Faz uns anos, que sinto uma carência em relação a relacionamento, eu me sinto muito sozinho, e tenho
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Faz uns anos, que sinto uma carência em relação a relacionamento, eu me sinto muito sozinho, e tenho 19 anos, ainda não trabalho, e não tive namoradas, eu tenho vontade mas não sei em qual lugar ir para conhecer pessoas novas, eu quase todo dia fico pensando nisso, eu sempre gostei de escutar músicas românticas, não sei se isso está me fazendo mal.
O início da vida adulta costuma trazer muitas dúvidas sobre amor, identidade e pertencimento. Sentir-se sozinho e idealizar o amor são sentimentos comuns nessa fase, mas quando isso começa a causar sofrimento, é importante procurar um espaço terapêutico para se entender melhor e construir vínculos mais saudáveis.
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Olá! É muito natural querer um relacionamento. Talvez a sua dificuldade esteja em como consegui-lo. Escutar as músicas românticas pode ser uma forma de vivenciar, na imaginação, um relacionamento. Viver algo no campo da imaginação pode ser o início para depois vive-lo na realidade.
Boa tarde, querido.
Primeiramente, sinto muito por sentir-se mal.
Querido, é natural sentirmos vontade de intimidade e de nós relacionarmos com outras pessoas. A questão não está nas músicas românticas, mas no que a gente percebe sobre nós mesmos quando escutamos... O que você sente? O que pensa sobre você por não ester em um relacionamento?
Você tem amigos? Faz atividade física? Tem algum hobie? Estuda em algum lugar? Todos esses espaços podem te trazer experiências sociais e a possibilidade de conhecer alguém :)
Primeiramente, sinto muito por sentir-se mal.
Querido, é natural sentirmos vontade de intimidade e de nós relacionarmos com outras pessoas. A questão não está nas músicas românticas, mas no que a gente percebe sobre nós mesmos quando escutamos... O que você sente? O que pensa sobre você por não ester em um relacionamento?
Você tem amigos? Faz atividade física? Tem algum hobie? Estuda em algum lugar? Todos esses espaços podem te trazer experiências sociais e a possibilidade de conhecer alguém :)
Olá! Como você está?
É totalmente compreensível sentir essa carência afetiva, especialmente em uma fase da vida em que os vínculos e descobertas emocionais são tão importantes. A vontade de se conectar com alguém é natural, mas quando isso vira um pensamento constante e traz sofrimento, vale a pena olhar com mais atenção. É importante entender o que essa carência está querendo comunicar: será que está ligada à autoestima? À sensação de pertencimento? Ao medo de rejeição? No processo de psicoterapia, podemos investigar essas questões com mais profundidade e trabalhar estratégias para fortalecer sua autoconfiança, ampliar suas possibilidades sociais e construir relações mais saudáveis, começando pela relação com você mesmo. Se quiser esse apoio, minha agenda está aberta pra te acolher nesse processo! :)
É totalmente compreensível sentir essa carência afetiva, especialmente em uma fase da vida em que os vínculos e descobertas emocionais são tão importantes. A vontade de se conectar com alguém é natural, mas quando isso vira um pensamento constante e traz sofrimento, vale a pena olhar com mais atenção. É importante entender o que essa carência está querendo comunicar: será que está ligada à autoestima? À sensação de pertencimento? Ao medo de rejeição? No processo de psicoterapia, podemos investigar essas questões com mais profundidade e trabalhar estratégias para fortalecer sua autoconfiança, ampliar suas possibilidades sociais e construir relações mais saudáveis, começando pela relação com você mesmo. Se quiser esse apoio, minha agenda está aberta pra te acolher nesse processo! :)
A sua angústia é legítima, e seu desejo por um relacionamento não é algo errado — ao contrário, ele revela uma vontade bonita de se conectar, de compartilhar, de ser visto com afeto.
Mas, muitas vezes, o que chamamos de carência amorosa pode estar revelando algo mais profundo: uma saudade de si mesmo, um vazio que parece que só poderá ser preenchido quando alguém chegar — e nos reconhecer como únicos, especiais, finalmente suficientes.
