Meu medico pediu para parar o medicamento depakene tomo desde os 7 anos e hj estou com 19 quais a re
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Meu medico pediu para parar o medicamento depakene tomo desde os 7 anos e hj estou com 19 quais a reacoes que vou ter por não toma mais o depakene? E por falta do medicamento corro o risco de da convulsão ?
Olá. Se está há vários anos sem qualquer crise, nem mesmo os sinais, o risco de novo evento de crise é menor. Mas lembre-se de que você é uma pessoa mais susceptível à crises quando comparado a uma outro pessoa que nunca teve, principalmente em situações potencialmente provocadoras: estresse físico e mental, jejum prolongado, infecções, abuso de álcool, privação de sono. Evite-os.
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Olá! Sua pergunta é muito importante e demonstra uma excelente atitude de cuidado com a sua saúde. O Depakene (valproato de sódio) é um medicamento usado com frequência no controle de crises epilépticas e também em alguns transtornos do humor, e sua retirada deve sempre ser feita com orientação médica e de forma gradual, nunca abruptamente.
Quando o tratamento é interrompido de forma súbita, o cérebro pode reagir ao desequilíbrio na atividade elétrica neuronal, o que aumenta o risco de recorrência de crises convulsivas, mesmo em pacientes que estavam há anos sem apresentá-las. Por isso, o risco de novas convulsões depende de fatores como:
Motivo pelo qual o Depakene foi prescrito originalmente;
Tempo total sem crises;
Resultado recente de exames como eletroencefalograma (EEG);
E se há histórico familiar ou predisposição neurológica.
Durante a retirada, algumas pessoas podem sentir sonolência, irritabilidade, cefaleia, tontura, tremores leves ou alterações do sono, sintomas geralmente transitórios enquanto o organismo se adapta à ausência da medicação.
O mais importante é seguir rigorosamente o plano de redução prescrito pelo médico, pois ele avaliará a necessidade de substituição por outro anticonvulsivante ou apenas o desmame completo, dependendo do seu histórico clínico e exames de controle.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui a orientação médica individual. Cada caso deve ser acompanhado de perto para garantir segurança e evitar o risco de crises.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com atendimento presencial em Cuiabá e São Paulo e online em todo o Brasil, oferecendo acompanhamento humanizado em neurologia clínica, epilepsia e tratamento da dor crônica, sempre priorizando a segurança e o bem-estar do paciente.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
Quando o tratamento é interrompido de forma súbita, o cérebro pode reagir ao desequilíbrio na atividade elétrica neuronal, o que aumenta o risco de recorrência de crises convulsivas, mesmo em pacientes que estavam há anos sem apresentá-las. Por isso, o risco de novas convulsões depende de fatores como:
Motivo pelo qual o Depakene foi prescrito originalmente;
Tempo total sem crises;
Resultado recente de exames como eletroencefalograma (EEG);
E se há histórico familiar ou predisposição neurológica.
Durante a retirada, algumas pessoas podem sentir sonolência, irritabilidade, cefaleia, tontura, tremores leves ou alterações do sono, sintomas geralmente transitórios enquanto o organismo se adapta à ausência da medicação.
O mais importante é seguir rigorosamente o plano de redução prescrito pelo médico, pois ele avaliará a necessidade de substituição por outro anticonvulsivante ou apenas o desmame completo, dependendo do seu histórico clínico e exames de controle.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui a orientação médica individual. Cada caso deve ser acompanhado de perto para garantir segurança e evitar o risco de crises.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com atendimento presencial em Cuiabá e São Paulo e online em todo o Brasil, oferecendo acompanhamento humanizado em neurologia clínica, epilepsia e tratamento da dor crônica, sempre priorizando a segurança e o bem-estar do paciente.
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