Fui diagnosticada com epicondilite lateral a + - 3 anos atrás , desse período pra cá realizei 65

28 respostas
Fui diagnosticada com epicondilite lateral a + - 3 anos atrás , desse período pra cá realizei 65 sessões de fisioterapia, 40 sessões de acupuntura e 2 infiltrações com corticoide. Há 3 meses realizei nova rmn e o resultado foi normal, porém continuo com os mesmos sintomas.O que devo fazer?
Dr. Rafael Patrocinio
Ortopedista - traumatologista
Fortaleza
Quando os sintomas persistem apesar do tratamento conservador prolongado, a cirurgia artroscópica é a melhor opção em um diagnóstico bem definido de epicondilite lateral refratária.

Rafael Patrocínio - Cirurgião de ombro e cotovelo

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Dra. Camila Carneiro
Fisioterapeuta
Salvador
Neste caso, o importante é você tentar definir junto a seu médico e o profissional Fisioterapeuta qual a provável causa da sintomatologia, para que haja a correção deste. Em alguns casos a cirurgia realmente se faz necessária. Porém após a cirurgia deve ser mantido o tratamento conservador (Fisioterapia e outros) para a recuperação funcional, corrigindo o fator causador, pois caso contrário você não terá sucesso nem mesmo com a cirurgia.
Dr. Andre Luiz Reis
Fisioterapeuta
São João Da Boa Vista
Procure um Fisioterapeuta que faça Osteopatia, as vezes a dor é só um sintoma de problemas distantes (cervical, ombro, mão ...). Boa sorte!
Dra. Solange Rodrigues
Fisioterapeuta
Sorocaba
Procure um osteopata. O seu sintoma pode estar sendo gerado por uma disfunção músculo-esquelética, da região cervical por exemplo, como também das vísceras. Uma abordagem mais direta, poderá diagnosticar de onde está vindo essa disfunção.
Dra. Luciana Guimarães
Osteopata, Fisioterapeuta
Campinas
Olá, sugiro que consulte com um osteopata. Algumas queixas recorrentes podem ser resultado de alterações funcionais e não necessariamente uma patologia. O osteopata fará uma avaliação minuciosa de todos os possíveis elementos envolvidos na sua queixa. Boa sorte!
 Bruno Vasconcellos
Osteopata, Fisioterapeuta
Rio de Janeiro
Seria bom realizar uma consulta com um osteopata, quiropraxista ou um fisioterapeuta especializado, pois a causa da persistência dos sintomas pode ser simplesmente devido a uma disfunção do sistema osteomioarticular. Mas a melhora dos sintomas deve ser percebido logo nas primeiras consultas. Caso o quadro ainda persista, aí sim podemos pensar em um tratamento cirúrgico.
Dr. Marcelo Almeida
Osteopata, Fisioterapeuta
Rio de Janeiro
Para o seu caso, acredito valer a pena uma consulta com um Fisio Osteopata. Grande chance de sua "epicondilite" não ser um problema de cotovelo, e sim uma problemática a distância (Ombro, cervical, crânio...)
Compressões no plexo braqueal tambme geram dores no covelo. Enfim, estou a disposção para maiores esclarecimentos.
Dr. Matheus Biral
Fisioterapeuta
Campinas
Como alguns colegas disseram os sintomas que você pode estar sentindo não são do cotovelo e sim de uma região que possa estar referindo no local. A quiropraxia e osteopatia são especializações as quais vão lhe ajudar muito na "procura" da causa primária e assim tratando-a.
Dra. Juliana Terra
Fisioterapeuta, Osteopata
Campinas
Provavelmente porque o foco foi somente sobre os sintomas. O fundamental é que a causa de sua epicondilite seja identificada e resolvida. A Osteopatia pode te ajudar!
Dr. Ricardo Luiz Rubio
Fisioterapeuta
Rio de Janeiro
Boa tarde! Não sei o que voce fez como tratamento fisioterapeutico, mas lhe recomendaria Ondas de Choque e Terapia Neural. Boa sorte.
Olá!
Dor no cotovelo diz sobre a sua resistência à mudança em sua vida. Se você tem braços duros, pode ter uma vida dura também.Dica, Arranje compromissos e agite um pouco as coisas.
Mude o foco!
PROCURE UM FISIOTERAPEUTA ESPECIALIZADO EM OSTEOPATIA!
Dr. Alan Ruggero
Fisioterapeuta
São Paulo
Após falha do tratamento conservador (considerando que foi realizado da forma correta) a cirurgia pode ser indicada, geralmente trazendo bons resultados.
Dr. Felipe Mucarbel
Fisioterapeuta
Recife
Sugiro a Acupuntura Distal. A principal característica deste método é que o resultado é de forma imediata, segundos após o agulhamento.
Dr. Augusto Gávea
Fisioterapeuta, Osteopata
São Paulo
Muitas vezes a dor não está relacionada com o lesão do tecido, como no seu caso, que em nova ressonância não mostrou nada, e tão comum quanto é essa dor, embora sentida no cotovelo, não seja originária naquela região, podendo ser relacionada a cervical, por isso realizar um atendimento que explore outras áreas para verificar o foco primário é fundamental.
Importante entender o que se foi trabalhado nas 40 sessões, geralmente apenas o uso de recursos como o TENS (choquinho) e US (ultrasom), não são suficientes para eliminar o problema.
Dr. Diego Paiva
Osteopata, Fisioterapeuta
Rio de Janeiro
E preciso avaliar a causa da epicondilite
Não necessariamente a dor é por conta somente do cotovelo .
E preciso avaliar toda a biomecânica !!!
Dr. Vinicius Teixeira
Fisioterapeuta
Rio de Janeiro
Olá. Conforme os colegas bem disseram, por vezes a dor no cotovelo não é de fato epicondilite. No entanto, assumindo que esse seja realmente o seu caso, a epicondilite pode realmente retornar, se a causa não for sanada.
Precisa identificar qual setor da biomecânica está impreciso e tentar trabalhar nesse viés , e quem trabalha com computador ou passa muito tempo em celulares e afins, é necessário pensar na Ergonomia tanto no ambiente de trabalho, tanto quanto no ambiente de trabalho ou lazer (que envolva tais aparatos) dentro de casa.

