Me ajudem a refletir, isso não me incomoda muito mas queria entender. Tenho 20 anos e vejo homens da m
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Me ajudem a refletir, isso não me incomoda muito mas queria entender. Tenho 20 anos e vejo homens da minha idade ou menos que conhece mulheres bem facilmente e consegue se conectar, vejo que a maioria deles não tem boa aparência ou é bem financeiramente sucedido, eu falando assim isso se mostra claramente uma comparação mas a pergunta ficar: porque ninguém se interessa por mim? Essa pergunta costuma asoitar em minha mente mas tento apagar. As tento por meu esforço abordar mulheres de meu interesse e não dá em nada, pessoas falam "que trabalhe em vc e elas virão"e nada flui. Na sua visão oq pode tá acontecendo?
A pergunta que retorna — “por que ninguém se interessa por mim?” — já diz muito. Não é apenas sobre as mulheres, mas sobre o lugar que você sente ocupar diante do desejo do outro. Quando essa pergunta aparece com insistência, ela costuma tocar algo do valor próprio, da comparação e da expectativa de reconhecimento.
Na psicanálise, entendemos que o interesse não se produz apenas por aparência, dinheiro ou esforço consciente. Ele passa pelo modo como cada um se coloca no laço, pelo que se transmite sem perceber: expectativas, ansiedade, necessidade de confirmação, medo da rejeição. Muitas vezes, quanto mais alguém tenta “fazer dar certo”, mais fica capturado por uma lógica de prova — preciso ser escolhido para me sentir suficiente — e isso pesa no encontro.
Também é importante notar como você se compara aos outros e tenta apagar a pergunta que surge. Apagar não faz desaparecer; ao contrário, faz com que ela retorne com mais força. Talvez o ponto não seja entender por que os outros conseguem, mas o que essa comparação diz sobre você e sobre o que espera de um encontro amoroso.
A psicanálise não oferece receitas para “atrair” alguém. Ela ajuda a sustentar essa pergunta sem precisar se atacar ou se medir o tempo todo. Quando o sujeito começa a se escutar, algo muda na forma como ele se apresenta ao outro — e isso costuma ter efeitos reais nos vínculos.
Se essa questão insiste, vale dar lugar a ela em análise. Não para se corrigir, mas para entender o que, do seu desejo, está em jogo aí.
Na psicanálise, entendemos que o interesse não se produz apenas por aparência, dinheiro ou esforço consciente. Ele passa pelo modo como cada um se coloca no laço, pelo que se transmite sem perceber: expectativas, ansiedade, necessidade de confirmação, medo da rejeição. Muitas vezes, quanto mais alguém tenta “fazer dar certo”, mais fica capturado por uma lógica de prova — preciso ser escolhido para me sentir suficiente — e isso pesa no encontro.
Também é importante notar como você se compara aos outros e tenta apagar a pergunta que surge. Apagar não faz desaparecer; ao contrário, faz com que ela retorne com mais força. Talvez o ponto não seja entender por que os outros conseguem, mas o que essa comparação diz sobre você e sobre o que espera de um encontro amoroso.
A psicanálise não oferece receitas para “atrair” alguém. Ela ajuda a sustentar essa pergunta sem precisar se atacar ou se medir o tempo todo. Quando o sujeito começa a se escutar, algo muda na forma como ele se apresenta ao outro — e isso costuma ter efeitos reais nos vínculos.
Se essa questão insiste, vale dar lugar a ela em análise. Não para se corrigir, mas para entender o que, do seu desejo, está em jogo aí.
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Sua angústia é legítima e bastante comum nessa fase da vida. Muitas vezes a comparação cria a sensação de falta, mas o vínculo afetivo não depende só de aparência ou sucesso, e sim de disponibilidade emocional, forma de se relacionar e expectativas internas, muitas vezes inconscientes. Quando o encontro vira uma prova de valor pessoal, a ansiedade pode dificultar a conexão. Olhar para como você se percebe, o que espera do outro e como se coloca nas relações pode abrir caminhos mais autênticos e menos dolorosos.
