Meu filho de 7 anos sempre foi muito nervoso desde bebe...ainda mais qd não dorme o bastante.. Fica
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Meu filho de 7 anos sempre foi muito nervoso desde bebe...ainda mais qd não dorme o bastante..
Fica irritado c TD...sem controle e encontra-se numa fase muito complicada de perfeccionista..TD dele tem ki sair perfeito e tem sempre ki estar em primeiro em TD..
E qd não acontece ele sofre...fica nervoso fora do controle...falo muito c ele sobre erros que é normal...e ki tá TD bem qd acontece e ele entende...mas na prática não se controla
É extremamente inteligente.
O que posso fazer?
Fica irritado c TD...sem controle e encontra-se numa fase muito complicada de perfeccionista..TD dele tem ki sair perfeito e tem sempre ki estar em primeiro em TD..
E qd não acontece ele sofre...fica nervoso fora do controle...falo muito c ele sobre erros que é normal...e ki tá TD bem qd acontece e ele entende...mas na prática não se controla
É extremamente inteligente.
O que posso fazer?
Olá! Entendo sua preocupação, é muito difícil ver uma criança inteligente e sensível sofrer com frustrações e com a necessidade de “acertar sempre”.
Esse comportamento descrito por você, pode estar relacionado a fatores emocionais, à forma como a criança lida com a autoestima e até ao desenvolvimento das funções executivas (como autocontrole e regulação emocional).
A psicopedagogia pode ajudar muito nesse processo — tanto para trabalhar a tolerância ao erro e à frustração, quanto para desenvolver estratégias emocionais e cognitivas que favorecem o aprendizado e o equilíbrio.
Uma avaliação psicopedagógica permite compreender melhor o perfil do seu filho - suas potencialidades, emoções e forma de aprender — e, a partir disso, elaborar um plano de intervenção personalizado que o ajude a lidar melhor com suas emoções e a construir uma relação mais leve com o aprender e o desempenho.
Fico à disposição para maiores esclarecimentos.
Esse comportamento descrito por você, pode estar relacionado a fatores emocionais, à forma como a criança lida com a autoestima e até ao desenvolvimento das funções executivas (como autocontrole e regulação emocional).
A psicopedagogia pode ajudar muito nesse processo — tanto para trabalhar a tolerância ao erro e à frustração, quanto para desenvolver estratégias emocionais e cognitivas que favorecem o aprendizado e o equilíbrio.
Uma avaliação psicopedagógica permite compreender melhor o perfil do seu filho - suas potencialidades, emoções e forma de aprender — e, a partir disso, elaborar um plano de intervenção personalizado que o ajude a lidar melhor com suas emoções e a construir uma relação mais leve com o aprender e o desempenho.
Fico à disposição para maiores esclarecimentos.
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Olá! Que bom que se mostra uma mãe atenta e preocupada.
Fique calma, você já está fazendo algo que é buscar ajuda.
A descrição desse tipo de comportamento pode significar muitas coisas, assim procurar um especialista, profissional que possa realizar um acompanhamento e uma análise mais precisa, pode ajudar. O atendimento de um profissional a ajudará em mediações, intervenções além de ajudar seu filho. Psicólogos, Psicopedagogos e até mesmo o pediatra pode ser um primeiro passo.
Abraços
Profa.Dra. Margarete Bertolo Boccia
Neuropsicopedagoga - Buona Mente
Fique calma, você já está fazendo algo que é buscar ajuda.
A descrição desse tipo de comportamento pode significar muitas coisas, assim procurar um especialista, profissional que possa realizar um acompanhamento e uma análise mais precisa, pode ajudar. O atendimento de um profissional a ajudará em mediações, intervenções além de ajudar seu filho. Psicólogos, Psicopedagogos e até mesmo o pediatra pode ser um primeiro passo.
Abraços
Profa.Dra. Margarete Bertolo Boccia
Neuropsicopedagoga - Buona Mente
Crianças muito inteligentes muitas vezes têm alta sensibilidade emocional, ou seja, sentem emoções com muita intensidade. O perfeccionismo é frequentemente ligado ao medo de fracassar ou desapontar os outros. Não é falta de disciplina, é desenvolvimento emocional que ainda precisa de suporte. Nomear emoções: Ajude-o a identificar o que sente (“Você está frustrado porque queria que saísse perfeito”). Isso dá senso de controle.
