Minha mãe toma Rivotril a mais de dois anos, mas de uns tempos pra cá vem se sentindo muito mal e te
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Minha mãe toma Rivotril a mais de dois anos, mas de uns tempos pra cá vem se sentindo muito mal e tentou tirar o rivotril e sentiu uma série de sintomas como: Confusão mental, taquicardia, suor frio dentre outros. Ela consultou com um Geriatra e ele orientou o desmame do Rivotril fazendo a transição para o Trazodona. Na primeira semana 1/4 rivotril e 1 trazadona por dia. Na segunda semana 1/4 de rivotril dia sim dia não e 1 trazodona todos os dias. E na terceira semana retirar o rivotril e ficar tomamdo só o trazodona. Ela está no segundo dia da primeira semana do processo de transição, e continua se sentindo mal, podem por favor informar se isso é normal? E quanto tempo mais ela vai continuar sentindo esse desconforto? Preciso consultar um psiquiatra?
Por favor, gostaria muito de uma orientação. Agradeço!
Por favor, gostaria muito de uma orientação. Agradeço!
É normal sentir esses sintomas já que o uso do Rivotril pode está associado a uma dependência química (seu uso prolongado pode causar isso), e dessa forma, durante a retirada repentina, sofrer desses sintomas. Sugiro avaliar adequadamente o uso medicamentoso durante o desmame, principalmente se houver outras questões medicas envolvidas. Em caso de dúvidas, procure um Psicogeriatra para atender sua mãe.
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Geralmente essa retirada ocorre de forma mais lenta, independente de haver o trazodona ou não… pois o sono não é a única coisa envolvida… existe uma dependência. Sugiro retornar ao médico, caso necessário me coloco a disposição
É muito importante o cuidado que sua mãe está tendo nesse processo de tirar o Rivotril (clonazepam) depois de tanto tempo usando. O que ela está sentindo agora — confusão, taquicardia, suor frio e outros sintomas — é comum durante o desmame do Rivotril, principalmente porque o corpo se acostuma muito com o remédio e pode passar por uma espécie de “rebeldia” quando a dose começa a diminuir.
O plano que o geriatra passou, com uma redução gradual e o uso da trazodona para ajudar na transição, é o caminho correto e o mais seguro. Mas é normal que, nas primeiras semanas, esses sintomas de desconforto continuem, porque o corpo está se adaptando a ficar sem o Rivotril.
Cada pessoa reage de um jeito, mas geralmente esses sintomas vão melhorando com o passar das semanas. O mais importante é manter essa redução sempre seguindo orientação médica, para evitar um desmame muito rápido, que pode piorar os sintomas.
Se o desconforto for muito intenso, ou se surgir algo que pareça fora do comum (como dificuldade para respirar, confusão muito grande, queda ou sintomas que assustem), é fundamental procurar o médico ou um psiquiatra rapidamente.
Recomendo sim que vocês consultem um psiquiatra, porque ele tem um olhar especializado para acompanhar essa retirada e pode ajudar a ajustar o tratamento, melhorar o conforto da sua mãe e garantir que tudo seja feito com segurança.
É um processo que exige paciência e cuidado, mas que com o acompanhamento certo vai dar certo.
O plano que o geriatra passou, com uma redução gradual e o uso da trazodona para ajudar na transição, é o caminho correto e o mais seguro. Mas é normal que, nas primeiras semanas, esses sintomas de desconforto continuem, porque o corpo está se adaptando a ficar sem o Rivotril.
Cada pessoa reage de um jeito, mas geralmente esses sintomas vão melhorando com o passar das semanas. O mais importante é manter essa redução sempre seguindo orientação médica, para evitar um desmame muito rápido, que pode piorar os sintomas.
Se o desconforto for muito intenso, ou se surgir algo que pareça fora do comum (como dificuldade para respirar, confusão muito grande, queda ou sintomas que assustem), é fundamental procurar o médico ou um psiquiatra rapidamente.
Recomendo sim que vocês consultem um psiquiatra, porque ele tem um olhar especializado para acompanhar essa retirada e pode ajudar a ajustar o tratamento, melhorar o conforto da sua mãe e garantir que tudo seja feito com segurança.
É um processo que exige paciência e cuidado, mas que com o acompanhamento certo vai dar certo.
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