Meu filho de 6 anos é muito emotivo e sensível. Mas sempre foi desinibido. Desde o ultimo ano notei

21 respostas
Meu filho de 6 anos é muito emotivo e sensível. Mas sempre foi desinibido. Desde o ultimo ano notei que ele fica com vergonha e timido em certas ocasioes. Nas apresentações da escola , sempre foi destaque. Mas hj fica nervoso, chora e nao consegue apresentar. Nos ensaios com a turma corre tudo bem , mas quando chega o dia da apresentação, nao consegue lidar. Percebo que ele luta para conseguir. Mas nao consegue e se frustra. É hr de procurar ajuda ?
 Liliane Rique
Psicólogo, Psicanalista
Recife
É muito comum que crianças sensíveis e inteligentes apresentem ansiedade diante de situações sociais. Quando isso começa a causar sofrimento e frustração, como você relatou, é um bom momento para buscar ajuda especializada. Uma escuta cuidadosa pode ajudá-lo a elaborar o que está por trás dessa dificuldade.

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 Michelle Novello
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá!

O seu olhar atento para os sentimentos e comportamentos do seu filho é algo muito valioso. Quando uma criança que antes era expansiva começa a apresentar sinais de inibição ou retraimento, especialmente em momentos que antes eram fontes de prazer e destaque, como as apresentações escolares, vale a pena escutar com cuidado o que esse sintoma pode estar expressando.

Na perspectiva psicanalítica, compreendemos que o sintoma tem uma função: ele diz algo sobre o mundo interno da criança. O nervosismo, o choro e a frustração podem estar revelando conflitos emocionais que ainda não encontram uma via simbólica para serem elaborados. À medida que a criança cresce e seu psiquismo se desenvolve, ela pode se deparar com novas angústias, medos ou exigências internas que antes não estavam presentes.

A terapia pode ser um espaço importante para que seu filho possa brincar, simbolizar e expressar, de forma livre, aquilo que ainda não consegue colocar em palavras. E também para que vocês, como pais, possam ser escutados nesse processo, compreendendo melhor como apoiá-lo em sua singularidade.

Sim, este pode ser um momento oportuno para buscar ajuda.
Isso não significa que tem algo grave acontecendo mas queremos facilitar a vida de nossos filhos ajudando como podemos então sim, é hora de procurar apoio psicológico infantil para apoia-lo a enfrentar o que quer que esteja acontecendo internamente de uma forma mais leve.
 Gabriel Augusto Alves Ventura
Psicólogo
Ribeirão Preto
Pelo seu texto, dá para ver como se preocupa com ele. Sinto muito por isso estar acontecendo.
Essas mudanças duradouras no humor e no comportamento podem ser fatores de risco para o desenvolvimento de transtornos mentais ao longo da infância, bem como podem prejudicar a longo prazo o desempenho acadêmico e o amadurecimento psíquico dele caso não sejam tratados. Então é muito recomendado procurar ajuda para ele, principalmente um psicólogo e um psiquiatra e, a depender da demanda, outros profissionais da saúde. Como os familiares podem sofrer com as dificuldades dos filhos, pode ser importante pensar em buscar uma terapia para você caso também esteja sofrendo significativamente.
 Amanda Gontijo
Psicólogo
Divinópolis
Entre os 6 e 7 anos, muitas crianças passam por um momento de transição interna: começam a desenvolver uma consciência mais elaborada de si, da opinião dos outros e das expectativas sociais. Isso pode gerar um aumento da autocrítica, vergonha e inseguranças, especialmente em crianças mais sensíveis e emotivas. Ou seja, seu filho pode estar passando por um momento em que os aplausos, os olhares ou as comparações começaram a pesar mais do que a espontaneidade e a alegria de se expressar.
Seu filho não precisa "voltar a ser como antes". Ele precisa ser compreendido como é agora — e, a partir disso, poderá se transformar com mais autenticidade e menos sofrimento.
Se a situação tem se repetido com intensidade, gerado frustração recorrente e impedido seu filho de vivenciar experiências que ele deseja — como participar de apresentações —, a psicoterapia pode ser uma aliada importante. Não porque seu filho "tenha algo errado", mas porque ele merece um espaço seguro para expressar o que sente, elaborar seus medos e construir recursos internos para lidar com suas emoções.
Sem dúvidas é o momento de procurar ajuda. É importante fazer uma investigação no último ano da criança, os últimos acontecimentos.
 Rute Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá. A certa altura uma criança pode perceber que existe julgamento, aprovação, desaprovação e que sua performance é avaliada com a reação das pessoas. Ou seja, percebe que sua ação no mundo tem consequências e isto lhe constrange, pois nunca se tem garantias sobre a opinião dos outros sobre nós. Alguns superam estes constrangimentos naturalmente, outros não. Mas importante distinguir o tempo da criança em elaborar esta questão do teu desejo em que seu filho leve tudo com facilidade. Parece fácil pensar que bastava continuar desinibido, mas este reconhecimento do outro sobre nós é muito importante para a vida em sociedade, pois percebemos quanto nós ou os outros podem ser inadequados e que se ele se importa um pouco sobre o que pensam sobre ele, tem noção que não pode e não deve fazer tudo que quer, sem haver consequências. Se observar que estas situações mobilizam excessivamente seu filho, a terapia pode ajudar ele a lidar com estas situações.
Olá! É natural que, ao longo do desenvolvimento, algumas crianças passem a demonstrar mais sensibilidade e insegurança em situações sociais, especialmente quando percebem maior expectativa ou pressão. No entanto, quando a timidez e o nervosismo causam sofrimento, frustração e impedem a participação em atividades importantes, como apresentações escolares, pode ser um sinal de que a criança está enfrentando dificuldades emocionais que merecem atenção.

