Meu esposo parece está com bloqueio emocional ele vem ficando estranho por um tempo tendo altos e ba

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Meu esposo parece está com bloqueio emocional ele vem ficando estranho por um tempo tendo altos e baixos agora ele pediu um tempo ele chora bastante,fala q dói por está fazendo isso ,parece está confuso ,todos os domingos ele fica comigo a gente namora temos uma ótima conexão quando volta pra casa da mãe no dia seguinte ele já fica distante,agora ele fala q fica lembrando de coisas q aconteceu no casamento q não resolvemos e está ferindo ele aí começa a falar só as feridas q eu fiz as q ele fez ele nem comenta .agora está se sentindo mal por agente fazer sexo aos domingos e ele está achando q está me usando.de uma certa forma eu sei q é errado a gente fazer isso .mas ele falou tbm q não tem vontade de voltar a dormir em casa que está quase sem vontade de voltar , mas sempre chora quando vai se abrir com alguém.então eu acho q ele deve está com esse bloqueio.oq podemos fazer para resolver outra coisa falei pra ele procurar ajuda profissional ele fala q não confia nesses profissionais
Olá! me parece que seu esposo está passando por um processo de ambivalência, querer ficar com você, mas ter dúvidas se realmente vale a pena retomar o casamento. Podemos considerar algumas distorções cognitivas como a generalização, onde provavelmente ele acredita que nada irá mudar se vocês reatarem. No entanto apenas um profissional qualificado, a partir de conversas com ele poderá realmente ajudá-lo e identificar estes pensamentos ambivalentes. O choro fácíl, este isolamento e ruminação de pensamentos precisam ser investigados melhor, pois ele pode estar com pensamentos ansiosos ou obcessivos. Por hora, se você não conseguir com que ele peça ajuda, você pode dar o primeiro passo, se ajudando a compreender a si própria para assim poder ajudá-lo também.

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O fato do seu esposo chorar e falar sobre problemas de relacionamento do passado, pode ser um indicativo de que existem feridas emocionais que precisam ser tratadas. O adequado nesse caso é buscar ajuda de um psicólogo, com quem ele se sinta bem e tenha confiança, para entender o que está acontecendo e trabalhar as necessidades.
O que você descreve indica sofrimento emocional e confusão interna, não apenas bloqueio. Choro frequente, culpa, foco nas feridas do passado e ambivalência são sinais de dificuldade em elaborar emoções.
O mais importante agora é evitar pressão, reduzir conflitos e buscar ajuda profissional. Mesmo que ele resista à terapia, uma avaliação psicológica pode ajudar. Sem apoio, esse padrão tende a se manter ou piorar.
Olá, como vai?
Neste caso, que tal você procurar por um psicólogo? Será que não é o momento de você avaliar essa relação e buscar compreender este funcionamento que está te trazendo angústia? Talvez ele vendo você mudar a partir do seu processo terapêutico o incentive a procurar ajuda.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
elo que você descreve, o comportamento dele é compatível com um conflito emocional intenso: há afeto, vínculo e desejo de proximidade, mas também culpa, ambivalência e dores antigas não elaboradas. Quando feridas do passado não são resolvidas, elas costumam reaparecer como confusão, oscilação emocional, choro frequente e dificuldade de decisão. O afastamento após momentos bons, especialmente ao voltar para a casa da mãe, sugere que ele entra em contato com sentimentos de culpa, lealdade dividida ou medo de repetir padrões do casamento. O foco exclusivo nas feridas que você causou pode ser uma defesa psíquica: é mais fácil olhar para a dor provocada pelo outro do que para a própria responsabilidade e ambivalência. O desconforto dele em relação ao sexo indica conflito entre desejo e valores, o que aumenta ainda mais a culpa e o sofrimento.
Para avançar, o mais importante agora é desacelerar a dinâmica. Manter encontros íntimos enquanto ele está confuso tende a intensificar a culpa e o afastamento, mesmo que exista conexão. Estabelecer limites claros, com respeito e cuidado, pode ajudá-lo a organizar os sentimentos e a perceber que a relação não depende apenas do alívio momentâneo. Você não pode resolver o bloqueio emocional por ele, mas pode oferecer um espaço seguro, sem pressão, onde ele se responsabilize pelo próprio processo. Quanto à resistência à ajuda profissional, isso é comum quando a pessoa tem medo de se confrontar com a própria dor; você pode validar esse receio sem insistir, apenas reforçando que buscar ajuda não é sinal de fraqueza, e sim de maturidade. Se ele não quiser terapia agora, cuide também de você: ter apoio psicológico pode ajudá-la a atravessar esse momento com mais clareza, limites e menos sofrimento.
Olá. Sinto muito que vocês estejam passando por esse momento de tanta angústia e instabilidade. Pelo seu relato, parece que o casal está vivendo um ciclo de ambivalência afetiva: existe o vínculo e o carinho (que aparecem aos domingos), mas também existem mágoas passadas não elaboradas que "ativam" a defesa dele quando ele se afasta.