Essa ideia do “grande amor que virá e nos completará” faz parte do que chamamos, na psicologia analítica, de arquétipo do amor romântico — um modelo psíquico muito forte na nossa cultura, que aparece nos filmes, nas músicas (sim, até nas românticas que você citou), nas novelas e até nas expectativas familiares.
Mas esse arquétipo, quando vivenciado de forma literal, pode nos fazer acreditar que só seremos felizes quando alguém nos amar — e que, até lá, seremos pela metade.
A verdade é que o amor começa dentro. E antes de construir um vínculo com o outro, precisamos começar um vínculo conosco: com o nosso desejo, com as nossas faltas, com o nosso próprio caminho. É aí que o afeto amadurece — e deixa de ser carência para se tornar capacidade de amar.
Isso não significa deixar de querer um relacionamento. Significa aprender a não se abandonar enquanto ele não vem.
Você tem 19 anos. A vida está só começando. Mas esse sentimento que você sente agora pode ser uma oportunidade de olhar pra dentro e se perguntar: “Quem sou eu quando não estou buscando alguém?” Ou: “Será que estou querendo um amor — ou alguém que me salve da minha própria solidão?”
Esse tipo de pergunta é difícil, mas transforma. E a psicoterapia pode te ajudar a atravessar esse lugar com mais consciência, menos idealização e mais verdade. Porque quando a gente começa a se escutar de fato, a solidão muda de tom. E o amor que vem, depois disso, não é para preencher — é para compartilhar.
Mas, muitas vezes, o que chamamos de carência amorosa pode estar revelando algo mais profundo: uma saudade de si mesmo, um vazio que parece que só poderá ser preenchido quando alguém chegar — e nos reconhecer como únicos, especiais, finalmente suficientes.
Essa ideia do “grande amor que virá e nos completará” faz parte do que chamamos, na psicologia analítica, de arquétipo do amor romântico — um modelo psíquico muito forte na nossa cultura, que aparece nos filmes, nas músicas (sim, até nas românticas que você citou), nas novelas e até nas expectativas familiares.
Mas esse arquétipo, quando vivenciado de forma literal, pode nos fazer acreditar que só seremos felizes quando alguém nos amar — e que, até lá, seremos pela metade.
A verdade é que o amor começa dentro. E antes de construir um vínculo com o outro, precisamos começar um vínculo conosco: com o nosso desejo, com as nossas faltas, com o nosso próprio caminho. É aí que o afeto amadurece — e deixa de ser carência para se tornar capacidade de amar.
Isso não significa deixar de querer um relacionamento. Significa aprender a não se abandonar enquanto ele não vem.
Você tem 19 anos. A vida está só começando. Mas esse sentimento que você sente agora pode ser uma oportunidade de olhar pra dentro e se perguntar: “Quem sou eu quando não estou buscando alguém?” Ou: “Será que estou querendo um amor — ou alguém que me salve da minha própria solidão?”
Esse tipo de pergunta é difícil, mas transforma. E a psicoterapia pode te ajudar a atravessar esse lugar com mais consciência, menos idealização e mais verdade. Porque quando a gente começa a se escutar de fato, a solidão muda de tom. E o amor que vem, depois disso, não é para preencher — é para compartilhar.
Olá! Relacionamentos, de forma geral, exigem exposição a lugares e circunstâncias e, pode ser difícil para quem não tem ideia de onde ir e como o fazer, como você relatou. É possível inserir novos contextos por meio de recursos adquiridos durante o processo psicoterapêutico, onde juntos a gente possa compreender os lugares de interesse, o que é a carência mencionada e , concomitante a isso, por meio do autoconhecimento, ter maior clareza do que tem te feito mal e como lidar todas essas esferas. Trata-se de um processo acolhedor e convidativo!
A solidão que você sente é comum, especialmente aos 19 anos, fase de transição e busca por identidade. Ouvir músicas românticas pode intensificar a carência se você comparar sua vida a um ideal irreal, mas não precisa ser "ruim" se você equilibrar com outras atividades que tragam alegria autêntica. Para conhecer pessoas, experimente espaços que combinem com seus interesses: grupos de hobbies (ex.: música, esportes, cursos), voluntariado, apps sociais ou eventos locais. Não há pressa: relacionamentos surgem quando há conexão genuína, não apenas por obrigação de preencher um vazio. Você não está atrasado, cada um tem seu tempo.