Olá. De fato, nós homens, recebemos uma grande pressão quanto "a quem ser, como fazer e quanto performar" nas relações. Isso é uma verdade cultural. Outra questão é a sua verdade interna, que é composta pelos ambientes e relações que você vivenciou até agora. Uma das coisas que podem estar acontecendo é você estar desconectado de você mesmo. Abraço.
Não é tão simples responder sua pergunta, já que não tenho seu histórico, porém o que posso detectar é sua angústia por se sentir frustrado em suas conquistas. A atração não é somente física ou financeira, mas Na maioria das vezes o que nós passamos quando estamos no jogo da paquera. Quando abordamos alguém (e isso vale tanto para homens quanto para mulheres) com a ideia de conseguir algo, o outro sente imediatamente essa frequência e a necessidade que está sentindo em ser validado, (e isso é bem claro na forma como se expressa), faz com que passe a repelir a pessoa e não a aproximar.
Cuide de você, aumente sua auto estima, valorize-se, estude...Seja bom para você e com você primeiro. E quando "as pessoas falam" para trabalhar você, acredite, estão certas. E não é que nada flui, é que a mensagem que está tentando enviar é desviada pelos seus sentimentos em relação a você mesmo. Cuide-se.
Cuide de você, aumente sua auto estima, valorize-se, estude...Seja bom para você e com você primeiro. E quando "as pessoas falam" para trabalhar você, acredite, estão certas. E não é que nada flui, é que a mensagem que está tentando enviar é desviada pelos seus sentimentos em relação a você mesmo. Cuide-se.
Experiências afetivas precoces, familiares ou relacionais fazem com que o sujeito cresça com a sensação de que precisa fazer algo a mais para ser visto ou escolhido. Isso pode levar a uma postura de autoexigência, comparações constantes e dificuldade de se colocar nos encontros de forma espontânea, sem se observar ou se avaliar o tempo todo.
Não significa que haja algo “errado” com você. Indica um modo singular de se posicionar diante do desejo, que pode ser compreendido e transformado quando é colocado em palavras. Na psicanálise, o trabalho não é eliminar a falta, mas se apropriar dela; quando isso acontece, o encontro deixa de ser uma prova e pode se tornar possível.
Coloco-me à disposição para auxiliar nesse processo como psicanalista, oferecendo um espaço de escuta ética e sem julgamentos. Muitas vezes, compreender o que se repete já é um passo importante para a mudança.
Não significa que haja algo “errado” com você. Indica um modo singular de se posicionar diante do desejo, que pode ser compreendido e transformado quando é colocado em palavras. Na psicanálise, o trabalho não é eliminar a falta, mas se apropriar dela; quando isso acontece, o encontro deixa de ser uma prova e pode se tornar possível.
Coloco-me à disposição para auxiliar nesse processo como psicanalista, oferecendo um espaço de escuta ética e sem julgamentos. Muitas vezes, compreender o que se repete já é um passo importante para a mudança.
A sua pergunta é interessante justamente porque você percebe que não se trata apenas de aparência, dinheiro ou “técnica”, mas de algo que insiste como uma interrogação: por que ninguém se interessa por mim?
Na psicanálise, quando uma pergunta retorna com frequência, mesmo quando tentamos apagá-la, ela costuma apontar para algo do desejo do sujeito, e não apenas para fatores externos. A comparação com os outros, nesse sentido, muitas vezes encobre uma questão mais profunda: como você se posiciona nas relações e o que, sem perceber, se repete nesse modo de se aproximar.
O conselho de “trabalhar em si mesmo para que as coisas fluam” costuma ser genérico e, muitas vezes, pouco eficaz, justamente porque não toca na singularidade de cada história. Nem tudo o que nos atravessa nas relações é consciente ou controlável pela vontade.
