O que é o medo existencial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
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O que é o medo existencial no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
O medo existencial no Transtorno de Personalidade Borderline é a sensação profunda e angustiante de que algo pode se perder a qualquer momento: o amor de alguém, a estabilidade de uma relação, a própria identidade. Muitas vezes, a pessoa sente como se estivesse “à beira do vazio”, com medo de não ter quem a segure ou até de não saber quem realmente é.
Esse medo pode gerar reações intensas, desde uma busca desesperada por proximidade até atitudes impulsivas para não ser abandonado. E, justamente por ser tão visceral, ele cansa, machuca e pode fazer com que a vida pareça uma montanha-russa emocional.
Na terapia, esse medo pode ser compreendido e ressignificado, trazendo mais estabilidade e alívio, através de aprendizagem de novas habilidades comportamentais e compreensão profunda de si mesmo.
Esse medo pode gerar reações intensas, desde uma busca desesperada por proximidade até atitudes impulsivas para não ser abandonado. E, justamente por ser tão visceral, ele cansa, machuca e pode fazer com que a vida pareça uma montanha-russa emocional.
Na terapia, esse medo pode ser compreendido e ressignificado, trazendo mais estabilidade e alívio, através de aprendizagem de novas habilidades comportamentais e compreensão profunda de si mesmo.
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Olá, tudo bem? Quando falamos em “medo existencial” no Transtorno de Personalidade Borderline, estamos falando de algo que vai além do medo de perder alguém ou de ser rejeitado. É um medo mais profundo, quase visceral, ligado à sensação de não ter um “eu” estável que permaneça firme quando as emoções oscilam ou quando um vínculo parece ameaçado. É como se, diante de certos momentos, o corpo reagisse não apenas com ansiedade, mas com a sensação de que a própria existência emocional pode se desfazer. A neurociência ajuda a entender isso mostrando que, quando o self interno é frágil, o cérebro interpreta pequenas mudanças no ambiente como riscos muito maiores do que realmente são.
Esse medo existencial nasce especialmente da instabilidade da identidade e da dificuldade em sentir continuidade interna. Muitas pessoas descrevem momentos em que sentem que “não se reconhecem”, que se desconectam de si mesmas ou que precisam desesperadamente de alguém para recuperar a sensação de estar vivas emocionalmente. Essa experiência não é exagero; ela traduz uma tentativa do organismo de se reorganizar diante de emoções intensas demais, como se o sistema dissesse: “se eu perder esse vínculo, eu me perco junto”.
Além disso, esse medo se fortalece quando há sensação de vazio, raiva intensa ou instabilidade emocional. Cada oscilação dentro de si pode parecer um pequeno terremoto, e o corpo reage como se estivesse em perigo real. Por isso, situações cotidianas — um silêncio, uma mudança de expressão, uma distância mínima — podem despertar uma angústia profunda. A questão não é “o outro vai embora?”, mas “o que acontece comigo se ele for?”. É esse ponto que torna o medo existencial tão marcante no TPB.
Talvez valha refletir: em quais momentos você sente esse medo ganhar força? Ele aparece junto da raiva, da tristeza ou do vazio? E quando ele surge, como você percebe que o seu corpo reage — acelera, paralisa, tenta se agarrar a alguém? Entender esse ciclo é o primeiro passo para reconstruir um senso de self mais estável e seguro. Caso precise, estou à disposição.
Esse medo existencial nasce especialmente da instabilidade da identidade e da dificuldade em sentir continuidade interna. Muitas pessoas descrevem momentos em que sentem que “não se reconhecem”, que se desconectam de si mesmas ou que precisam desesperadamente de alguém para recuperar a sensação de estar vivas emocionalmente. Essa experiência não é exagero; ela traduz uma tentativa do organismo de se reorganizar diante de emoções intensas demais, como se o sistema dissesse: “se eu perder esse vínculo, eu me perco junto”.
Além disso, esse medo se fortalece quando há sensação de vazio, raiva intensa ou instabilidade emocional. Cada oscilação dentro de si pode parecer um pequeno terremoto, e o corpo reage como se estivesse em perigo real. Por isso, situações cotidianas — um silêncio, uma mudança de expressão, uma distância mínima — podem despertar uma angústia profunda. A questão não é “o outro vai embora?”, mas “o que acontece comigo se ele for?”. É esse ponto que torna o medo existencial tão marcante no TPB.
Talvez valha refletir: em quais momentos você sente esse medo ganhar força? Ele aparece junto da raiva, da tristeza ou do vazio? E quando ele surge, como você percebe que o seu corpo reage — acelera, paralisa, tenta se agarrar a alguém? Entender esse ciclo é o primeiro passo para reconstruir um senso de self mais estável e seguro. Caso precise, estou à disposição.
É um temor profundo, crônico e desproporcional de ser abandonado, rejeitado ou ficar sozinho. Esse medo estruturante gera instabilidade emocional extrema, comportamentos impulsivos e sentimentos de vazio, onde qualquer sinal de afastamento é interpretado como uma ameaça à própria existência ou segurança emocional.
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