Gostaria de saber se uma pessoa com gasttrite crônica ativa moderada com leve atrofia nas grandulas

Gostaria de saber se uma pessoa com gasttrite crônica ativa moderada com leve atrofia nas grandulas e tireóide de Hashimoto tem como ganha peso?

13 respostas


Boa tarde, tem sim, com a dieta adequada. Você precisa de um nutricionista para ajustar a sua dieta com as suas necessidades.

Dra. Simone Correa

Dra. Simone Correa

Nutricionista

São Paulo

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Sim, claro! É possível que mesmo com gastrite crônica associada à tireoidite de Hashimoto, conseguimos resultados de ganho peso, mas o processo exige um acompanhamento criterioso e estratégias individualizadas para controlar estas condições de saúde. A gastrite crônica ativa pode reduzir o apetite, causar desconforto gástrico e dificultar a digestão adequada dos alimentos, especialmente se houver hipocloridria (baixa produção de ácido gástrico). Isso prejudica a absorção de proteínas, ferro, zinco e vitamina B12, nutrientes importantes tanto para o metabolismo quanto para o ganho de massa magra. Além disso, a tireoidite de Hashimoto, quando não controlada, pode diminuir o metabolismo basal, interferindo na regulação hormonal e na eficiência calórica do corpo. O primeiro passo é estabilizar o quadro gástrico com manejo clínico e nutricional, priorizando refeições menores e mais frequentes, alimentos de fácil digestão, evitando irritações gástricas e otimizando o aporte proteico por meio de fontes magras e bem preparadas. Enquanto isto, é essencial que os níveis hormonais da tireoide (TSH, T4 livre e T3) estejam adequadamente controlados, pois o tratamento adequado de Hashimoto (geralmente com levotiroxina) contribui diretamente para normalizar o metabolismo energético. Uma vez estabilizadas as condições clínicas, o ganho de peso é totalmente viável. Isso é alcançado com um leve superávit calórico ajustado à tolerância digestiva, introduzindo progressivamente alimentos calóricos de boa densidade nutricional, como azeite, abacate, ovos, batata-doce, arroz, peixes e suplementos proteicos, se necessário. A prática de atividade física é fundamental, conforme comprovado em diversas revisões sobre hipertrofia muscular e resposta metabólica ao exercício, potencializa o ganho de massa magra mesmo em condições clínicas crônicas, desde que a inflamação esteja controlada. O ganho de peso é possível, mas depende do equilíbrio entre controle da gastrite, ajuste hormonal da tireoide e um plano alimentar estruturado para promover síntese proteica e recuperação muscular de forma segura e eficiente a longo prazo.

Dr. Gabriel Ferreira

Dr. Gabriel Ferreira

Nutricionista

Rio de Janeiro

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Olá!, A sua pergunta é muito importante, e demonstra um cuidado genuíno com a sua saúde. A gastrite crônica com leve atrofia das glândulas e a presença da tireoidite de Hashimoto realmente podem interferir no metabolismo e na absorção dos nutrientes, dificultando o ganho de peso em algumas pessoas. Isso ocorre porque o processo inflamatório no estômago pode prejudicar a digestão e, no caso da tireoide, as alterações hormonais afetam diretamente o gasto energético e o equilíbrio corporal. Mas é possível, sim, alcançar um peso saudável com uma alimentação personalizada, focada em melhorar a absorção intestinal, reduzir a inflamação e ajustar o metabolismo conforme as necessidades individuais. Em muitos casos, com o suporte de uma nutricionista especializada, o organismo volta a responder de forma positiva, favorecendo tanto o ganho de massa quanto o equilíbrio hormonal e digestivo. Cada caso é único, por isso o ideal é realizar uma avaliação nutricional individualizada, considerando exames, sintomas e rotina alimentar. Assim, é possível montar um plano alimentar adequado, respeitando sua condição clínica e seus objetivos. Atendo de forma humanizada e acessível, com consultas nutricionais online para todo o Brasil, horários flexíveis e acompanhamento personalizado. Se desejar compreender melhor seu caso e iniciar um plano alimentar seguro, será um prazer te ajudar! Dra. Cleonice Soares | Nutricionista – Atendimento Online | Nutricionista em Fortaleza e São Paulo | Saúde, bem-estar e equilíbrio nutricional.

