Não sei bem se é coisa da idade ou algo assim, mas tenho a constante sensação e o pressen
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Não sei bem se é coisa da idade ou algo assim, mas tenho a constante sensação e o pressentimento de que vou morrer cedo. Não é algo que me causa medo ou angústia, é só uma certeza. Mesmo que eu consiga imaginar algum tipo de futuro, não sinto que vou chegar lá. Parece que tem uma parede que eu não sou/serei capaz de atravessar. Esse sentimento tem uns bons anos já. Só decidi perguntar isso aqui depois da minha mãe e da minha amiga, que estava presente na hora, me falarem que eu deveria ter reagido de um jeito diferente quando quase sofri um acidente um dia desses. E acho que elas estavam certas, não senti nenhuma preocupação, desespero ou coisa do gênero. Na hora, apenas aceitei a situação, acho que até pensei um "Então é isso" (mas tudo foi muito rápido, portanto não tenho tanta certeza). Mesmo logo depois, nada mudou, realmente só fiquei mal por ter atrapalhado o dia do motorista. Eu ainda não sei muito bem o que concluir disso... É normal?
Olá, para psicanálise , o nosso inconsciente é atemporal e nele não há uma ideia de fim. As demarcações de temporalidade é da ordem da consciência que faz as marcações do tempo e do espaço. São essas marcações que nos direcionam para tomadas de decisões na vida . Isso não quer dizer que vamos ficar o tempo todo pensando em quando vamos morrer . Seria interessante que buscasse ajuda terapêutica para pensar o leva você pensar mais na sua morte do que na própria vida .
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Olá Boa tarde. Todos nós, contemos em nós mesmos, crenças e valores que vamos construindo ao longo da vida. O problema é quando temos instalado em nós algumas crenças limitantes que, sem que possamos nos dar conta, passam a fazer parte do nosso jeito de ser, pensar e agir. Inconscientemente agimos de acordo com essa crença, para que ela sempre seja uma verdade. Daí a necessidade de estarmos atentos a nós mesmos, nos dando oportunidades de construir nossa vida, não por aquilo que absorvemos como verdade, mas pelo que realmente faz sentido a cada um de nós. Estabelecer um estado de atenção sobre si mesmo pode ajudar e rever e reconstruir essas crenças permitindo que seus movimentos estejam mais alinhados com seu propósito de vida. Evite os comportamentos automáticos e passe a ter consciência dos seus movimentos. Tente e seja Feliz, Se precisar, busque ajuda. Uma terapia pode contribuir nesta jornada.
Muita vezes nossos sentimentos estão relacionados com as nossas perspectivas, não necessariamente apenas com a situação atual. Um sentimento de impotência, de incapacidade, de necessidade frequente de ajuda dos outros, de falta de perspectivas, etc., podem juntamente com situações presentes, facilitar o aparecimento de a uma desmotivação. Se essa situação parece ter relação com o que está sentindo, um psicólogo com quem se sinta bem, pode te ajudar.
Olá. De forma geral, as pessoas não tem certeza sobre quando vão morrer, vivendo isso como uma incerteza. Entretanto, o fato de você sentir essa certeza não faz de você anormal. Penso que se você tem vontade de entender melhor e investigar essa questão, fazer psicoterapia vai te ajudar bastante nessa direção. Abraço.
Boa noite! Seria muito importante você fazer terapia para entender esta sensação de morte. Você disse que isso acontece a anos ( sentimentos de uns bons anos), ou seja, não está relacionado somente com o acidente. Não é normal viver a morte do que viver a vida... pense em fazer terapia.
Olá. De certa forma o que esta sentindo é um desejo da morte , e isso pode ter varios significados. Você pode estar sentindo uma angustia em viver. Não sente prazer, nem tem objetivos que te façam pensar em estar vivo e ser feliz. Desejar a morte pode ser a falta de estar vivendo mais intensamente e com mais alegria. Falta um objetivo para viver. Poderia aqui te dar conselhos mas não vem ao caso. Acho que seria otimo voce fazer uma boa terapia, e decobrir por si o que lhe falta.
