Gostaria de ter uma segunda opinião de um psiquiatra. Meu marido hoje aos 49 anos acabamos de ter o

Gostaria de ter uma segunda opinião de um psiquiatra. Meu marido hoje aos 49 anos acabamos de ter o pré-diagnostico de esquizofrenia paranóide. Ele uma pessoa saudável, vivo com ele a mais de 23 anos e ele nem comprimido para dor de cabeça precisava tomar... Mas de uns meses para cá, tem tido muita preoculpação com relação ao trabalho e teve um dia que simplesmente ele surtou... não dizia coisa com coisa, tudo para ele iria dá errado e veio a preoculpação de que de alguma forma o trabalho dele iria descobrir algo errado e que ele seria despedido do emprego (nesta época, ele estava de licença para dar entrada no inss para ser reabilitado na profissão devido a problemas de coluna). Tenho dúvidas quanto ao diagnóstico e gostaria de tentar uma segunda avaliação médica mas não sei como falar isso a outro profissional sem chamar a atenção dele para o diagnostico inicial

2 respostas


Realmente, não é esperado que alguém com 49 anos desenvolva esquizofrenia, um transtorno que tipicamente ocorre em adultos jovens. Outras causas devem ser investigadas, caso ainda não tenham sido. Normalmente, a ética médica nos obriga a dar ao paciente seu diagnóstico, a não ser que isto vá clara e gravemente contra seus interesses imediatos ou quando ele expressa o desejo de não saber. Entretanto, não há obrigatoriedade de mencionar nenhum diagnóstico ao longo de uma avaliação. Para tanto, comunique ao psiquiatra esta sua questão que, certamente, ele saberá abordar a entrevista com cuidado. Às vezes, é interessante o familiar fazer uma consulta prévia com o psiquiatra, na qual passa o histórico detalhado e suas próprias observações sobre o comportamento do paciente, se não quiser expor estes assuntos na frente dele.

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Olá! Se você não se sente segura com o diagnóstico indicado pelo médico, você tem total direito de buscar uma segunda opinião. Uma sugestão seria falar com a secretária do segundo médico sobre a necessidade de falar com ele antes do seu marido entrar para a consulta. Falando abertamente sobre os problemas e as dúvidas, ameniza-se os problemas ou más interpretações. Um abraço e melhoras ao seu marido.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.