Buscar ajuda profissional é, sim, uma boa iniciativa. A avaliação neuropsicológica pode contribuir para compreender melhor os aspectos emocionais, comportamentais e cognitivos envolvidos, além de orientar intervenções que ajudem seu filho a desenvolver estratégias mais saudáveis para lidar com essas situações. Fico à disposição!
Boa tarde!
Sim, é hora de buscar ajuda para seu amadurecimento emocional.
Obrigado por compartilhar essa situação tão sensível. Deve ser difícil para vocês, como pais, verem o quanto ele se esforça e mesmo assim acaba frustrado. E talvez mais difícil ainda seja não saber ao certo como ajudá-lo nesse momento.

Você já conseguiu conversar com ele sobre o que sente nesses momentos? O que será que passa pela cabeça dele quando percebe que está chegando a hora da apresentação? Pode ser que algo tenha mudado no modo como ele se vê, no medo de errar ou de ser avaliado. O que será que ele espera de si mesmo — ou sente que os outros esperam?

Quando algo que antes era fonte de prazer e espontaneidade começa a gerar sofrimento e bloqueios, pode ser importante olhar com mais atenção. E sim, buscar um acompanhamento psicológico pode ajudar muito — não necessariamente para tratar algo “errado”, mas para oferecer um espaço seguro onde ele possa se expressar, entender melhor o que está sentindo e encontrar novas formas de lidar com isso. É bonito perceber o quanto ele tenta, e talvez justamente por esse esforço valha cuidar com delicadeza do que tem sido tão difícil para ele.
 Alessandro Felippe
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Com 6 anos, as crianças estão desenvolvendo uma maior autoconsciência e percebendo mais como são vistas pelos outros. Isso pode gerar uma preocupação com o julgamento alheio, algo que antes não existia. A pressão do ambiente escolar, mesmo que sutil, ou experiências negativas pontuais (mesmo que para você não pareçam tão grandes) também podem contribuir para essa mudança.

É um bom momento para considerar a busca por ajuda profissional. A frustração que ele demonstra e o choro antes das apresentações são indicativos de que ele está sofrendo e que essa dificuldade está impactando o bem-estar dele.

Quanto antes essa questão for abordada, melhor para que ele não internalize essa ansiedade e para que as dificuldades não se aprofundem. É importante que ele saiba que sentir vergonha ou nervosismo é normal, mas que existem formas de lidar com esses sentimentos para que não o impeçam de fazer o que gosta.

Estou a sua disposição para maiores esclarecimentos.