Boa noite.
É muito complicado alguém te afirmar se é ou não normal, o "normal" é muito relativo. A questão é: e
É muito complicado alguém te afirmar se é ou não normal, o "normal" é muito relativo. A questão é: e
Olá!
O sentimento de que vai morrer cedo e a falta de reação diante de situações de risco não são “normais”, mas são compreensíveis e merecem atenção. Isso pode indicar um distanciamento emocional, possível traço depressivo ou uma dificuldade inconsciente em se conectar com o próprio valor e com o futuro. A psicoterapia é o melhor caminho para entender de onde vem esse sentimento e ressignificar essa vivência. O fato de você estar refletindo sobre isso já é um sinal importante de que há algo dentro de você buscando mais sentido e vida.
Espero ter ajudado e estou por aqui.
O sentimento de que vai morrer cedo e a falta de reação diante de situações de risco não são “normais”, mas são compreensíveis e merecem atenção. Isso pode indicar um distanciamento emocional, possível traço depressivo ou uma dificuldade inconsciente em se conectar com o próprio valor e com o futuro. A psicoterapia é o melhor caminho para entender de onde vem esse sentimento e ressignificar essa vivência. O fato de você estar refletindo sobre isso já é um sinal importante de que há algo dentro de você buscando mais sentido e vida.
Espero ter ajudado e estou por aqui.
Consciencia da morte, o que e a parede?
Essa sensação de que não vai viver muito e a forma como você reagiu diante de um risco real, sem medo ou desespero, podem estar apontando para algo que merece atenção, não necessariamente algo grave, mas algo que vale ser olhado com cuidado.
Em alguns casos, isso pode ter relação com um certo apagamento do desejo, um distanciamento emocional, ou mesmo com um humor mais deprimido, mesmo sem tristeza evidente. Às vezes, o corpo e a mente vão se acostumando a um modo de existir mais resignado, como se viver fosse apenas suportar. E isso pode acabar fazendo com que situações de risco sejam recebidas com uma espécie de aceitação silenciosa, como você descreveu.
Isso não quer dizer que você esteja doente, mas sim que talvez esteja atravessando a vida sem se sentir realmente conectado a ela. E isso importa. Se você quiser, podemos explorar isso juntos com calma. Às vezes, entender de onde vem esse tipo de certeza pode abrir espaço para uma relação mais viva com o presente e com o futuro. Fico à disposição.
Em alguns casos, isso pode ter relação com um certo apagamento do desejo, um distanciamento emocional, ou mesmo com um humor mais deprimido, mesmo sem tristeza evidente. Às vezes, o corpo e a mente vão se acostumando a um modo de existir mais resignado, como se viver fosse apenas suportar. E isso pode acabar fazendo com que situações de risco sejam recebidas com uma espécie de aceitação silenciosa, como você descreveu.
Isso não quer dizer que você esteja doente, mas sim que talvez esteja atravessando a vida sem se sentir realmente conectado a ela. E isso importa. Se você quiser, podemos explorar isso juntos com calma. Às vezes, entender de onde vem esse tipo de certeza pode abrir espaço para uma relação mais viva com o presente e com o futuro. Fico à disposição.
Olá.
Esse tipo de sensação que você relatou pode se tornar mais comum com o decorrer dos anos. Conviver com a certeza de que vamos morrer algum dia, pode fazer esse tipo de sensação aparecer.
Porém, não é interessante normalizar isso pois isso pode te causar algum tipo de sofrimento, como por exemplo, essa dificuldade de imaginar um futuro que você relatou.
Dentro da nossa existência, é fundamental que a gente consiga planejar e fantasiar um futuro, pois isso nos dá força para viver e encarar o nosso dia a dia.
E pelo seu relato, me pareceu que você sente algum tipo de apatia perante a vida. Essa apatia pode se tornar bem prejudicial, pois você pode acabar perdendo a vontade de fazer suas coisas.