Trabalhar com olhar apenas nos sintomas, pode resultar em uma negligência da causa, o que conforme disse, pode facilitar a recidiva da patologia.
Pelo seu relato foram muitas sessões sem resolução, no consultório como fisioterapeuta e muito comum estes relatos! Muitos profissionais focam nos sintomas que para muitos pacientes vai funcionar, mas em outros não. Pelo seu relato e necessário investigar toda a sua rotina para entender sua ergonomia, ou seja como você executa todas as suas atividades que envolvem o cotovelo, postura de dormir, e uma avaliação postural alem de discutir o caso com seu médico, para elaborar um programa de tratamento na causa, pois acredito que até o momento tenha sido tratado os sintomas! Após toda esta investigação e com o tratamento direcionado a causa e não ocorrer resolução assim deve-se considerar o procedimento cirúrgico! Estou a disposição!
Dr. Fábio Kunhavalick
Ortopedista - traumatologista
Londrina
Atualmente existe no mercado novos tratamentos não cirúrgicos para a epicondilite lateral. O tratamento realizado através de ondas de choque apresenta resultados promissores. O tratamento com ondas de choque (TOC) é um modelo eficaz na área de problemas articulares, esqueléticos ou musculares. Ao contrário do que se imagina, não são choques elétricos, mas sim uma energia mecânica que promove um fenômeno conhecido por cavitação, onde microbolhas no local lesionado são rompidas, liberando substâncias anti-inflamatórias e melhorando a circulação sanguínea no local. O TOC atua, por exemplo, no caso de uma pessoa que pratica algum esporte, e sofreu uma lesão muscular, auxiliando na recuperação.
Embora seja um modelo que ganhou fama recentemente, a terapia por ondas de choque já é usada desde 1980 na área da urologia para tratar cálculo renal. Apenas uma década depois, cientistas da Alemanha e da Áustria descobriram os benefícios das ondas de choque na resolução de problemas musculoesqueléticos. Mas diferente da aplicação na urologia, que pretende destruir tecidos, o uso do tratamento de ondas de choque pretende, na verdade, reparar outros tipos de tecido lesionados. Hoje, a TOC é usada também dentro da estética para melhorar a qualidade da pele.
O tratamento com ondas de choque é usado em pacientes com problemas musculoesqueléticos e, por este motivo, é bastante usado na medicina esportiva para rápida recuperação dos atletas. As principais áreas do corpo onde a terapia por ondas de choque é usada são: o joelho, o ombro e o calcanhar, mas pode ser aplicada em outras partes.
Doenças como fascite plantar, epicondilite lateral ou medial, tendinite patelar, tendinite supra-espinhal, tendinopatia do tendão de Aquiles, dores crônicas, pseudoartrose e dificuldade na recuperação de fraturas ósseas também podem ser tratadas pelas ondas de choque.
De acordo com um estudo publicado por uma revista acadêmica americana que é referência no assunto, a Annals of Internal Medicine, o uso do tratamento por ondas de choque é extremamente benéfico no trato de tendinites. Além disso, os efeitos analgésicos liberados na terapia com ondas de choque permitem reduzir as dores crônicas sofridas por um paciente. Neste cenário, uma boa alternativa é a TOC, pois ela permite a criação de micro vasos e, por meio da vascularização, torna possível o restabelecimento da saúde local: isso se aliada aos outros tratamentos indicados para a recuperação.
Dr. Rodrigo Grandelli
Fisioterapeuta, Terapeuta complementar
Niterói
Olá !
