Minha namorada pediu tempo, o que me levou a uma crise de ansiedade muito forte, na qual ela não me

8 respostas
Minha namorada pediu tempo, o que me levou a uma crise de ansiedade muito forte, na qual ela não me deu nenhum suporte ( nem perguntar se estava bem me perguntava, até nas crises na empresa não veio me dar suporte). Resolvemos terminar, mas trabalhamos juntos. Assim que terminamos ela chegou no local de trabalho toda risonha e quando via que eu estava perto começava a conversar com outras funcionárias e rir, para me deixar mal, visto a minha fragilidade emocional no momento, ninguém na empresa sabe do nosso relacionamento. E contou para outra pessoa que não gostou de me ver sorrindo nas fotos com enfeites de Natal no shopping que fui. Ela agora veio com história de ser minha amiga, eu disse que não quero, visto que ela falhou como amiga também: não dando nenhum apoio em meio as crises e ela mais tarde revelou que o tempo que ela pediu sempre foi com a intenção de dizer não no fim, brincado esse tempo todo com os meus sentimentos e mentindo que ainda me amava. Me levando a uma crise de ansiedade, perda de peso e insônia. Agi certo? Seria um relacionamento tóxico o que vivi? Qual a intenção dela em querer minha amizade, seria para tentar amenizar a culpa dela ou uma forma de me prender ainda a ela?
Olá, como vai?
Parece que você está vivendo um momento difícil de equilibrar seu desejo e a realidade, o que gera suas crises e dificuldades emocionais no momento. Quanto as suas questões, infelizmente não é possível avaliar com tamanha precisão suas dúvidas, pois elas são questões que você pode levar para a psicoterapia com um psicólogo, que vai te ouvir e ajudar a elaborar o luto do término. Procure ajuda com um profissional, isso pode te fazer você se aprofundar em você mesmo e reconhecer suas dificuldades e potencialidades.
Espero ter ajudado, fico à disposição.

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O que você viveu foi, de fato, uma experiência emocional muito dolorosa e merece ser levada a sério; as crises de ansiedade, a quebra de confiança, a confusão na comunicação e a falta de apoio em um momento em que você estava vulnerável são sinais de que essa relação lhe trouxe sofrimento real, e faz sentido que, para se proteger, você tenha decidido colocar limites e recusar uma amizade que hoje não parece segura para você. Do ponto de vista psicológico, relações passam a ser prejudiciais quando há invalidação emocional, mensagens ambíguas e um impacto significativo na saúde emocional e física, como insônia, perda de peso e ansiedade intensa, independentemente das intenções da outra pessoa. Sobre o pedido de amizade, é importante entender que o mais relevante não é o que ela pretende, mas como essa proximidade afeta você agora; priorizar seu bem-estar e sua recuperação é uma escolha saudável. Nesse processo, o acompanhamento psicológico pode ajudá-lo a compreender melhor suas emoções, validar o que você sente, fortalecer sua autoestima, aprender a lidar com a ansiedade e construir, no futuro, vínculos mais claros, respeitosos e acolhedores. Cuidar da sua saúde mental é um ato de responsabilidade consigo mesmo e um passo importante de crescimento pessoal.
 Virginia Lopes
Psicólogo, Psicanalista
Governador Valadares
Ola, como você está? É dificil dizer da intenção de uma outra pessoa, mesmo quando conhecemos bem essa pessoa. Talvez a pergunta seja pra você mesmo(a): como você se sente nesse momento? o que você acha que sentiria mantendo uma amizade com essa pessoa que fez parte de uma outra forma na sua vida? Será que isso lhe causaria conforto e esperança ou mais sofrimento? Terminos de relacionamento não são faceis, independente do tempo ou se foi uma relacionamento toxico ou não, ainda mais quando vocês precisam manter certo contato por trabalharem juntos(as), será que manter um vinculo de amizade te permitirá cicatrizar a ferida do termino? É uma pergunta que so cabe a você avaliar e entender como se sente. Espero que te ajude.
Não foque nas intenções dela em relação a você. Foque no que você quer viver e sentir.
Amizade é um vínculo que se constrói a partir de confiança, respeito e reciprocidade.
Você está fragilizado nessa relação. Acredito que sua atitude de não aceitar a amizade foi a mais correta, pois, de fato, não existe uma amizade entre vocês.
Como trabalham juntos, mantenha o respeito e a cordialidade profissional — e isso basta.
Pelo que você descreve, sua reação foi compreensível e legítima diante de um momento de grande vulnerabilidade emocional. Quando alguém passa por crises de ansiedade, o mínimo esperado em um vínculo é cuidado, empatia e responsabilidade emocional - e isso claramente não aconteceu.
Algumas atitudes que você relata (falta de apoio, ambiguidade afetiva, comportamentos no trabalho que parecem provocar sofrimento, e a revelação de que o “tempo” já tinha um desfecho decidido) são sinais de uma dinâmica emocionalmente desorganizadora, que pode sim ser vivida como tóxica, especialmente para alguém já fragilizado.
Dizer que não quer amizade agora é colocar um limite saudável, não egoísmo. Muitas vezes, a proposta de “amizade” após esse tipo de ruptura serve mais para aliviar a culpa de quem feriu ou manter algum controle emocional, do que para cuidar de quem sofreu.
O mais importante agora é proteger sua saúde emocional, recuperar sono, peso e estabilidade. A psicoterapia pode ajudar você a elaborar essa experiência, fortalecer limites e atravessar esse luto com mais clareza e segurança. Se sentir que precisa de apoio, procurar ajuda profissional é um passo importante. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
É compreensível que você se questione se viveu algo 'tóxico'. O que você descreve — a falta de empatia durante suas crises e o comportamento dela no trabalho — indica uma dinâmica de desamparo que justifica sua forte crise de ansiedade.

Muitas vezes, o desejo de manter a amizade após um término confuso serve mais para quem termina do que para quem foi deixado. Aceitar um contato que te faz mal apenas para 'parecer bem' só prolonga o sofrimento. O fato de trabalharem juntos já é um desafio por si só; por isso, manter o contato apenas no nível profissional é a estratégia mais saudável no momento. Recomendo que busque acompanhamento para tratar esses sintomas físicos de ansiedade e fortalecer sua autoestima após esse processo de desvalorização.
Olá, sugiro que você procure um psicólogo para que este possa entender melhor a sua situação e lhe sugerir um tratamento. Pode ser que tenha sido um relacionamento tóxico, pode ser baixa autoestima, ou ainda uma terceira opção ou uma combinação de todas elas. O mais importante é que está procurando ajuda. Siga nesta direção, procure se conhecer para tomar boas decisões na direção de uma vida satisfatória para você.
Um relacionamento intimo tem muitas implicações, por isso é importante entender com mais profundidade o que está havendo. Se você sente medo de ficar sozinho , de ser abandonado por pessoas mais intimaste, etc., vale a pena buscar ajuda de um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, para se fortalecer, para aumentar a sua percepção do que faz sentido para você, o que vale a pena tentar, etc.

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