Você já considerou fazer terapia? Esse tipo de tratamento poderia te ajudar muito com essas questões sobre viver e morrer. Em terapia, costumamos falar muito sobre o sentido da vida e as coisas importantes para nós. E dentro desse espaço de escuta, você poderia se sentir mais acolhido (a) para falar abertamente sobre esses pensamentos.
Esse tipo de sensação que você relatou pode se tornar mais comum com o decorrer dos anos. Conviver com a certeza de que vamos morrer algum dia, pode fazer esse tipo de sensação aparecer.
Porém, não é interessante normalizar isso pois isso pode te causar algum tipo de sofrimento, como por exemplo, essa dificuldade de imaginar um futuro que você relatou.
Dentro da nossa existência, é fundamental que a gente consiga planejar e fantasiar um futuro, pois isso nos dá força para viver e encarar o nosso dia a dia.
E pelo seu relato, me pareceu que você sente algum tipo de apatia perante a vida. Essa apatia pode se tornar bem prejudicial, pois você pode acabar perdendo a vontade de fazer suas coisas.
Você já considerou fazer terapia? Esse tipo de tratamento poderia te ajudar muito com essas questões sobre viver e morrer. Em terapia, costumamos falar muito sobre o sentido da vida e as coisas importantes para nós. E dentro desse espaço de escuta, você poderia se sentir mais acolhido (a) para falar abertamente sobre esses pensamentos.
O que você está sentindo não é incomum, mas merece atenção e cuidado. Essa sensação de que “não vai viver muito”, mesmo sem angústia explícita, pode estar ligada a processos emocionais mais profundos — como um possível traço depressivo, dessensibilização afetiva ou até uma forma sutil de desconexão com o futuro e com o valor da própria vida.
A ausência de medo ou reação diante de situações de risco, como o quase acidente, pode indicar um tipo de apatia emocional, que pode ser sintoma de algo mais amplo, ainda que não se manifeste com tristeza evidente.
Do ponto de vista neuropsicológico, esse tipo de vivência pode estar relacionado a alterações no processamento afetivo e na percepção de ameaça, com envolvimento de áreas como a amígdala e o córtex pré-frontal, que regulam emoções e respostas de enfrentamento.
Por isso, recomendo fortemente que você busque uma avaliação neuropsicológica e acompanhamento com um psicólogo clínico, para investigar de forma cuidadosa e ética o que está por trás desse sentimento de “certeza silenciosa” sobre a morte. Esse tipo de escuta pode te ajudar não só a entender melhor o que está sentindo, mas também a reconstruir o sentido do futuro e da sua existência, com acolhimento e segurança. É um gesto de coragem procurar ajuda — e você já deu o primeiro passo ao falar sobre isso aqui.
A ausência de medo ou reação diante de situações de risco, como o quase acidente, pode indicar um tipo de apatia emocional, que pode ser sintoma de algo mais amplo, ainda que não se manifeste com tristeza evidente.
Do ponto de vista neuropsicológico, esse tipo de vivência pode estar relacionado a alterações no processamento afetivo e na percepção de ameaça, com envolvimento de áreas como a amígdala e o córtex pré-frontal, que regulam emoções e respostas de enfrentamento.
Por isso, recomendo fortemente que você busque uma avaliação neuropsicológica e acompanhamento com um psicólogo clínico, para investigar de forma cuidadosa e ética o que está por trás desse sentimento de “certeza silenciosa” sobre a morte. Esse tipo de escuta pode te ajudar não só a entender melhor o que está sentindo, mas também a reconstruir o sentido do futuro e da sua existência, com acolhimento e segurança. É um gesto de coragem procurar ajuda — e você já deu o primeiro passo ao falar sobre isso aqui.
Querida(o), antes de qualquer coisa, quero te agradecer por compartilhar algo tão íntimo e delicado. Falar sobre esse tipo de sensação — que muitas vezes fica guardada dentro da gente por anos — já é um movimento de cuidado, um pedido silencioso por compreensão e escuta. E você fez isso com uma sinceridade muito bonita.