Quando esse tipo de pergunta começa a ocupar espaço, um trabalho de escuta contínua pode ajudar a dar sentido a essas repetições e a compreender como elas se articulam à sua história e aos seus vínculos.
Na psicanálise, quando uma pergunta retorna com frequência, mesmo quando tentamos apagá-la, ela costuma apontar para algo do desejo do sujeito, e não apenas para fatores externos. A comparação com os outros, nesse sentido, muitas vezes encobre uma questão mais profunda: como você se posiciona nas relações e o que, sem perceber, se repete nesse modo de se aproximar.
O conselho de “trabalhar em si mesmo para que as coisas fluam” costuma ser genérico e, muitas vezes, pouco eficaz, justamente porque não toca na singularidade de cada história. Nem tudo o que nos atravessa nas relações é consciente ou controlável pela vontade.
Quando esse tipo de pergunta começa a ocupar espaço, um trabalho de escuta contínua pode ajudar a dar sentido a essas repetições e a compreender como elas se articulam à sua história e aos seus vínculos.
Olá, sem conhecê-lhe melhor ou ler mais sobre a sua experiência é quase impossível lhe dar uma resposta suficientemente específica para você mudar alguma coisa. Mas vou pronunciar uma hipótese para você ver se faz sentido. O contato humano funciona de maneiras em grande parte despercebidas. Por exemplo a maneira de olhar ou a maneira de sentir um desejo para aproximar-se da outra pessoa. Não adianta fingir. A causa de um possível comportamento seu que impede o calor humano se mostrar pode ser variada. Mas pode ter a ver com o ambiente no qual viveu na sua infância e adolescência. Inclusive, a indiferência humana acontece mais frequentemente no âmbito urbano que no âmbito rural, pois ela está sendo produzida pelo tipo de relações no dia-a-dia econômico. O tempo que a criança recebe a atenção dos familiares é cada vez mais curto e menos intensivo. Mas dá para aprender se relacionar. Só que isto engloba a personalidade toda. Se você entende e concorda com a hipótese acima, você pode procurar se entreinar e exercer-se nas relações mais variadas, sem preguiça. O caminho mais prometedor seria a psicanálise ou a psicoterapia de tipo falada (humanista). Estes tipos de terapia tem como objetivo o cliente aprender se relacionar harmônicamente.
Tem algo que Lacan trabalha que é fundamentado no conceito de que , tudo que é dito é passível de um equívoco, ou seja, tudo que se é falado pode ser interpretado de diversas formas, porque quem dá o significado é aquele que recebe.
Sua pergunta é válida, e por isso, vale se colocar como proposta a ideia de entender o que se diz e o que se pode significar.
Sua pergunta é válida, e por isso, vale se colocar como proposta a ideia de entender o que se diz e o que se pode significar.
Olá, “Quando você pergunta ‘por que ninguém se interessa por mim?’, parece que não está falando só de relacionamentos, mas de como você se vê no desejo do outro. Essa pergunta retorna e não se resolve com esforço ou comparação, o que sugere que ela toca algo mais profundo.
A análise pode ser um espaço para entender como essa questão se formou e como ela aparece nos seus encontros hoje. Se fizer sentido, podemos marcar um primeiro atendimento para conversar melhor sobre isso.”
A análise pode ser um espaço para entender como essa questão se formou e como ela aparece nos seus encontros hoje. Se fizer sentido, podemos marcar um primeiro atendimento para conversar melhor sobre isso.”