Olá querido, já tentou usar o Tinder? é uma ótima ferramenta para conhecer pessoas.
É compreensível esse sentimento que você está vivendo. Às vezes, a sensação de solidão não vem só da ausência de um relacionamento, mas também de um desejo profundo de ser visto, de se sentir próximo de alguém, de poder compartilhar a vida. E quando esse desejo encontra o silêncio dos dias, a rotina parecendo parada, pode doer ainda mais. Ficar pensando nisso quase todos os dias mostra o quanto esse tema está presente em você — e talvez não só como falta de um namoro, mas como algo mais amplo, ligado à sua vontade de se conectar de forma mais verdadeira.
Você já se perguntou como é para você se aproximar de alguém? O que costuma passar pela sua cabeça quando pensa em se abrir para novas pessoas? Às vezes, o que parece uma barreira externa — não saber onde ir ou como conhecer alguém — também pode estar ligado ao medo de não ser aceito, de não saber o que dizer, ou de achar que não tem muito a oferecer. Como é para você se olhar com carinho, com respeito, mesmo nesse momento em que as coisas parecem paradas?
Talvez não seja sobre parar de escutar músicas românticas, mas sobre escutar também a sua própria história com mais cuidado. O que você sente falta quando pensa em um relacionamento? É afeto? Companhia? Um espelho onde possa se enxergar melhor? Falar disso com um psicólogo pode ser um caminho para se ouvir mais profundamente, entender o que está por trás dessa carência e descobrir outras formas de estar consigo mesmo e com os outros. Você não está sozinho nisso — mesmo que às vezes pareça que está.
Você já se perguntou como é para você se aproximar de alguém? O que costuma passar pela sua cabeça quando pensa em se abrir para novas pessoas? Às vezes, o que parece uma barreira externa — não saber onde ir ou como conhecer alguém — também pode estar ligado ao medo de não ser aceito, de não saber o que dizer, ou de achar que não tem muito a oferecer. Como é para você se olhar com carinho, com respeito, mesmo nesse momento em que as coisas parecem paradas?
Talvez não seja sobre parar de escutar músicas românticas, mas sobre escutar também a sua própria história com mais cuidado. O que você sente falta quando pensa em um relacionamento? É afeto? Companhia? Um espelho onde possa se enxergar melhor? Falar disso com um psicólogo pode ser um caminho para se ouvir mais profundamente, entender o que está por trás dessa carência e descobrir outras formas de estar consigo mesmo e com os outros. Você não está sozinho nisso — mesmo que às vezes pareça que está.
Bom dia,
Em primeiro lugar aconselho você a busca saber as coisas que gosta, pois assim vai ajudar ló a se inserir em grupos que tenha algo incomum a você. Se gosta de jogar, ler, esporte e etc....
Segundo busque na internet esses locais isso vai fazer com que você conheça pessoas e que possa se relacionar.
Em relação a musica isso ajuda você pensar mais no problema, mas não e a causa dele.
uma dica importante
Para se relacionar e preciso saber se relacionar com a você mesmo em primeiro lugar, antes de esta com alguém.
A terapia e um espaço para isso. Busque ajuda
Em primeiro lugar aconselho você a busca saber as coisas que gosta, pois assim vai ajudar ló a se inserir em grupos que tenha algo incomum a você. Se gosta de jogar, ler, esporte e etc....
Segundo busque na internet esses locais isso vai fazer com que você conheça pessoas e que possa se relacionar.
Em relação a musica isso ajuda você pensar mais no problema, mas não e a causa dele.
uma dica importante
Para se relacionar e preciso saber se relacionar com a você mesmo em primeiro lugar, antes de esta com alguém.
A terapia e um espaço para isso. Busque ajuda
Oi, tudo bem? Antes de tudo, quero te dizer que é super normal sentir essa vontade de se relacionar e, ao mesmo tempo, se sentir meio perdido com isso. Você está numa fase da vida em que muita coisa começa a se transformar, e é natural que venham dúvidas, inseguranças e também uma sensação de solidão.
Não ter namorado ou namorada até agora não significa que tem algo errado com você. Cada pessoa tem seu tempo, e às vezes o que atrapalha não é a falta de vontade, mas algumas barreiras internas, como o medo de se expor ou de não ser aceito. Isso é mais comum do que parece.
