importante lembrar que essas experiências não pertencem a uma única abordagem. Diferentes linhas da psicologia podem trabalhar essas questões, cada uma a partir de um modo próprio de compreender o sofrimento humano.
Por isso, talvez a pergunta “qual é o melhor tipo de terapia?” não tenha uma resposta única ou definitiva. Mais do que a abordagem em si, costuma ser fundamental a experiência que você constrói no processo terapêutico e, principalmente, o vínculo com o profissional. É nesse encontro que o sofrimento pode ser nomeado, sentido e elaborado.
Um caminho possível é se permitir experimentar, conhecer abordagens, escutar como cada profissional compreende aquilo que você traz e observar com qual forma de escuta você se sente mais acolhida, compreendida e segura. Seu corpo, suas emoções e sua sensação de abertura ou fechamento dizem muito sobre isso.
Talvez o ponto de partida não seja escolher a abordagem “certa”, mas escolher um encontro possível, onde você possa existir, falar, silenciar e construir sentido para o que hoje parece confuso.
Por isso, talvez a pergunta “qual é o melhor tipo de terapia?” não tenha uma resposta única ou definitiva. Mais do que a abordagem em si, costuma ser fundamental a experiência que você constrói no processo terapêutico e, principalmente, o vínculo com o profissional. É nesse encontro que o sofrimento pode ser nomeado, sentido e elaborado.
Um caminho possível é se permitir experimentar, conhecer abordagens, escutar como cada profissional compreende aquilo que você traz e observar com qual forma de escuta você se sente mais acolhida, compreendida e segura. Seu corpo, suas emoções e sua sensação de abertura ou fechamento dizem muito sobre isso.
Talvez o ponto de partida não seja escolher a abordagem “certa”, mas escolher um encontro possível, onde você possa existir, falar, silenciar e construir sentido para o que hoje parece confuso.
É muito comum que relações breves e confusas funcionem como 'gatilhos' para feridas de dignidade e abandono que carregamos de nossa história familiar.
Para o que você descreve — apego, ferida materna e lutos prolongados — as abordagens que olham para o processamento emocional e padrões de comportamento são as mais indicadas. A TCC ajuda a lidar com a fixação e a ansiedade do presente, enquanto abordagens focadas no apego ajudam a ressignificar a relação com a figura materna. O mais importante não é apenas a 'linha' da psicologia, mas encontrar um profissional com quem você se sinta segura para revisitar essas feridas. Você não precisa estar perdida; há caminhos estruturados para tratar exatamente esses pontos.
Para o que você descreve — apego, ferida materna e lutos prolongados — as abordagens que olham para o processamento emocional e padrões de comportamento são as mais indicadas. A TCC ajuda a lidar com a fixação e a ansiedade do presente, enquanto abordagens focadas no apego ajudam a ressignificar a relação com a figura materna. O mais importante não é apenas a 'linha' da psicologia, mas encontrar um profissional com quem você se sinta segura para revisitar essas feridas. Você não precisa estar perdida; há caminhos estruturados para tratar exatamente esses pontos.
Olá, independente da abordagem, é importante que você busque ajuda psicológica e encontre um psicólogo(a) no qual se sinta confiante e confortável para dividir expor seus problemas. Escolha um(a) psicólogo(a) e experimente por algumas semanas, pelo menos 2 a 4 semanas. Caso não se sinta confortável, tente com outro profissional, mas não desista, as vezes não encontramos o profissional ideal já na primeira escolha ok.
Olá, tudo bem?
Primeiramente, o que você descreve não é superficial, e faz sentido que não consiga atravessar isso sozinha. Quando uma relação breve toca feridas antigas de apego, dignidade e vínculo materno, o sofrimento costuma ser intenso justamente porque ativa camadas profundas da história emocional. Para trabalhar temas como apego, ferida materna, lutos prolongados e repetições afetivas, a psicoterapia de orientação psicanalítica costuma ser especialmente indicada, pois oferece um espaço para compreender como esses vínculos se formaram, como se repetem e por que doem tanto hoje. Não vai se tratar de “apagar” o que sente, mas de dar sentido, elaborar e, aos poucos, construir outras formas de se relacionar consigo e com o outro. Estar perdida não é fraqueza, é um sinal de que algo importante pede cuidado e escuta.
Primeiramente, o que você descreve não é superficial, e faz sentido que não consiga atravessar isso sozinha. Quando uma relação breve toca feridas antigas de apego, dignidade e vínculo materno, o sofrimento costuma ser intenso justamente porque ativa camadas profundas da história emocional. Para trabalhar temas como apego, ferida materna, lutos prolongados e repetições afetivas, a psicoterapia de orientação psicanalítica costuma ser especialmente indicada, pois oferece um espaço para compreender como esses vínculos se formaram, como se repetem e por que doem tanto hoje. Não vai se tratar de “apagar” o que sente, mas de dar sentido, elaborar e, aos poucos, construir outras formas de se relacionar consigo e com o outro. Estar perdida não é fraqueza, é um sinal de que algo importante pede cuidado e escuta.
A terapia do esquema, que é uma forma avançada da TCC, trabalha muito com a parte emocional, além da cognitiva e comportamental e nesse sentido seria uma boa alternativa para você.
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