Respiração e pausa: Ensine técnicas simples, por exemplo: respirar fundo contando até 5, expirar contando até 5, repetir três vezes. Intervalos estratégicos: Quando perceber que ele está prestes a “explodir”, proponha uma pausa curta para se acalmar. Converse sobre meta realista e esforço, não apenas resultado:
“O mais importante é que você tentou e fez o seu melhor.”
“Se algo não sair perfeito, a gente aprende e tenta de novo.”
Evite reforçar comparações com outros ou ranking (“tem que estar em primeiro”), porque isso aumenta ansiedade e frustração.
Um psicólogo infantil ou terapeuta ocupacional pode trabalhar autocontrole, regulação emocional e perfeccionismo, especialmente em crianças superinteligentes.
Às vezes, estratégias caseiras são insuficientes para a intensidade que você descreveu.
Respiração e pausa: Ensine técnicas simples, por exemplo: respirar fundo contando até 5, expirar contando até 5, repetir três vezes. Intervalos estratégicos: Quando perceber que ele está prestes a “explodir”, proponha uma pausa curta para se acalmar. Converse sobre meta realista e esforço, não apenas resultado:
“O mais importante é que você tentou e fez o seu melhor.”
“Se algo não sair perfeito, a gente aprende e tenta de novo.”
Evite reforçar comparações com outros ou ranking (“tem que estar em primeiro”), porque isso aumenta ansiedade e frustração.
Um psicólogo infantil ou terapeuta ocupacional pode trabalhar autocontrole, regulação emocional e perfeccionismo, especialmente em crianças superinteligentes.
Às vezes, estratégias caseiras são insuficientes para a intensidade que você descreveu.
Boa tarde
Realize uma consulta e faça uma avaliação com psicopedagoga/psicóloga.
A avaliação irá dar uma visão da
situação de seu filho!
Jaqueline D'Angelo
Psicopedagogia Clínica
Realize uma consulta e faça uma avaliação com psicopedagoga/psicóloga.
A avaliação irá dar uma visão da
situação de seu filho!
Jaqueline D'Angelo
Psicopedagogia Clínica
Olá, procure uma avaliação neuropsicológica. Até mais.
Como neuropsicopedagoga, compreendo sua preocupação diante do comportamento do seu filho e quero trazer uma visão integrada sobre o que está acontecendo. Crianças inteligentes e sensíveis, como você descreve, muitas vezes apresentam um perfil de perfeccionismo precoce. Isso significa que elas criam padrões muito elevados para si mesmas e, quando não conseguem atingir esses padrões, entram em sofrimento emocional. É importante lembrar que, aos 7 anos, o sistema nervoso ainda está em pleno desenvolvimento, especialmente nas áreas responsáveis pela autorregulação emocional e pelo controle da frustração. Por isso, é esperado que ele tenha dificuldade em lidar com erros, perdas ou situações em que não está em primeiro lugar.
O sono insuficiente é um fator que intensifica bastante esse quadro, pois a privação de descanso afeta diretamente o humor, a atenção e a capacidade de autocontrole. Uma rotina de sono estruturada e consistente é fundamental para reduzir a irritabilidade. Além disso, é essencial que o ambiente familiar ofereça oportunidades para que ele aprenda a lidar com erros de forma natural. Isso pode ser feito através da modelagem: quando você mostra para ele que também erra e que consegue se recuperar, está ensinando na prática que o erro faz parte do processo de aprendizagem.
Outro ponto importante é valorizar o esforço e não apenas o resultado. Crianças perfeccionistas precisam aprender que o caminho é tão valioso quanto a chegada. Reforçar frases como “gostei de como você tentou” ou “foi muito bom ver sua dedicação” ajuda a deslocar o foco da perfeição para o empenho. Também é recomendável propor atividades cooperativas, em que o objetivo não seja competir, mas trabalhar em equipe, para que ele experimente outras formas de se sentir realizado.
Quando os episódios de nervosismo forem muito intensos ou frequentes, prejudicando a vida escolar e social, é indicado buscar acompanhamento psicológico infantil. O psicólogo pode trabalhar técnicas de regulação emocional e tolerância à frustração, ajudando a transformar o perfeccionismo em motivação saudável. Em alguns casos, o apoio do pediatra ou neuropediatra também é importante para avaliar questões relacionadas ao sono e à ansiedade.
Em resumo, seu filho demonstra inteligência e sensibilidade acima da média, mas precisa aprender a lidar com suas emoções e com a ideia de que errar faz parte da vida. Com rotina adequada, estratégias de reforço positivo e, se necessário, apoio profissional, ele poderá transformar essa exigência interna em disciplina e criatividade, sem tanto sofrimento.