Sobre as músicas românticas: elas não são o problema em si, mas é bom prestar atenção no que elas fazem você sentir. Se te deixam mais pra baixo ou aumentam a sensação de que está faltando algo, talvez seja o caso de equilibrar com outras coisas que te tragam leveza e te façam bem.
Você comentou que não sabe onde conhecer pessoas novas. Hoje em dia existem muitos caminhos: grupos de interesse, cursos, atividades em comunidade, até aplicativos, se você se sentir à vontade. Mas mais importante que o lugar é como você está se sentindo consigo mesmo. Quando a gente começa a olhar pra dentro e entender nossas emoções, tudo vai ficando mais leve, inclusive essa busca por um relacionamento.
Fazer terapia pode ser um ótimo jeito de se conhecer melhor, entender suas inseguranças e ganhar confiança para viver relações mais verdadeiras. E o mais legal disso é que você não precisa enfrentar tudo isso sozinho.
Se quiser conversar mais, estou por aqui.
Não ter namorado ou namorada até agora não significa que tem algo errado com você. Cada pessoa tem seu tempo, e às vezes o que atrapalha não é a falta de vontade, mas algumas barreiras internas, como o medo de se expor ou de não ser aceito. Isso é mais comum do que parece.
Sobre as músicas românticas: elas não são o problema em si, mas é bom prestar atenção no que elas fazem você sentir. Se te deixam mais pra baixo ou aumentam a sensação de que está faltando algo, talvez seja o caso de equilibrar com outras coisas que te tragam leveza e te façam bem.
Você comentou que não sabe onde conhecer pessoas novas. Hoje em dia existem muitos caminhos: grupos de interesse, cursos, atividades em comunidade, até aplicativos, se você se sentir à vontade. Mas mais importante que o lugar é como você está se sentindo consigo mesmo. Quando a gente começa a olhar pra dentro e entender nossas emoções, tudo vai ficando mais leve, inclusive essa busca por um relacionamento.
Fazer terapia pode ser um ótimo jeito de se conhecer melhor, entender suas inseguranças e ganhar confiança para viver relações mais verdadeiras. E o mais legal disso é que você não precisa enfrentar tudo isso sozinho.
Se quiser conversar mais, estou por aqui.
Me parece que talvez escutar músicas românticas possa potencializar uma certa “idealização” sobre relacionamentos. É super normal sentirmos a necessidade de contato com outras pessoas, não só romanticamente mas também familiares e amigos. Se inserir em outros ambientes pode ser uma boa forma de conhecer pessoas, sejam novos amigos ou quem sabe virando algo a mais. Se precisar de ajuda, minha agenda está disponível aqui.
Obrigado por dividir. É importante poder colocar em palavras o que tem doído aí dentro.
Sentir carência, solidão, vontade de viver algo com alguém… isso não te faz fraco, nem “menos”.
Isso mostra que você tem um coração sensível, que deseja conexão — e isso é profundamente humano.
Aos 19, é natural se sentir um pouco perdido. As coisas parecem correr para todo mundo… menos pra gente.
E aí vem a comparação, a sensação de estar atrasado, de não ser visto.
Essa dor não é só sobre “namorar” é sobre querer ser escolhido, acolhido, amado.
E sim, as músicas românticas podem alimentar esse desejo… às vezes até acentuar a falta.
Mas também mostram que você tem dentro de si uma parte, que sonha com vínculos de verdade.
Talvez agora o mais importante não seja correr atrás de um relacionamento a qualquer custo, mas se cuidar por dentro.
Fortalecer sua autoestima, descobrir do que você gosta, onde se sente bem, que grupo de pessoas te faz bem.
E aos poucos, ir se colocando no mundo com calma, sem pressão.
Pode ser num curso, num grupo de interesse, num espaço em que você possa ser você mesmo.
Você não está sozinho nessa. E não há nada de errado em desejar amor.
Por favor, não hesite em entrar em contato comigo. Estou disponível para conversar, ajudar você a encontrar alívio e uma solução para a sua dor. Agende uma sessão comigo. Estou ansioso para ajudá-lo a encontrar um caminho mais leve, saudável e feliz.
