Adalberto Silva

Psicólogo · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRP BA 03/23371

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Experiência

Se você sente que está enfrentando conflitos emocionais, ansiedade, dificuldades nos relacionamentos ou percebe que precisa de ajuda para lidar melhor com seus pensamentos e emoções, quero que saiba de algo importante: você não precisa passar por isso sozinho(a). Estou aqui para caminhar ao seu lado nesse processo.

Meu nome é Adalberto Silva, tenho 37 anos, sou psicólogo, Analista do Comportamento e trabalho com a Terapia Cognitivo-Comportamental de quarta geração, uma das abordagens mais atuais e baseadas em evidências dentro da psicologia.

Há mais de 13 anos ajudo pessoas em consultório a compreender melhor seus sentimentos, superar dificuldades emocionais e desenvolver novas formas de lidar com os desafios da vida. Meu objetivo é oferecer um espaço seguro, acolhedor e sem julgamentos, onde você possa se sentir verdadeiramente à vontade para falar sobre aquilo que lhe causa sofrimento.

No primeiro encontro, você terá a oportunidade de apresentar suas queixas e compartilhar o que está acontecendo na sua vida. A partir dessa conversa, realizo uma avaliação cuidadosa para compreender sua situação e estruturar um plano terapêutico claro, objetivo e personalizado, focado em trazer resultados de forma eficiente.

Na primeira etapa do processo terapêutico, trabalhamos diretamente na reabilitação do problema ou transtorno, utilizando ferramentas, técnicas e métodos contemporâneos que ajudam a acelerar o progresso do tratamento.

À medida que os sintomas diminuem e o sofrimento se torna mais leve, avançamos para uma segunda etapa, baseada na Psicologia Positiva. Nesse momento, o foco passa a ser o desenvolvimento de habilidades emocionais e psicológicas, fortalecendo sua capacidade de lidar com situações difíceis, construir relacionamentos mais saudáveis e viver com mais equilíbrio e satisfação.

A terapia não é apenas sobre tratar problemas — é também sobre descobrir seu potencial, fortalecer sua mente e construir uma vida com mais sentido e bem-estar.

Se você sente que chegou o momento de cuidar da sua saúde emocional, será um prazer acompanhar você nessa jornada de transformação. Estou aqui para ajudar.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental
Terapia individual

Experiência em:

  • Depressão
  • Transtornos de ansiedade

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (5)
Consulta por vídeo

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  • Primeira consulta psicologia

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  • Primeira consulta psicólogo - conversa inicial

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  • Primeira consulta casal

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  • Primeira consulta de psicologia online

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  • Tratamento de sofrimento psiquico

    R$ 100

Artigos

Alcoolismo

O álcool é uma substância amplamente utilizada em diversas culturas, mas seu consumo excessivo pode levar ao desenvolvimento do vício, também conhecido como transtorno por uso de álcool (TUA). Este transtorno é caracterizado pelo consumo compulsivo de álcool, perda de controle sobre a ingestão e consequências negativas significativas na vida pessoal, social e profissional do indivíduo.


Treinamento em Habilidades de Regulação Emocional

A regulação emocional vai te ajudar a manter o equilíbrio e serenidade diante de situações de adversidade. A autorregulação emocional é a habilidade de se manter sereno diante a uma situação estressora. E suportar o desconforto emocional derivado da privação, frustração, incertezas e comportamentos alheios.

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79 opiniões

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  • R

    Me senti muito confiante e de certa forma agradável ter a possibilidade de conseguir dividir minhas particularidades com Dr. Adalberto

     • Dr. Adalberto Silva - Tele consulta Atendimento online  • 

  • A

    O Dr. Adalberto é um excelente ouvinte, muito bom em nos deixar à vontade, em nos fazer refletir sobre nossas atitudes e trabalharmos para moldar nosso comportamento. Um excelente profissional!

     • Dr. Adalberto Silva - Tele consulta Teleconsulta  • 

  • A

    Muito atencioso, um ótimo profissional. A cada consulta, me sinto muito melhor e percebo que evoluo a cada dia. Obrigado, Dr. Adalberto, por me ouvir e me ajudar a melhorar minha vida e a me entender.

     • Dr. Adalberto Silva - Tele consulta Psicoterapia online  • 

  • K

    Ótimo profissional! Didático com os métodos e prático com as consultas, tem me ajudado bastante nos últimos meses!

     • Dr. Adalberto Silva - Tele consulta Consulta Psicologia  • 

  • E

    Muito atencioso, explica o processo terapêutico de forma simples e objetiva, as sessões são leves e com objetivos claros.

     • Dr. Adalberto Silva - Tele consulta Consulta Psicologia  • 

  • A

    Profissional muito atencioso durante as consultas.

     • Dr. Adalberto Silva - Tele consulta Consulta Psicologia  • 

  • A

    Um atendimento muito bom, boas explicações sobre os problemas emocionais, muito atencioso, Dr Adalberto está de parabéns!

