Meu esposo parece está com bloqueio emocional ele vem ficando estranho por um tempo tendo altos e ba

Meu esposo parece está com bloqueio emocional ele vem ficando estranho por um tempo tendo altos e baixos agora ele pediu um tempo ele chora bastante,fala q dói por está fazendo isso ,parece está confuso ,todos os domingos ele fica comigo a gente namora temos uma ótima conexão quando volta pra casa da mãe no dia seguinte ele já fica distante,agora ele fala q fica lembrando de coisas q aconteceu no casamento q não resolvemos e está ferindo ele aí começa a falar só as feridas q eu fiz as q ele fez ele nem comenta .agora está se sentindo mal por agente fazer sexo aos domingos e ele está achando q está me usando.de uma certa forma eu sei q é errado a gente fazer isso .mas ele falou tbm q não tem vontade de voltar a dormir em casa que está quase sem vontade de voltar , mas sempre chora quando vai se abrir com alguém.então eu acho q ele deve está com esse bloqueio.oq podemos fazer para resolver outra coisa falei pra ele procurar ajuda profissional ele fala q não confia nesses profissionais

10 respostas


Olá! me parece que seu esposo está passando por um processo de ambivalência, querer ficar com você, mas ter dúvidas se realmente vale a pena retomar o casamento. Podemos considerar algumas distorções cognitivas como a generalização, onde provavelmente ele acredita que nada irá mudar se vocês reatarem. No entanto apenas um profissional qualificado, a partir de conversas com ele poderá realmente ajudá-lo e identificar estes pensamentos ambivalentes. O choro fácíl, este isolamento e ruminação de pensamentos precisam ser investigados melhor, pois ele pode estar com pensamentos ansiosos ou obcessivos. Por hora, se você não conseguir com que ele peça ajuda, você pode dar o primeiro passo, se ajudando a compreender a si própria para assim poder ajudá-lo também.

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O fato do seu esposo chorar e falar sobre problemas de relacionamento do passado, pode ser um indicativo de que existem feridas emocionais que precisam ser tratadas. O adequado nesse caso é buscar ajuda de um psicólogo, com quem ele se sinta bem e tenha confiança, para entender o que está acontecendo e trabalhar as necessidades.


O que você descreve indica sofrimento emocional e confusão interna, não apenas bloqueio. Choro frequente, culpa, foco nas feridas do passado e ambivalência são sinais de dificuldade em elaborar emoções. O mais importante agora é evitar pressão, reduzir conflitos e buscar ajuda profissional. Mesmo que ele resista à terapia, uma avaliação psicológica pode ajudar. Sem apoio, esse padrão tende a se manter ou piorar.


Olá, como vai? Neste caso, que tal você procurar por um psicólogo? Será que não é o momento de você avaliar essa relação e buscar compreender este funcionamento que está te trazendo angústia? Talvez ele vendo você mudar a partir do seu processo terapêutico o incentive a procurar ajuda. Espero ter ajudado, fico à disposição.


elo que você descreve, o comportamento dele é compatível com um conflito emocional intenso: há afeto, vínculo e desejo de proximidade, mas também culpa, ambivalência e dores antigas não elaboradas. Quando feridas do passado não são resolvidas, elas costumam reaparecer como confusão, oscilação emocional, choro frequente e dificuldade de decisão. O afastamento após momentos bons, especialmente ao voltar para a casa da mãe, sugere que ele entra em contato com sentimentos de culpa, lealdade dividida ou medo de repetir padrões do casamento. O foco exclusivo nas feridas que você causou pode ser uma defesa psíquica: é mais fácil olhar para a dor provocada pelo outro do que para a própria responsabilidade e ambivalência. O desconforto dele em relação ao sexo indica conflito entre desejo e valores, o que aumenta ainda mais a culpa e o sofrimento. Para avançar, o mais importante agora é desacelerar a dinâmica. Manter encontros íntimos enquanto ele está confuso tende a intensificar a culpa e o afastamento, mesmo que exista conexão. Estabelecer limites claros, com respeito e cuidado, pode ajudá-lo a organizar os sentimentos e a perceber que a relação não depende apenas do alívio momentâneo. Você não pode resolver o bloqueio emocional por ele, mas pode oferecer um espaço seguro, sem pressão, onde ele se responsabilize pelo próprio processo. Quanto à resistência à ajuda profissional, isso é comum quando a pessoa tem medo de se confrontar com a própria dor; você pode validar esse receio sem insistir, apenas reforçando que buscar ajuda não é sinal de fraqueza, e sim de maturidade. Se ele não quiser terapia agora, cuide também de você: ter apoio psicológico pode ajudá-la a atravessar esse momento com mais clareza, limites e menos sofrimento.


Olá. Sinto muito que vocês estejam passando por esse momento de tanta angústia e instabilidade. Pelo seu relato, parece que o casal está vivendo um ciclo de ambivalência afetiva: existe o vínculo e o carinho (que aparecem aos domingos), mas também existem mágoas passadas não elaboradas que "ativam" a defesa dele quando ele se afasta. Quando ele diz que "não confia em profissionais", muitas vezes é o medo de mexer nessas feridas que fala mais alto. O comportamento dele de chorar, se culpar e oscilar indica que ele não está sabendo lidar com as emoções sozinho. O que pode ser feito? Quebrar o ciclo: Manter a intimidade aos domingos sem resolver os problemas da semana pode estar gerando mais culpa do que solução, mantendo vocês nesse "limbo". Terapia para você: Já que ele resiste à ajuda, o ideal é que você inicie um processo terapêutico. Isso te ajudará a estabelecer limites saudáveis, entender até onde você pode ir para "salvar" a relação e como lidar com essa instabilidade dele sem adoecer junto. Muitas vezes, quando um muda a postura, todo o sistema do casal se movimenta. Estou à disposição.