Você me encontra no Instagram: @andreduartepsicologo
Sentir carência, solidão, vontade de viver algo com alguém… isso não te faz fraco, nem “menos”.
Isso mostra que você tem um coração sensível, que deseja conexão — e isso é profundamente humano.
Aos 19, é natural se sentir um pouco perdido. As coisas parecem correr para todo mundo… menos pra gente.
E aí vem a comparação, a sensação de estar atrasado, de não ser visto.
Essa dor não é só sobre “namorar” é sobre querer ser escolhido, acolhido, amado.
E sim, as músicas românticas podem alimentar esse desejo… às vezes até acentuar a falta.
Mas também mostram que você tem dentro de si uma parte, que sonha com vínculos de verdade.
Talvez agora o mais importante não seja correr atrás de um relacionamento a qualquer custo, mas se cuidar por dentro.
Fortalecer sua autoestima, descobrir do que você gosta, onde se sente bem, que grupo de pessoas te faz bem.
E aos poucos, ir se colocando no mundo com calma, sem pressão.
Pode ser num curso, num grupo de interesse, num espaço em que você possa ser você mesmo.
Você não está sozinho nessa. E não há nada de errado em desejar amor.
Por favor, não hesite em entrar em contato comigo. Estou disponível para conversar, ajudar você a encontrar alívio e uma solução para a sua dor. Agende uma sessão comigo. Estou ansioso para ajudá-lo a encontrar um caminho mais leve, saudável e feliz.
Você me encontra no Instagram: @andreduartepsicologo
Sentir essa carência e o desejo de conexão é algo profundamente humano, especialmente na sua idade, quando tantos caminhos e possibilidades estão se abrindo.
Gostar de músicas românticas pode ser uma forma de expressar e se conectar com seus sentimentos, o que não é ruim, pelo contrário, é uma maneira de dar voz ao que você sente. O importante é perceber como isso influencia seu bem-estar: se ouvir essas músicas traz conforto e esperança, é um apoio; mas se isso reforça sentimentos de tristeza ou isolamento, talvez seja hora de buscar outras formas de ampliar suas experiências.
Sobre conhecer pessoas novas, muitos ambientes podem ser caminhos, como grupos de interesse, cursos, atividades esportivas, voluntariado ou até eventos culturais, lugares onde você pode se sentir à vontade para ser você mesmo e construir conexões reais. Às vezes, o desafio é dar o primeiro passo, e isso pode ser mais fácil com um suporte que ajude a fortalecer sua autoconfiança.
A psicoterapia é um espaço acolhedor para explorar esses sentimentos, entender suas necessidades e medos, e desenvolver estratégias para ampliar suas relações e seu autoconhecimento.
Lembre-se: você não está sozinho nesse processo, e buscar ajuda é um ato de coragem e cuidado consigo mesmo. O caminho para relações significativas começa por se conhecer e se respeitar.
Gostar de músicas românticas pode ser uma forma de expressar e se conectar com seus sentimentos, o que não é ruim, pelo contrário, é uma maneira de dar voz ao que você sente. O importante é perceber como isso influencia seu bem-estar: se ouvir essas músicas traz conforto e esperança, é um apoio; mas se isso reforça sentimentos de tristeza ou isolamento, talvez seja hora de buscar outras formas de ampliar suas experiências.
Sobre conhecer pessoas novas, muitos ambientes podem ser caminhos, como grupos de interesse, cursos, atividades esportivas, voluntariado ou até eventos culturais, lugares onde você pode se sentir à vontade para ser você mesmo e construir conexões reais. Às vezes, o desafio é dar o primeiro passo, e isso pode ser mais fácil com um suporte que ajude a fortalecer sua autoconfiança.
A psicoterapia é um espaço acolhedor para explorar esses sentimentos, entender suas necessidades e medos, e desenvolver estratégias para ampliar suas relações e seu autoconhecimento.
Lembre-se: você não está sozinho nesse processo, e buscar ajuda é um ato de coragem e cuidado consigo mesmo. O caminho para relações significativas começa por se conhecer e se respeitar.