     • Somente Atendimento Online Adalberto da Silva Santos Primeira consulta psicologia  • 

    Adalberto Silva

    Gratidão.


  • D

    Estou no começo do tratamento, mas já estou gostando muito

     • Dr. Adalberto Silva - Tele consulta Aconselhamento Psicológico  • 

    Adalberto Silva

    Gratidão.


  • L

    Adalberto é um profissional abençoado, que tem me ajudado incansavelmente a tratar de questões psíquicas e emocionais, de forma atenciosa e com muita paciência. Obrigado por tudo, meu amigo!

     • Dr. Adalberto Silva - Tele consulta Consulta Psicologia  • 

    Adalberto Silva

    Gratidão.


  • E

    Um proficional otimo. Onde mostra formas mais saudaveis de pensar, eu gostei muito da forma do tratamento

     • Dr. Adalberto Silva - Tele consulta Aconselhamento Psicológico  • 

    Adalberto Silva

    Gratidão.


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Dúvidas respondidas

32 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Tratamento para vício em pornografia

Olá. Gostaria de tirar uma dúvida e compartilhar uma situação que tem me consumido muito ultimamente.

Estou lutando contra a pornografia e, por enquanto, está relativamente controlável. Porém, me encontro em um estado de grande preocupação porque não estou me sentindo emocionalmente bem. Sinto-me sem motivação e com as emoções neutras — não me sinto feliz, nem triste. Isso tem afetado principalmente a parte romântica da minha vida.

Tenho ansiedade e, alguns anos atrás, tive uma crise muito forte. Desde então, sinto que nunca mais voltei a ser exatamente como antes. Ultimamente estou muito preocupado porque parece que apenas estou vivendo no automático. Não sinto prazer nas coisas, e isso está afetando todas as áreas da minha vida.

O que mais me preocupa é o meu relacionamento. Sei que a pornografia pode estar relacionada a isso, pois pode diminuir a sensibilidade do cérebro. Sinto como se estivesse vivendo uma batalha interna constante.

Mesmo assim, continuo me fazendo presente no meu relacionamento, com meus pais, na faculdade e nas minhas responsabilidades. Mas, por dentro, sinto como se estivesse vivendo como um robô, sem emoções.

Estou fazendo acompanhamento psicológico, mas ainda tenho dificuldade de falar sobre essa parte da minha vida. Muitas vezes, quando chega o dia da consulta, perco a vontade de ir, mas mesmo assim compareço.

O que me chama atenção é que comecei a perceber esses sentimentos com mais intensidade quando cortei completamente a pornografia. Já faz algum tempo que estou tentando vencer esse vício. Mesmo quando eu consumia com frequência, já sentia que o mundo tinha perdido um pouco da cor. Hoje percebo que esse vício parece ter roubado parte da minha identidade. Qual a melhor orientação nesse caso?

O que você descreve é algo relativamente comum em pessoas que passaram por períodos prolongados de ansiedade intensa e também em quem está interrompendo um comportamento que funcionava como uma fonte artificial de estímulo, como a pornografia. Quando alguém passa muito tempo recorrendo a um estímulo muito forte e frequente, o cérebro tende a se adaptar a esse nível de dopamina; quando esse estímulo é retirado, pode surgir um período de “achatamento emocional”, no qual a pessoa sente menos prazer, menos motivação e uma sensação de estar vivendo no automático. Isso não significa que sua identidade foi perdida ou que seu cérebro foi permanentemente danificado; muitas vezes é um período de reajuste neuroemocional.

Além disso, crises fortes de ansiedade no passado podem deixar o sistema nervoso em um estado de hipervigilância ou esgotamento emocional. Em algumas pessoas isso se manifesta não como tristeza intensa, mas como um certo entorpecimento emocional, algo parecido com o que você descreve: nem felicidade nem tristeza, apenas neutralidade. Na psicologia, esse estado costuma estar relacionado a processos como anedonia ou uma forma de proteção do próprio sistema psíquico após períodos prolongados de estresse.

É importante observar também um detalhe que aparece no seu relato: apesar de sentir esse vazio interno, você continua presente na sua vida. Você mantém o relacionamento, comparece às consultas, continua com suas responsabilidades. Isso mostra que existe em você uma parte muito saudável e comprometida com a própria recuperação. Muitas pessoas, quando entram em estados emocionais difíceis, abandonam completamente essas áreas; o fato de você continuar presente indica força psicológica e capacidade de reconstrução.

Sobre a pornografia, parar pode inicialmente aumentar a percepção do vazio porque ela funcionava como uma forma rápida de regular emoções. Quando esse recurso é retirado, emoções que estavam amortecidas ou evitadas começam a aparecer. Isso pode dar a sensação de que as coisas pioraram, quando na verdade o sistema emocional está começando a se reorganizar. Com o tempo e com novas fontes de prazer e conexão — especialmente relações reais, atividades físicas, experiências significativas — o cérebro tende a recuperar gradualmente a sensibilidade.