O que você descreve, essa sensação persistente de que não vai viver por muito tempo, que há uma espécie de “parede” invisível no caminho do seu futuro, é algo que merece ser escutado com muito respeito. Mesmo que não venha acompanhado de medo, há uma densidade emocional aí, uma espécie de peso subjetivo, que está presente na sua vivência há anos — e isso tem um significado.
Na psicanálise, nós não nos apressamos em rotular ou dar respostas prontas. Nosso olhar vai na direção de tentar entender o que essa certeza fala de você, da sua história, das marcas que talvez tenham se inscrito em você desde muito cedo. Às vezes, essas ideias, aparentemente tão “certas”, surgem como formas do inconsciente expressar algo que não conseguiu encontrar outro modo de aparecer. Pode estar ligado a experiências anteriores, a sentimentos de impotência, de desconexão com a vida, de não pertencimento... ou a algo mais profundo, que só o tempo da escuta e do acolhimento pode revelar.
A sua reação diante do quase-acidente, por exemplo, é muito significativa. A ausência de desespero, a aceitação imediata e até a preocupação com o motorista, mais do que com você mesma(o), nos dizem muito. Pode ser que, em algum nível, você tenha se acostumado a colocar suas próprias emoções em segundo plano, a não se reconhecer como alguém que merece cuidado, atenção, susto, vida. Mas você merece — e muito.
A psicanálise pode te ajudar exatamente nisso: a colocar palavras no que até agora ficou apenas como sensação. A construir, aos poucos, uma escuta de si, que possa te ajudar a se reconectar com o desejo, com a vitalidade, com um futuro que talvez hoje pareça inalcançável, mas que pode vir a ser possível. Não se trata de apagar essa sensação, mas de compreendê-la. E, quem sabe, ressignificá-la.
Você não está só. Há um espaço possível, seguro e acolhedor para escutar essa parte sua que hoje sente que “não vai chegar lá”. Esse espaço pode ser o início de uma travessia — uma travessia muito sua, feita no seu tempo. E eu fico feliz que você tenha começado a dar esse primeiro passo. Estou aqui, e sigo com você, se quiser
O que você descreve, essa sensação persistente de que não vai viver por muito tempo, que há uma espécie de “parede” invisível no caminho do seu futuro, é algo que merece ser escutado com muito respeito. Mesmo que não venha acompanhado de medo, há uma densidade emocional aí, uma espécie de peso subjetivo, que está presente na sua vivência há anos — e isso tem um significado.
Na psicanálise, nós não nos apressamos em rotular ou dar respostas prontas. Nosso olhar vai na direção de tentar entender o que essa certeza fala de você, da sua história, das marcas que talvez tenham se inscrito em você desde muito cedo. Às vezes, essas ideias, aparentemente tão “certas”, surgem como formas do inconsciente expressar algo que não conseguiu encontrar outro modo de aparecer. Pode estar ligado a experiências anteriores, a sentimentos de impotência, de desconexão com a vida, de não pertencimento... ou a algo mais profundo, que só o tempo da escuta e do acolhimento pode revelar.
A sua reação diante do quase-acidente, por exemplo, é muito significativa. A ausência de desespero, a aceitação imediata e até a preocupação com o motorista, mais do que com você mesma(o), nos dizem muito. Pode ser que, em algum nível, você tenha se acostumado a colocar suas próprias emoções em segundo plano, a não se reconhecer como alguém que merece cuidado, atenção, susto, vida. Mas você merece — e muito.
A psicanálise pode te ajudar exatamente nisso: a colocar palavras no que até agora ficou apenas como sensação. A construir, aos poucos, uma escuta de si, que possa te ajudar a se reconectar com o desejo, com a vitalidade, com um futuro que talvez hoje pareça inalcançável, mas que pode vir a ser possível. Não se trata de apagar essa sensação, mas de compreendê-la. E, quem sabe, ressignificá-la.