O sono insuficiente é um fator que intensifica bastante esse quadro, pois a privação de descanso afeta diretamente o humor, a atenção e a capacidade de autocontrole. Uma rotina de sono estruturada e consistente é fundamental para reduzir a irritabilidade. Além disso, é essencial que o ambiente familiar ofereça oportunidades para que ele aprenda a lidar com erros de forma natural. Isso pode ser feito através da modelagem: quando você mostra para ele que também erra e que consegue se recuperar, está ensinando na prática que o erro faz parte do processo de aprendizagem.
Outro ponto importante é valorizar o esforço e não apenas o resultado. Crianças perfeccionistas precisam aprender que o caminho é tão valioso quanto a chegada. Reforçar frases como “gostei de como você tentou” ou “foi muito bom ver sua dedicação” ajuda a deslocar o foco da perfeição para o empenho. Também é recomendável propor atividades cooperativas, em que o objetivo não seja competir, mas trabalhar em equipe, para que ele experimente outras formas de se sentir realizado.
Quando os episódios de nervosismo forem muito intensos ou frequentes, prejudicando a vida escolar e social, é indicado buscar acompanhamento psicológico infantil. O psicólogo pode trabalhar técnicas de regulação emocional e tolerância à frustração, ajudando a transformar o perfeccionismo em motivação saudável. Em alguns casos, o apoio do pediatra ou neuropediatra também é importante para avaliar questões relacionadas ao sono e à ansiedade.
Em resumo, seu filho demonstra inteligência e sensibilidade acima da média, mas precisa aprender a lidar com suas emoções e com a ideia de que errar faz parte da vida. Com rotina adequada, estratégias de reforço positivo e, se necessário, apoio profissional, ele poderá transformar essa exigência interna em disciplina e criatividade, sem tanto sofrimento.
Bom dia.
Pode ser, que seu filho esteja vivendo um conflito inconsciente do ambiente. De modo geral, as crianças até o início da adolescência, vivem mergulhadas no inconsciente dos pais. Talvez alguma questão biológica...
Penso que, buscar um pediatra para exames e, um psicoterapeuta para análise da subjetividade.
Boa sorte
Pode ser, que seu filho esteja vivendo um conflito inconsciente do ambiente. De modo geral, as crianças até o início da adolescência, vivem mergulhadas no inconsciente dos pais. Talvez alguma questão biológica...
Penso que, buscar um pediatra para exames e, um psicoterapeuta para análise da subjetividade.
Boa sorte
O primeiro passo e buscar uma avaliação para compreender os comportamentos dele, entender a causa, para depois entrar com as orientações e procedimentos necessarios para ajuda-lo.
Olá! Compreendo perfeitamente o seu relato, tanto sob o olhar profissional da Neuropsicopedagogia quanto pelo lado humano. Lidar com uma criança que possui uma inteligência acima da média, mas que enfrenta tempestades emocionais diante da frustração, é um desafio constante que exige paciência e estratégias específicas.
Aos 7 anos, a criança está em uma transição cognitiva importante. Quando a inteligência é muito alta, muitas vezes o desenvolvimento emocional não acompanha a mesma velocidade — é o que chamamos de assincronia. Ele entende a teoria (que errar é normal), mas o sistema límbico dele (o centro das emoções) ainda não consegue processar a "perda" ou o "erro" sem disparar um sinal de alerta de estresse.
Aqui estão algumas orientações práticas para te ajudar a manejar essa situação:
1. O Fator Sono e a Autorregulação
Você mencionou que ele fica pior quando não dorme bem. Isso é um dado clínico crucial. O cansaço reduz a capacidade do córtex pré-frontal de filtrar impulsos.
Higiene do Sono: Estabeleça uma rotina rígida e relaxante. Telas devem ser desligadas pelo menos 1 hora antes de dormir, pois a luz azul inibe a melatonina e aumenta a irritabilidade no dia seguinte.
Previsibilidade: Crianças assim sentem-se seguras com rotinas. Saber exatamente o que vai acontecer diminui a ansiedade que alimenta o perfeccionismo.
2. Elogie o Processo, não o Resultado
Crianças perfeccionistas muitas vezes sentem que seu valor está atrelado ao acerto.
