Meu filho de 3 anos a 10 mês atrás teve uma. Convulsão febril ,com oito dia fiz um EEG nele onde deu
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Meu filho de 3 anos a 10 mês atrás teve uma. Convulsão febril ,com oito dia fiz um EEG nele onde deu alteração,levei na neuro onde a mesma mandou fazer uso do Depakene para prevenir as convulsão,com três mês de uso. Eu repetir o EEG deu normal ,porém esse mês ele teve uma febre alta ,e crupe viral e chegou a convulsionar,mesmo usado o depakene e normal ter convulsão febril ?
Olá, convulsões febris podem ocorrer até os 5-6 anos de idade, porém necessário acompanhamento com Neuropediatra para avaliar melhor conduta e investigar. Caso necessite de orientação e acompanhamento, à disposição.
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Entendo sua preocupação, porque ver um filho convulsionar é uma das experiências mais angustiantes que os pais podem viver. A convulsão febril, apesar de assustar, segue um padrão conhecido da medicina e costuma acontecer em crianças pequenas quando a febre sobe de repente, especialmente durante infecções virais mais intensas, como o crupe.
Mesmo usando Depakene, ainda é possível que uma convulsão febril aconteça. Esse medicamento ajuda a reduzir a chance de novas crises, mas não impede completamente quando há um pico febril muito rápido ou uma infecção mais agressiva. O fato de o EEG ter normalizado após alguns meses é um sinal positivo. Mostra que o cérebro não mantém atividade elétrica sugestiva de epilepsia. A convulsão febril, por si só, não transforma a criança em epiléptica, e muitas apresentam EEG totalmente normal entre as crises.
O mais importante agora é acompanhar a evolução dessa febre recente e observar como ele se recupera do episódio. Em muitos casos, crises febris recorrentes acontecem até cerca de 5 a 6 anos e não deixam sequelas. Quando a criança já está em tratamento com anticonvulsivante e tem uma nova crise, o especialista normalmente avalia se a dose está adequada para o peso atual, já que crianças crescem rápido, e o remédio pode precisar de ajuste. Também se analisa se realmente vale a pena manter o Depakene ou se a crise faz parte do comportamento esperado das convulsões febris, que podem ocorrer mesmo com EEG normal.
Uma teleconsulta pode ajudar muito a organizar essas informações, revisar exames, verificar sintomas associados, orientar sobre como agir nos próximos episódios de febre e definir se o esquema atual é mesmo o ideal. Plataformas como a Doctoralia facilitam esse processo e destacam médicos bem avaliados e experientes, o que aumenta a segurança na escolha. Em tempos de COVID-19, Monkeypox, Parvovírus B19, variantes da gripe aviária H5N1 e outros vírus circulando com facilidade, o atendimento online protege você e sua família, evita deslocamentos desnecessários, reduz exposição a ambientes fechados e permite que você aproveite melhor seu tempo.
A Telemedicina hoje permite segunda opinião de forma rápida, segura, discreta e com especialistas qualificados. Caso queira, posso te orientar em teleconsulta nessa fase inicial, oferecendo o cuidado primário adequado e esclarecendo cada passo. Mesmo que não precise agora, recomendo visitar meu perfil e guardar meu contato. É um apoio importante para momentos como este, em que a dúvida pesa e a saúde do seu filho merece atenção cuidadosa.
Mesmo usando Depakene, ainda é possível que uma convulsão febril aconteça. Esse medicamento ajuda a reduzir a chance de novas crises, mas não impede completamente quando há um pico febril muito rápido ou uma infecção mais agressiva. O fato de o EEG ter normalizado após alguns meses é um sinal positivo. Mostra que o cérebro não mantém atividade elétrica sugestiva de epilepsia. A convulsão febril, por si só, não transforma a criança em epiléptica, e muitas apresentam EEG totalmente normal entre as crises.
O mais importante agora é acompanhar a evolução dessa febre recente e observar como ele se recupera do episódio. Em muitos casos, crises febris recorrentes acontecem até cerca de 5 a 6 anos e não deixam sequelas. Quando a criança já está em tratamento com anticonvulsivante e tem uma nova crise, o especialista normalmente avalia se a dose está adequada para o peso atual, já que crianças crescem rápido, e o remédio pode precisar de ajuste. Também se analisa se realmente vale a pena manter o Depakene ou se a crise faz parte do comportamento esperado das convulsões febris, que podem ocorrer mesmo com EEG normal.
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