Você não está só. Há um espaço possível, seguro e acolhedor para escutar essa parte sua que hoje sente que “não vai chegar lá”. Esse espaço pode ser o início de uma travessia — uma travessia muito sua, feita no seu tempo. E eu fico feliz que você tenha começado a dar esse primeiro passo. Estou aqui, e sigo com você, se quiser
Obrigado por compartilhar algo tão profundo e delicado. A forma como você descreve essa sensação constante, não como medo, mas como uma certeza silenciosa, merece ser ouvida com cuidado.
Esse tipo de pensamento sobre a própria morte, especialmente quando vem acompanhado de uma certa neutralidade emocional, pode estar ligado a vários fatores: desde reflexões existenciais comuns em certas fases da vida, até formas mais sutis de desconexão emocional ou mesmo traços de estados depressivos que nem sempre se manifestam com tristeza evidente.
Acredito que uma questão importante é: Como você se sente em relação à sua vida agora? E como tem sido para você lidar com as expectativas sobre o futuro? O episódio do quase acidente, e a reação da sua mãe e sua amiga, talvez tenha servido como um espelho, e às vezes é a partir dessas situações que podemos olhar mais para dentro.
É muito válido que você esteja se questionando. Isso não significa que algo está "errado" com você, mas talvez seja um convite para entender o que está por trás dessa sensação e isso pode ser feito com acolhimento e sem pressa, especialmente com o apoio de um profissional.
Se sentir que esse é o momento, estou aqui para te ouvir e caminhar junto nessa busca por sentido.
Esse tipo de pensamento sobre a própria morte, especialmente quando vem acompanhado de uma certa neutralidade emocional, pode estar ligado a vários fatores: desde reflexões existenciais comuns em certas fases da vida, até formas mais sutis de desconexão emocional ou mesmo traços de estados depressivos que nem sempre se manifestam com tristeza evidente.
Acredito que uma questão importante é: Como você se sente em relação à sua vida agora? E como tem sido para você lidar com as expectativas sobre o futuro? O episódio do quase acidente, e a reação da sua mãe e sua amiga, talvez tenha servido como um espelho, e às vezes é a partir dessas situações que podemos olhar mais para dentro.
É muito válido que você esteja se questionando. Isso não significa que algo está "errado" com você, mas talvez seja um convite para entender o que está por trás dessa sensação e isso pode ser feito com acolhimento e sem pressa, especialmente com o apoio de um profissional.
Se sentir que esse é o momento, estou aqui para te ouvir e caminhar junto nessa busca por sentido.
Cada um tem uma relação muito específica com o que significa a vida e morte, mas a inabilidade de imaginar o futuro e a sensação constante da morte podem ser colocadas em questão, em uma terapia. Permitindo que fique de frente com suas vontades, expectativas e receios que talvez impossibilitem que projete algum tipo de futuro.
Chama a atenção a falta de cuidado e preocupação com a própria integridade física. Os pensamentos de morte imanente podem ser pensamentos intrusivos. Quanto a falta de perspectiva de futuro, pode ser um sintoma depressivo. Acho que vale a pena investigar o que causa essa falta de perspectiva e investimento na sua própria vida. A terapia pode ajudá-lo/a, trazendo mais autoconhecimento
O que você descreve é uma experiência muito pessoal e única, e é importante compreender como isso se manifesta no seu presente. Na Gestalt Terapia, buscamos focar no aqui e agora, ou seja, como você está se sentindo e o que está acontecendo com você neste momento.
Essa sensação de certeza sobre a morte e a forma como você reagiu ao quase acidente, sem medo ou desespero, pode ser uma forma de como você está se relacionando com a vida e o futuro. O que é importante é perceber o que você sente enquanto reflete sobre essas situações. Como você se sente quando pensa sobre essa certeza? Como seu corpo reage a essas percepções? O que você percebe em suas reações, tanto no quase acidente quanto nos seus pensamentos?