Dra. Cleonice  Soares

Dra. Cleonice Soares

Nutricionista

Belo Horizonte

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Sim, uma pessoa com essas condições tem como ganhar peso, mas é necessário um acompanhamento médico e nutricional rigoroso.

Dr. Michel Melo

Dr. Michel Melo

Nutricionista

Rio de Janeiro

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Tem sim, é possível ganhar peso de forma saudável e não saudável. Seria hipertrofia?


Olá! Sim, é totalmente possível que uma pessoa com o diagnóstico de Gastrite Crônica Ativa Moderada com Atrofia Glandular Leve e Tireoidite de Hashimoto consiga ganhar peso, embora o processo possa exigir um manejo cuidadoso e multidisciplinar. O ganho ou perda de peso é, em última instância, determinado pelo balanço energético (calorias consumidas versus calorias gastas). No entanto, as condições mencionadas podem influenciar esse balanço e a forma como o organismo processa os nutrientes: Tireoidite de Hashimoto (e Hipotireoidismo): Esta é a causa mais comum de hipotireoidismo, uma condição autoimune que leva à produção insuficiente de hormônios tireoidianos. O hipotireoidismo tipicamente causa uma diminuição do metabolismo basal, o que, por si só, já predispõe ao ganho de peso e dificulta a perda. O tratamento médico com reposição hormonal (levotiroxina) é fundamental para normalizar o metabolismo e facilitar o manejo do peso. Gastrite Crônica Atrófica (GCA): A atrofia glandular está frequentemente associada à hipocloridria (baixa produção de ácido clorídrico no estômago). A hipocloridria, e a GCA, especialmente quando autoimune (o que tem forte associação com a Tireoidite de Hashimoto), podem prejudicar significativamente a absorção de micronutrientes, como a Vitamina B12 (devido à diminuição do Fator Intrínseco) e, potencialmente, o Ferro, o que pode afetar a energia e o estado nutricional geral. A inflamação gástrica (gastrite ativa) e a atrofia podem causar desconforto, dor e saciedade precoce, levando o paciente a reduzir a ingestão alimentar e, consequentemente, a ingestão calórica e proteica total, o que pode paradoxalmente levar à perda ou dificuldade de ganho de peso. Para o paciente alcançar o ganho de peso de forma saudável e sustentável, é necessário: Acompanhamento Médico (Endocrinologista e Gastroenterologista): Garantir que o hipotireoidismo esteja bem controlado e que o tratamento da gastrite (como a suplementação de Vitamina B12, se necessário, e a erradicação de H. pylori, se presente) esteja otimizado. Ajuste Nutricional Individualizado: É crucial elaborar um plano alimentar que forneça um superávit calórico e proteico para o ganho de peso, mas que seja simultaneamente suave para a mucosa gástrica e fácil de digerir. Focar em refeições menores e mais frequentes, com alimentos de alta densidade energética e nutricional (fontes de gorduras saudáveis e proteínas magras em preparações menos irritantes). Priorizar a mastigação adequada e evitar líquidos durante as refeições principais, para não distender o estômago e não diluir as enzimas digestivas.


Se todas essas condições forem tratadas e equilibradas, sim. Com a nutrição funcional e ortomolecular eu trato com suplementação correta para cicatrizar a mucosa do estomago, vitaminas para proteger a tireóide, bem como alimentação anti alérgica para diminuir o ataque a essa glândula e a dieta mais indicada para seu objetovo, levando em consideração sua idade, estilo de vida e preferências


Sim, é possível, desde que: A função da tireoide esteja equilibrada (verificado por exames e acompanhamento médico). A alimentação seja adaptada para a gastrite (sem causar irritação gástrica). A ingestão calórica e proteica seja suficiente e bem fracionada.