Olá! A solidão que você associa à carência pode ser um convite para escutar o que seu desejo sussurra além das músicas românticas. Essa travessia pela adolescência ainda ecoa em você, e talvez a falta de um encontro real esteja mascarando algo que pede para ser elaborado. Se o peso for grande, um analista pode ajudar a tecer novos fios nesse tecido. Enquanto isso, deixe-se levar pelos encontros cotidianos sem forçar um destino — o desejo surge onde menos se espera.
Olá, como tem passado?
Me parece que o fato de pensar nisso quase todos os dias, de sonhar com essa possibilidade e até de buscar algo em músicas românticas, fala de um investimento afetivo, de um desejo de amor e de encontro que ainda não encontrou seu lugar na realidade.
Mas talvez a questão não seja apenas “em que lugar eu vou conhecer alguém”, e sim: o que em mim busca tanto ser reconhecido, amado, acolhido? O que essa carência quer dizer do meu desejo, da minha relação comigo mesmo, do modo como eu me coloco no mundo? A música romântica, ao invés de ser um problema por si só, pode estar funcionando como um lugar simbólico para esse desejo que ainda não encontrou sua realização concreta.
A pergunta não é apenas “como conhecer alguém?”, mas como me colocar no mundo com aquilo que sou, com meus desejos, com minhas incertezas e com minhas potencialidades? Talvez a terapia possa ser um lugar para abrir essa escuta, para transformar a carência em símbolo e, pouco a pouco, permitir que novas possibilidades de encontro se construam, não só com o outro, mas também consigo mesmo. O desejo não precisa ser sufocado, mas nomeado e elaborado para que vague e ande somente em fantasias.
Espero ter ajudado e sigo à disposição.
Me parece que o fato de pensar nisso quase todos os dias, de sonhar com essa possibilidade e até de buscar algo em músicas românticas, fala de um investimento afetivo, de um desejo de amor e de encontro que ainda não encontrou seu lugar na realidade.
Mas talvez a questão não seja apenas “em que lugar eu vou conhecer alguém”, e sim: o que em mim busca tanto ser reconhecido, amado, acolhido? O que essa carência quer dizer do meu desejo, da minha relação comigo mesmo, do modo como eu me coloco no mundo? A música romântica, ao invés de ser um problema por si só, pode estar funcionando como um lugar simbólico para esse desejo que ainda não encontrou sua realização concreta.
A pergunta não é apenas “como conhecer alguém?”, mas como me colocar no mundo com aquilo que sou, com meus desejos, com minhas incertezas e com minhas potencialidades? Talvez a terapia possa ser um lugar para abrir essa escuta, para transformar a carência em símbolo e, pouco a pouco, permitir que novas possibilidades de encontro se construam, não só com o outro, mas também consigo mesmo. O desejo não precisa ser sufocado, mas nomeado e elaborado para que vague e ande somente em fantasias.
Espero ter ajudado e sigo à disposição.
Olá. Sinto muito que você sinta carência e se sinta muito sozinho. Infelizmente, ter um relacionamente não é algo que está em nosso controle-você pode ter ações para facilitar encontrar e se relacionar com pessoas, porém não há garantias de que um relacionamento vá acontecer. Entendo que perceber a carência pode ser um bom momento para você se conhecer e entender o que está te faltando e como pode ficar bem, mesmo estando sozinho. ABraço;
Sentir carência e vontade de viver um relacionamento é natural, especialmente na sua idade. Isso mostra seu desejo de conexão e afeto. Porém, é importante cuidar da sua autoestima e bem-estar emocional primeiro. Buscar atividades que te façam bem, desenvolver seus interesses e ampliar seu convívio social como em cursos, grupos ou eventos pode te ajudar a se sentir mais confiante e aberto para conhecer novas pessoas. A música romântica não faz mal em si, mas pode intensificar a sensação de falta se você estiver muito focado nisso.
Olá, você já procurou ajuda de um psicólogo para tentar se compreender melhor? Quanto mais você se conhece maiores serão as chances de você resolver esses conflitos tão doloridos . Sozinho você não está e você não precisa ficar sofrendo. Pode contar comigo ok!! Boa sorte!!!