A Gestalt Terapia propõe um espaço para explorar essas sensações, emoções e comportamentos, de forma a aumentar a sua consciência sobre o que está acontecendo dentro de você. Esse processo pode ser útil para entender como você está lidando com o presente e com as situações inesperadas que surgem.
Se você perceber que essa sensação de certeza sobre a morte ou a forma como reage a certos eventos está te gerando algum tipo de desconforto, ou se for algo que tem persistido por um tempo, procurar um terapeuta pode ser um caminho interessante para explorar esses sentimentos de maneira mais profunda. A psicoterapia pode ajudar a entender essas questões e oferecer um espaço para compreender suas reações e sentimentos.
Essa sensação de certeza sobre a morte e a forma como você reagiu ao quase acidente, sem medo ou desespero, pode ser uma forma de como você está se relacionando com a vida e o futuro. O que é importante é perceber o que você sente enquanto reflete sobre essas situações. Como você se sente quando pensa sobre essa certeza? Como seu corpo reage a essas percepções? O que você percebe em suas reações, tanto no quase acidente quanto nos seus pensamentos?
A Gestalt Terapia propõe um espaço para explorar essas sensações, emoções e comportamentos, de forma a aumentar a sua consciência sobre o que está acontecendo dentro de você. Esse processo pode ser útil para entender como você está lidando com o presente e com as situações inesperadas que surgem.
Se você perceber que essa sensação de certeza sobre a morte ou a forma como reage a certos eventos está te gerando algum tipo de desconforto, ou se for algo que tem persistido por um tempo, procurar um terapeuta pode ser um caminho interessante para explorar esses sentimentos de maneira mais profunda. A psicoterapia pode ajudar a entender essas questões e oferecer um espaço para compreender suas reações e sentimentos.
Oii, como vai?
Acabei de ler o seu comentário por aqui.
Podemos ter crenças de longa data, que parecem infundadas ou desconectadas de outros pensamentos e afetos. Porém, a medida que iniciamos um processo de investigação e auto conhecimento sobre nós, não é incomum descobrirmos ligações desses pensamentos com outros vivências que tivemos ao longo da vida... que nos trazem alguma compreensão sobre nós.
Penso que seria interessante você oportunizar a você mesmo falar sobre a "parede" que sente que não conseguirá atravessar.
.
.
Iniciar a terapia pode ser uma possibilidade de atravessá-la.
Espero ter ajudado.
Abç
Acabei de ler o seu comentário por aqui.
Podemos ter crenças de longa data, que parecem infundadas ou desconectadas de outros pensamentos e afetos. Porém, a medida que iniciamos um processo de investigação e auto conhecimento sobre nós, não é incomum descobrirmos ligações desses pensamentos com outros vivências que tivemos ao longo da vida... que nos trazem alguma compreensão sobre nós.
Penso que seria interessante você oportunizar a você mesmo falar sobre a "parede" que sente que não conseguirá atravessar.
.
.
Iniciar a terapia pode ser uma possibilidade de atravessá-la.
Espero ter ajudado.
Abç
Olá,
- Sim, é normal sim.
- Olha, viva o melhor que puder, crie os planos até onde conseguir, sonhe como que pode...
Qualquer dúvida, nos pergunte novamente.
Abraços
- Sim, é normal sim.
- Olha, viva o melhor que puder, crie os planos até onde conseguir, sonhe como que pode...
Qualquer dúvida, nos pergunte novamente.
Abraços
O que você está sentindo não é incomum, mas é importante. Essa sensação constante de que vai morrer cedo, somada à falta de reação diante de uma situação de risco, pode indicar um certo distanciamento emocional ou uma dificuldade em se conectar com o próprio futuro. Mesmo que isso não te cause sofrimento direto, vale prestar atenção.
Muitas vezes, sentimentos assim estão ligados a experiências passadas, estados de tristeza profunda, ou até uma forma sutil de esgotamento emocional. Não quer dizer que há algo "errado" com você, mas sim que talvez você esteja precisando olhar com mais carinho para o que sente.
