Meu filho de 5 anos foi avaliado por suspeita de TDHA e alguns episodios de terror noturno. Neuro fe
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Meu filho de 5 anos foi avaliado por suspeita de TDHA e alguns episodios de terror noturno. Neuro fez exame EEG e passou fenobarbital gotas, porém ele nunca teve convulsoes. Devo dar o medicamento ou procurar outro neuro ? Estou insegura.
O fenobarbital é um medicamento indicado principalmente para controle de crises epilépticas e convulsões, e no caso descrito, em que não há histórico de convulsões, o uso pode não ser justificado apenas por suspeita de TDAH ou episódios de terror noturno; diante disso, é recomendável buscar uma segunda opinião antes de iniciar o tratamento. Em Salvador, neuropediatras especializados podem avaliar o exame EEG, revisar a conduta e indicar se realmente há necessidade de uso de anticonvulsivante em crianças sem crises clínicas. Agende uma consulta com neuropediatra em Salvador para confirmar a melhor abordagem e garantir segurança no tratamento do seu filho.
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Olá, sugiro procurar outra opinião com Neuropediatra para reavaliação do exame (Eletroencefalograma) e clínica do seu filho, até para explicar a necessidade ou não do uso de medicação antiepiléptica dentre outros esclarecimentos necessários
Caso precise, estou à disposição
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Compreendo sua preocupação. Quando se trata da saúde de um filho pequeno, qualquer decisão sobre medicamentos gera insegurança, ainda mais quando o tratamento parece não corresponder exatamente ao problema apresentado.
Pelo que você descreve, seu filho foi avaliado por suspeita de TDAH e episódios de terror noturno. Esses dois quadros são relativamente comuns na infância e, na maioria das vezes, não têm relação com epilepsia. O terror noturno, por exemplo, é um distúrbio do sono típico entre 3 e 7 anos de idade. A criança pode sentar na cama, chorar ou parecer assustada, mas geralmente não acorda completamente e no dia seguinte não se lembra de nada. Apesar de assustar os pais, costuma ser benigno e tende a desaparecer com o crescimento.
O eletroencefalograma, o EEG, é um exame que registra a atividade elétrica do cérebro. Ele é útil principalmente quando há suspeita de epilepsia ou crises convulsivas. Em crianças com suspeita de TDAH ou com episódios típicos de terror noturno, o EEG raramente é necessário como exame inicial. Nesses casos, o caminho mais adequado costuma ser uma avaliação clínica detalhada e, muitas vezes, uma avaliação neuropsicológica, que analisa atenção, memória, impulsividade e funções executivas da criança.
O fenobarbital é um medicamento anticonvulsivante antigo, indicado principalmente para tratar crises epilépticas. Em uma criança que nunca apresentou convulsões e cujo problema principal é suspeita de TDAH ou terror noturno, a prescrição desse medicamento merece ser revista com cautela. Não é uma medicação usada rotineiramente para esses quadros. Por isso, sua insegurança é compreensível.
Diante dessa situação, o mais prudente é buscar uma segunda opinião com um neuropediatra ou especialista em desenvolvimento infantil. Um profissional experiente poderá revisar a história da criança, avaliar se os episódios noturnos correspondem realmente a terror noturno e verificar se há sinais consistentes de TDAH. Muitas vezes, a conduta correta envolve orientação sobre rotina de sono, acompanhamento comportamental e avaliação neuropsicológica, sem necessidade de medicamentos anticonvulsivantes.
Nunca inicie ou mantenha um medicamento desse tipo apenas por dúvida. Antes de administrar o fenobarbital, vale a pena esclarecer melhor o diagnóstico e a indicação terapêutica. Medicina segura começa com diagnóstico correto.
Hoje a telemedicina permite justamente isso: obter uma segunda opinião médica de forma rápida, segura e discreta, sem sair de casa. Em uma teleconsulta é possível revisar toda a história da criança, analisar exames, discutir os episódios de sono e orientar os próximos passos da investigação. Plataformas como a Doctoralia facilitam encontrar médicos com alta experiência e excelente avaliação de pacientes.
Além da praticidade, o atendimento online evita deslocamentos, salas de espera lotadas e exposição desnecessária a doenças infectocontagiosas que continuam circulando, como COVID-19, MPOX (varíola dos macacos), Parvovírus B19 e até cepas virulentas de gripe aviária H5N1. A telemedicina protege sua família, economiza tempo e faz parte da transformação digital da saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela inteligência artificial.
Caso deseje, também posso orientá-la em uma teleconsulta para avaliar melhor o caso do seu filho e esclarecer suas dúvidas com calma. Mesmo que não precise agora, vale a pena visitar meu perfil, conhecer meu trabalho e guardar o contato. Hoje é possível obter segunda opinião médica online com especialistas qualificados, de forma conveniente, rápida e segura. Se tiver interesse, basta acessar o perfil na plataforma.
Pelo que você descreve, seu filho foi avaliado por suspeita de TDAH e episódios de terror noturno. Esses dois quadros são relativamente comuns na infância e, na maioria das vezes, não têm relação com epilepsia. O terror noturno, por exemplo, é um distúrbio do sono típico entre 3 e 7 anos de idade. A criança pode sentar na cama, chorar ou parecer assustada, mas geralmente não acorda completamente e no dia seguinte não se lembra de nada. Apesar de assustar os pais, costuma ser benigno e tende a desaparecer com o crescimento.
O eletroencefalograma, o EEG, é um exame que registra a atividade elétrica do cérebro. Ele é útil principalmente quando há suspeita de epilepsia ou crises convulsivas. Em crianças com suspeita de TDAH ou com episódios típicos de terror noturno, o EEG raramente é necessário como exame inicial. Nesses casos, o caminho mais adequado costuma ser uma avaliação clínica detalhada e, muitas vezes, uma avaliação neuropsicológica, que analisa atenção, memória, impulsividade e funções executivas da criança.
O fenobarbital é um medicamento anticonvulsivante antigo, indicado principalmente para tratar crises epilépticas. Em uma criança que nunca apresentou convulsões e cujo problema principal é suspeita de TDAH ou terror noturno, a prescrição desse medicamento merece ser revista com cautela. Não é uma medicação usada rotineiramente para esses quadros. Por isso, sua insegurança é compreensível.
Diante dessa situação, o mais prudente é buscar uma segunda opinião com um neuropediatra ou especialista em desenvolvimento infantil. Um profissional experiente poderá revisar a história da criança, avaliar se os episódios noturnos correspondem realmente a terror noturno e verificar se há sinais consistentes de TDAH. Muitas vezes, a conduta correta envolve orientação sobre rotina de sono, acompanhamento comportamental e avaliação neuropsicológica, sem necessidade de medicamentos anticonvulsivantes.
Nunca inicie ou mantenha um medicamento desse tipo apenas por dúvida. Antes de administrar o fenobarbital, vale a pena esclarecer melhor o diagnóstico e a indicação terapêutica. Medicina segura começa com diagnóstico correto.
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