Meu filho de 4 anos mostrou o pinto na escola pela segunda vez, mesmo explicando para ele que ele nã
Meu filho de 4 anos mostrou o pinto na escola pela segunda vez, mesmo explicando para ele que ele não deveria fazer isso, como posso novamente explicar para ele de maneira correta que ele não pode fazer isso?
4 respostas
Explicação não trata, nem ajuda. O que está acontecendo com seu filho pode ser de ordenm emocional e pode ser tratado, antes que vire um sintoma mais sério e cause mais transtornos pra ele e pra vc. A sexualidade infantil é algo natural e saudável , mas quando o afeto neste sentido passa dos limites( pra menos ou pra mais) precisa ser tratado , pois gera muito sofrimento. Seu filho pode estar comunicando que não está bem, então o escute. Procure um psicanalista de sua confiança e deixe seu filho expressar o que está sentindo . Criança é muito mais fácil ser tratada do que um adultos, pois as coisas ainda estao no início.... Espero que me escute! Vá fazer uma avaliação de seu filho, pois isso pode não ser nada mas tbm pode ser muito!!
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Entendo sua preocupação. Aos 4 anos, mostrar o pênis pode estar ligado à curiosidade sobre o corpo. Ter acontecido duas vezes, por si só, não permite concluir que haja algo grave. O melhor é conversar com calma, sem bronca ou vergonha. Você pode dizer: “Seu corpo é seu, e o pênis é uma parte íntima. Na escola, a gente mantém as partes íntimas cobertas. Se precisar ir ao banheiro, peça ajuda à professora. Você pode me perguntar qualquer coisa sobre o seu corpo.” Depois, pergunte de modo aberto: “O que aconteceu antes de você mostrar?” Vale também conversar com a escola para entender o contexto e combinar que os adultos respondam com a mesma orientação tranquila. Se o comportamento se tornar frequente, envolver pressão sobre outras crianças ou vier acompanhado de sofrimento, procure o pediatra ou um profissional de saúde mental infantil.
Inicialmente, importante entender o porquê desse comportamento repetitivo. Buscar saber se é algum comportamento copiado de outro coleguinha, por exemplo. Se já foi tratada a inadequação e não houve resposta, possivelmente não conseguiu entender o quão disfuncional é continuar fazendo. Acredito ser melhor buscar ajuda profissional de um psicólogo infantil para contextualizar a origem desse comportamento, bem como, identificar se há algo relevante (ou não) que emocionalmente a criança está processando e comunicando. Espero ter ajudado. Rita Costa Psicóloga Clínica
Entendo sua preocupação. Aos 4 anos, é comum que a criança ainda esteja aprendendo sobre o próprio corpo, intimidade e regras sociais. O mais importante é ensinar o limite sem transformar o corpo ou a situação em algo vergonhoso. Você pode conversar com ele em um momento tranquilo, usando frases simples, por exemplo: “Seu pinto faz parte do seu corpo e não é feio. Mas as partes íntimas são privadas. Não mostramos para outras pessoas e não mexemos nelas na escola. Se você quiser mexer ou tiver alguma dúvida sobre seu corpo, pode falar comigo”. Como ele já repetiu o comportamento, além de explicar, vale perguntar com calma o que aconteceu antes: “O que você estava fazendo?”, “Por que mostrou?”, “Alguém pediu para você mostrar?”, “Alguém mostrou alguma parte do corpo para você?”. Isso ajuda a diferenciar uma exploração infantil comum de uma situação que mereça maior atenção. Também é importante combinar o que ele deve fazer quando tiver vontade de mostrar ou falar sobre o corpo: procurar um adulto de confiança e conversar em um local privado. Evite broncas, ameaças ou exposição, pois o objetivo é ensiná-lo sobre privacidade e proteção corporal. Se esse comportamento se tornar muito frequente, compulsivo, envolver outras crianças de forma insistente, conhecimentos ou comportamentos sexualizados incompatíveis com a idade, coerção, sofrimento ou relatos de que alguém pediu para ele guardar algum segredo sobre o corpo, é importante buscar avaliação com psicólogo infantil ou pediatra.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.