Muitas vezes, sentimentos assim estão ligados a experiências passadas, estados de tristeza profunda, ou até uma forma sutil de esgotamento emocional. Não quer dizer que há algo "errado" com você, mas sim que talvez você esteja precisando olhar com mais carinho para o que sente.
Olá!
O que você está sentindo não é raro, mas é profundamente significativo e merece ser olhado com carinho e profundidade.
Na abordagem sistêmica, sentimentos como esse a certeza de uma morte precoce, a sensação de uma "parede" no futuro, a tranquilidade frente ao risco muitas vezes não vêm do nada. Eles podem estar ligados a histórias que vieram antes de você: perdas familiares precoces, mortes trágicas, silêncios antigos, padrões de destino que se repetem sem que a gente perceba.
É como se, em algum nível inconsciente, você estivesse conectado a algo não resolvido no seu sistema familiar. E por lealdade ou amor, sua mente e seu corpo mantêm essa sensação de fim próximo. Isso pode não gerar medo, mas pode limitar sua entrega à vida, sua capacidade de fazer planos, se apegar, se permitir viver com presença.
A boa notícia é que isso pode ser trabalhado e transformado. Em terapia sistêmica, nós buscamos dar nome a essas histórias ocultas, reconhecer os vínculos invisíveis e devolver o que não é seu para carregar. Não para apagar o passado, mas para libertar seu presente.
Você não está sozinho, nem "estranho". Sua percepção é uma pista preciosa. E se você chegou até aqui com essa clareza e coragem, talvez já esteja pronto para atravessar essa parede com apoio, cuidado e escuta.
Se quiser entender mais sobre isso e iniciar um processo terapêutico, estou aqui pra te acompanhar.
Será um prazer te ajudar a encontrar leveza, sentido e espaço pra vida.
Quando quiser, agende uma sessão comigo.
O que você está sentindo não é raro, mas é profundamente significativo e merece ser olhado com carinho e profundidade.
Na abordagem sistêmica, sentimentos como esse a certeza de uma morte precoce, a sensação de uma "parede" no futuro, a tranquilidade frente ao risco muitas vezes não vêm do nada. Eles podem estar ligados a histórias que vieram antes de você: perdas familiares precoces, mortes trágicas, silêncios antigos, padrões de destino que se repetem sem que a gente perceba.
É como se, em algum nível inconsciente, você estivesse conectado a algo não resolvido no seu sistema familiar. E por lealdade ou amor, sua mente e seu corpo mantêm essa sensação de fim próximo. Isso pode não gerar medo, mas pode limitar sua entrega à vida, sua capacidade de fazer planos, se apegar, se permitir viver com presença.
A boa notícia é que isso pode ser trabalhado e transformado. Em terapia sistêmica, nós buscamos dar nome a essas histórias ocultas, reconhecer os vínculos invisíveis e devolver o que não é seu para carregar. Não para apagar o passado, mas para libertar seu presente.
Você não está sozinho, nem "estranho". Sua percepção é uma pista preciosa. E se você chegou até aqui com essa clareza e coragem, talvez já esteja pronto para atravessar essa parede com apoio, cuidado e escuta.
Se quiser entender mais sobre isso e iniciar um processo terapêutico, estou aqui pra te acompanhar.
Será um prazer te ajudar a encontrar leveza, sentido e espaço pra vida.
Quando quiser, agende uma sessão comigo.
Olá, tudo bem?
A forma como você descreve essa sensação constante — essa espécie de “certeza silenciosa” de que não vai viver muito — é algo que merece ser olhado com cuidado e curiosidade, e não com pressa para rotular ou resolver. O curioso é que você não relata medo da morte em si, mas sim uma aceitação quase automática, como se sua linha do tempo interna tivesse um limite que você sente, mas não sabe explicar. Isso chama atenção não por ser incomum, mas porque carrega uma carga emocional que talvez você tenha aprendido a conter tão bem... que até mesmo situações extremas, como um quase acidente, não parecem atravessar esse filtro.