O ponto mais importante, porém, é que você não precisa carregar essa parte sozinho. O fato de você ter dificuldade de falar sobre pornografia ou sobre essa sensação de vazio com seu psicólogo é muito compreensível, porque envolve vergonha, medo de julgamento e vulnerabilidade. Ainda assim, justamente essa parte costuma ser uma das chaves do tratamento. Muitas vezes, quando o paciente consegue colocar em palavras exatamente o que você escreveu aqui, o processo terapêutico muda de qualidade, porque o terapeuta passa a trabalhar diretamente com o núcleo do sofrimento.

Também vale considerar que sintomas como perda de prazer, sensação de viver no automático e baixa motivação podem estar associados a quadros tratáveis, como depressão ou esgotamento emocional. Um psicólogo pode ajudar muito, mas em alguns casos uma avaliação psiquiátrica complementar também pode ser útil para entender melhor o funcionamento do seu humor e da sua ansiedade.

Por fim, é importante lembrar que recuperação emocional raramente acontece de forma linear. O que você está vivendo pode ser entendido menos como um colapso da sua identidade e mais como uma fase de transição: você está retirando um hábito que ocupava um espaço importante na regulação emocional e, ao mesmo tempo, está tentando reorganizar sua vida interna depois de anos de ansiedade. Esse tipo de processo pode gerar justamente a sensação de vazio antes que novos significados, prazeres e emoções voltem a ocupar esse espaço. O caminho mais saudável agora é continuar no tratamento, trazer gradualmente essas questões para a terapia e permitir que esse processo seja acompanhado em vez de enfrentado sozinho.

 Adalberto Silva

Pergunta sobre Consulta psicológica da criança

Olá, tenho um filho de 2 anos e 8 meses, ele começou a estudar em agosto de 2025 e até foi tudo bem, em novembro começou a morder alguns coleguinhas. Esse ano ele continua na mesma sala só que com outros amigos pq ele continuou por conta da idade e os amigos avançaram. E aí ele apresentou a questão de morder novamente, fiz uma rotina de dia a dia e ele parou de morder, mais agr está batendo coisa que não fazia antes, beliscando, chorando por qualquer coisa e não quer dividir com os amigos. Os novos amigos são menores que ele. O que eu devo fazer ? Devo me preocupar com algum transtorno ou é somente questão da idade e da mudança ?

Pelo que você descreve, o comportamento do seu filho é bastante compatível com a fase do desenvolvimento em que ele está, e não indica, a princípio, necessariamente um transtorno. Crianças entre 2 e 3 anos ainda estão aprendendo a regular emoções, lidar com frustração, esperar a vez e dividir. Nessa idade, quando não conseguem expressar bem o que sentem ou querem com palavras, é comum que utilizem o corpo: morder, bater, empurrar ou beliscar.

Além disso, existem dois fatores importantes na situação dele. O primeiro é a mudança no grupo. Mesmo estando na mesma sala, ele perdeu os amigos com quem já tinha vínculo e passou a conviver com crianças menores, o que pode gerar frustração, sensação de perda ou até tentativa de afirmar controle sobre o grupo. O segundo fator é a fase natural de desenvolvimento da autonomia, em que a criança começa a dizer mais “não”, testa limites e reage com mais intensidade às frustrações. Chorar mais, não querer dividir e reagir fisicamente pode aparecer nesse período.

O fato de ele ter parado de morder quando você estruturou uma rotina é um sinal muito positivo, porque mostra que ele responde bem a organização, previsibilidade e limites. Isso indica mais um comportamento ligado ao contexto e à regulação emocional do que algo estrutural.

O mais importante agora é manter rotina previsível, nomear emoções para ele (“eu sei que você ficou bravo porque queria o brinquedo”), ensinar alternativas ao comportamento agressivo (“quando estiver bravo, chama a professora ou fala ‘é minha vez’”), e intervir com firmeza calma quando ele bater ou beliscar, mostrando que machucar não é permitido. Ao mesmo tempo, valorize muito quando ele consegue dividir, esperar ou resolver algo sem agressividade.

Eu só recomendaria investigar mais profundamente se esses comportamentos fossem muito intensos, constantes em todos os ambientes, se houvesse atraso significativo de linguagem, dificuldade de interação social ou ausência de melhora com orientação e limites ao longo dos próximos meses. Pelo que você relatou, parece muito mais uma combinação de fase do desenvolvimento com mudança de grupo e adaptação emocional. Com consistência dos adultos e tempo, a tendência é que ele aprenda formas mais adequadas de se expressar.

Se quiser, também posso te explicar quais são os sinais que realmente indicam alerta nessa idade e quais comportamentos são considerados totalmente normais entre 2 e 3 anos. Isso costuma tranquilizar bastante os pais.

 Adalberto Silva
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Perguntas frequentes