É natural que essa comparação surja, especialmente quando o esforço que você aplica não parece trazer o mesmo resultado que a aparente facilidade dos outros. Muitas vezes, o que acontece é que a conexão interpessoal depende menos de atributos estáticos, como aparência ou dinheiro, e mais de uma fluidez na comunicação e da capacidade de gerar conforto imediato. Quando focamos excessivamente no trabalho interno esperando uma recompensa externa, podemos acabar criando uma postura de autovigilância ou uma ansiedade por resultados que as pessoas percebem subconscientemente, o que acaba travando a naturalidade da aproximação. Talvez o que falte não seja valor pessoal, mas sim uma mudança de foco: em vez de abordar com o peso da expectativa de ser aceito, tentar interagir com o objetivo genuíno de apenas conhecer o outro, sem que o desfecho valide quem você é.
Isso fala sobre o lugar que você ocupa para si mesmo.
Quando o desejo próprio está atravessado por comparação e sentimento de falta, o encontro tende a não se sustentar.
Muitas vezes, buscamos no outro uma confirmação que ainda não construímos internamente.
Isso produz ansiedade e um pedido silencioso de reconhecimento, que dificulta a troca espontânea. A terapia permite trabalhar essa posição subjetiva e reposicionar o desejo — posso te acompanhar nesse processo, se fizer sentido.
Quando o desejo próprio está atravessado por comparação e sentimento de falta, o encontro tende a não se sustentar.
Muitas vezes, buscamos no outro uma confirmação que ainda não construímos internamente.
Isso produz ansiedade e um pedido silencioso de reconhecimento, que dificulta a troca espontânea. A terapia permite trabalhar essa posição subjetiva e reposicionar o desejo — posso te acompanhar nesse processo, se fizer sentido.
Olá, de acordo com a psicanálise, sua pergunta demandaria uma escuta mais aprofundada sobre sua história de vida e seus primeiros vínculos com as pessoas que cuidaram de você desde bebezinho. Pode não ser apenas timidez ou dificuldade de comunicação, mas o sintoma de alguma inibição, como diria Freud. Mas, atenção, isso não é um diagnóstico. Consulte um psicanalista para se aprofundar nessas suas dúvidas.
A terapia psicanalítica, ira buscar na sua historia (fases de seu desenvolvimento) possíveis causas do desconforto narrado. Na minha clinica, busco fornecer ao paciente possíveis respostas, porem o maior ganho esta em nivelar a autoestima do paciente para que possa seguir com mais proposito.
Bom dia, espero que esteja bem, sou isabela abigail psicanalista, o primeiro passo é a coragem para poder sentir, isso te incomoda com profundidade, e isso é bom, por que o fato de já ter feito esta pergunta quer dizer, que quer mudanças e entender o seu inconsciente, mas antes de tudo é necessário entendermos as raízes por trás, identificar medos, traumas, oque esta dominando qual das 7 raízes da rejeição, medo, abandono, culpa, desistência, injustiça, raiva, o porque de uma insegurança invisível.
Você não precisa enfrentar isso sozinha(o). Com o acompanhamento certo, é possível compreender suas emoções, fortalecer sua estrutura interna e promover mudanças consistentes.
Se fizer sentido para você, será um prazer conduzir esse processo terapêutico ao seu lado.
Você não precisa enfrentar isso sozinha(o). Com o acompanhamento certo, é possível compreender suas emoções, fortalecer sua estrutura interna e promover mudanças consistentes.
Se fizer sentido para você, será um prazer conduzir esse processo terapêutico ao seu lado.
Olá, Paciente anônimo
Mas não se trata de "abordar mulheres" que, no final, "não dá em nada" ou "nada flui".
Esta maneira de ver estas mulheres já mostra que você não as quer, pelo menos não as quer de verdade para amá-las.
A questão aí é o amor, este verdadeiro e duradouro envolvimento.
Atenciosamente
Emilson Garcia Psicanalista
Mas não se trata de "abordar mulheres" que, no final, "não dá em nada" ou "nada flui".
Esta maneira de ver estas mulheres já mostra que você não as quer, pelo menos não as quer de verdade para amá-las.
A questão aí é o amor, este verdadeiro e duradouro envolvimento.
Atenciosamente
Emilson Garcia Psicanalista
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