É como se houvesse uma parede invisível entre você e o futuro, e ao invés de lutar contra ela, você já tivesse aprendido a conviver com a existência dela — o que, do ponto de vista da neurociência, pode ser um indicativo de processos emocionais que se “desligam” para proteger você. O cérebro, quando submetido a longos períodos de estresse emocional, desamparo aprendido ou sentimentos de desconexão, pode mesmo se adaptar de forma a “anestesiar” certas reações. Isso pode ser funcional em determinados contextos, mas com o tempo, acaba limitando também a nossa capacidade de se sentir verdadeiramente vivo.
Fico me perguntando o que essa certeza sobre uma morte precoce representa para você… será que ela se conecta com alguma vivência marcante, direta ou silenciosa, que te ensinou que o futuro talvez não seja tão seguro assim? Você sente que, de alguma forma, é mais fácil imaginar o fim do que sonhar com continuidade? E o mais importante: será que, no fundo, existe uma parte sua que se acostumou a não se preocupar com a própria vida porque talvez tenha aprendido que se preocupar consigo mesmo não faria muita diferença?
Essas perguntas não têm resposta fácil — e nem precisam ter agora. Mas abrir espaço para elas já é um movimento terapêutico importante. Às vezes, quando não sentimos desespero em situações que “deveriam” nos afetar, não é porque estamos em paz… mas porque estamos desligados. E isso pode ser mais um sinal de esgotamento emocional do que de aceitação genuína.
Caso sinta que gostaria de explorar esse sentimento com mais profundidade e segurança, fico à disposição para caminharmos juntos nesse processo.
Caso precise, estou à disposição.
A forma como você descreve essa sensação constante — essa espécie de “certeza silenciosa” de que não vai viver muito — é algo que merece ser olhado com cuidado e curiosidade, e não com pressa para rotular ou resolver. O curioso é que você não relata medo da morte em si, mas sim uma aceitação quase automática, como se sua linha do tempo interna tivesse um limite que você sente, mas não sabe explicar. Isso chama atenção não por ser incomum, mas porque carrega uma carga emocional que talvez você tenha aprendido a conter tão bem... que até mesmo situações extremas, como um quase acidente, não parecem atravessar esse filtro.
É como se houvesse uma parede invisível entre você e o futuro, e ao invés de lutar contra ela, você já tivesse aprendido a conviver com a existência dela — o que, do ponto de vista da neurociência, pode ser um indicativo de processos emocionais que se “desligam” para proteger você. O cérebro, quando submetido a longos períodos de estresse emocional, desamparo aprendido ou sentimentos de desconexão, pode mesmo se adaptar de forma a “anestesiar” certas reações. Isso pode ser funcional em determinados contextos, mas com o tempo, acaba limitando também a nossa capacidade de se sentir verdadeiramente vivo.
Fico me perguntando o que essa certeza sobre uma morte precoce representa para você… será que ela se conecta com alguma vivência marcante, direta ou silenciosa, que te ensinou que o futuro talvez não seja tão seguro assim? Você sente que, de alguma forma, é mais fácil imaginar o fim do que sonhar com continuidade? E o mais importante: será que, no fundo, existe uma parte sua que se acostumou a não se preocupar com a própria vida porque talvez tenha aprendido que se preocupar consigo mesmo não faria muita diferença?
Essas perguntas não têm resposta fácil — e nem precisam ter agora. Mas abrir espaço para elas já é um movimento terapêutico importante. Às vezes, quando não sentimos desespero em situações que “deveriam” nos afetar, não é porque estamos em paz… mas porque estamos desligados. E isso pode ser mais um sinal de esgotamento emocional do que de aceitação genuína.
Caso sinta que gostaria de explorar esse sentimento com mais profundidade e segurança, fico à disposição para caminharmos juntos nesse processo.
Caso precise, estou à disposição.
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