Abs,
 Fábio Oliveira
Psicólogo
Pindamonhangaba
É compreensível a sua preocupação com as mudanças no comportamento do seu filho, especialmente porque você o conhece bem e percebeu uma diferença significativa nas reações dele em situações que antes eram tranquilas. A sensibilidade e a emotividade fazem parte do temperamento de algumas crianças e, por si só, não são um problema. No entanto, quando essas características começam a interferir nas atividades do dia a dia, como nas apresentações escolares, e geram sofrimento, como o choro, o nervosismo intenso e a frustração, é importante dar atenção.
É comum que crianças passem por fases de maior insegurança ou vergonha, especialmente conforme vão crescendo e se tornando mais conscientes da avaliação dos outros. Mas, como você relatou que ele está realmente tentando enfrentar essas situações e mesmo assim não está conseguindo, isso pode ser um sinal de que ele está vivenciando algum nível de ansiedade de desempenho. A boa notícia é que, com o apoio adequado, as crianças geralmente respondem muito bem.
Procurar ajuda de um psicólogo infantil pode ser um passo importante nesse momento. O profissional poderá avaliar mais profundamente o que está acontecendo, acolher os sentimentos do seu filho e trabalhar estratégias para que ele se sinta mais seguro e confiante. Além disso, também pode orientar vocês, pais, sobre como apoiar emocionalmente esse processo de maneira equilibrada e afetuosa. Quanto mais cedo for feito esse acompanhamento, mais chances há de evitar que essa insegurança cresça e afete outras áreas da vida dele.
 Paloma Torres
Psicólogo
São José do Rio Preto
Olá, tudo bem? Meu nome é Paloma, sou psicóloga infantil. Seria importante tentar entender o que pode estar acontecendo com seu filho quando ele entra em contato com essas situações, porque ele fica nervoso, o que pode ou não estar acontecendo no ambiente escolar, como ele se sente e quais os pensamentos deles. Um acompanhamento psicológico ajudaria ele a lidar com essas situações que podem atrapalhar o desenvolvimento dele. Qualquer duvida estou a disposição!
 Aurilene Recco Silva
Psicólogo
Dourados
Observar essa mudança no comportamento do seu filho é muito importante, pois revela uma transformação significativa na forma como ele lida com suas emoções e situações sociais.

A timidez e a sensibilidade são aspectos naturais do desenvolvimento emocional, e é comum que, em certas fases, a criança se sinta mais vulnerável diante de situações que antes enfrentava com facilidade. O nervosismo e a frustração durante apresentações podem indicar que ele está descobrindo novos limites emocionais e aprendendo a lidar com a ansiedade.

No entanto, quando essa dificuldade passa a impactar o bem-estar da criança e sua participação nas atividades que antes lhe traziam alegria, é um sinal de que pode ser útil buscar um olhar profissional. A psicoterapia oferece um espaço seguro para que seu filho possa expressar seus sentimentos, entender suas emoções e desenvolver estratégias para enfrentar o medo e a vergonha.

Além disso, um acompanhamento psicológico pode apoiar vocês, pais, a encontrarem formas acolhedoras e eficazes de ajudar seu filho nesse momento de desafio.

Procurar ajuda não significa que algo está “errado”, mas sim que vocês estão atentos às necessidades dele e querem oferecer o melhor suporte para seu crescimento saudável. Quanto mais cedo essa atenção acontecer, maiores as chances de transformar essa dificuldade em aprendizado e fortalecimento emocional.
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como tem passado?
Parece que alguns movimentos psíquicos tem surgido a partir de seu filho, já que a infância é um tempo de profundas transformações emocionais e o medo do olhar do outro pode emergir justamente quando a criança começa a se confrontar com as expectativas e com a imagem que ela constrói de si mesma, a partir de outros sujeitos.
O fato de ele ensaiar bem, mas travar no momento da apresentação, pode revelar um conflito interno e esse nervosismo não é sinal de fraqueza ou falha, mas um sintoma que merece escuta.
Acolher essa angústia sem pressionar, permitindo que ele fale, brinque e expresse o que sente, já é um passo importante. Se você sentir que esse medo está se intensificando, que ele está sofrendo mais do que conseguindo lidar, procurar um psicólogo infantil pode ser um espaço rico de escuta, simbolização e elaboração.
Espero ter ajudado e fico à disposição.
Olá! Primeiramente, imagino que deva estar sendo difícil para vocês dois essas momentos. É sempre importante tentar entender o que a criança está imaginando diante dessas situações, em que ela se sente exposta; o que ela imagina que os outros estão pensando? ou ele fica imaginando que vai fazer algo errado? o que ele acha que pode acontecer caso isso aconteça? e sempre investigar se de fato teve algum evento que a criança se lembre, e que a partir disso ela se sentiu mais inibida. Podem ser coisas que para nós, adultos, não faça muito sentido, mas que para ela foi uma marca. Sempre escutar com atenção, paciência, e lembrando que a maneira da criança expressar as coisas é diferente. Pode aparecer na brincadeira, na forma de se relacionar na escola, tanto com colegas quanto com professores, ou em momentos de alterações de humor. Se achar necessário, se você acha que há muito sofrimento envolvido para a criança, é sempre válido buscar pela avaliação de um profissional para que você possa ter uma boa orientação de manejos.
É normal as mudanças de comportamento ao longo do crescimento, porém, toda vez que algo impede alguém de realizar as atividades que realizava antes, ou até as realiza, mas com uma dificuldade ou sofrimento muito grande, é hora de procurar ajuda. Um psicólogo pode ajudá-lo.
Bom dia! Bom, antes de qualquer coisa, precisamos pensar em algumas questões: Você diz que ele ''sempre foi desinibido'', que era ''destaque'', e que agora ''não consegue''. O que significa esse ''não consegue'' para você? O que mudou entre esse antes e o agora? O que está em jogo, para ele, nessa apresentação? E para você? O choro, a vergonha, a timidez... podem ser modos dele lidar com algo que ainda não tem nome, mas que já insiste. Já houve a oportunidade de conversar com ele sobre isso — não para explicar, mas para escutá-lo, sem pressa de resolver? Talvez o que ele precise, mais do que ajuda no sentido clínico imediato, seja de um espaço onde possa colocar isso em palavras — se não agora, talvez em breve.
Se essa mudança no comportamento dele causa sofrimento para ele e para você, sim, pode ser importante buscar um espaço de escuta para oferecer à ele um espaço onde ele possa subjetivar o que está em jogo.
Sim, é um bom momento para buscar ajuda profissional. Mudanças no comportamento, como o aumento da timidez, ansiedade e frustração diante de situações que antes eram bem toleradas, podem indicar que seu filho está enfrentando algo que precisa de atenção.