Provavelmente essas dores podem estar relacionados na região cervical, aconselho você procurar um fisioterapeuta de sua confiança para realizar uma avaliação e traçar o melhor tratamento para vc.
Abraços e boa sorte!!
Dr. Lucas Volcato
Fisioterapeuta
Porto Alegre
Olá, a fisioterapia não precisa ser feita apenas na região afetada, é preciso trabalhar desde cima, cervical, ombro, cotovelo e punho, pois tudo está envolvido, talvez possa estar com alguma tensão na cervical.
 Raquel T Netto
Fisioterapeuta
Rio de Janeiro
Olá, qual a sua profissão? Seria ideal verificar se as atividades, esportes, possam estar envolvidos pra que a dor persista, pois fatores ambientais precisam ser analisados. Após a verificação, e com algumas modificações podem trazer melhora, exemplo: pessoas que ficam muito tempo desempenhando uma função na mesma posição, pode ocasionar dores e lesões.
E o tratamento seria para tratar os pontos dolorosos desde a cervical ate o cotovelo, para uma melhora global e duradoura.
Dra. Isabella Mesquita
Fisioterapeuta, Terapeuta complementar, Psicanalista
São Paulo
Olá! Em lesões crônicas com esse perfil geralmente estão associadas a multifatores, incluindo somato emocionais, que não são detectados em exames e não há respostas com tratamentos com medicamentos. Se já realizou tratamento de fisioterapia, acupuntura e infiltrações e os exames encontram-se normais mas ainda continua com os mesmo sintomas, sugiro que procure tratamento com a Microfisioterapia.
 Carolina Marques Andrade
Fisioterapeuta
Belo Horizonte
Se tratou de tantas formas o cotovelo, sem melhora, e se o exame de imagem está normal… provavelmente o problema não está ali. Existem algumas desordens na cervical e no trajeto dos nervos para o braço (os chamados desfiladeiros) que podem gerar dor semelhante a da epicondilite. Se for seu caso, não adianta tratar apenas o cotovelo. É necessário tratar a causa (cervical ou desfiladeiros). Uma boa avaliação fisiterapêutica pode te ajudar, e sugiro a abordagem da Osteopatia. Se tiver interesse, conte comigo!
Olá, como mencionado acima importante buscar um fisioterapeuta osteopata e um especialista em dor crônica.
 Cristiane Nascimento da Cunha
Fisioterapeuta, Osteopata
Rio de Janeiro
Busque tratamento com Osteopatia, pode te auxiliar.
Dra. Amanda Carrijo
Fisioterapeuta
Franca
Olá boa tarde. Trabalho com tratamento a laser. Sou fisioterapeuta e acupunturista. Posso te ajudar
Em muitos casos de dor persistente no cotovelo, mesmo com exames normais e após diversos tratamentos locais, a fonte do problema pode não estar no cotovelo em si.
Alterações na coluna cervical podem gerar ou manter sintomas no membro superior, inclusive dor semelhante à epicondilite, mesmo sem dor aparente no pescoço.
Nesses casos, uma avaliação detalhada da coluna cervical e da resposta do braço aos movimentos pode ser fundamental para identificar a real origem do problema e direcionar o tratamento de forma mais eficaz.
Dr. Robson Sitta
Fisioterapeuta
São Paulo
Olá, seja bem vinda. Pelo tempo de lesão, percebe-se que é uma condição crônica. Se nos exames de imagem os tendões extensores apresentam-se normais, pode ser uma hipersensibilização da dor. Após tanto tempo com dor, seu sistema nervoso fica hiperalerta com quaisquer movimentos que remetam à epicondilite, não necessariamente tendo alguma lesão ainda. Eu recomendaria procurar um bom fisioterapeuta especialista em ortopedia para avaliar seu caso e poder te orientar melhor. Até mesmo para confirmar se ficaram sequelas ou se ainda há de fato uma epicondilite. Estimo melhoras.

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