Não sou adolescente ou criança. Mas acontece que me apaixonei imensamente pelo meu psiquiatra. Não
Não sou adolescente ou criança. Mas acontece que me apaixonei imensamente pelo meu psiquiatra. Não consigo parar de pensar nele. E o tratamento estava indo bem, mas acho que com isso estraguei tudo. Eu devo trocar de psiquiatra?
16 respostas
Acredito que você possa falar com ele à respeito disso, e assim, você poderá realinhar suas expectativas. Não é algo de criança, nem adolescente, pode ocorrer com qualquer pessoa, então, não se culpe.
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Com certeza meus colegas colocaram bem sua situação, sempre acontece esta transferência amoroso, onde vários fatores estão envolvidos neste processo de fragilidade, escuta, confiança e muita carência afetiva. O psicólogo dará conta desta demanda.. Atenciosamente
As vezes transferimos para o médico afetos relacionados à figuras parentais, idealizamos o mesmo por estarmos sendo cuidados etc. A terapia pode te ajudar a lidar com tais afetos.
Algumas linhas alimentam transferências, outras trazem conscientização à esse fato, mas é sempre você falando de você, seja através de uma paixão ou o que for, se tiver dificuldade de se expor à ele, ou mesmo perceber que pode estar querendo parecer outra, diferente do que é, e na paixão queremos mostrar nosso melhor, procure ajuda terapêutica caso ele já não faça esse papel.
Boa noite. E importante em uma situação como esta sempre externalizar para o terapeuta quanto a este tipo de sentimento. Não sendo algo tão incomum e que pode acontecer em qualquer faixa etária. Onde certamente o profissional compreende tais fenômenos, sabendo assim lidar de forma ética com a situação.
Olá! Talvez seja essa mesmo a sua intenção (inconscientizada), estragar o seu tratamento que estava indo bem, por ver vantagem em permanecer alienada de suas condutas neuróticas. Muito provavelmente você também deva agir assim em outras situações em que as coisas estejam correndo bem. O processo de inversão é praticamente o básico no tratamento psicanalítico (integral), porque é também o fundamento de toda e qualquer doença. A Inveja, relacionada à Inversão, é a conduta de atacar e estragar o bem que existe na própria vida e na vida dos outros. Não somos vitimados por um inconsciente, mas prejudicados por uma atitude de inconscientização, ou seja, ao querer esconder o que sabemos. "Alienação não é um estado de estagnação, mas uma acentuada atitude de partir contra tudo o que é bom." - N. Keppe Se tiver interesse em ajudar a si mesmo, estou à disposição. Espero ter ajudado. Boa sorte!
É comum se apaixonar pela professora professor psiquiatra psicólogo...enfim, se você está apaixonada ou apaixonado é um assunto que você é que vai precisar trabalhar esse problema. Um bom local para esse assunto é numa psicoterapia. É assunto íntimo seu, você é que vai precisar decidir o que vai fazer com isso. Obrigado.
A transferência sempre existe num tratamento psicoterápico. Esse envolvimento é natural e até desejável, pois desta forma você vai conhecer melhor as suas projeções, postas em cima do terapeuta.É chamado de rapport. E ver o que ocorre com você mesmo. Mas cuidado. Isso pode levar a ser um problema se algo de real acontecer entre terapeuta e cliente. Porém se for um envolvimento mútuo, o certo é parar a terapia e resolver isso como homem e mulher fora do consultório, como qualquer outro casal.
Seu tratamento na verdade deve estar indo bem (ainda que você se sinta numa posição desconfortável), mas para compreender melhor o que está acontecendo, é importante conversar a esse respeito com o psiquiatra e, caso ele não seja também psicanalista e esteja conduzindo a parte psicoterápica do tratamento, considere uma psicoterapia ou psicanálise.
É importante compartilhar com o profissional sobre o seu sentimento, para que os dois encontrem a melhor maneira de lidar com isso. Isso acontece e compreender de onde vem esse sentimento pode trazer muitos benefícios para o autoconhecimento.
É importante que possa trazer este fato para o psiquiatra e que juntos possam falar sobre isso e então decidirem se poderão seguir em tratamento ou se deverá buscar outro profissional.