Uma psicóloga infantil pode ajudá-lo a entender e lidar melhor com essas emoções, fortalecendo sua autoestima e desenvolvendo estratégias para enfrentar essas situações de forma mais segura e tranquila. Quanto mais cedo houver esse suporte, melhor para o desenvolvimento emocional dele. Fico à disposição.
Olá! Sim... procure ajuda. O psicólogo poderá ajudar o seu filho, atuando em sua ansiedade social e timidez. Desenvolverá suas habilidades sociais para melhorar sua interação. Além disso, fornecerá orientação aos pais e escola. Procure ajuda!
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?
A forma como você descreve seu filho revela um olhar muito atento e carinhoso. É bonito perceber como você reconhece nele tanto a sensibilidade quanto a vontade de se expressar — mesmo diante dos bloqueios que começaram a surgir. Essa mudança no comportamento, especialmente quando envolve situações públicas como apresentações escolares, costuma ser sinal de que algo emocional está pedindo espaço para ser compreendido, não necessariamente sinal de um problema grave.

Crianças sensíveis costumam ter uma intensidade emocional maior, o que significa que sentem as coisas com mais profundidade — inclusive o medo de errar, o medo de ser observado ou de não dar conta da expectativa que elas mesmas criam. Mesmo quando estão seguras nos ensaios, o “cenário real” pode ativar áreas do cérebro ligadas à ameaça e à autoproteção, como a amígdala, gerando respostas físicas como choro, bloqueio ou até uma sensação de que "travar" é a única saída possível naquele momento. E é aí que entra a frustração: ele quer, mas não consegue.

Você mencionou que ele “luta para conseguir”. Essa frase diz muito. O esforço está lá, o desejo também. Mas talvez ele esteja tentando sozinho, dentro de um sistema emocional que ainda está em construção. Você já perguntou a ele o que sente antes de subir ao palco? Como ele entende esse nervosismo? O que ele gostaria que acontecesse naquele momento para se sentir mais seguro?

Buscar ajuda psicológica pode ser, sim, um passo cuidadoso — não necessariamente porque há algo errado, mas justamente para fortalecer a autoestima, ampliar a consciência emocional e ajudá-lo a construir novas formas de lidar com esse medo. A psicoterapia infantil trabalha com esse universo de forma lúdica e segura, respeitando o tempo da criança e promovendo recursos internos para que ela aprenda a se sentir mais confiante — sem que precise abrir mão de sua sensibilidade.

Se sentirem que precisam de apoio nesse caminho, posso acompanhar esse processo de forma respeitosa e acolhedora, tanto com ele quanto com vocês, que são figuras fundamentais para essa transformação.
Caso precise, estou à disposição.

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