Dra. Samara Nascimento

Dra. Samara Nascimento

Nutricionista

Bragança Paulista

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sim! procure um nutricionista para auxiliar.

Rachel Franco

Rachel Franco

Nutricionista

Rio de Janeiro

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É possível ganhar peso, mas precisa de alimentação fracionada, calorias de qualidade e acompanhamento profissional para não piorar a gastrite e manter a tireoide equilibrada.

Dra. Darlene  Soares

Dra. Darlene Soares

Nutricionista

Belo Horizonte

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Olá! Sim, é possível ganhar peso mesmo tendo gastrite crônica ativa com atrofia glandular e tireoidite de Hashimoto. No entanto, antes de pensar apenas em aumentar as calorias da alimentação, é importante entender como essas condições podem interferir na digestão, na absorção dos nutrientes e no metabolismo. A gastrite crônica atrófica pode reduzir a produção de ácido no estômago. Essa redução da acidez pode prejudicar a digestão das proteínas e diminuir a absorção de nutrientes importantes, como vitamina B12, ferro, cálcio e magnésio. Além disso, um estômago com baixa acidez pode favorecer alterações da microbiota e, em algumas pessoas, o supercrescimento bacteriano do intestino delgado (SIBO), que também pode comprometer a absorção de nutrientes e dificultar o ganho de peso. Já a tireoidite de Hashimoto nem sempre provoca emagrecimento. O impacto sobre o peso depende principalmente de como está o funcionamento da tireoide. Quando os hormônios tireoidianos estão bem controlados pelo tratamento, muitas pessoas conseguem ganhar ou perder peso normalmente. Outro ponto importante é que ganhar peso não significa apenas aumentar gordura corporal. O ideal é priorizar o ganho de massa muscular por meio de uma alimentação com quantidade adequada de proteínas, carboidratos e calorias, associada à prática de exercícios de força, quando não houver contraindicações. Nesses casos, o acompanhamento nutricional é fundamental. O nutricionista pode avaliar se existe dificuldade de digestão ou absorção dos nutrientes, identificar possíveis deficiências nutricionais, calcular suas necessidades energéticas e, quando necessário, indicar suplementos para facilitar o ganho de peso de forma saudável. Em resumo, sim, é possível ganhar peso. Porém, antes de aumentar simplesmente a quantidade de alimentos, vale a pena investigar se seu organismo está conseguindo digerir, absorver e utilizar adequadamente os nutrientes que você consome. Essa abordagem costuma trazer resultados muito melhores a longo prazo. Israel Adolfo – Nutricionista Esportivo


Sim. Gastrite crônica ativa e tireoidite de Hashimoto podem influenciar o apetite, a digestão e, principalmente no caso da tireoide, o metabolismo. No Hashimoto, se houver hipotireoidismo com TSH elevado e hormônios tireoidianos reduzidos, pode ocorrer redução do gasto energético e facilidade maior para ganhar peso. Com a função tireoidiana adequadamente controlada, porém, o impacto sobre o peso costuma ser bem menor. Já a gastrite pode alterar a alimentação por causar dor, queimação, náusea ou saciedade precoce, mas não costuma ser uma causa direta de ganho de peso. Eu recomendaria avaliar TSH, T4 livre, vitamina B12, ferro/ferritina, vitamina D e outros nutrientes, especialmente porque a gastrite crônica atrófica pode estar associada a alterações na absorção de B12 e ferro.

Dra. SIMARA SOUZA

Dra. SIMARA SOUZA

Nutricionista

Rio de Janeiro

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Sim, é absolutamente possível ganhar peso (massa muscular e gordura saudável), mas esse quadro exige uma conduta nutricional e médica bem alinhada, pois as duas condições atuam de formas opostas sobre o organismo.

Dr. Katilene  Machado

Dr. Katilene Machado

Nutricionista

Aparecida de Goiânia

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Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.