Olá! Pelo seu relato, é possível perceber que seu esposo está vivendo um sofrimento emocional importante, com muita confusão interna, culpa e dor. Os altos e baixos, o choro frequente e a dificuldade de se posicionar indicam que ele não está indiferente, mas sim emocionalmente sobrecarregado. Relembrar feridas antigas que não foram elaboradas pode intensificar esse sofrimento e gerar ambivalência: momentos de proximidade seguidos de afastamento. Isso não significa necessariamente falta de amor, mas aponta para conflitos emocionais que precisam ser cuidados. O mais indicado, nesse momento, é que ele tenha um espaço seguro de escuta profissional, onde possa compreender melhor o que sente e elaborar essas dores de forma saudável. Caso ele tenha resistência à terapia, você pode, se possível, buscar apoio para si, pois isso também ajuda a lidar com a situação de forma mais clara e protegida emocionalmente. Evite assumir sozinha a responsabilidade por esse processo. Relações saudáveis exigem cuidado de ambas as partes. Se o sofrimento persistir ou se intensificar, a ajuda profissional se torna ainda mais importante.


Sinto muito por tudo o que você está vivendo. Seu relato mostra o quanto essa situação tem sido confusa e dolorosa para você. Esses altos e baixos, o choro frequente, a confusão e a dificuldade de decisão dele indicam um sofrimento emocional importante. Essa aproximação intensa seguida de afastamento costuma gerar esperança, mas também muito desgaste emocional para quem fica esperando. A culpa que ele sente após os encontros íntimos fala mais do conflito interno dele do que das suas atitudes. Mesmo que ele não queira buscar ajuda agora, é importante que você cuide de si. A terapia pode te ajudar a entender melhor essa dinâmica, fortalecer seus limites e atravessar esse momento com mais clareza emocional.


Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. O comportamento do seu esposo indica uma ambivalência afetiva acentuada, possivelmente associada a esquemas de esquiva emocional, sentimentos de culpa ou quadros depressivos/ansiosos não diagnosticados. O foco exclusivo nos erros do outro, a negação da própria responsabilidade e a oscilação entre busca de intimidade e afastamento revelam uma incapacidade de processar conflitos conjugais de forma madura. Para resolver essa crise, é indispensável que ambos realizem Terapia de Casal, além de uma avaliação psiquiátrica individual para ele, a fim de romper a estagnação e esclarecer os sentimentos. Atenciosamente, Fernando Vicente Rébuli Segundo Psicólogo e Neuropsicólogo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Psicoterapia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços


Pelo que você descreve, seu esposo parece estar vivendo um período de bastante sofrimento e ambivalência em relação ao casamento. Porém, eu teria cuidado em concluir que se trata de um “bloqueio emocional”. Chorar, aproximar-se em alguns momentos e afastar-se em outros, sentir culpa ou trazer mágoas antigas pode acontecer por diferentes razões, e seria necessário ouvi-lo diretamente para compreender melhor. Existe uma diferença importante entre ele ainda ter carinho, desejo ou conexão com você e ele estar decidido a retomar o casamento. Uma coisa não necessariamente significa a outra. É possível que ele goste dos momentos que vocês passam juntos e, ao mesmo tempo, continue com dúvidas ou ressentimentos sobre a relação. Por isso, eu teria cuidado também com os encontros de domingo. Se vocês têm relações sexuais e depois ele se sente culpado ou diz que está usando você, talvez seja importante conversarem sobre o que esses encontros significam para cada um. Vocês estão tentando se reconciliar? Estão apenas mantendo proximidade enquanto decidem? Um de vocês espera que o sexo signifique uma volta enquanto o outro ainda não sabe se quer voltar? Essa indefinição pode aumentar o sofrimento dos dois. Sobre as mágoas que ele menciona, em vez de tentar decidir naquele momento quem feriu mais quem, algumas perguntas poderiam ajudar: “O que ficou sem resolução entre nós?” “O que você precisaria para considerar que determinada ferida foi reparada?” “O que eu precisaria?” “Existe disposição dos dois para olhar também para a própria participação nos problemas da relação?” E tem outro ponto importante: você não consegue resolver sozinha aquilo que está acontecendo emocionalmente com ele. Você pode ouvi-lo, reconhecer aquilo pelo qual se responsabiliza e estabelecer seus próprios limites, mas não consegue fazer com que ele volte para casa, queira continuar o casamento ou procure ajuda. Se ambos desejarem compreender se ainda existe possibilidade de reconstrução, a terapia de casal pode ser uma opção, desde que exista segurança na relação e vontade dos dois de participar. Já o choro frequente, a mudança de comportamento e outros possíveis sintomas emocionais também podem justificar uma avaliação individual. Quanto ao fato de ele não confiar em profissionais, pressioná-lo provavelmente não ajudará. Talvez seja mais útil perguntar: “O que faz você não confiar em psicólogos?” Ele teve alguma experiência ruim? Tem receio de ser julgado? Acha que alguém tentará convencê-lo a permanecer ou se separar? Compreender a resistência é diferente de tentar vencê-la. Talvez, neste momento, a pergunta não seja apenas “como faço para tirar esse bloqueio dele?”, mas também: “o que depende dele, o que depende de mim e quais condições precisariam existir para que uma reconstrução desse casamento fosse saudável para os dois?”

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.