Quando ele diz que "não confia em profissionais", muitas vezes é o medo de mexer nessas feridas que fala mais alto. O comportamento dele de chorar, se culpar e oscilar indica que ele não está sabendo lidar com as emoções sozinho.

O que pode ser feito?

Quebrar o ciclo: Manter a intimidade aos domingos sem resolver os problemas da semana pode estar gerando mais culpa do que solução, mantendo vocês nesse "limbo".

Terapia para você: Já que ele resiste à ajuda, o ideal é que você inicie um processo terapêutico. Isso te ajudará a estabelecer limites saudáveis, entender até onde você pode ir para "salvar" a relação e como lidar com essa instabilidade dele sem adoecer junto. Muitas vezes, quando um muda a postura, todo o sistema do casal se movimenta. Estou à disposição.
Olá! Pelo seu relato, é possível perceber que seu esposo está vivendo um sofrimento emocional importante, com muita confusão interna, culpa e dor. Os altos e baixos, o choro frequente e a dificuldade de se posicionar indicam que ele não está indiferente, mas sim emocionalmente sobrecarregado.
Relembrar feridas antigas que não foram elaboradas pode intensificar esse sofrimento e gerar ambivalência: momentos de proximidade seguidos de afastamento. Isso não significa necessariamente falta de amor, mas aponta para conflitos emocionais que precisam ser cuidados.
O mais indicado, nesse momento, é que ele tenha um espaço seguro de escuta profissional, onde possa compreender melhor o que sente e elaborar essas dores de forma saudável. Caso ele tenha resistência à terapia, você pode, se possível, buscar apoio para si, pois isso também ajuda a lidar com a situação de forma mais clara e protegida emocionalmente.
Evite assumir sozinha a responsabilidade por esse processo. Relações saudáveis exigem cuidado de ambas as partes. Se o sofrimento persistir ou se intensificar, a ajuda profissional se torna ainda mais importante.
Dra. Aparecida Collepiccolo
Psicólogo, Sexólogo, Psicanalista
Jundiaí
Sinto muito por tudo o que você está vivendo. Seu relato mostra o quanto essa situação tem sido confusa e dolorosa para você.

Esses altos e baixos, o choro frequente, a confusão e a dificuldade de decisão dele indicam um sofrimento emocional importante. Essa aproximação intensa seguida de afastamento costuma gerar esperança, mas também muito desgaste emocional para quem fica esperando. A culpa que ele sente após os encontros íntimos fala mais do conflito interno dele do que das suas atitudes.

Mesmo que ele não queira buscar ajuda agora, é importante que você cuide de si. A terapia pode te ajudar a entender melhor essa dinâmica, fortalecer seus limites e atravessar esse momento com mais clareza emocional.

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