Como os colegas responderam , é importante , mesmo que possa ser difícil , você comentar sobre tal sentimento para seu psiquiatra para a continuidade e evolução do seu processo. Compreendendo que talvez esse sentimento não esta diretamente relacionado a ele, mas a figura , imagem , simbolo que ele esteja representando a você.
Primeiramente, quero te tranquilizar e dizer que o que você está sentindo não é incomum. Esse fenômeno é chamado de "transferência" na psicologia, onde o paciente pode transferir sentimentos de afeto ou idealização para o terapeuta. Isso pode acontecer em qualquer idade e não significa que você estragou o tratamento. O mais importante é que você seja honesta com seu psiquiatra sobre esses sentimentos. Ele é um profissional treinado para lidar com situações como essa de maneira ética e ajudar você a compreender e trabalhar esses sentimentos no contexto do seu tratamento. Isso não só pode ajudar a continuar o tratamento de forma mais eficaz, mas também pode oferecer uma oportunidade valiosa para explorar aspectos importantes de suas emoções e relacionamentos. Se, depois de discutir isso com seu psiquiatra, você sentir que o tratamento não está avançando como deveria, ou se ele mesmo achar que isso pode ser um obstáculo, então considerar a mudança de profissional pode ser uma opção. No entanto, não tome essa decisão de imediato sem antes tentar resolver a situação de forma aberta e honesta. Lembre-se, a base de um bom tratamento psiquiátrico ou psicológico é a comunicação aberta e a confiança. Se precisar de mais orientações ou quiser discutir isso mais detalhadamente, estou à disposição para ajudá-lo em uma teleconsulta. A Telemedicina oferece uma maneira conveniente, rápida e segura de obter uma segunda opinião de especialistas, diretamente do conforto de sua casa. Caso tenha interesse, basta clicar no perfil para agendar sua consulta. Cuide-se bem!
Desenvolver sentimentos amorosos ou de intensa admiração pelo psiquiatra pode ocorrer durante o tratamento e não significa que você tenha estragado o processo terapêutico. Na relação clínica, sentimentos relacionados à confiança, acolhimento e experiências afetivas anteriores podem adquirir intensidade particular, fenômeno frequentemente discutido por meio do conceito de transferência. O mais importante é compreender como esses sentimentos influenciam seu bem-estar, sua liberdade para conversar e a continuidade do acompanhamento. Recomendo abordar o assunto com o profissional, caso se sinta segura, pois uma postura ética deve preservar limites claros e impedir qualquer exploração afetiva ou sexual. A troca de psiquiatra pode ser considerada se o vínculo estiver prejudicando o tratamento ou se os limites profissionais não forem respeitados, mas não é obrigatória apenas pela existência desses sentimentos. Uma abordagem cuidadosa pode transformar essa experiência em oportunidade de compreensão emocional.
Sentir atração ou desenvolver sentimentos intensos pelo psiquiatra pode acontecer durante um processo terapêutico e não significa que você tenha estragado o tratamento. A relação clínica pode despertar sentimentos de confiança, acolhimento e proximidade, que podem ser compreendidos dentro do próprio acompanhamento. Você não precisa trocar de profissional automaticamente. Se sentir segurança, converse abertamente com seu psiquiatra sobre o que está acontecendo; essa conversa pode ajudar a compreender os sentimentos e avaliar como eles influenciam o tratamento. Caso a situação prejudique sua capacidade de trabalhar terapeuticamente ou você não se sinta confortável, uma troca planejada pode ser considerada. O objetivo é preservar um vínculo profissional seguro e manter a continuidade do cuidado.
Desenvolver sentimentos amorosos pelo psiquiatra pode acontecer durante um tratamento e não significa que você tenha estragado o processo terapêutico. A relação de cuidado pode despertar sentimentos intensos, que podem ser compreendidos e trabalhados com respeito e limites profissionais. Você não precisa trocar de médico automaticamente. Se se sentir confortável, pode conversar sobre o assunto com seu psiquiatra e avaliar como isso está afetando o tratamento. Caso fique difícil manter a confiança, a concentração ou a continuidade das consultas, vocês podem discutir uma transição cuidadosa para outro profissional. O mais importante é preservar seu bem-estar e a qualidade do acompanhamento, sem culpa ou vergonha.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.











