O que é Interação terapêutica? .
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O que é Interação terapêutica? .
Olá! Como estás?
A interação terapêutica é um dos pilares principais do fenômeno clínico e trarei aqui uma abordagem junguiana sobre o tema.
Vejo na abordagem terapêutica Junguiana uma conexão que vai muito além da conversa entre terapeuta e paciente, isto é, vejo um processo dinâmico, profundo e dialético, onde ambos os participantes são transformados, como um encontro humano autêntico entre duas psiques, que sairão transformadas num novo passo evolutivo mútuo.
Tal interação é vista num campo relacional e energético criado entre o analista e o analisando, onde o inconsciente de ambos se comunica e interage, com o foco principal nos movimentos de dissolução dos complexos e no processo de individuação do paciente, em que se busca a integração dos aspectos conscientes e inconscientes da personalidade deste, numa forma fluida, como menos obstáculos possíveis (complexos).
Elabora se um termo colocado por Jung, o Diálogo Consciente-Inconsciente e dialético, em que o terapeuta promove um espaço mais acolhedor possível para que o cliente se manifeste, sem censuras, sem limites e que tragam possibilidades de reflexão que desbloqueie os complexos (traumas, situações de sofrimentos), numa reelaboração destes mediante a vida presente do paciente, numa forma intrapsíquica e interpsíquica, que se manifestam nas relações presentes.
Na abordagem Junguiana, o terapeuta não é um mero observador neutro, mas sim um participante ativo nesse diálogo, em que a Sua própria personalidade, sua história pessoal, profissional e reações são instrumentos fundamentais do processo, numa presença da humanidade do terapeuta, sendo ativo, não se escondendo numa persona médica rígida e evidenciar uma presença genuína.
Assim, o terapeuta transforma se numa tela para o inconsciente do paciente, recebendo os conteúdos deste, suas fantasias, projeções, emoções, sentimentos ainda não elaborados, auxiliando a conter essas emoções, refletir sobre elas e, no momento certo, devolvê-las ao paciente de uma forma que ele possa assimilar, transformando-as em insight.
Trouxe aqui uma breve introdução da interação terapêutica na abordagem junguiana, em que se foca não apenas na cura apenas com técnicas ou interpretações, mas sim da qualidade do encontro humano genuíno, onde o inconsciente de ambos os participantes é convidado a dialogar, criando uma ambiente onde o Self do paciente pode emergir e florescer.
É uma jornada em direção à totalidade.
Fico à disposição e faço um convite para uma consulta inicial e um provável processo analítico de interações e descobertas da sua personalidade, com uma proposta de uma jornada heróica de autoconhecimento e de suas linguagens simbólicas.
Agende uma consulta através do site do doctoralia ou entre em contato direto comigo.
Fico à disposição, muito obrigado e até a próxima!
A interação terapêutica é um dos pilares principais do fenômeno clínico e trarei aqui uma abordagem junguiana sobre o tema.
Vejo na abordagem terapêutica Junguiana uma conexão que vai muito além da conversa entre terapeuta e paciente, isto é, vejo um processo dinâmico, profundo e dialético, onde ambos os participantes são transformados, como um encontro humano autêntico entre duas psiques, que sairão transformadas num novo passo evolutivo mútuo.
Tal interação é vista num campo relacional e energético criado entre o analista e o analisando, onde o inconsciente de ambos se comunica e interage, com o foco principal nos movimentos de dissolução dos complexos e no processo de individuação do paciente, em que se busca a integração dos aspectos conscientes e inconscientes da personalidade deste, numa forma fluida, como menos obstáculos possíveis (complexos).
Elabora se um termo colocado por Jung, o Diálogo Consciente-Inconsciente e dialético, em que o terapeuta promove um espaço mais acolhedor possível para que o cliente se manifeste, sem censuras, sem limites e que tragam possibilidades de reflexão que desbloqueie os complexos (traumas, situações de sofrimentos), numa reelaboração destes mediante a vida presente do paciente, numa forma intrapsíquica e interpsíquica, que se manifestam nas relações presentes.
Na abordagem Junguiana, o terapeuta não é um mero observador neutro, mas sim um participante ativo nesse diálogo, em que a Sua própria personalidade, sua história pessoal, profissional e reações são instrumentos fundamentais do processo, numa presença da humanidade do terapeuta, sendo ativo, não se escondendo numa persona médica rígida e evidenciar uma presença genuína.
Assim, o terapeuta transforma se numa tela para o inconsciente do paciente, recebendo os conteúdos deste, suas fantasias, projeções, emoções, sentimentos ainda não elaborados, auxiliando a conter essas emoções, refletir sobre elas e, no momento certo, devolvê-las ao paciente de uma forma que ele possa assimilar, transformando-as em insight.
Trouxe aqui uma breve introdução da interação terapêutica na abordagem junguiana, em que se foca não apenas na cura apenas com técnicas ou interpretações, mas sim da qualidade do encontro humano genuíno, onde o inconsciente de ambos os participantes é convidado a dialogar, criando uma ambiente onde o Self do paciente pode emergir e florescer.
É uma jornada em direção à totalidade.
Fico à disposição e faço um convite para uma consulta inicial e um provável processo analítico de interações e descobertas da sua personalidade, com uma proposta de uma jornada heróica de autoconhecimento e de suas linguagens simbólicas.
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Olá, a interação terapêutica é a troca verbal e não verbal entre o terapeuta e o paciente, que cria um processo de mudança no comportamento e na vida do cliente. É uma relação de influência mútua que, quando analisada e compreendida, contribui para a eficácia da terapia, permitindo identificar os mecanismos que levam à melhora e à modificação dos problemas trazidos pelo paciente.
Fico á disposição!
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