Olá! Sentir carência, vontade de se relacionar é algo natural no nosso desenvolvimento. Sair mais de casa, procure amigos, faça atividades coletivas para conhecer pessoas. Se não conseguir, procure ajuda. O psicólogo poderá ajudar a desenvolver suas habilidades sociais, melhorar sua autoestima para sentir-se mais seguro.
Olá, tudo bem?
O que você compartilhou toca num ponto muito sensível e, ao mesmo tempo, muito comum em certas fases da vida: o desejo de conexão afetiva em contraste com o sentimento de solidão e de não saber por onde começar. Quando a carência vai se acumulando e não encontra caminhos de expressão, ela pode começar a ocupar cada vez mais espaço na mente — como se fosse uma música de fundo que nunca desliga.
É curioso como o cérebro funciona nesses momentos. Quando estamos mais emocionalmente carentes, tendemos a buscar estímulos que nos conectem ao que falta — como músicas românticas, por exemplo. Mas, se isso acontece de forma repetitiva e sem espaços reais de troca ou contato, pode alimentar uma fantasia constante que não encontra válvula de escape, o que leva o sistema nervoso a interpretar essa ausência como algo ameaçador. Em outras palavras, não é a música que “faz mal” em si, mas talvez o contexto emocional em que ela entra e o tipo de diálogo interno que ela ativa.
Será que essa vontade de viver um relacionamento também está ligada a algo mais profundo, como o desejo de ser visto, acolhido ou valorizado? Como você tem lidado com a própria autoestima e com a sensação de pertencimento nos seus grupos sociais? O que será que está te impedindo de se aproximar de novas pessoas: a timidez, o medo da rejeição ou a dúvida sobre o seu próprio valor?
Do ponto de vista da neurociência, a conexão social é uma necessidade real, tão básica quanto o sono e a alimentação. E quando ela não é satisfeita, o cérebro ativa circuitos de dor social semelhantes à dor física. Mas isso não significa que você esteja quebrado, nem que há algo de errado com você — apenas que há uma necessidade importante que merece ser ouvida com carinho e ser trabalhada com cuidado.
Talvez esse seja um bom momento para explorar essas emoções em um processo terapêutico. Não apenas para “aprender a conhecer pessoas”, mas para construir dentro de você o espaço emocional necessário para se sentir mais inteiro e pronto para quando esses encontros acontecerem.
Caso precise, estou à disposição.
O que você compartilhou toca num ponto muito sensível e, ao mesmo tempo, muito comum em certas fases da vida: o desejo de conexão afetiva em contraste com o sentimento de solidão e de não saber por onde começar. Quando a carência vai se acumulando e não encontra caminhos de expressão, ela pode começar a ocupar cada vez mais espaço na mente — como se fosse uma música de fundo que nunca desliga.
É curioso como o cérebro funciona nesses momentos. Quando estamos mais emocionalmente carentes, tendemos a buscar estímulos que nos conectem ao que falta — como músicas românticas, por exemplo. Mas, se isso acontece de forma repetitiva e sem espaços reais de troca ou contato, pode alimentar uma fantasia constante que não encontra válvula de escape, o que leva o sistema nervoso a interpretar essa ausência como algo ameaçador. Em outras palavras, não é a música que “faz mal” em si, mas talvez o contexto emocional em que ela entra e o tipo de diálogo interno que ela ativa.
Será que essa vontade de viver um relacionamento também está ligada a algo mais profundo, como o desejo de ser visto, acolhido ou valorizado? Como você tem lidado com a própria autoestima e com a sensação de pertencimento nos seus grupos sociais? O que será que está te impedindo de se aproximar de novas pessoas: a timidez, o medo da rejeição ou a dúvida sobre o seu próprio valor?
Do ponto de vista da neurociência, a conexão social é uma necessidade real, tão básica quanto o sono e a alimentação. E quando ela não é satisfeita, o cérebro ativa circuitos de dor social semelhantes à dor física. Mas isso não significa que você esteja quebrado, nem que há algo de errado com você — apenas que há uma necessidade importante que merece ser ouvida com carinho e ser trabalhada com cuidado.
Talvez esse seja um bom momento para explorar essas emoções em um processo terapêutico. Não apenas para “aprender a conhecer pessoas”, mas para construir dentro de você o espaço emocional necessário para se sentir mais inteiro e pronto para quando esses encontros acontecerem.
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