Mude o foco: Em vez de dizer "Parabéns, você tirou 10" ou "Você é o melhor", diga: "Vi o quanto você se esforçou para terminar esse desenho" ou "Gostei da sua persistência quando a peça do brinquedo não encaixou de primeira".
Isso ajuda a desconstruir a ideia de que ele precisa ser o primeiro para ser amado ou admirado.
3. O Erro como Ferramenta de Aprendizado
Como ele é muito inteligente, use essa lógica a favor dele.
Modelagem: Deixe-o ver você errando. "Ih, errei o sal da comida hoje, vou ter que colocar uma batata para absorver. Tudo bem, aprendi algo novo".
Mostre que cientistas e inventores só chegaram ao sucesso porque "erraram" centenas de vezes. O erro é, na verdade, um dado científico de que aquele caminho não funciona e precisamos de outro.
4. Investigação Profissional
Embora o diálogo ajude, a "falta de controle na prática" pode indicar que ele precisa de ferramentas de análise funcional do comportamento ou de um suporte terapêutico.
Vale investigar se esse perfeccionismo e a irritabilidade não são sinais de uma Dupla Excepcionalidade (quando a criança tem Altas Habilidades, mas também uma dificuldade de regulação emocional ou sensorial) ou até mesmo traços de rigidez cognitiva que podem ser trabalhados na terapia cognitivo-comportamental ou na psicopedagogia clínica.
Um conselho de coração: Não se sinta culpada. Você já faz o principal, que é o acolhimento e o diálogo. Às vezes, o "motor" dessa criança é potente demais para o "freio" que ela tem no momento. Com o tempo e o treino adequado, esse freio se desenvolve.
Aos 7 anos, a criança está em uma transição cognitiva importante. Quando a inteligência é muito alta, muitas vezes o desenvolvimento emocional não acompanha a mesma velocidade — é o que chamamos de assincronia. Ele entende a teoria (que errar é normal), mas o sistema límbico dele (o centro das emoções) ainda não consegue processar a "perda" ou o "erro" sem disparar um sinal de alerta de estresse.
Aqui estão algumas orientações práticas para te ajudar a manejar essa situação:
1. O Fator Sono e a Autorregulação
Você mencionou que ele fica pior quando não dorme bem. Isso é um dado clínico crucial. O cansaço reduz a capacidade do córtex pré-frontal de filtrar impulsos.
Higiene do Sono: Estabeleça uma rotina rígida e relaxante. Telas devem ser desligadas pelo menos 1 hora antes de dormir, pois a luz azul inibe a melatonina e aumenta a irritabilidade no dia seguinte.
Previsibilidade: Crianças assim sentem-se seguras com rotinas. Saber exatamente o que vai acontecer diminui a ansiedade que alimenta o perfeccionismo.
2. Elogie o Processo, não o Resultado
Crianças perfeccionistas muitas vezes sentem que seu valor está atrelado ao acerto.
Mude o foco: Em vez de dizer "Parabéns, você tirou 10" ou "Você é o melhor", diga: "Vi o quanto você se esforçou para terminar esse desenho" ou "Gostei da sua persistência quando a peça do brinquedo não encaixou de primeira".
Isso ajuda a desconstruir a ideia de que ele precisa ser o primeiro para ser amado ou admirado.
3. O Erro como Ferramenta de Aprendizado
Como ele é muito inteligente, use essa lógica a favor dele.
Modelagem: Deixe-o ver você errando. "Ih, errei o sal da comida hoje, vou ter que colocar uma batata para absorver. Tudo bem, aprendi algo novo".
Mostre que cientistas e inventores só chegaram ao sucesso porque "erraram" centenas de vezes. O erro é, na verdade, um dado científico de que aquele caminho não funciona e precisamos de outro.
4. Investigação Profissional
Embora o diálogo ajude, a "falta de controle na prática" pode indicar que ele precisa de ferramentas de análise funcional do comportamento ou de um suporte terapêutico.
Vale investigar se esse perfeccionismo e a irritabilidade não são sinais de uma Dupla Excepcionalidade (quando a criança tem Altas Habilidades, mas também uma dificuldade de regulação emocional ou sensorial) ou até mesmo traços de rigidez cognitiva que podem ser trabalhados na terapia cognitivo-comportamental ou na psicopedagogia clínica.
Um conselho de coração: Não se sinta culpada. Você já faz o principal, que é o acolhimento e o diálogo. Às vezes, o "motor" dessa criança é potente demais para o "freio" que ela tem no momento. Com o tempo e o treino adequado, esse freio se desenvolve.
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